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Fim das lâmpadas incandescentes significaria o encerramento de 250 centrais de carvão

Fim das lâmpadas incandescentes significaria o encerramento de 250 centrais de carvão

Se todos os países começassem rapidamente a trabalhar na transição para as lâmpadas economizadoras, a poupança no consumo de electricidade seria equivalente ao encerramento de 250 centrais de carvão.

Esta conclusão, revelada durante o Rio+20, coincide com a notícia de que 50 países em desenvolvimento irão fazer a transição total para as lâmpadas eficientes em 2016. Entretanto, o UNEP (Programa Ambiental das Nações Unidas) afirmou que vai desenvolver a estratégia nacional de descontinuação das lâmpadas incandescentes em 14 países: Uruguai, Chile, Belize, Costa Rica, República Dominicana, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Marrocos, Jordânia, Filipinas e Tunísia.

Outros países, como a Argentina, Brasil, China, Colômbia, México ou Vietname, já iniciaram o seu processo de transição para uma iluminação eficiente.

Segundo o UNEP, cerca de 5% do total de electricidade consumida globalmente poderia ser poupada caso todos os países tivessem já feito a transição para a iluminação eficiente. O valor chegará aos €89 mil milhões (R$227 mil milhões). Por outro lado, deixariam de ser emitidas o equivalente às emissões de CO2 de 122 milhões de carros.

Para além da UNEP, esta parceria público-privada conta com a colaboração da GEF (Global Environment Facility), Philips, Osram e a National Lighting Test Center da China. As lâmpadas incandescentes foram proibidas na União Europeia em Setembro de 2012.

“Uma das formas mais eficientes e baratas de contribuir para a redução global das emissões de carbono é a descontinuação das tecnologias de iluminação ineficientes. Há cada vez mais países a poupar neste processo e a criar empregos verdes com ele”, explicou o director-executivo da UNEP e sub-secretário geral da ONU, Achim Steiner.

Só o Brasil, de acordo com a UNEP, pode poupar €2,3 mil milhões por ano (R$6,1 mil milhões) com a transição para sistemas de iluminação mais eficientes, como a tecnologia LED.

Recorde-se que cerca de 95% da energia emitida pelas lâmpadas incandescentes é calor, pelo que a sua eficiência é muito reduzida. Por outro lado, estas lâmpadas duram apenas 1000 horas – contra 12 mil horas das lâmpadas compactas fluorescentes.

Comentários (Facebook):

2 Respostas para “Fim das lâmpadas incandescentes significaria o encerramento de 250 centrais de carvão”

  1. Bullshit diz:

    O maior desperdício de energia verifica-se nas empresas. Computadores que só trabalham 8 horas chegam a estar ligados 24 sobre 24. Nas obras o desperdício de energia é abismal. É sem rei nem roque. Nas casas, apesar de toda a informação disponível, há quem teime em ligar as luzes da casa toda e depois admirar-se de pagar muito de luz.

  2. PC diz:

    Há muito tempo que uso lâmpadas mais eficientes, no entanto continuam a fundir pelo que o custo ainda é elevado.
    talvez o led seja melhor…

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