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Tag Archive | "frutas"

As 15 frutas e vegetais com menos pesticidas


Comprar fruta e legumes numa qualquer superfície comercial e esperar que não contenham pesticidas é quase impossível hoje em dia. Porém, contrariamente ao que se pensa, existem alguns vegetais e frutas que contêm poucos ou nenhuns pesticidas, por incrível que pareça.

Anualmente, o Environmental Working Group – uma entidade norte-americana – publica uma lista das frutas e legumes com menos pesticidas, assim como uma lista com os produtos que contêm mais pesticidas.

A “Clean 15” de 2014 pouco difere da lista de 2013 e, embora as considerações sejam para o mercado norte-americano, oferece-nos uma perspectiva daquilo que compramos e ingerimos. A elaboração da lista foi baseada na análise de mais de 28 mil amostras de frutas e vegetais recolhidas pelas autoridades alimentares dos Estados Unidos.

O Environmental Working Group catalogou depois os alimentos com base em seis graus de contaminação. Os produtos que integram a lista deste ano, a entidade não encontrou nenhum alimento que testasse positivo para mais de quatro tipos de pesticida e cerca de 7% das amostras continham apenas um tipo de pesticida, refere o Huffington Post.

Veja a lista das frutas e vegetais com menos pesticidas dos Estados Unidos.

1. Milho

2. Cebola

3. Ananás

4. Abacate

5. Couve roxa

6. Ervilha

7. Papaia

8. Manga

9. Espargo

10. Beringela

11. Quivi

12. Toranja

13. Meloa

14. Batata-doce

15. Cogumelos

Foto:  Muffet / Creative Commons

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Vitacress Portugal vai fornecer 1.000 toneladas de vegetais à McDonald’s


A Vitacress Portugal conseguiu tornar-se fornecedora da cadeia de restaurantes fast food McDonald’s, passando a entregar mais de 1.000 toneladas anuais de legumes e frutas para a multinacional norte-americana.

Alface, tomate cherry, cenouras e espinafres são alguns dos alimentos que a Vitacress irá fornecer aos 135 restaurantes da McDonald’s em Portugal, sendo que a maioria deles são provenientes da zona de Odemira, onde a Vitacress está sediada.

Segundo a imprensa portuguesa, para se tornar fornecedora da McDonald’s a Vitacress teve de investir em maquinaria e na adaptação das actuais linhas de embalamento, cumprindo um “processo de selecção assente no rigor e na segurança alimentar exigidos pela McDonald’s”.

Paralelamente, a Vitacress trabalha já na produção de novas variedades de folhas de alface, para responder a futuras necessidades de inovação da multinacional norte-americana.

De origem inglesa, a Vitacress é desde 2008 detida em 100% pelo português Grupo RAR. Hoje, a empresa emprega cerca de 250 pessoas em terras portuguesas e explora 300 hectares. As exportações representam 40% do valor total de produção, sendo a quota no mercado português de 42%.

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Frutas e legumes: Portugal pode exportar €1000 milhões em 2012


Depois de ter exportado €800 milhões (R$ 1.800 milhões) de frutas e legumes, em 2010, e €900 milhões (R$ 2.025 milhões), em 2011, Portugal pode chegar este ano à cifra mágica de €1000 milhões (R$ 2.250 milhões), de acordo com a Portugal Fresh, a associação que promove as frutas, legumes e flores.

Este aumento das exportações deverá compensar a diminuição do consumo interno, que apresenta uma “recessão de consumo e de preço assustadora”, de acordo com o presidente da Portugal Fresh, Manuel Évora.

“Os preços das batatas, cenouras e couves estão assustadoramente baixos face aos custos de produção”, explicou Manuel Évora à Lusa. “Os produtos de saladas também sofreram imenso”. Também os produtores de peras e maçãs estarão a sofrer as consequências da retracção do consumo, num ano que até tiveram uma boa produção.

“Esperamos por dias melhores [e lanço] um desafio ao consumo de produtos nacionais”, revelou Manuel Évora, que vai encabeçar uma delegação de cerca de 40 produtores nacionais de frutas e legumes que irão, a partir de amanhã, mostrar a sua oferta em Berlim, na Fruit Logistica, uma das maiores feiras do sector.

O programa português da feira prevê ainda a visita da ministra da Agricultura, Assunção Cristas, e uma demonstração de cozinha tradicional portuguesa, cujos ingredientes assentarão na produção nacional.

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Parlamento Europeu vai liberalizar comércio de frutas e vegetais com Marrocos


A comissão parlamentar do Comércio Internacional, presidida pelo eurodeputado português Vital Moreira, recomendou ao Parlamento Europeu que aprove um acordo que liberaliza o comércio de produtos agrícolas e da pesca entre a União Europeia e Marrocos.

Esta proposta permitirá a Marrocos liberalizar imediatamente 45% (em valor) das importações provenientes da UE e 70% em dez anos, enquanto, da parte comunitária, as importações de Marrocos serão liberalizadas em 55%. Segundo o Agro Notícias, o acordo prevê ainda um aumento das concessões no domínio das frutas e produtos hortícolas, sector em que os produtos marroquinos constituem 80% das importações na UE.

Os sectores das frutas e produtos hortícolas e das conservas da UE serão inteiramente liberalizados dentro de dez anos, com excepção de vagens, amêndoas doces, maçãs e concentrado de tomate (produtos para os quais foram negociados contingentes pautais).

Os produtos lácteos da UE também terão o seu acesso ao mercado marroquino completamente liberalizado, com excepção do leite líquido e do leite inteiro em pó. Serão ainda liberalizados as oleaginosas e os cereais (com excepção do trigo mole, do trigo duro e dos respectivos derivados).

Em relação aos produtos mais sensíveis, que não são objecto de liberalização completa, como carnes, charcutaria, trigo, azeite, maçãs e concentrado de tomate, as condições de acesso ao mercado marroquino deverão ser melhoradas, sob a forma de contingentes pautais.

Do lado da UE, o acordo visa responder à abertura consentida por Marrocos, liberalizando imediatamente 55% das importações provenientes deste país.

No que diz respeito à importação dos produtos marroquinos mais sensíveis para o mercado da UE (tomates, morangos, aboborinhas, pepinos, alho e clementinas), a liberalização não será total, mas serão aumentadas as quotas de taxa reduzida, enquanto que os calendários de produção serão mantidos.

O acordo contou com a oposição do eurodeputado francês José Bové, dos Verdes, que se opõe à aprovação deste acordo por motivos económicos, ambientais e políticos.

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