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Na véspera da tomada de posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, França incita os membros da União Europeia a avançarem com o acordo de Paris, acordo contra o aquecimento global, com brevidade.

Donald Trump, conhecido céptico dos assuntos relacionados com as alterações climáticas, toma posse amanhã, 20 de Janeiro, e entre os membros que assinaram o Acordo de Paris paira a dúvida: O que fará Trump durante a sua presidência? Será que mantém o acordo assinado pelo seu antecessor, Barack Obama, ou será que rompe com o compromisso já estabelecido?

Estas interrogações parecem estar igualmente a pairar sobre os líderes europeus, com a ministra francesa do Ambiente, Ségolène Royal, a enviar uma carta aos seus homólogos dos países da União e ao comissário europeu da Pesca, Meio Ambiente e Assuntos Marítimos, Karmenu Vella, instigando que a aplicação do acordo assinado em Dezembro de 2015 por cerca de 200 países passe do papel para a realidade o quanto antes.

De recordar que em Novembro de 2016, na Cimeira de Marraquexe, o Acordo de Paris tinha sido já ratificado por 111 partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas.

Para Ségolène Royal, ministra do ambiente do governo francês, haver um clima de “confiança mútua” entre os países que ratificaram o Acordo de Paris, é essencial para que este projecto que defende o aquecimento do planeta abaixo dos 0.2 graus centígrados possa ser posto em prática.

A dúvida vai manter-se no ar durante mais algum tempo. Retirar os EUA do Acordo de Paris foi uma das promessas eleitorais de Donald Trump, defendo o fim do financiamento de milhões de euros destinados aos programas da ONU de luta contra as alterações climáticas. Será que o presidente eleito dos Estados Unidos vai avançar com esta medida?

Foto: via Creative Commons

 

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