CUF adere à Science Based Targets initiative para consolidar papel na transição nacional para uma economia de baixo carbono

A CUF anuncia que aderiu à Science Based Targets initiative (SBTi), dizendo que é “um marco na sua estratégia de crescimento sustentável” e que consolida “o seu papel na transição nacional para uma economia de baixo carbono”.

Redação

A CUF anuncia que aderiu à Science Based Targets initiative (SBTi), dizendo que é “um marco na sua estratégia de crescimento sustentável” e que consolida “o seu papel na transição nacional para uma economia de baixo carbono”.

Em comunicado, a empresa diz que, dessa forma, torna-se no primeiro prestador de cuidados de saúde em Portugal a aderir a essa iniciativa, assumindo “a responsabilidade de definir num futuro próximo metas de redução de emissões de gases com efeito de estufa”.

“Este compromisso reflete a convicção de que a excelência clínica e a responsabilidade ambiental devem caminhar lado a lado, integrando a sustentabilidade nas decisões operacionais, no investimento e na gestão da nossa cadeia de valor”, afirma o Presidente da Comissão Executiva da CUF, Rui Diniz.

Acrescenta o responsável que “a CUF vai continuar a contribuir, de forma ativa, para a transição para uma economia de baixo carbono, garantindo que o cuidado com a saúde das pessoas é indissociável de um futuro sustentável”.

Com esta adesão, a CUF compromete-se a continuar a aliar cuidados de saúde de excelência a uma responsabilidade ambiental cada vez mais consequente. Nesse sentido, informa, está a ajustar a sua atividade e cadeia de valor para reduzir emissões, contribuindo para a meta do Acordo de Paris de limitar o aquecimento global a 1,5°C.

A adaptação, detalha a CUF, tem sido impulsionada por diversas iniciativas, como a alteração dos gases anestésicos nos blocos operatórios, reduzindo 76% as suas emissões totais em 2024, a eletrificação da sua frota, que conta já com 50% de veículos elétricos ou híbridos plug-in, a instalação de soluções de energia para autoconsumo e a substituição de tecnologias e infraestruturas, como caldeiras a gás por bombas de calor.

As metas de redução de emissões que a CUF submeterá à SBTi serão avaliadas e aprovadas por essa entidade, através de um painel de especialistas independentes, “garantindo que a estratégia de descarbonização da CUF cumpre os critérios mais recentes da ciência climática”.

“Ao aderir a esta iniciativa, a CUF junta-se a um movimento global de mais de 12 mil empresas que reconhecem a urgência da ação climática e o papel do setor privado na construção de um futuro sustentável”, refere a prestadora de cuidados de saúde.

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