Edificio CEB

O impacto das alterações climáticas na produção agrícola e na alimentação humana é um dos temas na ordem do dia e tem vindo a ser avaliado por vários cientistas e investigadores. Em Junho deste ano a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e a World Metereological Organization( WMO) assinaram um memorando de entendimento visando, precisamente, aprofundar a cooperação na resposta às alterações climáticas que, de acordo com os responsáveis destas duas agências, “representam uma urgente e potencial ameaça irreversível às sociedades humanas, ao ecossistema natural e à segurança alimentar.”

Este é, pois, um tema quente e na ordem do dia, o que levou a organização da Conferência Internacional sobre Contaminantes Alimentares a escolhê-lo como tema principal desta segunda edição, que está a decorrer neste momento, na Universidade do Minho (UM) entre hoje (dia 12 de Julho) e amanhã, sexta-feira dia 13.

Organizada pelo Centro de Engenharia Biológica da UM, e pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, nesta conferência estarão presentes especialistas e investigadores de 15 países (Alemanha, Áustria, Bélgica, Brasil, Egito, Espanha, Holanda, Itália, Lituânia, Noruega, Portugal, Reino Unido, República Checa, Sérvia, Tunísia) para analisarem aquilo que é, em última análise, a sobrevivência e a sustentabilidade do planeta e da vida humana.

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