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Um quarto das cidades de São Paulo não gere correctamente o lixo doméstico

Um quarto das cidades de São Paulo não gere correctamente o lixo doméstico

Cento e cinquenta e três dos 645 municípios do Estado de São Paulo não sabe o que fazer ao lixo doméstico, acabando por o colocar em aterros sem licença. Segundo o novo critério Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos (IQR), 23,7% das cidades de São Paulo destina o seu lixo doméstico de forma inadequada. No antigo modelo, que se pode ver na imagem, eram 23 os municípios.

O novo critério utilizado para avaliar as condições ambientais e sanitárias dos aterros considera a população dos 645 municípios paulistas, além de dados geotécnicos, queima de lixo a céu aberto, restrições ao uso do solo e vida útil do aterro. E há só dois tipos de resultado: adequado e inadequado. O parâmetro anterior contava com um linha intermediária, que foi entretanto extinta.

Segundo o Estado de São Paulo, a capital paulista está na lista positiva, assim como a maior parte da região metropolitana. As excepções são as cidades do ABC paulista, de Osasco e de Embu das Artes. No interior, Presidente Prudente, Ourinhos e Bauru estão entre os inadequados, assim como Peruíbe e Cananeia, no litoral. No geral, independentemente da cidade, 84,7% dos resíduos têm destino correto – ou 22,2 mil toneladas por dia.

Para se enquadrar na categoria positiva, pelos novos padrões, o município deve obter pelo menos 7,1 de nota (o máximo é dez). Abaixo disso, torna-se inadequado. Segundo a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), os novos parâmetros resultam em notas mais baixas para cidades que se encontravam na faixa limítrofe entre inadequado e controlado (intermediária) pelo critério anterior.

“O inventário era aplicado há 14 anos da mesma forma. Ao longo deste período, novos critérios foram criados e precisaram de ser incorporados. O resultado é uma classificação mais evoluída, que segue os padrões da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que estabelece apenas duas notas”, explicou Cristiano Kenji Iwai, gerente da Divisão de Apoio ao Controle de Fontes de Poluição da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo.

Veja a diferença entre os dados de 1997 e 2011 (clique na imagem para aumentar).

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