A bicicleta movida a… corrida

Fliz

Fotos: FLIZ 

Primeiro vieram em força para as cidades com todas as suas vantagens: diminuição da poluição causada pelos automóveis, possibilidade de fugir ao trânsito e a vantagem de fazer exercício no percurso entre casa e trabalho. Mas agora a oferta diversificou-se e surgiram modelos alternativos como o da FLIZ, uma bicicleta sem pedais.

A ideia foi desenvolvida por uma empresa alemã que viu na crescente preocupação pela boa forma física uma boa oportunidade de negócio. Este velocípede não tem pedais nem tem assento. Em comum com as bicicletas tradicionais tem apenas as duas rodas ligadas por uma barra superior, onde está acoplado um arnês. É aqui que se encaixa o condutor. Ou melhor, o atleta, já que para que o veículo ande, é preciso correr.

Contudo a FLIZ não é uma ideia 100% original. Em 1817 o inventor Karl Drais já tinha tido uma ideia semelhante mas que na altura não pegou moda. Os designers explicam um pouco melhor o conceito ao The Atlantic: “Em alemão FLIZ deriva da palavra “flitzen”, que significa velocidade com os pés. O conceito procura aliar a boa forma física à ecologia e à mobilidade nos espaços urbanos, proporcionando um conforto superior relativamente a quem corre ou a quem conduz uma bicicleta. “

A empresa alemã espera um sucesso tão grande que se propõe a que a FLIZ seja o próximo Segway. 

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