Foi descoberta bem longe de Portugal, nas ilhas Salomão, no Pacífico. Pode chegar ao meio metro de comprimento, vive no mato e alimenta-se de castanhas.

As ilhas onde esta nova espécie foi avistada, estão, de acordo com o investigador que a descobriu, “biologicamente isoladas”. Daí que a probabilidade de lá se descobrirem espécies desconhecidas seja elevada.

Tyrone Lavery, o biólogo australiano que identificou estas ratazanas gigantes já andava no seu encalço há anos, desde que o povo da ilha Vangunu lhe tinha falado nelas. Chegou a questionar-se se não seria um mito, até que um guarda florestal avistou uma, a saltar de uma árvore e a cair fatalmente no chão.

Enviou-a para pesquisa ao Museu de Queensland, na Austrália, e aí Tyrone Lavery fez-lhe um teste de ADN e confirmou: a espécie é única.

Esta variedade de ratazana tem um longo e escamoso rabo. O estudo sobre a nova espécie – que deve estar em vias de extinção, adianta o investigador – saiu na publicação científica Journal of Mammalogy.

Foto: Velizar Simeonovski/The Field Museum

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