<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Green Savers</title>
	<atom:link href="https://greensavers.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://greensavers.sapo.pt</link>
	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Wed, 24 Jun 2026 16:05:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/01/gs-favicon-100x100.png</url>
	<title>Green Savers</title>
	<link>https://greensavers.sapo.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>PAN quer que seja criada base de dados de condenados por maus tratos animais</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/pan-quer-que-seja-criada-base-de-dados-de-condenados-por-maus-tratos-animais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[maus tratos]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PAN]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=300415</guid>

					<description><![CDATA[“Uma das coisas que o PAN vai querer garantir é que (…) do ponto de vista nacional passemos a ter uma base de dados de agressores, de pessoas que tenham sido condenadas pelo crime de maus tratos a animais de companhia, para que de hoje para amanhã não possam operar nas plataformas de adoção ou compra de animais”, apontou, em declarações à Lusa, a porta-voz do PAN.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PAN quer que seja criada uma base de dados de agressores condenados por maus tratos a animais de companhia e anunciou hoje que vai entregar “na próxima semana” uma proposta na Assembleia da República nesse sentido.</p>
<p class="text-paragraph">“Uma das coisas que o PAN vai querer garantir é que (…) do ponto de vista nacional passemos a ter uma base de dados de agressores, de pessoas que tenham sido condenadas pelo crime de maus tratos a animais de companhia, para que de hoje para amanhã não possam operar nas plataformas de adoção ou compra de animais”, apontou, em declarações à Lusa, a porta-voz do PAN.</p>
<p class="text-paragraph">Inês Sousa Real, que se confessou “profundamente chocada” com o caso dos cerca de 300 animais resgatados em Amarante, na terça-feira, adiantou que o PAN “vai dar a entrada de uma iniciativa, na Assembleia da República, para limitar que quem tenha sido condenado por maus tratos a animais de companhia possa voltar a registar um animal no seu nome”.</p>
<p class="text-paragraph">“Neste momento, não há nenhuma base de dados nacional. Existe, sim, ao nível dos crimes ambientais, a publicidade das decisões quando existe uma condenação, mas ao nível dos crimes contra animais de companhia não só não existe essa publicidade, como não existe nenhuma plataforma nem nenhum registo, a não ser o registo criminal, mas que não é obrigatoriamente comunicado às câmaras municipais, nem tão pouco é feita a sua articulação com o Sistema de Informação de Animais de Companhia (SIAC)”, salientou.</p>
<p class="text-paragraph">Ou seja, apontou, “o PAN quer garantir que, de hoje para amanhã, se alguém que foi condenado pelo crime de maus tratos a animais de companhia tentar registar um animal no seu nome, ou até mesmo tentar vender (…), não possa ter acesso a qualquer tipo de licença”.</p>
<p class="text-paragraph">“Não podemos assistir todos os anos ao mesmo fenómeno, que alguém condenado por maus tratos animais, ou até mesmo alguém cujos animais são apreendidos num município, mudarem de distrito ou mudarem de município para continuarem a acumular e a ter animais noutros locais, longe da vista, longe das populações, e perpetuarem estes ciclos de exploração dos animais”, afirmou.</p>
<p class="text-paragraph">Quanto ao caso de Amarante, Inês Sousa Real elogiou a intervenção do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SPNA) da GNR e da Divisão de Alimentação e Veterinária do Porto (DGAV), apontando que “atuaram prontamente, de forma muito organizada e que têm estado no terreno de forma incansável”.</p>
<p class="text-paragraph">No entanto, a líder do PAN não deixou de apontar que “um número tão elevado de animais acumulados não pode ter passado despercebido, o que pode indicar falta de fiscalização”.</p>
<p class="text-paragraph">“Uma das coisas que nós iremos depois tentar perceber é, ao nível municipal, se efetivamente o veterinário municipal tinha, ou não, conhecimento, se foi feita alguma denúncia e porque é que não houve também uma intervenção mais atempada do ponto de vista local”, disse.</p>
<p class="text-paragraph">Na terça-feira, uma grande operação desencadeada em Amarante levou à identificação de uma mulher por alegados maus-tratos a animais e à retirada de mais de 300 cães, encaminhados para associações e locais de acolhimento.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto Lusitano mostra os mais recentes avanços em materiais, moda e tecnologia sustentáveis</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/projeto-lusitano-mostra-os-mais-recentes-avancos-em-materiais-moda-e-tecnologia-sustentaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Lusitano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=300238</guid>

					<description><![CDATA[Novos fios e tecidos produzidos com materiais reciclados e naturais, como linho e cânhamo, e as mais recentes coleções de moda criadas com estes materiais, resultado da pesquisa e investimentos realizados por empresas como a Calvelex, Polopiqué, Paulo de Oliveira, Riopele e Twintex, estarão em destaque nesta mostra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto LUSITANO, que reúne 17 parceiros e contempla um investimento global de 111,5 milhões de euros, será uma das agendas presentes no 3.º Encontro das Agendas Mobilizadoras, organizado pelo IAPMEI, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, novos fios e tecidos produzidos com materiais reciclados e naturais, como linho e cânhamo, e as mais recentes coleções de moda criadas com estes materiais, resultado da pesquisa e investimentos realizados por empresas como a Calvelex, Polopiqué, Paulo de Oliveira, Riopele e Twintex, estarão em destaque nesta mostra.</p>
<p>O Projeto LUSITANO vai igualmente dar a conhecer as novas tecnologias desenvolvidas por empresas e entidades do sistema científico e tecnológico agregadas ao projeto, nomeadamente etiquetas inteligentes para a rastreabilidade ao longo do processo produtivo e sistemas que permitem o tratamento e a reutilização de água que contribuem para reforçar a sustentabilidade da indústria têxtil e do vestuário.</p>
<p>Os protótipos desenvolvidos poderão ser visitados na manhã do dia 25 de junho, a partir das 10h30, no Europarque, em Santa Maria da Feira, com a presença dos investigadores e responsáveis das empresas disponíveis para prestar mais esclarecimentos.</p>
<p>“Nos últimos anos, os parceiros do LUSITANO procuraram desenvolver novos produtos têxteis e de vestuário que respondam às necessidades atuais do mercado e que vão contribuir para a competitividade internacional da indústria têxtil e do vestuário portuguesa”, refere Luís Hall Figueiredo, presidente do CENIT, que integra o Projeto Lusitano. «Esta é uma oportunidade para dar a conhecer os resultados deste esforço a um público mais vasto e mostrar que, apesar de serem setores tradicionais, o têxtil e o vestuário incorporam atualmente muita inovação», acrescenta.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>APPB alarga representatividade no setor da bioenergia, integrando mais três produtores de biometano</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/appb-alarga-representatividade-no-setor-da-bioenergia-integrando-mais-tres-produtores-de-biometano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 15:01:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[APPB]]></category>
		<category><![CDATA[bioenergia]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=300114</guid>

					<description><![CDATA[FERBGÁS Renováveis , Hyperion Renewables e Prado Energia, a par da sociedade de advogados Morais Leitão, Galvão Teles, Morais da Silva &#038; Associados, são as mais recentes adições da Associação Portuguesa de Produtores de Bioenergia (APPB). ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa de Produtores de Bioenergia aprovou a entrada, na qualidade de novos associados promotores efetivos, de três empresas nacionais produtoras de biometano; a FERBGÁS renováveis (ferbgas.com), a Hyperion Renewables (hyperionrenewables.com) e a Prado Energia (prado-energia.pt), foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, de acordo com Jaime Braga, secretário-geral da associação que reúne os principais produtores nacionais de bioenergia: “Esta tripla entrada de novas empresas associadas produtoras de biometano demonstra o reconhecimento, por parte destas entidades, do papel que a APPB tem desempenhado em diversas frentes, com o objetivo de acelerar e tornar realidade o mercado do biometano e ver finalmente efetivado na prática o designado Plano de Ação para o Biometano 2024-2040 (PAB)”. “Estamos muito satisfeitos por poder contar, a partir de agora, com a participação de três <em>players</em> de grande relevância no setor e que alargam ainda mais a representatividade da APPB na defesa dos interesses dos produtores nacionais de bioenergia e, neste caso concreto, do biometano”, acrescenta Jaime Braga.</p>
<p>De igual modo, a APPB aprovou também a entrada, como associada parceira, da sociedade de advogados Morais Leitão, Galvão Teles, Morais da Silva &amp; Associados, uma inclusão que reflete também a importância da bioenergia para além da esfera das empresas produtoras, integrando assim a APPB um <em>stakeholder</em> da área jurídica.</p>
<p>Recorde-se que, recentemente, a APPB definiu como principais prioridades para 2026 a defesa dos interesses dos produtores nacionais de bioenergia em torno da adequada transposição para a legislação portuguesa da Diretiva das Energias Renováveis (conhecida como RED III) e, também, o efetivo colocar em ação do plano nacional para a criação do mercado de biometano, visando diminuir a dependência do gás e os custos associados em setores críticos da indústria, com destaque para a cerâmica e o vidro.</p>
<p>A Associação Portuguesa de Produtores de Bioenergia passa assim, a partir de agora, a integrar a Biovegetal, a Fábrica Torrejana, a FERBGÁS Renováveis, a Hyperion Renewables, o Grupo Floene, a Prado Energia, a Rega Energy e a Sovena, lista à qual se soma ainda a Morais Leitão.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Smart Waste Portugal alerta para urgência da economia circular antes do Dia da Sobrecarga da Terra</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/smart-waste-portugal-alerta-para-urgencia-da-economia-circular-antes-do-dia-da-sobrecarga-da-terra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Sobrecarga da Terra]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[smart waste portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=300163</guid>

					<description><![CDATA[No dia 30 de julho, a humanidade entra em “dívida ecológica” com o planeta. O chamado Dia da Sobrecarga da Terra assinala o momento em que a população mundial esgota os recursos naturais que o planeta conseguiria regenerar ao longo de um ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num contexto marcado por vagas de calor cada vez mais precoces e pela pressão crescente sobre os recursos naturais, a Smart Waste Portugal defende a economia circular como resposta ambiental e económica.</p>
<p>No dia 30 de julho, a humanidade entra em “dívida ecológica” com o planeta. O chamado Dia da Sobrecarga da Terra assinala o momento em que a população mundial esgota os recursos naturais que o planeta conseguiria regenerar ao longo de um ano.</p>
<p>A data surge num momento em que os efeitos da pressão ambiental são cada vez mais visíveis no quotidiano. A Europa tem registado episódios de calor intenso cada vez mais precoces, incluindo vagas de calor invulgares em maio e junho, sentidas em vários países europeus, entre os quais Portugal. Com a chegada do verão, estes fenómenos reforçam a urgência de repensar a forma como produzimos, consumimos e utilizamos os recursos disponíveis.</p>
<p>A partir de 30 de julho, a humanidade passa a consumir “a crédito ambiental”, recorrendo a recursos das gerações futuras e agravando a pressão sobre os ecossistemas, as matérias-primas, a energia e o clima. Em Portugal, esta data chegou ainda mais cedo, a 7 de maio, o que mostra que, se toda a humanidade vivesse como os portugueses, os recursos disponíveis para o ano teriam sido esgotados em pouco mais de quatro meses.</p>
<p>Perante este cenário, a economia circular surge como &#8220;uma das principais respostas para reduzir o desperdício, prolongar a vida útil dos recursos e promover um modelo económico mais eficiente, resiliente e sustentável&#8221;, sublinha a Smart Waste Portugal em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, eo contrário da economia linear tradicional, baseada em extrair, produzir, consumir e descartar, a economia circular propõe uma lógica de utilização contínua dos recursos. Na prática, isto significa reduzir o desperdício desde a origem, reparar e reutilizar produtos, promover a reciclagem e a recuperação de materiais, repensar hábitos de consumo e regenerar sistemas naturais.</p>
<p>A Smart Waste Portugal &#8220;tem vindo a desempenhar um papel relevante nesta transição, promovendo a colaboração entre empresas, entidades públicas, academia e sociedade civil para acelerar a implementação de soluções circulares em Portugal. Ao reunir diferentes stakeholders em torno de objetivos comuns, a associação contribui para criar sinergias, partilhar conhecimento e transformar desafios ambientais em oportunidades de inovação e competitividade&#8221;, refere a nota.</p>
<p>Esta urgência tem também uma dimensão económica. O Circularity Gap Report 2026, desenvolvido pela Circle Economy em colaboração com a Deloitte, introduz o conceito de Value Gap, que traduz o valor perdido pela manutenção de práticas lineares. Segundo o relatório, a economia global perde anualmente cerca de 25,4 biliões de euros (quase 31% do PIB mundial) devido a ineficiências no uso de materiais, recursos subutilizados e perdas ao longo das cadeias de produção, consumo e fim de vida. Na prática, por cada três euros de valor gerado, cerca de um euro é perdido pelo caminho.</p>
<p>Fechar esta lacuna &#8220;exige uma mudança de paradigma. Manter produtos e materiais em circulação durante mais tempo, reduzir desperdício, recuperar valor e reforçar a colaboração entre empresas, entidades públicas, academia e cidadãos são passos essenciais para diminuir a pressão sobre os recursos naturais e, ao mesmo tempo, aumentar a competitividade da economia&#8221;.</p>
<p>Para a Diretora Executiva da Smart Waste Portugal, “o Dia da Sobrecarga da Terra torna visível uma realidade que muitas vezes parece distante: estamos a consumir mais depressa do que a natureza consegue repor”. Luísa Magalhães sublinha que “a resposta não pode ficar apenas na reciclagem no fim da linha. Tem de começar antes, na forma como desenhamos produtos, escolhemos materiais, produzimos, compramos, reparamos, reutilizamos e evitamos desperdício”.</p>
<p>A Diretora Executiva acrescenta ainda que “a economia circular é uma forma de reduzir dependências e perdas, proteger recursos e preparar empresas e territórios para um futuro em que a eficiência será cada vez mais decisiva. É também por isso que a Smart Waste Portugal trabalha diariamente para aproximar organizações de diferentes setores e criar condições para que a circularidade aconteça de forma colaborativa e com impacto real”.</p>
<p>&#8220;À medida que os desafios ambientais, climáticos e económicos se tornam mais evidentes, cresce também a necessidade de repensar a forma como produzimos e utilizamos os recursos. A adoção de modelos mais circulares permite reduzir desperdícios, aproveitar melhor os materiais, diminuir custos e tornar as cadeias de valor mais resilientes, contribuindo para uma economia mais robusta e preparada para o futuro&#8221;, conclui o comunicado.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ADENE e Just a Change unem forças no combate à pobreza energética</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/adene-e-just-a-change-unem-forcas-no-combate-a-pobreza-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:40:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[adene]]></category>
		<category><![CDATA[Just a Change]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=300397</guid>

					<description><![CDATA[Em 2026, o programa Camp In prevê realizar 23 programas com presença em 32 concelhos, reabilitando 109 habitações em todo o país. Cada intervenção centra-se em três pilares essenciais, a segurança estrutural, a eficiência energética e as condições de higiene, com o objetivo de devolver condições de dignidade a quem mais precisa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ADENE e a Just a Change assinaram esta quarta-feira, 24 de junho, um protocolo de colaboração para combater a pobreza energética em Portugal. A cerimónia realizou-se durante uma visita da ADENE Mais Próxima a uma casa renovada em Lisboa pelo programa Camp In, que transforma habitações degradadas de famílias carenciadas através de trabalho voluntário, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, em 2026, o programa Camp In prevê realizar 23 programas com presença em 32 concelhos, reabilitando 109 habitações em todo o país. Cada intervenção centra-se em três pilares essenciais, a segurança estrutural, a eficiência energética e as condições de higiene, com o objetivo de devolver condições de dignidade a quem mais precisa.</p>
<p>O protocolo estabelece uma colaboração estruturada em quatro áreas. A monitorização da pobreza energética e a integração de dados no Observatório Nacional da Pobreza Energética, gerido pela ADENE. A melhoria do desempenho energético e hídrico das casas intervencionadas pelo programa Camp In. A promoção dos serviços da Rede Espaço Energia junto das famílias apoiadas. E a realização de ações de formação conjuntas.</p>
<p>O programa Camp In foi distinguido este ano com o 1.º Prémio LIGAR, Energia para Todos, atribuído pelo Observatório Nacional da Pobreza Energética. O prémio reconhece iniciativas com impacto real no combate à pobreza energética em Portugal.</p>
<p>Para Nelson Lage, Presidente da ADENE, esta parceria representa um passo concreto na forma como a agência aborda o combate à pobreza energética: &#8220;Não basta monitorizar. É preciso intervir, medir e garantir que o impacto chega às famílias que mais precisam. A Just a Change faz esse trabalho no terreno. A ADENE traz o conhecimento técnico e os instrumentos de medição. Juntos chegamos mais longe.”</p>
<p><strong> </strong>A pobreza energética afeta entre 1,8 e 3 milhões de pessoas em Portugal, 600 mil das quais em situação severa. O Observatório Nacional da Pobreza Energética, criado em 2024 e gerido pela ADENE, monitoriza a evolução deste fenómeno e apoia o desenho de políticas públicas para o combater.</p>
<p>A Rede Espaço Energia, também coordenada pela ADENE, conta com mais de 120 balcões em todo o país e prestou mais de 6.400 serviços a cidadãos até março de 2026.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caminha e Valença com investimento de 730 mil euros na melhoria de águas residuais</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/caminha-e-valenca-com-investimento-de-730-mil-euros-na-melhoria-de-aguas-residuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:32:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[águas residuais]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=300394</guid>

					<description><![CDATA[Em comunicado, a Águas do Alto Minho explica que as empreitadas naqueles dois concelhos do distrito de Viana do Castelo pretendem reforçar a “eficiência, fiabilidade e sustentabilidade do serviço de saneamento”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Águas do Alto Minho está a investir cerca de 730 mil euros na reformulação e melhoria dos sistemas de águas residuais em Caminha e Valença, revelou hoje a empresa.</p>
<p class="text-paragraph">Em comunicado, a Águas do Alto Minho explica que as empreitadas naqueles dois concelhos do distrito de Viana do Castelo pretendem reforçar a “eficiência, fiabilidade e sustentabilidade do serviço de saneamento”.</p>
<p class="text-paragraph">“As obras abrangem a remodelação e construção de infraestruturas fundamentais do sistema de drenagem e elevação de águas residuais, incluindo a intervenção em duas estações elevatórias existentes, localizadas em Vilarelho, Caminha e em São Pedro da Torre, Valença”, descreve a empresa.</p>
<p class="text-paragraph">A par disso vai ser feita “uma nova estação elevatória associada à bacia de drenagem de Cais/Urgeira, em Valença”.</p>
<p class="text-paragraph">Está também prevista a execução de 500 metros de rede gravítica de águas residuais e de 300 metros de conduta elevatória, “contribuindo para a modernização do sistema, redução de constrangimentos operacionais e melhoria do desempenho ambiental das infraestruturas”.</p>
<p class="text-paragraph">
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>El Niño: falhas de energia custam às famílias portuguesas cerca de 19,4 milhões de euros por ano</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/el-nino-falhas-de-energia-custam-as-familias-portuguesas-cerca-de-194-milhoes-de-euros-por-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alterações Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[falhas]]></category>
		<category><![CDATA[naciona]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=300090</guid>

					<description><![CDATA[Portugal regista uma média de 0,58 horas sem eletricidade por ano, com um impacto estimado de €5,02 por agregado familiar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À medida que aumentam as preocupações em torno de um potencial fenómeno El Niño e de períodos de calor extremo na Europa, novos dados revelam o custo económico das falhas de energia para os agregados familiares portugueses.</p>
<p>Uma <a href="https://www.comparethemarket.com.au/energy/" target="_blank" rel="noopener">nova análise da Compare the Market</a> estima que as interrupções de eletricidade em Portugal tenham um impacto económico anual de aproximadamente €19,4 milhões para as famílias.</p>
<p>O estudo analisou a duração média das falhas de energia em países selecionados da OCDE, utilizando a média dos cinco anos mais recentes de dados disponíveis.</p>
<p>Em Portugal, os consumidores ficam sem eletricidade durante uma média de 0,58 horas por ano.</p>
<p>Com base nesta duração média e no número estimado de agregados familiares no país, o impacto económico das falhas de energia corresponde a cerca de €5,02 por agregado familiar por ano.</p>
<p>No total, para os 3.876.822 agregados familiares analisados em Portugal, isto representa aproximadamente €19,4 milhões por ano.</p>
<p><strong>Portugal em comparação com outros países europeus</strong></p>
<p>Portugal regista uma duração média de falhas de energia inferior à de países como Grécia, Polónia e Itália, mas superior à de Espanha, França, Alemanha e Reino Unido.</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>País</strong></td>
<td><strong>Duração média anual das falhas de energia</strong></td>
<td><strong>Impacto estimado por agregado familiar</strong></td>
<td><strong>Impacto anual total estimado</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Grécia</td>
<td>1,63 horas</td>
<td>€14,23</td>
<td>€62,5 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Polónia</td>
<td>1,28 horas</td>
<td>€11,13</td>
<td>€152,1 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Itália</td>
<td>0,71 horas</td>
<td>€6,18</td>
<td>€154,7 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Portugal</strong></td>
<td><strong>0,58 horas</strong></td>
<td><strong>€5,02</strong></td>
<td><strong>€19,4 milhões</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Espanha</td>
<td>0,49 horas</td>
<td>€4,23</td>
<td>€74,3 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Reino Unido</td>
<td>0,33 horas</td>
<td>€2,87</td>
<td>€84,7 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>França</td>
<td>0,22 horas</td>
<td>€1,90</td>
<td>€57,4 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Alemanha</td>
<td>0,21 horas</td>
<td>€1,79</td>
<td>€72,9 milhões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Apesar de Portugal ter um impacto total inferior ao de países com populações maiores, como Itália, Espanha, França ou Alemanha, o custo estimado por agregado familiar português é superior ao registado em Espanha, França, Alemanha e Reino Unido.</p>
<p>A duração média das falhas de energia em Portugal é também cerca de 18% superior à de Espanha, onde a média anual é de 0,49 horas.</p>
<p><strong>O calor extremo aumenta a pressão sobre as redes elétricas europeias</strong></p>
<p>Uma segunda análise da Compare the Market avaliou o impacto das temperaturas extremas na procura de eletricidade em 85 países, que representam cerca de 90% do consumo global de eletricidade.</p>
<p>Para a classificação de calor extremo, o estudo comparou a procura de eletricidade durante os 10% de meses mais quentes em cada país com a procura durante meses de temperatura normal.</p>
<p>Embora Portugal não surja entre os 15 países com maiores aumentos de procura elétrica durante o calor extremo, vários países europeus próximos aparecem no ranking global, demonstrando como o calor pode aumentar significativamente a pressão sobre os sistemas elétricos.</p>
<p>A Grécia regista o maior aumento entre todos os países analisados, com a procura de eletricidade a subir 38,62% durante os meses de calor extremo. Isto equivale a mais 143,08 kWh por pessoa por mês.</p>
<p>Itália também surge no top 10 global, com um aumento de 14,22%, ou mais 58,49 kWh por pessoa por mês. Espanha regista uma subida de 8,86%, equivalente a mais 36,95 kWh por pessoa por mês.</p>
<p><strong>Países com os maiores aumentos na procura de eletricidade durante o calor extremo</strong></p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Ranking global</strong></td>
<td><strong>País</strong></td>
<td><strong>Procura extra de eletricidade por pessoa durante calor extremo</strong></td>
<td><strong>Aumento da procura durante meses de calor extremo</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1</td>
<td>Grécia</td>
<td>143,08 kWh/mês</td>
<td>38,62%</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Montenegro</td>
<td>90,87 kWh/mês</td>
<td>22,49%</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>Turquia</td>
<td>67,86 kWh/mês</td>
<td>21,91%</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>Croácia</td>
<td>67,40 kWh/mês</td>
<td>17,76%</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>Itália</td>
<td>58,49 kWh/mês</td>
<td>14,22%</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>Espanha</td>
<td>36,95 kWh/mês</td>
<td>8,86%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Estes resultados mostram que o impacto do calor extremo na procura de eletricidade varia significativamente entre países europeus.</p>
<p>Em períodos de temperaturas elevadas, a maior utilização de ar condicionado e sistemas de refrigeração pode aumentar a procura durante horas de pico, colocando pressão adicional nas redes elétricas.</p>
<p><strong>Porque é que estes dados são relevantes para Portugal</strong></p>
<p>Os dados não indicam que o El Niño vá causar diretamente falhas de energia em Portugal.</p>
<p>No entanto, mostram que as falhas de energia já têm um custo económico para os agregados familiares portugueses, ao mesmo tempo que o aumento das temperaturas extremas continua a tornar a resiliência das redes elétricas uma questão central na Europa.</p>
<p>Portugal regista uma duração média anual de falhas de energia de 0,58 horas, o que equivale a cerca de €5,02 por agregado familiar por ano.</p>
<p>Quando aplicado aos 3.876.822 agregados familiares analisados no país, este valor representa um impacto anual estimado de aproximadamente €19,4 milhões.</p>
<p>Com a Europa a enfrentar períodos de calor mais intenso, estes dados sublinham a importância da preparação da rede elétrica, da gestão da procura e da proteção dos consumidores perante interrupções no fornecimento de eletricidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Portugal simplifica regras para quem quer produzir e partilhar a sua própria energia renovável</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/portugal-simplifica-regras-para-quem-quer-produzir-e-partilhar-a-sua-propria-energia-renovavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=300387</guid>

					<description><![CDATA["As mudanças respondem ao que as pessoas e promotores há muito pediam: menos burocracia, mais flexibilidade e custos mais baixos. Ao produzir energia mais perto de quem a consome, o País reduz a dependência do exterior e reforça a soberania energética; ao mesmo tempo, baixa a fatura das famílias e das empresas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Produzir e partilhar energia renovável vai tornar-se &#8220;mais simples, mais rápido e mais acessível&#8221; para pessoas, empresas, autarquias e comunidades locais. O novo decreto-lei que simplifica e acelera o autoconsumo coletivo e as comunidades de energia renovável — as formas de os cidadãos, as empresas e as autarquias produzirem, partilharem e gerirem em conjunto a sua própria energia renovável — foi já promulgado pelo Presidente da República, a 5 de junho de 2026, e altera o Decreto-Lei n.º 15/2022, de 14 de janeiro, divulgou o Gabinete da Ministra do Ambiente e Energia em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, &#8220;as mudanças respondem ao que as pessoas e promotores há muito pediam: menos burocracia, mais flexibilidade e custos mais baixos. Ao produzir energia mais perto de quem a consome, o País reduz a dependência do exterior e reforça a soberania energética; ao mesmo tempo, baixa a fatura das famílias e das empresas&#8221;.</p>
<p>Este é já um movimento em forte crescimento. Desde abril de 2025, o número de comunidades de energia ligadas à rede aumentou em 800, atingindo 1.218 projetos — cerca do dobro do crescimento acumulado nos dois anos anteriores. Com as novas regras, o Governo quer acelerar ainda mais este ritmo, removendo barreiras administrativas e tornando mais simples para pessoas, empresas, autarquias e comunidades locais produzirem e partilharem energia renovável.</p>
<p>Entre as principais mudanças, alargam-se as distâncias permitidas entre as unidades de produção e os consumidores, permitindo projetos maiores e com mais participantes; simplificam-se procedimentos, reduzindo as situações em que é preciso consultar o operador de rede; e torna-se mais ágil a entrada e a saída de participantes. As instalações de muito pequena dimensão ficam dispensadas de autorização prévia até aos 800 watts, acima dos 700 watts atuais.</p>
<p>Pela primeira vez, são fixados princípios orientadores do autoconsumo coletivo, que &#8220;reforçam a transparência, a proteção dos consumidores e uma repartição justa dos benefícios entre os participantes&#8221;. O papel de cada interveniente — operadores de rede, entidades gestoras e administração pública — &#8220;fica também mais claro, dando mais segurança a quem quer avançar com um projeto&#8221;.</p>
<p>Para aproximar estas soluções das pessoas, é criado um mapa nacional dos projetos de autoconsumo coletivo e das comunidades de energia, facilitando o acesso de quem queira aderir.</p>
<p>A Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, sublinha que “queremos que produzir e partilhar energia renovável passe a estar ao alcance de todos — das pessoas às empresas, das autarquias às comunidades locais. Cada painel solar que entra em funcionamento é menos energia que importamos e menos dinheiro que pagamos ao estrangeiro. É assim que se faz uma transição energética justa, próxima das pessoas e ao serviço da soberania do País”.</p>
<p>Estas medidas integram-se numa estratégia mais ampla de aproximar a energia dos cidadãos, que inclui ainda a recente isenção de uma parcela da fatura (os CIEG) para os novos projetos que entrem em funcionamento até 2029, que inclui a revisão das regras técnicas do autoconsumo e ainda o futuro Balcão Único da Energia.</p>
<p>Portugal é hoje uma referência europeia neste domínio, tendo sido apontado pela Comissão Europeia como um exemplo de boa prática na promoção do autoconsumo e das comunidades de energia.</p>
<p>Com este conjunto de medidas, o Governo reforça o compromisso com uma transição energética mais participada e mais próxima das pessoas, transformando consumidores em produtores ativos de energia renovável.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova associação alerta para necessidade de acelerar integração do biometano na rede nacional</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/nova-associacao-alerta-para-necessidade-de-acelerar-integracao-do-biometano-na-rede-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:41:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Associação]]></category>
		<category><![CDATA[biometano]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=300384</guid>

					<description><![CDATA[Em entrevista à Lusa, o diretor-executivo da recém criada associação, Gonçalo Salazar Leite, afirmou que a rede de gás existente deve ser aproveitada na descarbonização, por estar preparada para receber biometano “sem qualquer alteração”, podendo este gás substituir, a prazo, 60% do gás natural injetado no sistema.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova Associação para os gases renováveis (ATMAS) defende acelerar a integração do biometano na rede nacional, apresentando-o como complemento à eletricidade e alternativa para conter custos da transição energética.</p>
<p class="text-paragraph">Em entrevista à Lusa, o diretor-executivo da recém criada associação, Gonçalo Salazar Leite, afirmou que a rede de gás existente deve ser aproveitada na descarbonização, por estar preparada para receber biometano “sem qualquer alteração”, podendo este gás substituir, a prazo, 60% do gás natural injetado no sistema.</p>
<p class="text-paragraph">“Nós estimamos que aproveitar a redistribuição de gás e potenciar a produção de biometano custará ao contribuinte um terço do que significaria eletrificar toda esta energia final”, afirmou.</p>
<p class="text-paragraph">Para Gonçalo Salazar Leite, a integração dos gases renováveis na rede deve ser vista numa lógica de complementaridade entre vetores energéticos, e não como substituição da eletricidade.</p>
<p class="text-paragraph">“A eletricidade é e será cada vez mais o principal vetor energético do nosso país”, referiu. Contudo, advertiu: “Não podemos eletrificar tudo” sem considerar os custos “para o contribuinte, para o consumidor, para a indústria e para a economia”.</p>
<p class="text-paragraph">“A rede de gás está paga, funciona bem. O sistema nacional de gás não tem um euro de défice tarifário e nós não somos tão ricos que se possa desaproveitar um ativo energético que já existe, que está a funcionar bem e está preparado para o futuro”, sustentou o diretor-executivo da ATMAS que foi dinamizada inicialmente por operadores das redes de distribuição de gás e conta atualmente com 10 associados e até ao final do ano &#8220;espera vir a integrar pelo menos outros tantos&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo Gonçalo Salazar Leite, o biometano pode ser dirigido à indústria, em particular aos setores intensivos em energia térmica, mas também aos serviços e aos consumidores domésticos.</p>
<p class="text-paragraph">“Claro que a indústria é prioritária”, afirmou, apontando os casos da cerâmica e do vidro como exemplos de setores em que a eletrificação teria custos de investimento elevados e poderia tornar a energia “muito mais cara no futuro”.</p>
<p class="text-paragraph">O responsável defendeu ainda que o consumo doméstico deve fazer parte da discussão sobre os gases renováveis, num contexto de preocupação com a acessibilidade da energia.</p>
<p class="text-paragraph">“O consumo doméstico de gás é francamente mais barato do que o consumo equivalente de eletricidade. E vamos impor esse ónus aos consumidores finais?”, questionou.</p>
<p class="text-paragraph">“Acreditamos que o biometano pode, e deve, ser dirigido tanto à indústria como aos serviços ou aos consumidores finais”, reforçou.</p>
<p class="text-paragraph">Questionado sobre os motivos da criação da associação, explicou que “foi lançada neste momento porque o momento assim o exige”, justificando a criação da estrutura com o debate em curso sobre o futuro do sistema energético europeu e nacional.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o responsável, estão atualmente em discussão leis, planos de financiamento e regulamentos, tanto no contexto europeu como nacional, e as decisões tomadas agora vão condicionar o setor “para as próximas décadas”.</p>
<p class="text-paragraph">Sobre o Plano de Ação para o Biometano, que aponta para uma meta de 2,7 TWh em 2030, Gonçalo Salazar Leite considerou o objetivo “perfeitamente realista”, mas dependente de maior rapidez na implementação.</p>
<p class="text-paragraph">Entre as prioridades, apontou a simplificação normativa, a construção de mecanismos de mercado e o reforço do diálogo entre os vários intervenientes.</p>
<p class="text-paragraph">“O que precisamos é de acelerar a construção de legislação e a implementação que leve a integrar os gases renováveis nas políticas públicas e que permita a aceleração do processo de construção desta indústria”, afirmou.</p>
<p class="text-paragraph">Atualmente existem três unidades de biometano em funcionamento em Portugal, mais de 50 potenciais projetos identificados pelo LNEG e mais de 70 unidades sinalizadas pela associação que poderão ser construídas “a muito curto prazo”.</p>
<p class="text-paragraph">“Uma só unidade de todas as que temos neste momento em produção já abastece um terço dos concelhos de Évora, Beja, Olhão e Portimão com gás renovável”, afirmou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sintra investe 15 milhões para garantir serviço de recolha de resíduos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/sintra-investe-15-milhoes-para-garantir-servico-de-recolha-de-residuos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:02:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[sintra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=300350</guid>

					<description><![CDATA[Este reforço surge na sequência da alteração do modelo inicialmente previsto para a renovação da frota, passando de aluguer operacional para aquisição direta de viaturas, solução considerada mais adequada após a devida avaliação técnica e jurídica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Sintra aprovou a atribuição de um reforço financeiro de 15 milhões de euros aos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Sintra, destinado a assegurar a reposição da qualidade do serviço público de recolha de resíduos sólidos urbanos no concelho, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, este reforço surge na sequência da alteração do modelo inicialmente previsto para a renovação da frota, passando de aluguer operacional para aquisição direta de viaturas, solução considerada mais adequada após a devida avaliação técnica e jurídica.</p>
<p>O investimento global associado a esta operação ascende a cerca de 17,1 milhões de euros, incluindo aquisição de viaturas e contentores, sendo essencial garantir esta resposta já a partir do próximo ano.</p>
<p>O presidente da Câmara Municipal de Sintra, destaca a importância desta decisão, sublinhando que “este executivo e os SMAS pretendem garantir, com responsabilidade e visão de futuro, a continuidade e acima de tudo a melhoria de um serviço essencial para todos os Sintrenses. A recolha de resíduos é uma função que não pode falhar, e tem falhado ao longo dos anteriores mandatos, e que exige um investimento robusto e planeado”.</p>
<p>Marco Almeida sublinha ainda o carácter estratégico do reforço financeiro, “sendo que esta decisão demonstra a prioridade que atribuímos à qualidade dos serviços públicos e às condições que oferecemos no nosso concelho. Estamos a investir para assegurar eficiência, fiabilidade e melhores condições operacionais para os SMAS”.</p>
<p>Apesar do esforço financeiro associado, o município Sintrense assegura que continuará a acompanhar de forma rigorosa os investimentos noutras áreas essenciais, garantindo o equilíbrio e a sustentabilidade do sistema.</p>
<p>Marco Almeida reforça que “estamos a tomar decisões que garantem o presente sem comprometer o futuro, assegurando um serviço público de qualidade e sustentável para as próximas gerações”.</p>
<p>A proposta será agora submetida à Assembleia Municipal de Sintra.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
