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Fuga de vapor na central nuclear de Fessenheim (França) faz dois feridos


Dois trabalhadores da central nuclear de Fessenheim, na França, ficaram hoje feridos devido a uma fuga de vapor de peróxido de hidrogénio. Segundo explicou a EDF, que opera a central, a fuga não foi radioactiva e os dois reacteres não terão sido desligados.

Numa primeira fase, o vapor foi confundido por fumo, ainda de acordo com a EDF, tendo colocado em pânico toda a comunidade envolvente de Fessenheim.

Ainda assim, há bombeiros a trabalhar na central, que se localiza na zona Este de França, perto da fronteira com a Alemanha.

Recorde-se que esta é uma das mais mediáticas centrais francesas, uma vez que os seus reactores são os mais antigos do País.

“Durante a manutenção na parte de compostos nucleares da fábrica, os trabalhadores utilizaram peróxido de hidrogénio, o que levou uma fuga de vapor e por isso as pessoas pensaram, inicialmente, que a fábrica estava a arder”, explicou um porta-voz da EDF.

François Hollande já garantiu que a central nuclear de Fessenheim será desactivada antes do final do seu mandato, em Maio de 2017.

Recorde todas as notícias do Green Savers sobre a tragédia de Fukushima.

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5 Patrimónios da Humanidade que vão desaparecer em breve (com FOTOS)


Há 900 locais identificados pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) como Património da Humanidade. Destes, 200 foram designados como sítio de património natural, belezas planetárias. Desta restrita lista, porém, existe outra de 35 locais que se encontram ameaçados devido à poluição, conflitos armados, urbanização descontrolada e turismo desenfreado.

O Huffington Post pegou nesta lista e ainda conseguiu elaborar outras, o dos 5 locais Património da Humanidade mais ameaçados do mundo, e que deverão desaparecer em breve,.

Aqui fica a lista.

Recifes de coral, Belize.

Esta é a maior barreira de corais da América do Norte, mas grande parte das suas 425 espécies de plantas e 500 espécies de peixes está ameaçada, sobretudo pelo turismo excessivo e desenvolvimento humano nas áreas costais.

 

 

Parque Nacional de Kahuzi-Biega, Congo.

Sobretudo constituído por floresta tropical, o Parque Nacional de Kahuzi-Biega é a casa de um dos últimos grupos de gorilas do mundo – existem apenas 150 indivíduos. Infelizmente, também está situado numa das zonas mais populosas do Congo, pelo que as suas espécies estão em ameaça constante.

 

 

Floresta tropical de Atsinanana, Madagáscar.

Este Património Mundial tem seis parques nacionais no este de Madagáscar que, como se sabe, é um dos países com maior biodiversidade do mundo. Apesar de tudo, esta floresta continua a ser ameaçada, como muitas outras, pela desflorestação.

 

 

Parque Nacional de Garamba, Congo.

Novamente o Congo, sendo que desta vez o que está em perigo é o Parque Nacional de Garamba, casa de cerca de 30 rinocerontes brancos. Que estão ameaçados, assim como várias outras espécies, por caçadores furtivos.

 

 

Parque Nacional de Everglades, Estados Unidos.

Este parque, situado no Sul dos Estados Unidos, mais propriamente nos pântanos da Florida, está ameaçado pela poluição, desenvolvimento urbano e agrícola. Estando o parque situado nos Estados Unidos, não deixa de ser estranha a situação em que esta reserva está colocada.

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Américas: 6,8 milhões de pássaros morrem todos os anos por causa das torres de comunicações


Cerca de 6,8 milhões de pássaros morrerão, por ano, enquanto migram dos Estados Unidos e Canadá para as regiões da América Central e do Sul, de acordo com uma pesquisa publicada ontem pela revista PLoS ONE.

O estudo, que admite que as aves serão mortas pelas 84 mil torres de comunicação espalhadas pela América do Norte, afirma, porém, que a maior parte destas perdas pode ser evitadas caso fossem lançadas medidas de redução do número de cabos, partilha de torres por várias empresas e substituição das luzes contínuas por outras que piscam – como acontece em muitos países, como Portugal.

Publicada por investigadores da Universidade da Califórnia do Sul, a pesquisa explica que a morte das aves não se dá com o choque directo com as torres, mas antes com os cabos que sustentam as gigantescas e omnipresentes estruturas.

Há vários factores que pesam nestes números: o céu nublado leva os pássaros a voarem a altitudes mais baixas; por outro lado, também as nuvens escondem pontos utilizados como referência pelos pássaros, como as estrelas. Assim, eles apenas conseguem ver as luzes vermelhas das torres.

Por outro lado, quanto maior for a torre, maior é o perigo. Segundo o estudo, apenas 1,9% das torres é responsável por uma incrível percentagem de 79% das mortes. “É uma tragédia que não deveria existir”, explicou o coordenador do estudo Travis Longcore.

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