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	<title>Algarve &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Wed, 13 May 2026 11:15:46 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Algarve &#8211; Green Savers</title>
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	<item>
		<title>Algarve testa resposta a incêndios com exercício inspirado num fogo de 2022</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/algarve-testa-resposta-a-incendios-com-exercicio-inspirado-num-fogo-de-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 11:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exercício DECIRALG’26 vai envolver 250 operacionais para testar e treinar a resposta das várias entidades que integram o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) do distrito de Faro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um incêndio rural que deflagrou em 2022 nas Gambelas, em Faro, e se propagou até à Quinta do Lago, em Loulé, vai ser reproduzido na sexta-feira num exercício operacional da Proteção Civil, foi hoje anunciado.</p>
<p class="text-paragraph">O exercício DECIRALG’26 vai envolver 250 operacionais para testar e treinar a resposta das várias entidades que integram o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) do distrito de Faro.</p>
<p class="text-paragraph">O simulacro vai decorrer na sexta-feira, entre as 07:00 e as 14:00, o que motivará a circulação de vários veículos de emergência e socorro na zona de Gambelas e áreas envolventes, lê-se numa nota da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</p>
<p class="text-paragraph">O Posto de Comando Operacional (PCO) vai ficar instalado no Campus de Gambelas da Universidade do Algarve, decorrendo o incêndio fictício nas modalidades de exercícios de posto de comando (CPX), para o nível estratégico, e com meios reais (LIVEX), para os níveis de comando tático e manobra no terreno.</p>
<p class="text-paragraph">O exercício reproduz um incêndio rural de “elevada intensidade e complexidade operacional”, ocorrido em julho de 2022, na zona das Gambelas, na freguesia de Montenegro, no concelho de Faro, com propagação até à Quinta do Lago, no concelho vizinho de Loulé.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o Comando Regional de Emergência e Proteção Civil (CREPC) do Algarve, “trata-se de um incêndio” com progressão rápida em ‘interface’ urbano-rural, “ameaçando habitações, infraestruturas críticas e zonas densamente povoadas”.</p>
<p class="text-paragraph">Em julho de 2022, o fogo deflagrou numa zona residencial junto à Universidade do Algarve, tendo chegado à Quinta do Lago e Vale de Lobo, no concelho de Loulé, afetando uma área de 27 quilómetros de perímetro.</p>
<p class="text-paragraph">O combate às chamas envolveu mais de 400 operacionais de várias regiões do país, tendo o fogo afetado quatro habitações, duas delas devolutas, quatro viaturas, 35 jardins de habitação e 13 locais de apoio agrícola.</p>
<p class="text-paragraph">O DECIRALG’26 é o “culminar do esforço de planeamento, preparação e articulação” desenvolvido nos últimos meses, visando “o reforço da prontidão operacional para a fase mais exigente do ano no domínio dos incêndios rurais”, lê-se na nota.</p>
<p class="text-paragraph">O simulacro coincide com o início do Empenhamento Operacional Reforçado do DECIR, assinalando a entrada no período de maior exigência operacional e de prontidão para responder a incêndios rurais.</p>
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		<item>
		<title>Obra da dessalinizadora do Algarve arranca na próxima semana</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/obra-da-dessalinizadora-do-algarve-arranca-na-proxima-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 12:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[dessalinizadora]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O auto de consignação da obra, orçada em 108 milhões de euros, foi assinado na terça-feira pela empresa, promotora da obra, e o empreiteiro, o consórcio luso-espanhol formado pelas empresas Luságua, Aquapor e GS Inima, indicou o promotor em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A construção da dessalinizadora do Algarve, em Albufeira, arranca na próxima semana e deverá estar concluída em 2028, após ter sido formalizado na terça-feira o início da empreitada pública, informou hoje a Águas do Algarve.</p>
<p class="text-paragraph">O auto de consignação da obra, orçada em 108 milhões de euros, foi assinado na terça-feira pela empresa, promotora da obra, e o empreiteiro, o consórcio luso-espanhol formado pelas empresas Luságua, Aquapor e GS Inima, indicou o promotor em comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">O consórcio de empresas vai ficar responsável pela exploração do empreendimento por um período de três anos, depois da conclusão da obra, lê-se numa nota da Águas do Algarve.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a entidade responsável pelo sistema multimunicipal de abastecimento de água e saneamento da região, o início dos trabalhos foi autorizado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), “após concluir a avaliação dos elementos prévios previstos na Decisão de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (DCAPE), emitida em novembro de 2025.</p>
<p class="text-paragraph">A viabilidade do projeto está, contudo, “condicionada ao cumprimento de um conjunto rigoroso de medidas de mitigação, minimização, monitorização e compensação ambiental”, refere.</p>
<p class="text-paragraph">A infraestrutura integra a estratégia nacional de reforço da segurança hídrica e de adaptação às alterações climáticas, visando garantir uma nova origem de água potável para o Algarve, uma região particularmente vulnerável à seca.</p>
<p class="text-paragraph">A Estação de Dessalinização de Água do Mar (EDAM) terá numa primeira fase capacidade para produzir 16 hectómetros cúbicos de água por ano, podendo ser ampliada para 24 hectómetros cúbicos.</p>
<p class="text-paragraph">“Este reforço será determinante para assegurar o abastecimento público, apoiar as atividades económicas e reduzir a pressão sobre as reservas de água doce, constituindo uma origem alternativa robusta e estratégica”, assegura a empresa.</p>
<p class="text-paragraph">O processo recorrerá à tecnologia de dessalinização e a sistemas de eficiência energética, incluindo recuperação de energia, para reduzir o impacto ambiental.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com o promotor, o projeto inclui ainda medidas de proteção dos ecossistemas marinhos e terrestres, bem como ações de salvaguarda e acompanhamento de eventuais achados arqueológicos, culturais ou paisagísticos durante a obra.</p>
<p class="text-paragraph">A dessalinizadora do Algarve, a primeira estação de dessalinização de água do mar para abastecimento público em Portugal Continental, está integrada no Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve, enquadrado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</p>
<p class="text-paragraph">
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		<item>
		<title>Mau tempo: Algarve com 35 praias afetadas por instabilidade em arribas e recuo do areal</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/mau-tempo-algarve-com-35-praias-afetadas-por-instabilidade-em-arribas-e-recuo-do-areal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 14:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alterações Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[arribas]]></category>
		<category><![CDATA[Mau tempo]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[“Na área de intervenção da ARH [Administração da Região Hidrográfica] Algarve, as principais ocorrências traduziram-se na ocorrência pontual de danos ao nível dos passadiços de acesso à praia e em apoios de praia, e recuo da linha e costa”, resume a APA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Algarve teve 35 praias que foram mais atingidas pelas tempestades sucessivas ocorridas durante o inverno, tendo provocado principalmente instabilidade em arribas e recuo do areal, segundo um relatório da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).</p>
<p class="text-paragraph">“Na área de intervenção da ARH [Administração da Região Hidrográfica] Algarve, as principais ocorrências traduziram-se na ocorrência pontual de danos ao nível dos passadiços de acesso à praia e em apoios de praia, e recuo da linha e costa”, resume a APA na parte dedicada à região sul de Portugal continental de um relatório técnico apresentado na quarta-feira.</p>
<p class="text-paragraph">O texto com a “síntese das ocorrências na faixa costeira de Portugal continental” indica que os prejuízos estimados na faixa costeira do país, em termos de danos, ascendem a cerca de 27 milhões de euros, cuja intervenção se prevê “no imediato”, ao que se acrescentam outras intervenções de caráter “mais estruturante no curto e médio prazo”.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o levantamento feito pela APA, um total de 35 praias foram mais atingidas, no Algarve, pelas tempestades sucessivas, sendo os concelhos com mais praias referidas os de Albufeira, com nove, e o de Lagoa, com oito.</p>
<p class="text-paragraph">O relatório também apresenta dados no âmbito da monitorização do programa Cosmos, que tem uma série de levantamentos de “caráter extraordinário” do recuo do areal em praias, desde meados de maio a junho de 2025 até fevereiro deste ano.</p>
<p class="text-paragraph">Estas medições foram realizadas em áreas consideradas críticas “devido à sua tendência erosiva de médio longo prazo e ao risco potencial associado”.</p>
<p class="text-paragraph">O caso mais preocupante no sul do país foi observado na praia do Peneco (Albufeira) com um recuo máximo da berma da praia de 24 metros.</p>
<p class="text-paragraph">Outros casos assinalados são o do recuo máximo local de 15 metros detetado na praia de Loulé Velho–Trafal, de 14 metros na praia de Quarteira-Garrão (Loulé) e de seis metros na praia do Forte Novo (Loulé).</p>
<p class="text-paragraph">No início de março, em visita ao Algarve, a ministra do Ambiente disse que seria necessário fazer uma reprogramação dos investimentos previstos para o litoral devido às tempestades, mas assegurou que as intervenções mais urgentes iriam ser feitas ainda antes do verão.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com Maria da Graça Carvalho, para esta época balnear só estão previstas as obras urgentes e que “são imprescindíveis para o verão”, nomeadamente a recolocação de passadiços e estruturas que foram derrubadas &#8211; para as quais o Governo irá recorrer ao Fundo Ambiental -, sendo as restantes objeto de uma candidatura mais detalhada ao Programa Sustentável 2030 e, por isso, só avançarão no próximo ano.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a ministra, o objetivo é que as situações mais urgentes nas praias afetadas pelo mau tempo estejam resolvidas já em maio, para que as pessoas possam começar a usufruir das praias antes do arranque da época balnear.</p>
<p class="text-paragraph">Na mesma visita, a responsável governamental afirmou que a estabilização das arribas era uma prioridade &#8220;superurgente&#8221; do Governo para garantir a segurança no litoral, após o agravamento da erosão devido às recentes tempestades.</p>
<p class="text-paragraph">A responsável governamental referiu na altura que o Algarve é a região onde “há mais problemas com as arribas e os casos mais complicados”, resultantes das tempestades de mar, chuvas e ventos fortes que assolaram o país nas últimas semanas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Universidade do Algarve propõe ações para adaptação a alterações climáticas</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/universidade-do-algarve-propoe-acoes-para-adaptacao-a-alteracoes-climaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 14:28:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alterações Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A instituição de Ensino Superior quer transformar o seu Campus da Penha, em Faro, numa "referência" de adaptação, com soluções que devem estar assentes na ciência e ter por base a natureza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reitora da Universidade do Algarve, Alexandra Teodósio, propôs à Câmara de Faro e às entidades regionais algarvias uma pareceria para implementarem medidas de adaptação às alterações climáticas, sustentadas pela ciência.</p>
<p class="text-paragraph">Alexandra Teodósio lançou um desafio ao município e às entidades regionais para colaborarem na adoção de “ações concretas de adaptação” às mudanças no clima causadas pelo aquecimento global, segundo um comunicado divulgado hoje pela Universidade do Algarve (UAlg).</p>
<p class="text-paragraph">A proposta sugere que o Campus da Penha, localizado em Faro, passe a ser uma “referência” para as soluções adotadas, que devem estar assentes na ciência e ter por base a natureza, salientou a Universidade.</p>
<p class="text-paragraph">“O objetivo é transformar o problema das cheias numa oportunidade para nos posicionarmos com ações de base eco tecnológicas e sustentáveis, criando um ambiente natural saudável, fruído pela comunidade académica e pelos residentes locais”, traçou a instituição de ensino algarvia.</p>
<p class="text-paragraph">Alexandra Teodósio reitera assim o apelo que fez, há cerca de duas semanas, no encerramento do seminário “Água nas Cidades do Algarve &#8211; da Eficiência à Resiliência”, que decorreu no Campus da Penha.</p>
<p class="text-paragraph">A reitora considera que é necessário avançar para a “ação institucional” e a “cooperação estratégica” para “transformar conhecimento em ação”, através de uma “parceria estratégica entre a academia e o poder local e entidades regionais”.</p>
<p class="text-paragraph">A Universidade tem o conhecimento científico, a capacidade técnica e “recursos humanos altamente qualificados” para esse trabalho, “enquanto o município dispõe da experiência consolidada na infraestruturação urbana e na mobilização dos instrumentos de financiamento atualmente disponíveis”.</p>
<p class="text-paragraph">O comunicado da UAlg cita também a professora e investigadora Manuela Moreira da Silva, que é diretora do mestrado em Ciclo Urbano da Água, que defende haver nesta colaboração, “além da resolução de um problema hidráulico”, uma “oportunidade de transformação urbana e ambiental, com a colaboração ativa de estudantes, docentes, técnicos e investigadores da área”.</p>
<p class="text-paragraph">“A ambição passa por converter o Campus da Penha num espaço de referência regional, onde natureza e tecnologia se articulam para mitigar o risco de cheias e aumentar as zonas de infiltração, criando um novo espaço verde urbano, com plantas e biodiversidade nativa, que reforçará a resiliência climática”, esclareceu a UAlg.</p>
<p class="text-paragraph">A experiência desta colaboração serviria de exemplo e permitiria que a comunidade participasse no “desenvolvimento de soluções tecnológicas inspiradas na natureza”, com “uma abordagem inovadora que conjuga ciência, planeamento urbano e envolvimento cívico”, acrescentou.</p>
<p class="text-paragraph">“Com este desafio, a Universidade do Algarve posiciona-se como agente ativo na construção de soluções sustentáveis para o território, reforçando o seu compromisso com a inovação, a sustentabilidade e o desenvolvimento regional”, referiu ainda a instituição de ensino.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Roazes no Algarve: Como a temperatura da água afeta a abundância dos cetáceos e o que se pode avizinhar num planeta em crise</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/roazes-no-algarve-como-a-temperatura-da-agua-afeta-a-abundancia-dos-cetaceos-e-o-que-se-pode-avizinhar-num-planeta-em-crise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 16:02:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência em Português]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[roazes]]></category>
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					<description><![CDATA[A temperatura da superfície do mar e a abundância de alimento são dois dos principais fatores que influenciam a ocorrência dos roazes ao longo da costa algarvia. Em entrevista à Green Savers, a investigadora Margarida Vizeu Pinheiro explica a importância da descoberta e as suas implicações para a conservação da espécie.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo de toda a costa continental portuguesa, os roazes (<em>Tursiops truncatus</em>) são das espécies de cetáceos mais abundantes, e no Algarve é a segunda mais avistada, só atrás dos golfinhos-comuns (<em>Delphinus delphis</em>).</p>
<p>Embora os cientistas digam que ainda não é possível afirmar com toda a certeza que existe uma população residente de roazes na costa algarvia – sobretudo porque ainda faltam dados ao longo de grandes períodos para ajudar a perceber isso – facto é que esses mamíferos marinhos altamente sociais podem ser observados nessa região durante praticamente todo o ano.</p>
<p>E as ameaças que aí enfrentam não são poucas e tudo indica que agravar-se-ão no futuro. O encontro entre as águas mais frias e mais ricas em nutrientes do Oceano Atlântico com as mais quentes do Mar Mediterrâneo fazem da costa sudoeste da Península Ibérica, incluindo o Algarve, uma zona altamente produtiva e rica em espécies que servem de presas a outros animais, incluindo golfinhos e humanos.</p>
<p>As interações entre essas duas espécies de mamíferos nem sempre são as mais positivas. Mais humanos a pescar significa um risco maior de os golfinhos ficarem emaranhados nas redes de pesca, podendo sufocar se não se conseguirem libertar ou se não forem assistidos. Estudos recentes alertaram já que na costa oeste do Algarve os golfinhos estão muito expostos ao perigo de serem capturados acidentalmente.</p>
<p>Além disso, sendo uma região fortemente turística, as águas costeiras algarvias estão a tornar-se cada vez mais tumultuosas e ruidosas. É uma típica situação de “faca de dois gumes”: se, por um lado, essas águas atraem golfinhos devido à abundância de presas, por outro, atraem também muitas pessoas que os querem observar em meio selvagem. E, com elas, vêm os barcos.</p>
<p>Em 2024, um grupo de investigadores, liderado pela Associação para a Investigação do Meio Marinho (AIMM), apontava para o <a href="https://greensavers.sapo.pt/dev/turismo-intenso-ameaca-populacoes-de-golfinhos-na-costa-do-algarve/">aumento “exponencial” do turismo de observação de cetáceos em embarcações motorizadas</a> nas últimas décadas. Isso faz com que as águas ao largo da costa algarvia se tornem mais barulhentas, afetando negativamente a comunicação e o comportamento dos golfinhos que as visitam.</p>
<figure id="attachment_288597" aria-describedby="caption-attachment-288597" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-288597 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2025/12/DSC_0012.jpg" alt="" width="1000" height="666" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/12/DSC_0012.jpg 1000w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/12/DSC_0012-300x200.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/12/DSC_0012-768x511.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/12/DSC_0012-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-288597" class="wp-caption-text">O turismo de observação de cetáceos tem vindo a aumentar nas últimas décadas no Algarve e está a ter impactos nos golfinhos. Foto: Associação para a Investigação do Meio Marinho (AIMM).</figcaption></figure>
<p>Esse trabalho detalhava que, para se fazerem ouvir, os animais tinham de aumentar a frequência dos seus assobios e de reduzir a sua complexidade, exigindo deles um esforço muito maior para poderem comunicar uns com os outros. Imagine o leitor tentar falar com alguém numa discoteca com música aos berros. Tem de gastar mais energia para se tentar fazer ouvir e a sua mensagem terá de ser mais simples para ser entendida pelo recetor, e, mesmo assim, nada garante que essa comunicação será bem-sucedida.</p>
<p>Ainda que os roazes não sejam considerados uma espécie ameaçada, classificados como “Pouco Preocupante” no Livro Vermelho dos Mamíferos de Portugal Continental de 2023, populações locais podem estar mais vulneráveis do que outras a pressões que podem ameaçá-las. Por isso, saber como esses núcleos usam os espaços, e porquê, é fundamental para adaptar planos de conservação para que se possa atuar antes de as situações se tornarem demasiado complicadas.</p>
<p>Uma outra equipa de cientistas, também coordenada pela AIMM, lançou-se precisamente nessa missão.</p>
<p><strong>“Gostos” adquiridos com a idade</strong></p>
<p>Ainda que se possa pensar que os golfinhos de uma certa espécie usam as águas da mesma forma, diferentes grupos etários preferem determinadas condições. Num estudo publicado em outubro deste ano, a investigadora Margarida Vizeu Pinheiro e os seus colegas descobriram que a abundância e a distribuição dos roazes na costa algarvia são influenciadas sobretudo por dois grandes fatores: a disponibilidade de alimento e a temperatura da superfície do mar.</p>
<p>Os roazes juvenis e adultos preferem as águas mais frias (abaixo dos 18 ou 19 graus Celsius) e mais produtivas do oeste algarvio, onde podem encontrar presas em maiores quantidades. No entanto, as crias e os recém-nascidos gostam mais de águas mais quentes, como as da região mais oriental, especialmente a temperaturas que rondam os 21 ou 22 graus Celsius.</p>
<p>Os golfinhos, tal como os outros cetáceos, são animais endotérmicos, de “sangue quente”, capazes de regular a sua temperatura interna. Contudo, as crias e os recém-nascidos têm uma capacidade de termorregulação mais limitada, não sendo capazes de controlar tão bem a temperatura dos seus corpos. Por isso, para reduzirem perdas de energia e para sobreviverem, precisam de estar em águas ligeiramente mais quentes do que aquelas onde vivem os golfinhos mais velhos.</p>
<figure id="attachment_288598" aria-describedby="caption-attachment-288598" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-288598 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2025/12/DSC_0664.jpg" alt="" width="1000" height="666" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/12/DSC_0664.jpg 1000w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/12/DSC_0664-300x200.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/12/DSC_0664-768x511.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/12/DSC_0664-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-288598" class="wp-caption-text">Os cientistas descobriram que a temperatura da superfície do mar e a abundância de alimento determinam a abundância dos roazes no Algarve. O mais velhos preferem águas mais frias mas mais produtivas, enquanto os mais novos águas mais quentes. Foto: Associação para a Investigação do Meio Marinho (AIMM).</figcaption></figure>
<p>Essa é a grande descoberta do artigo divulgado recentemente na revista ‘<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S2352485525005602?via%3Dihub" target="_blank" rel="noopener">Regional Studies in Marine Science</a>’ e “ajuda a explicar as diferenças observadas na distribuição dos roazes ao longo da costa”, diz-nos Margarida Vizeu Pinheiro. O facto de a abundância dos roazes no Algarve ser moldada pela interação entre a temperatura e a produtividade das águas tinha também já sido identificado em estudos anteriores sobre golfinhos-comuns.</p>
<p>A primeira autora deste mais recente estudo explica que é importante perceber como é que diferentes grupos etários se distribuem ao longo da costa do Algarve para que medidas de proteção e conservação possam ter em conta essas especificidades e variações na forma como o espaço é usado.</p>
<p>“Medidas de gestão desenhadas a partir de uma visão ‘média’ da população podem proteger bem os adultos, mas falhar precisamente na proteção das fases mais sensíveis do ciclo de vida”, salienta, acrescentando que “as condições ambientais críticas para a sobrevivência das crias não coincidem necessariamente com aquelas que determinam a distribuição dos indivíduos mais velhos”.</p>
<p>Mesmo para espécies que não estão atualmente classificadas como ameaçadas, esses dados são fundamentais e podem ser determinantes para o futuro de populações específicas e até, eventualmente, de toda a espécie.</p>
<p>“Ignorar estas diferenças pode resultar em estratégias aparentemente adequadas, mas que deixam desprotegidos precisamente os indivíduos mais vulneráveis, com consequências diretas para a renovação e resiliência da população a longo prazo”, avisa a investigadora.</p>
<p><strong>Águas mais quentes em tempos de crise climática</strong></p>
<p>Se a temperatura da superfície do mar influencia a distribuição espacial dos vários grupos etários dos roazes, e de outras espécies de cetáceos também, o que poderá acontecer numa altura em que os mares e os oceanos estão cada vez mais quentes fruto do aquecimento do planeta?</p>
<p>Margarida Vizeu Pinheiro refere que isso poderá “reforçar a segregação espacial entre classes etárias”. Dessa forma, os juvenis e os adultos poderão afastar-se mais para oeste na costa algarvia, para longe das águas cada vez mais quentes a leste. Além de poder “aumentar a fragmentação do uso do habitat”, isso levanta um desafio adicional para as progenitoras.</p>
<p>As mães e as crias roazes ficam juntas, em média, entre três e seis anos após o nascimento, o que obriga as progenitoras a terem de permanecer em águas mais quentes e menos produtivas durante mais tempo do que outros juvenis e adultos.</p>
<p>Como tal, à medida que as águas mais frias e mais ricas em alimento se afastam para oeste, as fêmeas ver-se-ão confrontadas com escolhas difíceis: ou permanecem com as crias nas águas mais quentes e onde têm menos comida, arriscando a sua própria saúde e também o leite e a proteção que podem fornecer às crias, ou deslocam-se para zonas mais frias e com mais alimento, correndo o risco de expor as crias a temperaturas que podem comprometer o seu desenvolvimento e sobrevivência. Num mundo em crise climática, ser mãe roaz, ou de qualquer outra espécie na verdade, será incrivelmente mais difícil.</p>
<p>Além das implicações para o futuro das populações, o aquecimento marinho pode também afetar a própria estrutura dos grupos, aumentando a divisão por classes etárias.</p>
<p>Recorda Margarida Vizeu Pinheiro que outros estudos sobre outras populações costeiras de roazes mostraram que, em alturas mais quentes ou quando ocorrem ondas de calor marinhas, a abundância de golfinhos diminui, os grupos que se avistam são mais pequenos e aumenta a área que eles usam “sugerindo ajustamentos na distribuição espacial e na estrutural social dos grupos”.</p>
<p><strong>Conhecer mais para proteger melhor</strong></p>
<p>No estuário do rio Sado vive uma pequena população de roazes, considerada residente e que tem sido continuamente estudada desde a década de 1980. A articulação entre entidades públicas, universidades e organizações não-governamentais, bafejada com financiamento nacional e europeu, permitiu um estudo mais longo desse grupo de roazes e confirmar o que os entendidos chamam de “fidelidade espacial”.</p>
<p>Além disso, esse esforço de monitorização mais aturado permitiu também testemunhar todo o ciclo de vida de indivíduos específicos, calcular taxas de sobrevivência e de reprodução com maior precisão e perceber as principais ameaças, chegando-se à conclusão de que esse grupo está especialmente vulnerável. Isso deve-se, sobretudo, ao relativo isolamento face a outros grupos, à baixa diversidade genética, ao alto nível de envelhecimento e ao declínio que se tem registado nas últimas décadas.</p>
<figure id="attachment_288599" aria-describedby="caption-attachment-288599" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-288599 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2025/12/DSC_7324.jpg" alt="" width="1000" height="666" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/12/DSC_7324.jpg 1000w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/12/DSC_7324-300x200.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/12/DSC_7324-768x511.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/12/DSC_7324-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-288599" class="wp-caption-text">Desde por volta de 2010 que os investigadores da AIMM têm monitorizado continuamente os cetáceos nas águas costeiras algarvias para perceber melhor as suas vidas e dinâmicas sociais e ecológicas. Foto: Associação para a Investigação do Meio Marinho (AIMM).</figcaption></figure>
<p>“Por estas razões, esta população é considerada ameaçada a nível nacional e alvo de medidas de conservação específicas. Este caso mostra claramente que uma população local pode estar em situação crítica mesmo quando a espécie, no global, não o está”, diz-nos Margarida Vizeu Pinheiro.</p>
<p>Como se vê, sabe-se muito sobre a população do estuário do Sado, mas o mesmo ainda não se pode dizer da da costa algarvia, algo que a associação científica AIMM quer resolver. Há mais de uma década que tem monitorizado sistematicamente os cetáceos no Algarve, recolhendo dados regularmente e identificando os indivíduos através de imagens (foto-identificação) ao longo de toda a costa.</p>
<p>O objetivo é conseguir-se criar séries temporais mais longas que permitam perceber se, por exemplo, os roazes que se veem nas águas costeiras algarvias são ou não residentes, quantos é que visitam essa região e quais os grupos etários presentes.</p>
<p>“Sabemos hoje, graças ao trabalho conjunto que a AIMM tem vindo a desenvolver com organizações espanholas, através da comparação de catálogos de foto-identificação e de esforços coordenados de monitorização, que alguns dos golfinhos-roazes observados no Algarve deslocam-se também para águas espanholas, nomeadamente para o Golfo de Cádis”, refere Margarida Vizeu Pinheiro.</p>
<p>A investigadora diz que esses dados sugerem que os roazes usam toda a região do sul da Península Ibérica como se fosse uma única e contínua área de distribuição, “sem reconhecerem fronteiras políticas”, que, na maioria dos casos, são artifícios de criação humana. E acrescenta que “esta conectividade transfronteiriça evidencia a importância de abordagens de conservação integradas entre Portugal e Espanha”.</p>
<p><strong>Algarve pode ser berçário de roazes</strong></p>
<p>Embora há décadas se saiba da ocorrência de cetáceos, roazes incluídos, no Algarve, a informação disponível sobre esse grupo de mamíferos marinhos durante muito tempo era escassa e dispersa e baseava-se sobretudo em arrojamentos e em avistamentos ocasionais. Além disso, o facto de não se reconhecer uma população residente de roazes na região também não atraía particularmente o interesse de financiadores e até de investigadores, pelo menos não da mesma forma como se via no Sado ou até mesmo nas ilhas.</p>
<p>Margarida Vizeu Pinheiro, no entanto, está confiante de que isso está a mudar com o trabalho desenvolvido pela AIMM. “Este esforço tem permitido construir séries de dados cada vez mais consistentes sobre ocorrência, abundância e estrutura etária, essenciais para compreender o papel do Algarve no ciclo de vida de espécies como o roaz e o golfinho-comum”.</p>
<p>E a investigadora assegura que “o Algarve não é menos importante do ponto de vista ecológico”, somente “entrou mais tarde no radar da investigação sistemática e está agora a recuperar esse atraso”.</p>
<p>Essa importância torna-se ainda mais saliente quando se percebe que o Algarve pode ser um berçário de roazes, ou seja, uma zona de grande importância para a reprodução da espécie. Mas isso só se conseguirá confirmar com dados mais longos, ainda que se acredite, desde já, que o Algarve tem “uma função importante de reprodução e criação” para os roazes, “com registos frequentes de recém-nascidos e condições ambientais favoráveis”, explica Margarida Vizeu Pinheiro.</p>
<p>“Por isso, a nossa posição é prudente: tudo indica que o Algarve funciona como berçário para o golfinho roaz, mas a validação formal deste estatuto depende da continuidade da monitorização de longo prazo e estudos dedicados”, diz, e sublinha que, embora não seja uma espécie ameaçada, proteger os roazes enquanto “espécie-bandeira”, sendo eles “carismáticos, facilmente reconhecidos pelo público e culturalmente muito valorizados”, bem como as áreas marinhas que para eles são fundamentais, ajudará a proteger também “muitas outras espécies e processos ecológicos essenciais, tornando a conservação mais eficaz e socialmente mobilizadora”.</p>
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		<title>Algarve com candidaturas superiores a 100 ME para gestão sustentável da água</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/algarve-com-candidaturas-superiores-a-100-me-para-gestao-sustentavel-da-agua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 11:33:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[candidaturas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[Os municípios e as entidades gestoras do ciclo urbano da Água do Algarve apresentaram candidaturas superiores a 100 milhões de euros a fundos comunitários para gestão sustentável da água.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os municípios e as entidades gestoras do ciclo urbano da Água do Algarve apresentaram candidaturas superiores a 100 milhões de euros a fundos comunitários para gestão sustentável da água, anunciou ontem a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional.</p>
<p class="text-paragraph">A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) algarvia destacou o reforço do compromisso do Programa Regional Algarve2030 com a gestão sustentável da água, com a receção, até 28 de novembro, de 25 candidaturas de municípios e entidades gestoras do ciclo urbano da água e da empresa Águas do Algarve.</p>
<p class="text-paragraph">Em causa estão candidaturas que “totalizam um investimento total de mais de 100 milhões de euros, com uma taxa média de cofinanciamento de 60%”, quantificou a CCDR num comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">Além do cofinanciamento do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), o Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente também “comparticipa parte da contrapartida nacional, nos investimentos de redução de perdas e prevenção e mitigação da intrusão salina apresentados pelos municípios”, salientou a CCDR.</p>
<p class="text-paragraph">Entre as intervenções previstas nas candidaturas estão projetos para reduzir perdas nas redes urbanas de água, reabilitar infraestruturas obsoletas, prevenir e mitigar a intrusão salina, reutilizar águas residuais tratadas para fins não potáveis ou expandir e modernizar redes de saneamento, precisou a comissão regional.</p>
<p class="text-paragraph">“Com uma dotação de 66 milhões de euros de fundos europeus no domínio água no Programa Regional Algarve2030, os municípios do Algarve e a empresa Águas do Algarve afirmam esta área como prioridade estratégica, promovendo uma gestão mais eficiente e resiliente dos recursos hídricos, em especial no ciclo urbano da água, desde a captação à reutilização”, destacou a CCDR algarvia.</p>
<p class="text-paragraph">O organismo regional sublinhou o contributo destas medidas para os objetivos da estratégia de resiliência hídrica traçada pela União Europeia, até 2030.</p>
<p class="text-paragraph">“Estes investimentos estão igualmente alinhados com os compromissos de resiliência climática e transição ecológica, digitalização e transição digital, reforçando a capacidade de adaptação da região às pressões ambientais e demográficas, bem como atenuando os efeitos das alterações climáticas”, realçou.</p>
<p class="text-paragraph">O aumento da eficiência da rede de abastecimento de água e saneamento, a redução de perdas, o aproveitamento de águas residuais tratadas para usos secundários (como a rega de espaços verdes) e a monitorização inteligente dos recursos hídricos são intervenções previstas, segundo a CCDR.</p>
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		<title>Gestão inteligente da água: o novo paradigma hídrico do Algarve</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/gestao-inteligente-da-agua-o-novo-paradigma-hidrico-do-algarve/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 17:04:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[gestão inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[paradigma hídrico]]></category>
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					<description><![CDATA[Publicação da Autoridade de Gestão do Programa Regional ALGARVE 2030 e da CCDR Algarve mostra soluções digitais, modernização de infraestruturas e aplicação concreta da prioridade à eficiência hídrica e redução de perdas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Algarve pretende afirmar a liderança da gestão eficiente e inteligente da água, num percurso alavancado por investimentos estruturais e europeus da política de coesão e que podem ser conhecidos na publicação já disponível online no site do Programa Regional ALGARVE 2030, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, após mais de uma década marcada por seca severa, a região vive um novo ciclo de confiança, sustentado na inovação, na diversificação das origens de água e na modernização das redes, um conjunto de exemplos, projetos e boas práticas reunidos na publicação “Algarve: Região Líder na Gestão Inteligente da Água”, que conta também com uma versão impressa.</p>
<p>Nos últimos anos, a precipitação no Algarve desceu de forma acentuada (menos 34% desde 2012), mas 2025 assinalou algumas alterações fundamentais, como o registo nas seis albufeiras da região, no final de setembro, de 72% da sua capacidade, mais do dobro do verificado no período homólogo. Mas a prioridade tem de ser a eficiência hídrica.</p>
<p>Para o novo ciclo de aumento da resiliência hídrica da região são estruturantes as operações realizadas pelos Municípios, que estão a modernizar redes, combater perdas e reforçar reservatórios através de projetos apoiados pelo ALGARVE 2030, Fundo Ambiental e orçamentos municipais, assim como se revela fundamental o conjunto de investimentos em curso da responsabilidade das Águas do Algarve.</p>
<p>Alguns exemplos que podem ser conhecidos na publicação:</p>
<ul>
<li>Silves: Intervenções que levaram à redução muito substancial de perdas de água 60% para metade.</li>
<li>Lagos: A Ligação da ETAR da cidade à Quinta da Boavista irá permitir avançar com o uso de Água para Reutilização (ApR), a usar na rega dos campos de golfe, no abastecimento à marina e na rega de vários espaços verdes.</li>
<li>Castro Marim: A extensão da rede pública de abastecimento de água está a ser feita a aglomerados anteriormente dependentes de furos e autotanques, o que reforça o acesso equitativo e a resiliência hídrica.</li>
</ul>
<p>Também nas empresas e na inovação produtiva e de processos:</p>
<ul>
<li>Slide &amp; Splash: Operações, algumas de economia circular, para reutilização anual até 21.000 m³, compensando a expansão do parque sem aumentar a pressão sobre as reservas públicas de água.</li>
<li>Aquashow: Ações para reaproveitamento de 75% da água de lavagem e redução de 50 toneladas de CO₂/ano.</li>
</ul>
<p>O Algarve está ainda a testar tecnologias emergentes e soluções baseadas na natureza como a dessalinização solar, fitorremediação de nutrientes, o armazenamento de águas pluviais para rega e recarga de aquíferos.</p>
<p>Também o ITI – Instrumento Territorial Integrado tem assumido um papel central enquanto relevante solução para desafios associados à água e ecossistemas de paisagem e com um impacto de significativo potencial para os territórios de fronteira no Algarve e no Alentejo.</p>
<p>A reprogramação do Algarve 2030 introduziu a nova prioridade 2F – Água, com a mobilização de 20 milhões de euros adicionais para reforçar a resiliência hídrica da região, passando de 66 para 86 milhões de euros os fundos estruturais de coesão mobilizados para fazer do Algarve uma região líder na gestão inteligente da água.</p>
<p>Para a Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, o “futuro do Algarve é bem mais risonho em matéria de resiliência hídrica” face aos passos dados através de financiamentos e projetos estratégicos como a Dessalinizadora de Albufeira ou a tomada de água do Pomarão, no Guadiana.</p>
<p>“E os sucessos que termos tido no tema da água reforçam a minha convicção de que, mantendo este grau de compromisso e cooperação entre autoridades e entidades nacionais, regionais e locais, seremos capazes de ter sucesso em muitas outras frentes”, acrescenta.</p>
<p>De acordo com José Apolinário, Presidente da CCDR Algarve e da Comissão Diretiva do Algarve 2030: “A água é essencial à vida, ao desenvolvimento económico e à coesão territorial. O planeamento e a gestão da água exigem trabalho institucional em rede, ao nível nacional, regional e municipal, especial mobilização dos municípios e entidades gestoras, capacitação técnica, recursos humanos especializados, conhecimento, participação pública, monitorização do recurso e execução dos investimentos, com resultados concretos, matriz dos fundos europeus da política de coesão”.</p>
<p>António Pina, Presidente da AMAL e Vogal não executivo do Algarve2030, destaca que “com o envolvimento de todos, estamos a trabalhar rumo a um Algarve seguro, autosuficiente e sustentável em recursos hídricos, que se quer cada vez mais eficiente por via da inovação”</p>
<p>A APA, Agência Portuguesa do Ambiente, através do seu Presidente, José Pimenta Machado, e do Diretor Regional da Administração da Região Hidrográfica do Algarve, Pedro Coelho, sublinha que: “A região apresenta hoje uma evolução positiva, com uma gestão mais informada e inteligente dos recursos. Este avanço é essencial para preparar o futuro, reforçando a base científica técnica sobre a qual assenta o planeamento e a tomada de decisão”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Algarve reforça reservas de água e continua &#8220;exemplo de boa gestão&#8221;</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/algarve-reforca-reservas-de-agua-e-continua-exemplo-de-boa-gestao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 11:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[APA]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[reservas de água]]></category>
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					<description><![CDATA[A média do armazenamento de água nas seis barragens do Algarve é de 67% da sua capacidade total, uma percentagem que reflete "o exemplo de boa gestão", revelou hoje a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="txt">
<p>A média do armazenamento de água nas seis barragens do Algarve é de 67% da sua capacidade total, uma percentagem que reflete &#8220;o exemplo de boa gestão&#8221;, revelou hoje a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com os dados provisórios da APA referentes a terça-feira (11 de novembro), regista-se um aumento de cerca de 172 hm3 (hectómetros cúbicos) de água armazenada face ao período homólogo de 2024: 70 hm3 no Sotavento (correspondente a 41%) e 102 hm3 no Barlavento (correspondente a 59%)</p>
<p class="text-paragraph">“Este é um sinal muito positivo que reflete o impacto das medidas de gestão e de poupança de água implementadas na região”, disse à agência Lusa Pimenta Machado, presidente da APA.</p>
<p class="text-paragraph">O volume de água armazenado nas seis principais albufeiras que abastecem o Algarve é de 299 hm3 (hectómetros cúbicos), o que corresponde a 67% da capacidade total, segundos os números da APA.</p>
<p class="text-paragraph">No Sotavento (este), a barragem de Odeleite está agora com 70% da sua capacidade (91,48 hm3) e a de Beliche com 68% (29,91 hm3).</p>
<p class="text-paragraph">No Barlavento (oeste), a barragem de Odelouca tem 72% da sua capacidade (113,53 hm3), a do Arade 42% (11,90 hm3), a da Bravura 44% (15,44 hm3) e a do Funcho 78% (37,23 hm3).</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a APA, comparando os dados do início do ano hidrológico de 2024, 30 de setembro, e terça-feira regista-se um aumento aproximado de 168 hm3 de água armazenada: 71 hm3 no Sotavento (correspondente a 42%) e 98 hm3 no Barlavento (58%).</p>
<p class="text-paragraph">O presidente da APA sublinha que o Algarve “deve continuar este caminho de uso eficiente e responsável da água, consolidando-se como um exemplo nacional de boa gestão deste recurso essencial”.</p>
<p class="text-paragraph">Ao mesmo tempo, adianta, que “é agora o momento de executar os projetos” que irão reforçar a resiliência hídrica da região, “preparando o Algarve para enfrentar, com segurança e sustentabilidade, os desafios do futuro”.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo Pimenta Machado, “a melhoria registada nas reservas de água “é o resultado de um esforço conjunto de poupança, eficiência e planeamento”.</p>
<p class="text-paragraph">Contudo, lembra que este resultado “deve ser encarado como um incentivo a continuar o trabalho de gestão sustentável da água e de investimento em soluções que reforcem a resiliência da região”.</p>
<p class="text-paragraph">“O Algarve demonstra, assim, que é possível proteger os recursos hídricos e garantir o equilíbrio entre desenvolvimento e sustentabilidade ambiental”, concluiu.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Algarve aposta na economia azul para mudar futuro da alimentação e farmacologia</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/algarve-aposta-na-economia-azul-para-mudar-futuro-da-alimentacao-e-farmacologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 07:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[economia azul]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Algarve está a posicionar-se como referência nacional e internacional na economia azul, desenvolvendo projetos que “podem mudar o futuro” da alimentação e da farmacologia, considerou ontem a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Algarve está a posicionar-se como referência nacional e internacional na economia azul, desenvolvendo projetos que “podem mudar o futuro” da alimentação e da farmacologia, considerou ontem a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).</p>
<p class="text-paragraph">Com projetos financiados pelo programa ALGARVE 2030, a região assume-se como laboratório vivo da economia azul, onde ciência, indústria e sustentabilidade “se unem para criar soluções em várias áreas e da própria relação com o oceano”, refere uma nota da CCDR do Algarve.</p>
<p class="text-paragraph">Para José Apolinário, presidente da CCDR/Algarve, citado na nota, a importância dos investimentos “é essencial porque o conhecimento gerado”, não está apenas a resolver problemas regionais, como a posicionar a região “na vanguarda das soluções de amanhã para a farmacologia e para a alimentação mundial”.</p>
<p class="text-paragraph">“Queremos afirmar a região como território líder da economia azul, reforçando igualmente a cooperação transfronteiriça no quadro da Eurorregião Algarve – Alentejo – Andaluzia”, acrescenta o também presidente da Autoridade de Gestão do ALGARVE 2030.</p>
<p class="text-paragraph">A estratégia algarvia coloca o mar no centro do desenvolvimento económico, com soluções que vão da biotecnologia à indústria naval, passando pela aquacultura sustentável.</p>
<p class="text-paragraph">Entre os projetos, sobressai o “Inovacel”, que promete revolucionar a agricultura celular, registando uma taxa de sucesso entre 85% e 90%, “na substituição do dispendioso e eticamente sensível” soro fetal bovino (FBS) por um substituto sustentável à base de microalgas, essencial para a produção de carne e peixe em laboratório.</p>
<p class="text-paragraph">Outro exemplo é o “Softcrab”, que transforma o caranguejo azul — espécie invasora na Ria Formosa — numa iguaria gastronómica de casca mole, convertendo um problema ambiental num produto com valor comercial.</p>
<p class="text-paragraph">Há ainda investimentos na aquacultura sustentável e apoio a empresas como a Sea4US, que desenvolve fármacos inovadores, entre os quais para a dor crónica, com base em organismos marinhos.</p>
<p class="text-paragraph">Na indústria naval, empresas como a Nautiber e a Sopromar apostam em soluções tecnológicas avançadas para a manutenção e construção, reforçando as cadeias de valor ligadas ao mar.</p>
<p class="text-paragraph">O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e o laboratório colaborativo S2AQUAcoLAB consolidam o papel do Algarve na investigação e transferência de tecnologia para aquacultura e biotecnologia.</p>
<p class="text-paragraph">Já o Observatório Marinho do Algarve (OMA) aproxima ciência e empresas, promovendo práticas sustentáveis no turismo e na restauração, alinhadas com os critérios ESG (Ambiental, Social e de Governança).</p>
<p class="text-paragraph">A Universidade do Algarve assume também um papel central no desenvolvimento da economia azul, “com um posicionamento inseparável da afirmação” do conceito que traduz a valorização sustentável do oceano como motor de crescimento económico, inovação produtiva e criação de emprego qualificado, refere o reitor da academia também citado na mesma nota.</p>
<p class="text-paragraph">Numa publicação hoje lançada pela CCDR/Algarve, intitulada “Algarve Economia Azul: Inovação e Fundos Europeus na Região”, são apresentados os projetos empresariais desenvolvidos na região e financiados por fundos europeus.</p>
<p class="text-paragraph">Na mesma publicação, a dimensão transfronteiriça da economia azul algarvia é destacada pelo Conselheiro de Agricultura, Pesca, Água e Desenvolvimento da Junta de Andaluzia (Espanha), parceiro na Eurorregião, considerando que a mesma poderá “remar em conjunto com impulso de outras regiões espanholas ou com o desenvolvido pelo Algarve, com o qual são partilhados objetivos, laços económicos e de amizade”.</p>
<p class="text-paragraph">Para a CCDR/Algarve, esta visão estratégica do Algarve, “não só reforça a identidade marítima, como se afirma como bússola do crescimento azul sustentável”, liderando soluções que unem ciência, indústria e cooperação internacional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Centro de Investigação Marinha do Algarve integra projeto de monitorização costeira</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/centro-de-investigacao-marinha-do-algarve-integra-projeto-de-monitorizacao-costeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 06:32:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Investigação Marinha]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Algarve integra o “CONNECT+”, um projeto de monitorização costeira em Portugal para a proteção ambiental e desenvolvimento sustentável da economia azul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">O Centro de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Algarve integra o “CONNECT+”, um projeto de monitorização costeira em Portugal para a proteção ambiental e desenvolvimento sustentável da economia azul, anunciou o centro.</p>
<p class="text-paragraph">Desenvolvido por um consórcio nacional multidisciplinar, liderado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil, o projeto disponibiliza dados atualizados para apoiar as entidades na tomada de decisões sobre proteção ambiental e planeamento costeiro, indicou a academia algarvia em comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">O “CONNECT+” está acessível através do portal https://connect-portal.lnec.pt/, disponibilizando previsões e observações em tempo real, e informação sobre a circulação e qualidade das águas costeiras.</p>
<p class="text-paragraph">O projeto “contribui para uma gestão sustentável e integrada dos ecossistemas costeiros portugueses”, conclui a academia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
