Pequeno esqueleto encontrado no Chile pode ser humano (com FOTOS)

Pequeno esqueleto encontrado no Chile pode ser humano (com FOTOS)

Dez anos depois de terem sido descobertos os restos mortais de um ser de 15 centímetros bastante estranho, ficou confirmado que se trata afinal de um humano. Segundo a equipa que trabalha no projecto Sirius, a conclusão é dos cientistas de Stanford e foi apresentada num novo documentário.

Desde que o pequeno humanóide – conhecido como Atacama Humanoid e tratado por Ata – foi descoberto no Deserto de Atacama, no Chile, há 10 anos, muita tem sido a especulação em torno das suas origens. As teorias avançadas incluíam que os ossos eram de um feto abortado, de um macaco ou, para alguns, até mesmo de um ser extraterrestre.

Nas semanas que antecederam a estreia do documentário Sirius, os entusiastas de OVNIS aumentaram a crença de que o filme pudesse anunciar um grande avanço na procura de formas de vida extraterrestres. Isto porque o pequeno esqueleto tem certamente muitas das características que temos vindo a acreditar serem de aliens – em particular, uma grande cabeça num corpo pequeno.

Mas o documentário revela que uma amostra de ADN foi extraída da medula óssea do pequeno ser e analisada por cientistas da famosa Universidade de Stanford. A conclusão é de que se trata de uma “mutação interessante” de um ser humano do sexo masculino que terá sobrevivido entre seis a oito anos após o parto.

“Posso dizer com absoluta certeza de que não é um macaco. É humano – mais próximo dos humanos do que os chimpanzés. Ele viveu até à idade entre os seis e os oito anos”, disse Garry Nolan, director de biologia da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, na Califórnia.

“O ADN conta a história e nós temos as técnicas computacionais que nos permitem determinar, em muito pouco tempo, se na verdade é um humano”, explica Nolan no documentário. E é, para desconsolo de muitos.

O documentário estreou em Los Angeles no passado Dia da Terra, 22 de Abril – a partir de agora será lançado online e em cinemas por todo o mundo.

Será uma estratégia de promoção do documentário, uma simples brincadeira online ou projecto sério? Segundo o Huffington Post, por trás do documentário está Steven Greer, um antigo médico que tem pressionado o Governo norte-americano, há muitos anos, a admitir a possibilidade de vida extraterrestre. Podem ler aqui o artigo (em inglês) e ver o outro lado da questão.

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