Sonae consegue redução de 25% das emissões em 2025 com renováveis e eficiência

A empresa refere que, no ano passado, a energia de origem renovável representou 64% do consumo energético do Grupo, refletindo a incorporação crescente de eletricidade verde proveniente da rede e o aumento da produção própria.

Redação

A Sonae afirma ter alcançado uma redução acumulada de 25% de emissões de gases com efeito de estufa em 2025, face ao ano de referência de 2022. Com isso, diz manter a trajetória para concretizar a ambição de redução de 53% até 2032.

Em comunicado, a empresa avança que as emissões de Scope 1 e 2 diminuíram 8% face a 2024, “reforçando a consistência do caminho da neutralidade carbónica até 2040”. A melhoria foi impulsionada por iniciativas de eficiência energética, pela modernização de sistemas técnicos, pela expansão da produção própria renovável e por acordos de aquisição de energia renovável.

Refere a Sonae que, no ano passado, a energia de origem renovável representou 64% do consumo energético do Grupo, refletindo a incorporação crescente de eletricidade verde proveniente da rede e o aumento da produção própria. A MC e a Sierra aceleraram a instalação de sistemas fotovoltaicos, com o Grupo a ultrapassar as 360 unidades solares implementadas nas operações, no que a empresa descreve como “um esforço que contribuiu para mitigar o impacto do aumento global do consumo energético decorrente da expansão do negócio”.

“A Sonae consolidou a sua ambição climática no último ano”, declara Martim Santos, diretor de Sustentabilidade da Sonae.

“Reforçámos investimentos estruturais em eficiência energética, energias renováveis e modernização de infraestruturas, sempre com o objetivo de melhorar a nossa pegada carbónica e fortalecer a resiliência ambiental das operações. Encaramos a responsabilidade ambiental como um motor de inovação, competitividade e criação de valor sustentável, pelo que prosseguimos rumo à neutralidade carbónica em 2040”, detalha o responsável.

A Sonae assegura que continuará a investir em inovação, eletrificação, energias renováveis e eficiência operacional, mantendo o foco na “redução contínua das emissões e no contributo para as metas climáticas nacionais e europeias”.

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