Um museu vivo. Um local onde a ciência se funde com a biologia, a história natural e a arte, numa multiplicidade de experiências sensoriais.  Este não é um espaço de contemplação, mas para desfrutar, despertar a curiosidade. O Porto tem um novo museu e temos todos razões para celebrar, porque se trata do primeiro espaço no mundo criado de raiz segundo esta nova lógica da museologia imersiva.

A Galeria da Biodiversidade- Centro Ciência Viva foi hoje inaugurada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e a partir de amanhã estará aberta ao público.

Fica na Casa Andersson, localizada num dos espaços mais emblemáticos do Porto, o Jardim Botânico e até a casa há muito que está ligada às artes, e foi lá que em criança brincou a poetisa Sophia de Mello Breyner.

No futuro, a Galeria será um dos dois pólos do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto, que resultou da fusão entre o Museu de História Natural e o Museu da Ciência, ambos também da Universidade Porto (UP). O “Polo Central” do museu funcionará nas instalações do Edifício Histórico da Reitoria da UP, actualmente fechado para obras de remodelação.

Galeria Biodiversidade 4

A Galeria é também o primeiro museu do país dedicado especificamente à biodiversidade e a experiência começa logo nos jardins, com a Árvore da Vida, uma grande roda metálica deitada no chão que representa a forma como os organismos se relacionam evolutivamente. Há mais curiosidades, como a escultura de Charles Darwin, o pai da Teoria da Evolução, mesmo a pedir para tirar uma selfie, ou ouvir o bater do coração de uma baleia Azul… Mas mais não lhe contamos porque o espaço merece a sua visita. E nas próximas duas semanas a entrada é gratuita.

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