odezhda dlya sobak mylovelypet.ru magazin odezhdy dlya sobak, kupit osheynik anti lay mozhno tut - osheynik-anti-lay

Tag Archive | "frutas"

Vitacress Portugal vai fornecer 1.000 toneladas de vegetais à McDonald’s


A Vitacress Portugal conseguiu tornar-se fornecedora da cadeia de restaurantes fast food McDonald’s, passando a entregar mais de 1.000 toneladas anuais de legumes e frutas para a multinacional norte-americana.

Alface, tomate cherry, cenouras e espinafres são alguns dos alimentos que a Vitacress irá fornecer aos 135 restaurantes da McDonald’s em Portugal, sendo que a maioria deles são provenientes da zona de Odemira, onde a Vitacress está sediada.

Segundo a imprensa portuguesa, para se tornar fornecedora da McDonald’s a Vitacress teve de investir em maquinaria e na adaptação das actuais linhas de embalamento, cumprindo um “processo de selecção assente no rigor e na segurança alimentar exigidos pela McDonald’s”.

Paralelamente, a Vitacress trabalha já na produção de novas variedades de folhas de alface, para responder a futuras necessidades de inovação da multinacional norte-americana.

De origem inglesa, a Vitacress é desde 2008 detida em 100% pelo português Grupo RAR. Hoje, a empresa emprega cerca de 250 pessoas em terras portuguesas e explora 300 hectares. As exportações representam 40% do valor total de produção, sendo a quota no mercado português de 42%.

Publicado em Portugal, Segurança AlimentarComments (2)

Frutas e legumes: Portugal pode exportar €1000 milhões em 2012


Depois de ter exportado €800 milhões (R$ 1.800 milhões) de frutas e legumes, em 2010, e €900 milhões (R$ 2.025 milhões), em 2011, Portugal pode chegar este ano à cifra mágica de €1000 milhões (R$ 2.250 milhões), de acordo com a Portugal Fresh, a associação que promove as frutas, legumes e flores.

Este aumento das exportações deverá compensar a diminuição do consumo interno, que apresenta uma “recessão de consumo e de preço assustadora”, de acordo com o presidente da Portugal Fresh, Manuel Évora.

“Os preços das batatas, cenouras e couves estão assustadoramente baixos face aos custos de produção”, explicou Manuel Évora à Lusa. “Os produtos de saladas também sofreram imenso”. Também os produtores de peras e maçãs estarão a sofrer as consequências da retracção do consumo, num ano que até tiveram uma boa produção.

“Esperamos por dias melhores [e lanço] um desafio ao consumo de produtos nacionais”, revelou Manuel Évora, que vai encabeçar uma delegação de cerca de 40 produtores nacionais de frutas e legumes que irão, a partir de amanhã, mostrar a sua oferta em Berlim, na Fruit Logistica, uma das maiores feiras do sector.

O programa português da feira prevê ainda a visita da ministra da Agricultura, Assunção Cristas, e uma demonstração de cozinha tradicional portuguesa, cujos ingredientes assentarão na produção nacional.

Publicado em Agricultura Biológica, Angola, Brasil, PortugalComments (0)

Parlamento Europeu vai liberalizar comércio de frutas e vegetais com Marrocos


A comissão parlamentar do Comércio Internacional, presidida pelo eurodeputado português Vital Moreira, recomendou ao Parlamento Europeu que aprove um acordo que liberaliza o comércio de produtos agrícolas e da pesca entre a União Europeia e Marrocos.

Esta proposta permitirá a Marrocos liberalizar imediatamente 45% (em valor) das importações provenientes da UE e 70% em dez anos, enquanto, da parte comunitária, as importações de Marrocos serão liberalizadas em 55%. Segundo o Agro Notícias, o acordo prevê ainda um aumento das concessões no domínio das frutas e produtos hortícolas, sector em que os produtos marroquinos constituem 80% das importações na UE.

Os sectores das frutas e produtos hortícolas e das conservas da UE serão inteiramente liberalizados dentro de dez anos, com excepção de vagens, amêndoas doces, maçãs e concentrado de tomate (produtos para os quais foram negociados contingentes pautais).

Os produtos lácteos da UE também terão o seu acesso ao mercado marroquino completamente liberalizado, com excepção do leite líquido e do leite inteiro em pó. Serão ainda liberalizados as oleaginosas e os cereais (com excepção do trigo mole, do trigo duro e dos respectivos derivados).

Em relação aos produtos mais sensíveis, que não são objecto de liberalização completa, como carnes, charcutaria, trigo, azeite, maçãs e concentrado de tomate, as condições de acesso ao mercado marroquino deverão ser melhoradas, sob a forma de contingentes pautais.

Do lado da UE, o acordo visa responder à abertura consentida por Marrocos, liberalizando imediatamente 55% das importações provenientes deste país.

No que diz respeito à importação dos produtos marroquinos mais sensíveis para o mercado da UE (tomates, morangos, aboborinhas, pepinos, alho e clementinas), a liberalização não será total, mas serão aumentadas as quotas de taxa reduzida, enquanto que os calendários de produção serão mantidos.

O acordo contou com a oposição do eurodeputado francês José Bové, dos Verdes, que se opõe à aprovação deste acordo por motivos económicos, ambientais e políticos.

Publicado em Portugal, Segurança AlimentarComments (0)

Recomendações

Blogroll