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Portugal ultrapassou a barreira das 600 zonas balneares para 2017, com mais 24 zonas do que no ano anterior, refere a associação ambientalista Zero. Existem também razões para o país sorrir e estar orgulhoso da qualidade da água nas zonas balneares, até porque temos 14 novas praias a atingirem a classificação de “Excelente”. Embora subsistam ainda alguns casos preocupantes e praias a evitar. 

A classificação de todas as praias do país, onde pode ou não tomar banho à vontade, pode ser consultada no site da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), através do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH).

As novas zonas estão situadas nos Açores, mais concretamente na Ilha do Pico (seis), na região centro (outras seis), na Madeira (mais cinco) e na Albufeira do Alqueva, Alentejo (duas). Das 24 novas zonas, 10 situam-se no interior. No total, Portugal conta com 493 zonas balneares “excelentes”, 56 “boas” e 13 “suficientes” (35 ainda aguardam classificação). Mas quatro foram classificadas como “más”, mais uma do que no ano passado e, portanto, a evitar completamente. São elas: a Praia do Gorgulho e Poças do Gomes – Doca do Cavacas, ambas no Funchal; a Praia do Forte, na Figueira da Foz; e o Jardim de Oudinot, em Ílhavo, no distrito de Aveiro.

Foto: Creative Commons

 

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