Bye bye, colosso.

O grupo de arquitectos, engenheiros civis, economistas e arqueólogos que pretendia reconstruir o Colosso de Rodes, presumivelmente com o apoio do Governo grego, adiou este plano devido à complexa engenharia financeira necessária para o construir.

A estátua de 150 metros deveria fica no porto de Mandraki, em Rhodes, e alojar um centro cultural, uma biblioteca, uma torre de observação e um restaurante panorâmico. No entanto, o custo excessivo da obra de engenharia – estimada em €250 milhões, de acordo com o Gizmag – arrefeceu as intenções do grupo de interessados em construir a estátua.

De acordo com o site, o grupo pensou em recorrer a uma campanha internacional de financiamento colectivo e, inclusive, pedir apoio a investidores cujos bolsos não tenham fundo. No entanto, o facto de o movimentado porto de Mandraki ter de ser fechado por um período indeterminado ajudou a colocar – definitivamente – o projecto na gaveta.

O Colosso de Rodes terá sido uma estátua de Hélio, deus do Sol na mitologia grega, construída por Carés de Lindos entre 292 a.C. e 280 a.C.. A estátua teria 30 metros de altura, 70 toneladas e era feita de bronze, sendo reconhecida por uma das sete maravilhas do mundo antigo.

A estátua foi destruída por um terramoto cerca de 55 anos depois de ter sido construída, ainda que ninguém saiba ao certo onde ela tinha sido construída e qual o seu aspecto. A nova versão estaria associada ao sol através de um revestimento de painéis solares, o que a tornaria auto-suficiente em termos de energia.

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