As casas energeticamente eficientes estarão a fazer-nos mal?

Produtos tóxicos espalhados em edifícios eficientes poderão ser prejudiciais à saúde.

Green Savers

Um produto tóxico causado pela má circulação de ar poderá provocar o “síndrome de edifício doente”, pensando-se que esteja presente em metade dos edifícios novos ou renovados ingleses, informa a imprensa daquela país.

Os sintomas mais frequentes são dores de cabeça, letargia, falta de concentração, irritação da pele, coceira nos olhos secos e um nariz congestionado. Em casos mais raros, esporos de bolor podem chegar a danificar o tecido pulmonar e afectar a respiração

Os edifícios eficientes são uma parte importante no combate à crise energética mundial. No entanto, estas estruturas podem ser uma ameaça ao Homem por serem susceptíveis de reter ar húmido, no qual produtos tóxicos se podem espalhar.

Os edifícios novos e hermeticamente fechados poderão produzir humidade e fungos tóxicos perigosos para a saúde. Cerca de dois terços das crises mais graves – e potencialmente fatais – de asma poderão ser desencadeados por estes fungos, que podem igualmente causar graves infecções pulmonares.

Os fungos também poderão estar ligados à doença de Parkinson. Um recente estudo norte-americano revelou que um composto emitido pelos fungos reduz os níveis de dopamina produzidos pelo cérebro, algo que normalmente causa os sintomas de Parkinson, embora seja necessária mais investigação sobre esta matéria.

Foto:  USACE Europe District / Creative Commons

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