O Fundo Ambiental vai disponibilizar 3,8 milhões de euros, em 2026 e 2027, para reforçar a cogestão das áreas protegidas e apoiar a implementação dos planos de cogestão já aprovados, divulgou o Gabinete da Ministra do Ambiente e Energia em comunicado.
Segundo a mesma fonte, o financiamento está dividido entre o apoio a projetos de desenvolvimento sustentável dos territórios e o reforço da capacidade técnica das Comissões de Cogestão. Entre as ações previstas estão projetos de restauro ecológico, iniciativas de turismo de natureza, promoção de produtos locais, preservação de tradições culturais e criação de parcerias entre diferentes áreas protegidas.
Segundo o Governo, estas iniciativas pretendem gerar benefícios para os municípios, comunidades e agentes económicos locais, associando a conservação da Natureza ao desenvolvimento sustentável dos territórios.
Uma segunda componente do financiamento será destinada à capacitação técnica das Comissões de Cogestão, permitindo reforçar as equipas responsáveis pela implementação dos projetos, pela gestão participativa e pela dinamização das áreas protegidas.
Para a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, “cabe a todos a responsabilidade de proteger o património natural do país e ao Governo, em particular, a criação dos instrumentos necessários para o proteger e valorizar”.
A governante acrescenta que estes instrumentos incluem a concretização de medidas prioritárias e intervenções que “promovam o restauro ecológico e a redução de riscos naturais”.
A cogestão das áreas protegidas envolve a participação de diferentes entidades na definição e concretização das medidas previstas para estes territórios, procurando aproximar a gestão das comunidades e dos agentes locais.
O investimento anunciado para 2026-2027 pretende, assim, dar continuidade à implementação dos planos de cogestão já aprovados, através do financiamento de projetos e do reforço das estruturas técnicas responsáveis pela sua execução.









