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Uchi: uma casa portuguesa que podemos levar às costas (com FOTOS)

Uchi: uma casa portuguesa que podemos levar às costas (com FOTOS)

Se a sua vida é passada a viajar de um lado para o outro, sem poiso fixo, saiba que agora já pode andar – literalmente – de casa às costas, graças aos módulos habitacionais da Uchi. A empresa quer apresentar um produto inovador e implementar um conceito de vida ecológica, pensado para a contemplação da natureza.

O projecto é português e conta com dois impulsionadores – Eurico Silva, 29 anos, CEO e arquitecto da Uchi, e Manuel Silva, 57 anos, responsável pela construção e produção dos módulos.

O projecto surge como uma solução ao contexto socioeconómico que enfrentamos actualmente. “Comecei por estudar materiais e uma solução habitacional que respondesse, da melhor maneira, ao novo comportamento sociológico em que vivemos, o conceito da Casa Caracol”, explica Eurico.

Hoje vivemos aqui, mas nada nos diz que amanhã não tenhamos de estar ali – deslocar-nos para uma nova cidade, ou mesmo um novo país, é um cenário cada vez mais frequente. Mas com a Uchi torna-se agora possível transportar a casa para qualquer lugar.

Esta habitação tem como ponto de partida uma infra-estrutura de 21 metros quadrados (três metros de largura e sete metros de comprimento), mas pode ser personalizada, tanto no interior como no exterior, em termos de dimensão e consoante as necessidades de cada um. “Isto é possível através de uma matriz estrutural, que pode ser modificada e alterada mediante a funcionalidade pretendida”, afirma Eurico.

Isto faz com que os módulos não tenham de ser necessariamente casas – eles abrangem uma grande variedade de soluções. “Sendo o módulo habitacional modular, versátil e personalizável, poderá assumir-se não só como uma habitação mas também como um gabinete, uma sala de reuniões, um ponto de café, um stand de vendas, um posto de turismo, residências seniores ou residências universitárias”, adianta Eurico. O ecoturismo ou turismo rural é outro nicho de mercado que a Uchi quer explorar.

O conceito não descarta as preocupações ambientais, a utilização de materiais amigos do ambiente e a possibilidade de se tornar auto-sustentável – através do isolamento (acústico e térmico) e da aplicação de painéis solares, por exemplo.

Para ter acesso a água e luz dentro de uma destas estruturas, o cliente pode então instalá-la num terreno com acesso à rede de água e electricidade públicas ou então recorrer à solução mais ecológica: painéis solares e aparelhos de reaproveitamento das águas.

A Uchi está a desenvolver três modelos habitacionais – o modelo básico, o modelo eco e o modelo high-tech. Paralelamente, serão também disponibilizadas peças de mobiliário. “Estamos a produzir um conjunto de soluções que poderão ser comercializadas como extras, complementares ao módulo habitacional, nomeadamente os módulos de arrumação e soluções e aplicações para o interior, como cama ou sofá.”

A pensar no contacto com a natureza, serão também criadas algumas soluções para o exterior, como o deck de esplanada.

E se quer incluir no seu módulo alguma característica específica, a Uchi concretiza o seu desejo. “Está em desenvolvimento uma plataforma web que vai permitir ao cliente, de forma simples, a personalização do seu módulo, a realização da sua encomenda e, mais tarde, receber a chave da Uchi na mão”, esclarece o CEO.

Os contactos para a comercialização destes módulos começaram por se dirigir ao mercado português, mas já se estendem também a Moçambique, Brasil e Polónia. As estruturas vão ser produzidas em solo nacional, num estaleiro em Braga, e o modelo básico vai custar €9.990 (R$ 26.000).

Pode visitar a Uchi no Instituto Empresarial do Minho, em Soutelo, Braga, e analisar presencialmente o protótipo disponível. Se está mais longe, visite então a página no Facebook e o site do projecto.

Comentários (Facebook):

3 Respostas para “Uchi: uma casa portuguesa que podemos levar às costas (com FOTOS)”

  1. Rosa Leitão diz:

    Para que precisam mais os humanos que o básico, mas o básico todo o ser humano deveria ter, acabar com o excedentário é que deveria ser um lema, porque faz das pessoas escravas do bem material.
    Bem haja aos criativos, inteligentes, práticos, funcionais e de ideias joviais.
    Eu gostaria de ter uma casa destas na aldeia, para fins de semana, já tenho uma recuperada.

  2. Manuel Sousa diz:

    Este conceito de mobilidade e espacos reduzidos `e excelente, desde que sejam complementados com facilidade e baixo custo de montagem e, sobretudo, elevados pad~oes de conforto. Estou com muitas expectativas. Quando passar em Braga, vou visitar.

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