Torre sustentável aberta ao exterior é inovação fantástica na arquitectura

O arranha-céus do século XXI?

E se uma cidade pequena inteira pudesse viver numa única torre residencial? Esse é o plano do arquitecto italiano Luca Cursi para a sua Cidade Vertical, uma torre futurística e sustentável que poderá acomodar até 2.500 pessoas de forma espaçosa.

A grande diferença da Cidade Vertical para os arranha-céus tradicionais é a forma como aquela se abre para o ambiente exterior, integrando-o no interior. Isto é conseguido através de estruturas hexagonais que permitem que o Sol e a água da chuva alimentar a flora interior.

“Queríamos introduzir uma nova abordagem à arquitectura das cidades contemporâneas – a ideia por trás deste projecto é que esta torre pode ser construída em qualquer local”.

Segundo o arquitecto, este projecto é viável para cidades do Médio Oriente – Doha, Abu Dhabi ou Dubai, por exemplo. A maioria da torre seria enchida de espaços verdes, mas também há espaços para áreas de escritórios e residenciais.

Com 18 andares e uma altura de 750 metros, o edifício teria 200.000 metros quadrados de espaços verdes, incluindo um jardim público no topo. Idealmente, a torre será construída no mar, pelo que vários dos andares inferiores estarão debaixo de água: as áreas técnicas, spa, estacionamento, centros de meditação, ginásios e quartos de hotel mais caros serão aqui.

O edifício foi desenhado para ser energeticamente independente, produzindo energia a partir de vidro fotovoltaico e painéis solares colocados no topo. “A ideia para este projecto partiu da análise do arranha-céus como um elemento compacto e alienado do espaço vizinho. A re-interpretação deste arquétipo e estilo de vida conduziu-nos a imaginar uma estrutura aberta, equipada com áreas verdes em cada andar, luz natural e ventilação”, concluiu o arquitecto.

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