Já abriu o período de candidaturas à Bolsa Nacional de Espécies Florestais Autóctones, que decorre até 30 de Setembro. A Bolsa está aberta a todas as entidades que tenham responsabilidade de gestão de terrenos públicos ou comunitários, e conta com  211.125 plantas, de 48 espécies florestais autóctones. Disponíveis nos quatro viveiros do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), as plantas estão disponíveis para a próxima época de (re)arborização, de Novembro de 2017 a Fevereiro de 2018

Está é já a 7ª edição do projecto Floresta Comum, que até ao momento já disponibilizou mais de 647.737 plantas de 60 espécies diferentes. Sempre autóctones. O projecto é uma parceria entre a Quercus, o ICNF, a Associação Nacional de Municípios Portugueses, e a UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Conta também com o financiamento da Green Cork (reciclagem de rolhas de cortiça) e com o mecenato da REN – Redes Energéticas Nacionais.

Como a adesão da Administração Local (municípios e juntas de freguesia) tem sido grande, o projecto não só está a disponibilizar cada vez mais plantas como pretende alargar a bolsa aos terrenos privados.

As vantagens em melhorar a composição da floresta portuguesa, com recurso a espécies autóctones como carvalhos, medronheiros, castanheiros ou sobreiros, entre outras, são evidentes. Em comparação com as espécies introduzidas, esta floresta está mais adaptada às condições climáticas locais, sendo por isso mais resistente a pragas, doenças, longos períodos de seca ou de chuva intensa. Contribui ainda para a mitigação das alterações climáticas e é mais resiliente a essas mesmas alterações, bem como aos incêndios florestais.

O regulamento e os formulários de candidatura estão disponíveis no site Floresta Comum.

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