EUA prepara lei para obrigar empresas a terem pessoas e ambiente em conta na altura de decidir

Nos EUA, a senadora Elizabeth Warren quer apresentar legislação que promova o chamado capitalismo responsável, um modelo de negócio semelhante ao das empresas B Corp. O anúncio veio na forma de artigo de opinião da senadora democrática, que diz que vai apresentar legislação a que chama Accountable Capitalism Act (ou Lei do Capitalismo Responsável) segundo a qual todas as empresas com mais de mil milhões de dólares em receitas serão obrigadas a adotar um novo modelo de administração baseado num modelo de benefício global, também já usado em 34 estados nos EUA. Estas empresas são iguais às tradicionais, exceto…

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Nos EUA, a senadora Elizabeth Warren quer apresentar legislação que promova o chamado capitalismo responsável, um modelo de negócio semelhante ao das empresas B Corp.

O anúncio veio na forma de artigo de opinião da senadora democrática, que diz que vai apresentar legislação a que chama Accountable Capitalism Act (ou Lei do Capitalismo Responsável) segundo a qual todas as empresas com mais de mil milhões de dólares em receitas serão obrigadas a adotar um novo modelo de administração baseado num modelo de benefício global, também já usado em 34 estados nos EUA.

Estas empresas são iguais às tradicionais, exceto no que toca à primazia do acionista. Assim, as empresas são obrigadas a ter em conta as consequências das suas decisões não só para os acionistas mas também para funcionários, clientes, fornecedores e meio ambiente.

Este tipo de empresas é semelhante às do movimento B, em que as empresas se gerem por princípios semelhantes no que toca à responsabilidade social e ambiental. Esta maior responsabilidade fiduciária, que obriga a empresa a criar um impacto positivo na sociedade e no ambiente, bem como a necessidade de serem mais transparentes, acaba por criar confiança o que, por sua fez, aumenta o valor da empresa.

Apesar de terem havido avanços no campo das empresas que, voluntariamente, caminham neste sentido, a senadora Warren considera que a evolução é demasiado lenta e que há demasiados riscos ambientais e sociais neste momento para deixarmos que o mercado decida a velocidade a que se dá esta transição.

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