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É uma tendência. Com os divórcios cada vez acontecem mais situações de partilha conjunta de responsabilidades sobre os cães.

Cada vez são mais os casais que decidem, em caso de divórcio, ficar com a partilha conjunta de responsabilidades sobre os cães que adoptaram quando estavam juntos. Esta solução evita o corte do contacto com os animais por quem desenvolveram afecto.

Esta pretensão tem levado os tribunais a mudar a sua actuação. Até agora era comum estabelecer-se que a responsabilidade sobre os animais recaía sobre quem fosse o seu proprietário oficial, mas este procedimento já não é o único admissível.

Muitos acordos matrimoniais já previnem estas situações, contemplando a opção de partilha conjunta dos animais em caso de separação. Mas também já se estabelecem dias para visitar e estar com os pets após uma separação. Os afectos pelos animais de companhia começam a ser levados cada vez mais a sério pelas autoridades judiciais.

Foto: Beatriz Iamur / Creative Commons

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