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Rio+20: Participantes terão campanhas de publicidade gratuitas

Rio+20: Participantes terão campanhas de publicidade gratuitas

As empresas, autarquias e ONG que vão participar, de 20 a 22 de Junho, no Rio+20, terão à sua disposição um banco gratuito com várias campanhas de publicidade sobre o desenvolvimento sustentável.

Este banco de peças publicitárias será criado pela Abap (Associação Brasileira de Agências de Propaganda), que vai organizar em Abril um concurso para mobilizar estudantes, profissionais de comunicação e as próprias agências, claro, para a criação de peças que divulguem práticas sustentáveis.

Até ao final do mês deverá estar pronto o site onde poderão ser feitas as inscrições dos voluntários, informou o assessor da Abap nacional, Marcelo Diniz. As inscrições serão encerradas no dia 30 de Maio.

“Estamos a pedir que as peças voluntárias observem os indicadores de sustentabilidade da publicidade brasileira”, explicou Marcelo Diniz. Por seu lado, um dos principais gestores de publicidade do Brasil, Luiz Lara, reforçou que a intenção deste concurso é “disseminar o conceito de sustentabilidade durante o Rio2+20”.

Se tivermos em conta que um normal festival de publicidade recebe mil inscrições pagas por edição, este concurso, com as inscrições gratuitas, deverá receber mais, segundo a Abap.

A 11 de Junho, a Abap colocará as peças do concurso em exposição na casa de eventos Vivo Rio, no Aterro do Flamengo. Durante um ano, estas ficarão também à disposição através do site da Abap. Durante este período, os Governos e as empresas privadas que participarem no Rio+20 poderão utilizar qualquer peça gratuitamente.

Esta é uma excelente oportunidade – e criativa, ou não estivéssemos a falar de publicidade –para promover a indústria da comunicação, no Brasil, e a sustentabilidade. Segundo Luiz Lara, o sector da comunicação representa já 2% do Produto Interno Bruto (PIB). “É uma indústria de ponta da economia criativa, que gera muitas riquezas, empregos e impostos”, explicou Lara, fundador de uma das mais importantes agências brasileiras, a Lew Lara.

Talvez a indústria criativa portuguesa pudesse inspirar-se nesta iniciativa para, também ela, se promover de uma forma, literalmente, sustentável.

Foto: uma das grandes publicidades da WWF.

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