12 cidadãos portugueses que praticaram actos nobres

A segunda cerimónia distinguiu cidadãos que, sem benefício pessoal, ajudaram a salvar ou a melhorar as condições de vida de pessoas ou animais.

Green Savers

A Nobre Casa de Cidadania homenageou, pela segunda vez, cidadãos portugueses que praticaram actos nobres.

Os agraciados com a distinção são provenientes de várias localidades do país e foram reconhecidos por praticarem “actos de altruísmo, em benefício de terceiros, ausentes de qualquer interesse pessoal, e que de alguma forma reflectem o carácter de quem os praticou, bem como a integridade, honra e humanidade”, lê-se num comunicado divulgado pela Nobre Casa de Cidadania.

A Nobre Casa de Cidadania é um “projecto de sensibilização para a cidadania que assenta na premissa da promoção do exemplo individual como acelerador da melhoria cívica do indivíduo e da sociedade” e foi criada com o “objectivo de identificar, reconhecer e distinguir actos nobres praticados pelos cidadãos, prestando-lhes homenagem através de distinções honoríficas”

A segunda Cerimónia de Atribuição de Louvores decorreu no passado dia 14 de Dezembro em Santarém. Conheça aqui os cidadãos que praticaram actos nobres.

Afonso Eduardo – Alhos Vedros

Em Fevereiro de 2000, fundou um centro social que, até ao final de 2013, apoiou mais de 400 famílias carenciadas residentes na zona de Setúbal e Vale da Amoreira.

Alexandre Moreira – Chamusca

Mergulhou no rio Tejo para salvar a vida de uma criança de três anos, que estava a ser levada pela corrente numa tarde de verão de 2010.

António Martins – Algueirão

Interceptou com a sua própria viatura, a 28 de Outubro de 2013, em Vila Verde, um veículo descontrolado que descia rua abaixo com uma criança no interior.

Carlos Pinto – Tavira

Em Agosto de 2011, fundou o projecto “Amigos da Alegria”, que promove actividades de carácter social e cultural aos utentes do Lar da Fundação Irene Rolo, que contribuem para “rejuvenescer” quem delas beneficia.

Elsa Caires – Lisboa

Voluntária da Associação Conversa Amiga conseguiu, com persistência e dedicação, ajuda medida para uma pessoa sem-abrigo, tendo acompanhado e vigiado todo o processo de tratamento ao longo de 2013.

Emídio Almeida – Santarém

Há 35 anos salvou de um telhado uma família de cinco elementos durante as cheias que assolaram a freguesia de S. Nicolau, em Santarém.

Hugo Martins – Lisboa

Voluntário da Associação Conversa Amiga, ajuda pessoas sem-abrigo na zona da grande Lisboa, levando-lhes uma mensagem de esperança e garantindo que têm acesso a cuidados básicos de saúde.

Maria Fernanda Santos – Braga

Mentora do projecto “Braga Solidária até à Medula, que sensibilizou a população de Braga para a importância da doação de medula no tratamento da leucemia e de linfomas e que realizou acções de sensibilização e recolha de fundos durante 2012.

Maria Filomena Alves – Torre de Moncorvo

Apoia, há mais de 30 anos, famílias carenciadas da zona de Alferrarede Velha, distribuindo cabazes de alimentos e proporcionando transporte para a escola a crianças desfavorecidas.

Maria Gomes – Santarém

Facultou a uma jovem melhores condições de vida e um novo motivo para sorrir, ao proporcionar-lhe os alicerces para que esta pudesse construir um caminho seu, independente e com futuro.

Mário Luís Mendes – Carnaxide

Após vários anos de voluntariado, fundou em 2007 a sua própria associação juvenil – a TACE (Trilhar, Agir, Conseguir, Evoluir). É o reflexo de um homem que apesar do infortúnio da vida consegue dar o melhor de si à comunidade que o acolheu, apoiando e orientando jovens a encontrar novos e melhores rumos.

Raquel Gaspar – Lisboa

Participou a 7 de Abril de 1999 na operação de salvamento da vida de um golfinho roaz do rio Sado, que ficou encalhado num estreito do rio.

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