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André Silva reagiu com surpresa ao corte de 10,5% de verbas para o Ambiente previstos no Orçamento de Estado (OE).  O deputado do PAN não compreende como pode o Ambiente continuar a não ser prioritário para o Governo.

Num artigo publicado hoje no jornal Público, o porta-voz do Partido Pessoas –Animais – Natureza manifestou a surpresa com o corte previsto de 10,5% no Orçamento de Estado, algo que corresponde a um montante de 178 milhões de euros. “Corta-se onde é decisivo investir e esbanja-se dinheiro público nas poluentes indústrias da carne, do leite, das hidroeléctricas e do petróleo”, acusou.

Para o PAN “a sustentabilidade das finanças públicas passa em grande medida por não financiar ou subsidiar indústrias obsoletas e poluentes do sector privado, que deveriam reger-se por regras de uma economia de mercado, concorrencial e de livre iniciativa”. André Silva em nome do partido que representa refere-se aos incentivos que o governo continua a dar ao investimento em novas barragens, “que têm sido enganosamente apresentadas como investimento privado”, já que as concessionárias são apoiadas por um subsídio directo no montante de 21,6 milhões/ano durante dez anos.

Concordando com a aplicação de taxas às bebidas açucaradas propostas no novo OE, André Silva em nome do PAN escreve que não se percebe, porém, “porque este imposto não é aplicado a outros produtos prejudiciais à saúde como, por exemplo, as carnes processadas”.

Foto: TVI 24

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