Manie partilha quatro estratégias para reduzir o impacto do ar condicionado no verão

Consumo associado ao arrefecimento pode representar 40% da fatura de eletricidade.

Redação

Num período em que as temperaturas elevadas fazem disparar o consumo de eletricidade nas habitações portuguesas, o Manie alerta para o impacto crescente dos equipamentos de climatização e reforça a importância de uma gestão mais eficiente dos contratos de energia. O ar condicionado, em particular, pode pesar entre 30% a 40% da fatura elétrica quando utilizado diariamente, tornando-se um dos principais fatores de pressão no orçamento das famílias.

Perante este cenário, pequenas decisões no dia a dia podem fazer a diferença. O Manie identifica quatro estratégias simples que ajudam a reduzir o impacto do uso do ar condicionado sem comprometer o conforto nas casas:

  1. Ajustar a temperatura de forma eficiente

Definir temperaturas demasiado baixas face ao exterior aumenta significativamente o consumo energético. A recomendação passa por manter o ar condicionado entre os 24ºC e os 26ºC, um intervalo que assegura conforto térmico sem sobrecarregar o equipamento. Cada grau abaixo deste nível pode representar um aumento de cerca de 5% a 7% no consumo, sem arrefecer a casa mais depressa.

  1. Dar prioridade a horários de menor custo energético

O momento em que se utiliza o ar condicionado tem impacto direto na fatura. Ligar o equipamento ao final do dia, quando a procura energética é mais elevada, pode traduzir-se em custos superiores. Sempre que possível, antecipar a utilização para períodos como a tarde ajuda a reduzir esse impacto. Em contratos com tarifa bi-horária poderá ainda compensar a utilização nas horas de vazio, quando o custo da eletricidade é mais baixo, permitindo arrefecer a casa de forma mais económica.

  1. Reduzir o esforço do equipamento através de medidas simples

Pequenas ações no espaço fazem diferença no desempenho do ar condicionado. Manter portas e janelas fechadas durante o funcionamento, baixar estores nas horas de maior exposição solar e garantir a limpeza regular dos filtros são medidas que podem melhorar significativamente a eficiência. Filtros sujos, por exemplo, podem aumentar o consumo energético até cerca de 30%. Sempre que disponível a utilização do modo automático permite ajustar o funcionamento do equipamento de forma mais eficiente, evitando arranques constantes e reduzindo consumos desnecessários.

  1. Combinar eficiência de consumo com um contrato ajustado

Para além do uso de equipamentos, o tipo de tarifário contratado continua a ser um fator determinante. Muitos consumidores mantêm contratos desajustados aos seus hábitos, o que amplifica o peso do consumo sazonal. Soluções como o AutoSwitch do Manie permitem acompanhar o mercado e garantir automaticamente o contrato mais vantajoso, alinhado com o perfil real de consumo.

“Muitas famílias concentram-se apenas na redução do consumo, mas esquecem-se de que podem estar a pagar mais do que deviam pelo mesmo nível de utilização. O nosso foco é garantir que cada consumidor tem sempre o contrato mais ajustado ao seu perfil, sem esforços”, explica João Melo, cofundador do Manie. “Quando combinamos uma utilização mais eficiente dos equipamentos com uma escolha otimizada do tarifário, é possível alcançar verdadeiras poupanças, que podem rondar os 20 a 30 euros por mês.”

Num contexto de maior pressão sobre o consumo doméstico, pequenas mudanças de comportamento, aliadas a soluções tecnológicas de otimização, podem fazer uma diferença significativa na fatura ao final do mês.

 

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