A Luís Simões apresentou um novo Código de Ética e Conduta que reforça os princípios de integridade, transparência e responsabilidade que orientam a atividade do grupo logístico na Península Ibérica.
O documento, divulgado na semana passada em comunicado, atualiza o enquadramento ético da empresa e pretende servir como guia para a tomada de decisões em todos os níveis da organização, estabelecendo também referências claras para as relações com colaboradores, clientes, fornecedores e restantes parceiros.
Mais do que uma revisão normativa, a empresa considera que o novo Código constitui uma ferramenta estratégica para consolidar a cultura organizacional e responder aos desafios de um setor cada vez mais exigente e em transformação.
Entre as principais novidades está o reforço dos compromissos relacionados com os direitos humanos. O documento passa a incluir referências explícitas à erradicação do trabalho infantil, à rejeição de qualquer forma de trabalho forçado, escravatura moderna ou tráfico de seres humanos, bem como à defesa da liberdade de associação e do direito à negociação coletiva.
A empresa sublinha que estes princípios não se aplicam apenas à sua atividade interna, mas também às relações com fornecedores e parceiros ao longo de toda a cadeia de valor.
O novo Código destaca igualmente a promoção de ambientes de trabalho seguros, inclusivos e colaborativos, assentes no respeito mútuo, na igualdade de oportunidades e no desenvolvimento profissional dos trabalhadores.
Outro dos aspetos em evidência é a incorporação de orientações para a utilização responsável da Inteligência Artificial. A Luís Simões defende que estas tecnologias devem funcionar como instrumentos de apoio à tomada de decisão e à otimização operacional, mantendo sempre supervisão humana e respeitando princípios de transparência, confiança e integridade.
Na área da sustentabilidade, o documento estabelece linhas de atuação orientadas para uma logística e um transporte mais eficientes e com menores emissões de carbono. Entre as prioridades identificadas estão a digitalização dos processos, a transição energética e o desenvolvimento de cadeias de abastecimento social e ambientalmente responsáveis.
Segundo a empresa, estas medidas procuram reforçar uma gestão alinhada com os desafios da descarbonização e da melhoria contínua das operações.
Para Carla Leitão, Diretora de Ética e Compliance da Luís Simões., o crescimento da organização deve estar sempre associado a uma cultura sólida de ética e integridade.
“Acreditamos que o crescimento da nossa atividade deve ser sempre acompanhado por uma cultura de ética e integridade, refletida numa forma de atuar íntegra, próxima e coerente. Isto está perfeitamente alinhado com o compromisso que mantemos com as pessoas e com o nosso meio envolvente”, afirma a responsável.
Com este novo Código de Ética e Conduta, a Luís Simões procura reforçar o seu posicionamento enquanto operador logístico comprometido com práticas empresariais responsáveis, numa altura em que temas como sustentabilidade, governação corporativa e direitos humanos assumem uma importância crescente na estratégia das empresas.









