A Associação Portuguesa do Veículo Elétrico (APVE) considera que “o regime transitório se deve prolongar no máximo até ao final de 2027”, mantendo ambos os decretos em vigor simultaneamente.
“Sobre o regime transitório, nós achamos, tendo em conta aquilo que são os contratos existentes dos operadores e comercializadores e alguns com centenas de contratos, que o regime transitório se deve prolongar no máximo até ao final de 2027”, afirmou o vice presidente da APVE, Pedro Nunes, que falava na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação.
Pedro Nunes defendeu ainda que “não se deve ir além do que está previsto no AFIR (‘Alternative Fuels Infrastructure Regulation’)”.
A APVE “defende uma cobrança de valor por KWh e depois por minuto no fim do período de carregamento”.
Relativamente à interoperabilidade, a associação “acha que não é obrigatório garantir essa interoperabilidade”.
Relativamente ao roubo de cobre nos postos de carregamento, Pedro Nunes diz estar a par do tema, e refere que a APVE está em contacto com “empresas parceiras para desenvolverem em Portugal soluções para evitar o roubo de cabos”.









