Responsabilidade social: Celfocus lança plataforma de voluntariado e fixa objetivo de 650 horas em 2026

Em comunicado, a empresa diz que essa nova plataforma corporativa “estrutura e reforça” a sua abordagem à responsabilidade social ao incentivar a participação dos colaboradores em iniciativas com impacto direto nas comunidades.

Redação

A Celfocus lançou o “Volunteering Hub” para facilitar o acesso dos colaboradores a oportunidades de voluntariado e estabelece meta de 650 horas de voluntariado em horário laboral para 2026.

Em comunicado, a empresa diz que essa nova plataforma corporativa “estrutura e reforça” a sua abordagem à responsabilidade social ao incentivar a participação dos colaboradores em iniciativas com impacto direto nas comunidades.

Integrado no programa Acting with a Purpose, dedicado à Diversidade, Equidade, Inclusão e Responsabilidade Social, o “Volunteering HubW foi criado para “promover uma cultura interna de participação ativa”, avança a empresa, indicando que “a plataforma facilita o acesso a oportunidades de voluntariado alinhadas com as prioridades estratégicas da Celfocus”.

A plataforma, é explicado em nota, funciona como um ponto central de acesso a iniciativas desenvolvidas em parceria com organizações externas, e permite aos colaboradores “conhecer, acompanhar e participar em ações de voluntariado de forma simples”.

As oportunidades de voluntariado abrangem áreas como apoio a comunidades vulneráveis, educação, capacitação e sustentabilidade ambiental. “Desta forma, refletem um posicionamento abrangente e alinhado com os principais desafios sociais da atualidade”, refere a Celfocus.

Entre as iniciativas já previstas estão parcerias com o Banco Alimentar e com a Associação Plantar uma Árvore, projetos que, segundo a empresa, “resultam da mobilização interna e evidenciam o papel ativo dos colaboradores na identificação e dinamização de causas sociais e ambientais”.

A Celfocus assegura que, “para garantir a consistência do impacto gerado”, serão monitorizados indicadores como o número de participantes, as horas de voluntariado e as iniciativas desenvolvidas. Esta análise é complementada, avança, por uma avaliação qualitativa baseada no feedback de colaboradores e parceiros. A empresa entende que esta abordagem permite medir não só o alcance das ações, mas também “a transformação gerada nas comunidades e nas equipas”.

Diz Sónia Vasconcelos, People Executive Director da Celfocus, que “com o lançamento do Volunteering Hub, passamos do voluntariado pontual para um modelo mais estruturado, participativo e mensurável”. E acrescenta que “centralizamos oportunidades, simplificamos a participação e acompanhamos resultados, permitindo que cada colaborador contribua ativamente para gerar impacto real nas comunidades”.

Para a responsável, “a meta de 650 horas até 2026 em horário laboral traduz essa ambição: gerar impacto social de forma consistente, com foco e transparência”.

A Celfocus diz que tenciona “expandir progressivamente” o número de parceiros e iniciativas integradas no “Volunteering Hub”, através da exploração de “novas formas de voluntariado, como partilha de conhecimento e mentoria, e alargando o impacto a diferentes geografias”.

O objetivo, garante, é “reforçar uma abordagem integrada, onde tecnologia, pessoas e propósito contribuem para uma sociedade mais inclusiva e sustentável”.

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