Greenpeace: Activistas ocupam plataforma petrolífera no Ártico

Activistas têm mantimentos para vários dias, segundo explica a Greenpeace. Kumi Naidoo, director-executivo global da ONGA, é um dos seis activistas que subiram à plataforma.

Green Savers

Seis activistas da Greenpeace ocuparam esta noite a plataforma petrolífera da russa Gazpromo no Ártico, em protesto contra os planos para procurar gás e petróleo numa área ambientalmente sensível.

Segundo explicou há minutos a Greenpeace, os activistas “tomaram as suas posições” na plataforma e têm mantimentos suficientes para lá permaneceram durante “vários dias”.

A Greenpeace explicou que três lanchas aproximaram-se da plataforma às 4h, deixando por lá seis pessoas, entre as quais o seu director-executivo internacional, Kumi Naidoo.

“A única maneira de prevenir um desastre catastrófico neste ambiente único é banir permanentemente todas as perfurações”, explicou Naidoo.

Apesar de esta plataforma ser estratégica para a Rússia, várias associações ambientais têm chamado a atenção para a frágil condição do Ártico, em caso de derrame petrolífero: estamos a falar de uma região distante, com ecossistemas frágeis, muita escuridão, temperaturas abaixo de zero, gelo e ventos fortes. Estas características colocam em causa qualquer operação de emergência.

Acompanhe aqui, via Twitter, todas as actualizações dos seis activistas – pelos próprios.

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