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Aquecimento global: os 7 alimentos que vão acabar em poucos anos

Aquecimento global: os 7 alimentos que vão acabar em poucos anos

Não é propriamente segredo de Estado o facto de as alterações climáticas estarem a alterar a forma como os alimentos são produzidos. O aumento dos fenómenos extremos, as cheias ou secas e o aumento das temperaturas estão a levar ao desaparecimento ou menor rendimento das culturas.

Saiba quais os sete alimentos ou produtos que estão em risco de desaparecer – ou tornarem-se escassos – dentro de quatro décadas. Leia mais argumentos na Exame Brasil.

Chocolate

Segundo um estudo do Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT), na Colômbia, o chocolate corre o risco de desaparecer dentro de 40 anos. Se tal não acontecer, será um bem escasso, um artigo de luxo. Isto porque o aumento entre 2 a 3ºC na temperatura do planeta pode causar danos irreversíveis nas principais regiões de cultivo do cacau: Gana e Costa do Marfim.

Whisky

A Escócia, maior produtor mundial do whisky, sentirá fortemente o impacto das alterações climáticas. A falta de qualidade dos cereais – sobretudo o malte – e as cheias nas regiões produtoras deverá tornar o whisky, juntamente com o chocolate, num bem mais escasso.

Salmão

Este é um clássico. O aquecimento global porá em risco muitos animais marinhos, entre os quais o salmão. A elevação das temperaturas dos oceanos alterará o ritmo reprodutivo e o regime alimentar deste produto, um dos mais apreciados na mesa dos portugueses.

Arroz

Ao contrário do salmão, o arroz não é tido como um alimento em risco de desaparecer. Mas até faz sentido: cientistas descobriram que, ao longo dos últimos 25 anos, o rendimento das colheitas de arroz caiu entre 10 e 20% em alguns locais. A causa? O aumento das temperaturas nocturnas no Vietname, Tailândia, Índia e China.

Vinhos de Bordéus

Os vinhos de Bordéus não são propriamente um bem de primeira necessidade, como o arroz, mas são muito apreciados e uma importante fonte de rendimento para aquela região francesa. O cenário mais pessimista fala em Bordéus como uma região inadequada para a actividade vinícola já em 2050.

Mel

Os cientistas e investigadores andam intrigados com o porquê do colapso das colónias de abelhas na Europa, África, Ásia e América do Norte. Só nos Estados Unidos, as colónias de produção de mel diminuíram de uma população de 5,5 milhões, em 1950, para os 2,5 milhões, em 2007. Se o fenómeno continuar sem explicação e sem intervenção humana, então o mel desaparecerá em poucos anos.

Café

Outro alimento que consumimos diariamente e que pode estar em vias de extinção é o café. Nos últimos anos, a produção de alguns dos melhores grãos está em quebra na Colômbia e outros países latino-americanos produtores. Para crescer, as plantações de café precisam de condições muito específicos de temperatura, para além de dias secos e chuvosos alternados. As alterações climáticas vêm alterar drasticamente este cenário, pela sua incerteza e aumento do nível de fenómenos extremos, sejam eles secas ou cheias.

Comentários (Facebook):

3 Respostas para “Aquecimento global: os 7 alimentos que vão acabar em poucos anos”

  1. Daniel diz:

    Nao é inteiramente verdade que o fenómeno de desaparecimento das abelhas continue um mistério como se pode ver aqui
    http://www.guardian.co.uk/environment/2012/mar/29/crop-pesticides-honeybee-decline

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  1. [...] se sabe há algum tempo: a Escócia vai sentir na pele o impacto das alterações climáticas num negócio que domina globalmente, a produção de whisky. A falta de qualidade dos cereais – [...]


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