Bankinter lança em Portugal fundo de capital de risco para investimento em energias renováveis

A solução de investimento surge no âmbito do seu compromisso de apresentar soluções inovadoras para os seus clientes do segmento Private Banking, assim como dinamizar iniciativas associadas ao combate às alterações climáticas e à sustentabilidade ambiental. 

Green Savers

O Bankinter acaba de lançar em Portugal, em parceria com a Plenium Partners, um Fundo de Capital de Risco inovador, no intuito de captar 25 milhões de euros que serão investidos na área das energias renováveis na Península Ibérica e em Itália. Este lançamento surge no âmbito do seu compromisso de apresentar soluções inovadoras para os seus clientes do segmento Private Banking, assim como dinamizar iniciativas associadas ao combate às alterações climáticas e à sustentabilidade ambiental.

A solução de investimento estará à disposição dos clientes no país através das suas áreas de Bankinter Investment e de Private Banking, e terá como objetivo atingir uma distribuição média anual prevista de 5% durante sete anos.

O fundo permitirá aos subscritores investirem em parques de energias renováveis em exploração, com tecnologia eólica, solar ou fotovoltaica e mini-hídrica, com uma vida útil mínima de três anos em funcionamento e um historial de operações comprovado. Atualmente, a carteira é constituída por 12 parques fotovoltaicos, localizados em Espanha, que têm uma potência instalada de 56 MW. Estão igualmente previstos investimentos em Portugal.

Em Espanha, o Helia Renovables IV foi lançado com sucesso em maio de 2020 e permitiu captar 255 milhões de euros.

Paulo Rodrigues, Diretor da Banca Comercial e membro da Comissão Executiva do Bankinter Portugal, afirma: “o Helia Renovables IV é mais uma solução de investimento inovadora que disponibilizamos aos nossos clientes de Private Banking, segmento onde temos vindo a reforçar a nossa proposta de valor e onde queremos continuar a crescer. Através deste Fundo, os clientes têm a oportunidade de diversificarem os seus portfólios, investindo num setor com futuro como é o das energias renováveis e em ativos com rentabilidades estimadas muito interessantes e não correlacionados com os mercados financeiros tradicionais, principalmente no atual contexto de taxas de juro baixas.”

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