Mongólia: australiano passou três anos a fotografar um dos locais mais remotos do mundo (com FOTOS)

A Mongólia de Tim Cope

O clima áspero, o deserto de Gobi, a neve, as montanhas – a altitude média do país é de 1.500 metros e o ponto mais baixo tem uma altitude superior a 500 metros – e as florestas de coníferas que cobrem todo o país fazem da Mongólia uma das regiões mais remotas do Planeta.

Este ambiente misterioso levou o explorador australiano Tim Cope a passar três anos a percorrer cerca de 10.000 quilómetros de território, uma rota celebrizada pelo guerreiro Genghis Khan desde a Mongólia até à Hungria.

Ao Mail Online, Cope explicou que tentou viver uma vida de nómada, diferente das suas anteriores aventuras, entre as quais uma viagem de bicicleta entre a Rússia e a China e remar desde a Sibéria até ao Oceano Árctico.

Da Mongólia guarda o “calor e hospitalidade das pessoas”, sobretudo dos nómadas que são o “eixo de sobrevivência da estepe”.

“Podemos ver todos os metros quadrados do Planeta no Google Earth, mas não nenhum substituto para a experiência sensorial de abrir as portas ao mundo e descobrir as coisas por nós próprios”, explicou Cope, recentemente considerado um dos 50 maiores exploradores australianos.

“Se não tivesse feito esta viagem, culturas e histórias inteiras teriam passado invisíveis para mim, assim como as ligações profundas com pessoas e animais os quais considero agora amigos”, continuou o também escritor e fotógrafo.

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