Desde o início do ano, a Egas Moniz School of Health & Science já evitou a emissão de mais de 42 toneladas de dióxido de carbono (CO2), através da produção e partilha de energia renovável no seu campus universitário, no Monte de Caparica, e na Residência Sénior, em Sesimbra.
Em comunicado, a instituição de Ensino Superior diz que os resultados se devem a uma parceria com a Greenvolt Comunidades, que permite transformar a energia limpa produzida localmente por uma unidade de produção para autoconsumo num “benefício partilhado com a região envolvente”, num raio de até quatro quilómetros.
Ao promover a produção e o consumo de energia renovável à escala local, aponta a mesma fonte, esta iniciativa contribui para a descarbonização descentralizada do território e para a construção de comunidades mais sustentáveis e resilientes.
“Na Egas Moniz, acreditamos que a sustentabilidade deve traduzir-se em ações concretas e mensuráveis”, refere José João Mendes, presidente da Egas Moniz School of Health & Science.
“Foi essa visão que nos levou a integrar uma comunidade de energia renovável. Hoje, os resultados alcançados demonstram que é possível conciliar responsabilidade ambiental, eficiência energética e impacto positivo na região, reforçando o nosso compromisso com a inovação e o desenvolvimento sustentável”, acrescenta o responsável.
Estima a instituição académica que, até ao momento, o impacto ambiental do projeto equivale à capacidade de captura de carbono de mais de 1.800 árvores. Desde o início do ano, as duas infraestruturas produziram, em conjunto, cerca de 184,7 Megawatts-hora (MWh) de energia renovável. Deste total, perto de 156,8 MWh foram utilizados para consumo próprio, enquanto aproximadamente 27,9 MWh foram “disponibilizados às localizações vizinhas com o objetivo de ampliar o impacto da iniciativa para além da esfera institucional”, diz a Egas Moniz.
Além dos ganhos ambientais, o projeto tem gerado também benefícios económicos significativos, assegura.
Desde o início de 2026, a produção de energia renovável permitiu reduzir os custos energéticos em mais de 10 mil euros através do autoconsumo solar direto. Em conjunto com outras medidas de eficiência e gestão energética implementadas, a instituição diz que este valor contribuiu para uma poupança global superior a 30 mil euros no mesmo período, demonstrando, desta forma, que “a transição energética constitui não só uma resposta aos desafios climáticos, mas também uma oportunidade para reforçar a eficiência na gestão de recursos”.
Para a Egas Moniz School of Health & Science, ao associar inovação tecnológica, responsabilidade ambiental e partilha de valor com a comunidade, está a reforçar o seu papel enquanto “agente de transformação social e ambiental”, contribuindo para a construção de comunidades mais resilientes, sustentáveis e preparadas para os desafios do futuro.









