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	<title>guimarães &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
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	<title>guimarães &#8211; Green Savers</title>
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		<title>Guimarães Capital Verde Europeia acolhe Fórum Anual da Energy Cities</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/guimaraes-capital-verde-europeia-acolhe-forum-anual-da-energy-cities/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 08:03:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Verde Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento contará com um espetáculo de videomapping aberto a toda a população, no dia 29 de abril, às 22h00, no Largo da Oliveira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guimarães 26 – Capital Verde Europeia vai acolher, de 28 a 30 de abril, o Fórum Anual da Energy Cities. Sob o mote “Cultivar as raízes”, o evento irá debater resiliência, inovação, adaptação às alterações climáticas e soluções locais e, ainda, habitação, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, a iniciativa conta com um programa inovador com sessões inspiradoras e cinco momentos paralelos centrados em cinco temas principais: governança, arrefecimento, comunidades de energia, sistemas alimentares e economias justas.</p>
<p>Ainda no âmbito do fórum e da Guimarães 26 – Capital Verde Europeia, terá lugar um espetáculo de <em>videomapping</em> aberto a toda a população, no dia 29 de abril, às 22h00, no Largo da Oliveira.</p>
<p>Ao longo dos três dias, os mais de 300 participantes, representantes de municípios e organizações de toda a Europa, irão descobrir novas iniciativas e partilhar experiências e melhores práticas para continuar a avançar na transição para a neutralidade climática.</p>
<p>A conferência será uma nova edição da série “Cidades em Evolução”, que visa destacar como as cidades se assemelham a uma árvore em constante evolução: adaptam-se a cada estação, enfrentam desafios para aproveitar plenamente o sol, o vento e a água, mas acabam por dar novos frutos ano após ano.</p>
<p>Serão também debatidas estratégias concretas que ajudarão as cidades a crescer de forma sustentável e resiliente, enquanto se aproximam da meta da neutralidade climática. Isto passa por garantir financiamento adequado, reforçar as capacidades locais, dar aos cidadãos espaço para expressarem as suas necessidades e participarem ativamente no desenvolvimento das cidades, criar estruturas de apoio a projetos sustentáveis e estabelecer uma governança multinível de ação local.</p>
<p>Refira-se que este tema assume particular relevância numa altura em que o próximo orçamento da UE prevê menos recursos para o desenvolvimento das cidades.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Guimarães é finalista da Semana Europeia da Prevenção de Resíduos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/guimaraes-e-finalista-da-semana-europeia-da-prevencao-de-residuos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 14:50:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Europeia da Prevenção de Resíduos]]></category>
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					<description><![CDATA[Município destaca-se entre mais de 13 mil ações em toda a Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Guimarães é uma das três finalistas europeias na categoria de Administração Pública da Semana Europeia da Prevenção de Resíduos (EWWR) 2025, com a dinamização da iniciativa no concelho, que decorreu entre 22 e 30 de novembro de 2025, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, este reconhecimento distingue o trabalho desenvolvido em parceria com diversas entidades locais, nomeadamente o Laboratório da Paisagem, a Vitrus Ambiente e a Resinorte, refletindo um compromisso contínuo com a promoção da prevenção e da boa gestão de resíduos.</p>
<p>A iniciativa de Guimarães integra a <em>shortlist</em> final composta por 15 projetos europeus, selecionados entre 51 nomeações propostas pelos coordenadores nacionais e regionais da campanha. Estas, por sua vez, resultaram de um universo superior a 13.100 ações realizadas durante a 17.ª edição da EWWR, em novembro de 2025.</p>
<p>A nota refere que Guimarães disputará o prémio na categoria de Administração Pública juntamente com as iniciativas: “I Don’t Hide Myself, I’m Transparent”, do Consórcio de Resíduos de Navarra; e a “5.ª Edição da Campanha Mucho Más de lo que Ves – Re-Viste tu Mente. Reconecta, Reduce, Reutiliza”, do Governo Provincial de Álava.</p>
<p>Para o vereador do Ambiente, Alberto Martins: “Estar entre os finalistas, num universo tão alargado de iniciativas, reforça o reconhecimento do trabalho que Guimarães tem vindo a desenvolver na área da gestão de resíduos. Este é um domínio central das políticas públicas municipais e os resultados alcançados refletem a importância de uma atuação em rede, assente numa forte articulação entre o município, as entidades locais e a comunidade, fundamentais para promover a redução, reutilização e valorização dos resíduos”.</p>
<p>Os vencedores dos Prémios EWWR 2025 serão anunciados no próximo dia 4 de junho, em Bruxelas, durante a cerimónia oficial integrada na EU Green Week, que reunirá especialistas, instituições e cidadãos em torno das melhores práticas europeias na área da sustentabilidade e economia circular.</p>
<p>A presença de Guimarães entre os finalistas europeus &#8220;reforça o posicionamento do concelho como referência na área ambiental, e enquanto Capital Verde Europeia 2026, evidenciando o impacto de estratégias locais consistentes e colaborativas na construção de um futuro mais sustentável&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Raio de Luz” vence a 5ª edição do concurso “Guimarães: Expedição Fotográfica”</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/raio-de-luz-vence-a-5a-edicao-do-concurso-guimaraes-expedicao-fotografica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 06:02:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi com esta imagem, um momento fugaz e de grande tranquilidade congelado no tempo, que Paulo Castro venceu o primeiro prémio da 5ª edição do concurso “Guimarães: Expedição Fotográfica” &#124; Prémio Fotografia Martins Sarmento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num bosque na localidade de Guardizela, em Guimarães, os raios de luz fria de um sol longínquo irrompem por entre as árvores, iluminando um solo coberto de folhas secas e de fetos acastanhados.</p>
<p>Foi com esta imagem, intitulada “Raio de Luz”, um momento fugaz e de grande tranquilidade congelado no tempo, que Paulo Castro venceu o primeiro prémio da 5ª edição do concurso “Guimarães: Expedição Fotográfica” | Prémio Fotografia Martins Sarmento.</p>
<p>O segundo lugar foi para Anabela da Silva Ramos, com “Equilibradores Ecológicos”, com uma foto que retrata o ciclo da vida na floresta. Nela, vemos um tronco escuro e húmido coberto de musgo e de corpos frutificantes de fungos alaranjados do género <em>Favolaschia</em>, que, por sua vez, estão a servir de suporte a uma teia de aranha.</p>
<figure id="attachment_295084" aria-describedby="caption-attachment-295084" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-295084 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-2-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1706" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-2-scaled.jpg 2560w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-2-300x200.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-2-1024x683.jpg 1024w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-2-768x512.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-2-1536x1024.jpg 1536w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-2-2048x1365.jpg 2048w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-2-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-295084" class="wp-caption-text">2º PRÉMIO &#8211; “Equilibradores Ecológicos” (Creixomil) de Anabela da Silva Ramos.</figcaption></figure>
<p>A foto foi captada na localidade vimaranense de Creixomil.</p>
<p>Em terceiro lugar ficou Filipe Salgado, com a imagem “Pastoreio de Betão”, que nos mostra uma manada de vacas, na localidade de Silvares, em Guimarães, que pastam e descansam sob o tabuleiro de um viaduto, por entre grossas colunas de betão.</p>
<figure id="attachment_295085" aria-describedby="caption-attachment-295085" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-295085 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-3-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1706" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-3-scaled.jpg 2560w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-3-300x200.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-3-1024x683.jpg 1024w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-3-768x512.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-3-1536x1024.jpg 1536w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-3-2048x1365.jpg 2048w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-3-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-295085" class="wp-caption-text">3º PRÉMIO &#8211; “Pastoreio de Betão” (Rua de Mouril, Silvares) de Filipe Salgado.</figcaption></figure>
<p>Além destas três que conquistaram o pódio, a fotografia “Água, Passado e Legado”, de Ana Rodrigues, recebeu a Menção Honrosa, mostrando-nos um curso de água que corre por entre o que parecem ser os escombros de alguma construção humana há muito abandonada.</p>
<figure id="attachment_295086" aria-describedby="caption-attachment-295086" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-295086 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-4-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1706" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-4-scaled.jpg 2560w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-4-300x200.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-4-1024x683.jpg 1024w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-4-768x512.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-4-1536x1024.jpg 1536w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-4-2048x1365.jpg 2048w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/foto-4-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-295086" class="wp-caption-text">MENÇÃO HONROSA &#8211; “Água, Passado e Legado” de Ana Rodrigues.</figcaption></figure>
<p>As três fotos vencedoras estarão expostas de 18 de abril a 10 de maio na Galeria de Exposições da Sociedade Martins Sarmento, em Guimarães.</p>
<p>A 5ª edição do concurso de fotografia &#8220;Guimarães – Expedição fotográfica&#8221; é uma iniciativa da Sociedade Martins Sarmento em colaboração com o Cineclube de Guimarães – Secção de Fotografia e o Laboratório da Paisagem, contando com os apoios do Centro Português de Fotografia, Fotografia Portugal, Raiz Carisma e Dreambooks.</p>
<p>Este ano, participaram 32 candidatos com um total de 92 fotografias a concurso.</p>
<p>Os trabalhos foram avaliados por um júri constituído por Manuel Fernandes, diretor da Sociedade Martins Sarmento (SMS), Miguel Oliveira, fotógrafo e membro do Cineclube de Guimarães, Carlos Ribeiro, Diretor do Laboratório da Paisagem, e Patrícia Aguiar, técnica superior da SMS.</p>
<p>O Prémio de Fotografia Martins Sarmento foi lançado em 2016 com o objetivo sobretudo de constituir um processo de recolha e atualização de espólio fotográfico, estimulando os fotógrafos a procurarem objetos e visões que a si próprios se identifiquem e que eles próprios identifiquem em Guimarães &#8211; todo o concelho.</p>
<p>Nesta 5ª edição, a Sociedade Martins Sarmento associou-se ao desígnio da Capital Verde Europeia 2026, título atribuído a Guimarães pela Comissão Europeia, tendo o concurso fotográfico sido dedicado ao tema – ambiente – onde foi pedido aos participantes que procurassem perspetivas críticas sobre a natureza que nos rodeia.</p>
<p>Em comunicado, a entidade organizadora do concurso explica que eram bem-vindos registos fotográficos motivados pela transformação acelerada da paisagem, denunciando incoerências no usufruto do território, que urge resolver, sem menosprezar o registo dos modos pelos quais a natureza se insinua entre nós, adaptando-se às situações mais inesperadas, numa poética de coexistência.</p>
<p>A cerimónia de entrega dos Prémios e diplomas de participação acontecerá no próximo dia 18 de abril, pelas 16h00, seguida da inauguração da exposição das fotografias dos trabalhos vencedores e de todos os participantes do concurso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Festa da Primavera sobe à Penha em Guimarães para celebrar a natureza</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/festa-da-primavera-sobe-a-penha-em-guimaraes-para-celebrar-a-natureza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 07:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
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		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
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					<description><![CDATA[A iniciativa integra a programação da Guimarães 26 – Capital Verde Europeia e conta com música e atividades para toda a família.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos próximos dias 11 e 12 de abril, a <a href="https://labpaisagem.pt/noticia/programa-da-festa-da-primavera-2026/" target="_blank" rel="noopener">Festa da Primavera</a> regressa à Montanha da Penha, em Guimarães, para mais uma edição dedicada à celebração da natureza, da biodiversidade e da participação da comunidade.</p>
<p>A iniciativa, organizada conjuntamente pelo município de Guimarães e pelo Laboratório da Paisagem, com o apoio da Irmandade da Penha, e que este ano integra a programação da Guimarães 26 – Capital Verde Europeia, estende-se por um fim-de-semana com uma programação que convida a população a viver a montanha através de percursos interpretativos, oficinas, workshops, atividades de educação ambiental e propostas para todas as idades, promovendo o contacto direto com o território e a apreciação dos seus valores naturais.</p>
<p>A Festa da Primavera inclui diversas experiências ao ar livre, pensadas para famílias, escolas e visitantes, “reforçando o papel da Penha como espaço privilegiado de encontro entre natureza, cultura e comunidade, num ano particularmente simbólico para Guimarães enquanto Capital Verde Europeia”, dizem os promotores do evento em nota.</p>
<p>Da programação constam também vários momentos musicais, como o concerto dos Descendentes, banda que ganhou projeção nacional com o tema “Carta da Despedida” e que sobe ao palco da Penha no sábado à tarde (11 de abril, às 16h30) numa celebração da nova música portuguesa.</p>
<p>No domingo, dia 12, a música continua, com os concertos de Os Primavera e de Vítor Lusquiños, esse último com a participação especial de Maria João, encerrando o fim-de-semana com uma proposta artística marcada pela diversidade e pela proximidade ao território.</p>
<p>Durante os dois dias, o evento contará ainda com uma zona de alimentação reforçada, assegurada pelos espaços de restauração da Penha.</p>
<p>“A Festa da Primavera reafirma-se como um momento de encontro entre comunidade, natureza e cultura, promovendo estilos de vida mais sustentáveis e o conhecimento do património natural local”, destacam os organizadores.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Guimarães: Laboratório da Paisagem quer conhecer hábitos ambientais dos vimaranenses</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/guimaraes-laboratorio-da-paisagem-quer-conhecer-habitos-ambientais-dos-vimaranenses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:02:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A iniciativa, que se repete a cada cinco anos, decorre no âmbito de Guimarães 26 – Capital Verde Europeia e enquadra-se na estratégia local de sustentabilidade e pretende reforçar o conhecimento sobre os comportamentos, perceções e níveis de consciência ambiental da população do concelho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Laboratório da Paisagem e a Unidade Operacional de Governança Eletrónica da Universidade das Nações Unidas (UNU-EGOV) vão promover, em 2026, um novo inquérito sobre as perceções e hábitos ambientais dos vimaranenses.</p>
<p>A iniciativa, que se repete a cada cinco anos, decorre no âmbito de Guimarães 26 – Capital Verde Europeia e enquadra-se na estratégia local de sustentabilidade e pretende reforçar o conhecimento sobre os comportamentos, perceções e níveis de consciência ambiental da população do concelho.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada, o estudo decorrerá em formato presencial e <a href="https://forms.gle/zL5D223qMxohLDcE7" target="_blank" rel="noopener">online</a>, contando com o apoio das Juntas de Freguesia na sua divulgação e proximidade à comunidade.</p>
<p>O questionário integra temas como resíduos, água e energia, transportes e mobilidade, espaços verdes e de lazer, recursos hídricos e informação ambiental, permitindo recolher uma visão alargada sobre os hábitos quotidianos da população e a forma como esta se relaciona com os principais desafios da sustentabilidade.</p>
<p>Para além de pretender atualizar dados recolhidos em edições anteriores, o inquérito permitirá também comparar os resultados com os obtidos em anteriores momentos de análise, em 2015 e 2021, contribuindo para perceber a evolução dos comportamentos ambientais dos vimaranenses ao longo da última década.</p>
<p>Essa comparação de dados será especialmente relevante num ano simbólico para o território, marcado pela afirmação de Guimarães como referência europeia em matéria de sustentabilidade, participação e ação climática.</p>
<p>Os investigadores do Laboratório da Paisagem dizem que a participação da comunidade será “fundamental para o sucesso deste estudo, contribuindo para uma leitura mais rigorosa da realidade local e para a definição de políticas públicas mais ajustadas às necessidades do território”.</p>
<p>“Ao responder ao inquérito, cada cidadão estará também a participar ativamente na construção de um concelho mais sustentável, consciente e preparado para os desafios do futuro”, salienta a entidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Guimarães preside Grupo de Sustentabilidade do Eixo Atlântico</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/guimaraes-preside-grupo-de-sustentabilidade-do-eixo-atlantico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Sustentabilidade do Eixo Atlântico]]></category>
		<category><![CDATA[guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, esta escolha representa “um sinal de confiança e de reconhecimento pelo trabalho do município na área da sustentabilidade”, reforçando o papel de Guimarães nas decisões estratégicas para um melhor futuro urbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guimarães vai assumir, durante os próximos quatro anos, a presidência do Grupo Temático de Sustentabilidade Urbana do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular. A eleição, por unanimidade, decorreu no Centro Cultural Vila Flor, no âmbito da reunião do grupo e da apresentação pública do relatório “Planeamento do Espaço Público Urbano para a Melhoria da Saúde Humana e Ambiental”, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, para o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, esta escolha representa “um sinal de confiança e de reconhecimento pelo trabalho do município na área da sustentabilidade”, reforçando o papel de Guimarães nas decisões estratégicas para um melhor futuro urbano.</p>
<p>“É com orgulho e sentido de responsabilidade que assumimos a presidência deste grupo, um dos mais relevantes fóruns de cooperação entre municípios de Portugal e Espanha. São 41 municípios envolvidos e a eleição por unanimidade reforça a credibilidade do percurso que estamos, juntos, a construir”, afirma Ricardo Araújo.</p>
<p>A liderança do grupo ficará a cargo do vereador do Ambiente e Sustentabilidade da Câmara Municipal de Guimarães, Alberto Martins, que salientou o significado e a responsabilidade associados a esta escolha: “Não podemos dissociar a nossa ação política do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido. Em ano de Capital Verde Europeia, assumir este grupo temático é motivo de orgulho, mas também de grande responsabilidade. Estou certo de que estaremos à altura do novo desafio que Guimarães agora abraça”.</p>
<p>O anúncio da presidência de Guimarães do Grupo Temático de Sustentabilidade Urbana do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular foi feito na presença do Secretário-Geral do Eixo Atlântico, Xoán Vázquez Mao, e de Francesc Cárdenas, diretor técnico de Ciência e Ecologia Urbana do Eixo Atlântico e autor do relatório apresentado.</p>
<p>Para Xoán Mao, a escolha de Guimarães representa “um reconhecimento do trabalho feito pelo município”, sublinhando que o Grupo Temático de Sustentabilidade Urbana é “um dos mais dinâmicos do Eixo Atlântico”. Estes grupos executam, no plano operacional, as orientações da Assembleia Geral da entidade e propõem novas iniciativas estratégicas.</p>
<p><strong>Saúde como critério central no planeamento urbano</strong></p>
<p>A reunião ficou igualmente marcada pela apresentação do relatório “Planeamento do Espaço Público Urbano para a Melhoria da Saúde Humana e Ambiental”, que defende uma mudança de paradigma no desenho das cidades. A saúde humana deve deixar de ser uma consequência avaliada <em>a posteriori</em>, para passar a constituir um critério estruturante das políticas urbanísticas.</p>
<p>O documento, promovido pelo Eixo Atlântico, alerta para o impacto crescente das alterações climáticas, nomeadamente das ondas de calor. Entre as recomendações destacam-se a criação de mais espaços verdes e refúgios climáticos, a reorganização da mobilidade urbana para reduzir emissões, a adaptação às novas diretivas europeias sobre qualidade do ar e a integração do conceito “One Health” (Uma Só Saúde), que reconhece a interdependência entre saúde humana, ecossistemas e qualidade ambiental.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Guimarães Capital Verde Europeia e Grupo Versa formalizam parceria</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/guimaraes-capital-verde-europeia-e-grupo-versa-formalizam-parceria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 17:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Verde Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA["Esta colaboração reforça a ambição de Guimarães em consolidar um percurso de liderança europeia na sustentabilidade urbana".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Guimarães 26 – Capital Verde Europeia formalizou uma parceria estratégica com o Grupo Versa, que passa a assumir o papel de <em>main sponsor</em>. O acordo foi oficializado numa cerimónia realizada no Laboratório da Paisagem, com a presença do presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, do presidente do Grupo Versa, Daniel Carvalho, e da restante direção da Guimarães 26, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, esta colaboração &#8220;reforça a ambição de Guimarães em consolidar um percurso de liderança europeia na sustentabilidade urbana, promovendo soluções que acelerem a transição ambiental, a inovação territorial e um desenvolvimento económico responsável, com impacto real na qualidade de vida dos vimaranenses&#8221;.</p>
<p><strong>Um compromisso do território, com responsabilidade partilhada</strong></p>
<p>Durante a sessão, o presidente do município, Ricardo Araújo, sublinhou a relevância de contar com um <em>main sponsor</em> vimaranense, destacando que “este é um sinal claro de que o projeto é do território – das pessoas, das instituições e das empresas –, que se constrói com envolvimento e corresponsabilização”.</p>
<p>“Quando digo que queremos que esta seja a melhor Capital Verde Europeia de sempre, digo-o com ambição, com responsabilidade, com determinação e com confiança. Confiança nas pessoas, nas instituições, nas empresas e na capacidade de Guimarães ser uma cidade que acrescenta valor, mobiliza comunidades e assume a qualidade de vida dos seus cidadãos como indicador de sucesso”, acrescentou.</p>
<p>A parceria com o Grupo Versa, com atividade em áreas como saúde e bem-estar, indústria e novas tecnologias, imobiliário e requalificação, representa também um contributo relevante para mobilizar capacidades locais e potenciar projetos que deixem marca para lá de 2026.</p>
<p><strong>Sustentabilidade </strong></p>
<p>A Guimarães 26 tem como prioridade assegurar que o título de Capital Verde Europeia 2026 se traduz em resultados mensuráveis e duradouros, fortalecendo a comunidade, o tecido empresarial e o posicionamento europeu de Guimarães.</p>
<p>O presidente do Grupo Versa, Daniel Carvalho, enquadrou esta participação como “uma escolha alinhada com novos modelos de desenvolvimento e com a ideia de que a sustentabilidade é, hoje, um fator decisivo de resiliência, inovação e competitividade, reforçando o compromisso de construir soluções com impacto real”.</p>
<p>A Guimarães 26 continua a trabalhar para que 2026 seja mais do que um marco simbólico e possa significar um ponto de viragem no caminho de transformação sustentável do concelho – com projetos, participação e parcerias que contribuam para um legado de longo prazo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Guimarães plantou o futuro em mais de 2.000 árvores na Pedra Fina</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/guimaraes-plantou-o-futuro-em-mais-de-2-000-arvores-na-pedra-fina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 09:33:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[plantou]]></category>
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					<description><![CDATA[Município reforçou compromisso com a ação climática no ano em que enverga o título de Capital Verde Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guimarães voltou a pôr as mãos na terra e a plantar o futuro. Pelo terceiro ano consecutivo, a Win Win Textiles, em conjunto com o município de Guimarães e o Laboratório da Paisagem, promoveu um grande evento de plantação de árvores, integrado na agenda da Guimarães 26 – Capital Verde Europeia, no âmbito do projeto Guimarães Mais Floresta, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, a iniciativa, que decorreu no passado sábado, reuniu representantes de mais de 25 empresas parceiras, alunos do Agrupamento de Escolas do Vale de São Torcato, a Junta de Freguesia de São Torcato e contou, ainda, com a participação de jogadores de andebol e do futebol de formação do Vitória Sport Clube.</p>
<p>No total, foram doadas e mobilizadas para plantação 2.122 árvores. Uma parte foi já plantada na zona da Pedra Fina, na freguesia de São Torcato, sendo as restantes encaminhadas para outros locais do concelho que necessitam de reflorestação e reforço de coberto arbóreo, contribuindo para a recuperação ecológica e para o aumento da cobertura arbórea em Guimarães.</p>
<p>O vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Guimarães, Alberto Martins, sublinhou o impacto concreto da ação no terreno e a relevância da iniciativa no contexto de Guimarães 26 – Capital Verde Europeia: “São iniciativas fundamentais. Em ano de Capital Verde, a importância que Guimarães dá à sustentabilidade e à sensibilização aproxima-nos das pessoas e consubstancia, no terreno, realizações práticas. É uma reflorestação de uma zona afetada pelos incêndios, que é simultaneamente o local onde era extraído o granito para a construção da Basílica de São Torcato”.</p>
<p>Também Lars Skou Gøtterup, responsável da Win Win Textiles, destacou a necessidade de ações mais frequentes e participadas: “Precisamos de acelerar a transição verde e mais eventos como este mostram que é com as mãos na terra que se alteram as coisas. E o tecido empresarial também tem esta responsabilidade social”.</p>
<p>&#8220;Este foi mais um momento de mobilização comunitária que reforçou a ligação entre educação, setor empresarial e ação climática, demonstrando como a sustentabilidade se constrói com participação e compromisso coletivo. Com cada árvore plantada, Guimarães dá mais um passo rumo a um concelho mais resiliente, saudável e sustentável&#8221;, conclui a nota.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Guimarães, Capital Verde Europeia de 2026, quer ser “um farol de sustentabilidade” e “inspirar outras cidades a iniciar a sua transição”</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/guimaraes-capital-verde-europeia-de-2026-quer-ser-um-farol-de-sustentabilidade-e-inspirar-outras-cidades-a-iniciar-a-sua-transicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 14:02:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O município de Guimarães é a Capital Verde Europeia para o ano de 2026. Em entrevista à Green Savers, o Presidente da Câmara explica o que a distinção significa para o município, o trabalho que a autarquia tem desenvolvido rumo à sustentabilidade e o que outros municípios podem fazer para serem as próximas Capitais Verdes Europeias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Guimarães é a Capital Verde Europeia para o ano de 2026. A cerimónia da inauguração oficial desta nova etapa da história de uma cidade que é também ela histórica aconteceu no passado dia 9 de janeiro.</p>
<p>O galardão de Capital Verde Europeia é atribuído todos os anos pela Comissão Europeia e distingue a cidade com mais de 100 mil habitantes cujos esforços e ações em direção a um futuro mais verde e sustentável são um exemplo para as demais.</p>
<p>As cidades vencedoras destacam-se por incluírem os seus cidadãos na transição sustentável, por melhorarem o ambiente urbano, por combaterem a poluição, por mitigarem as suas contribuições para as alterações climáticas e por se prepararem para os seus impactos com um foco na resiliência.</p>
<p>“Uma cidade mais verde é um lugar que atrai investidores, turistas e fornece uma melhora qualidade de vida aos seus cidadãos” é como a Comissão Europeia descreve uma Capital Verde Europeia. A primeira foi Estocolmo, na Suécia, em 2010 e agora Guimarães arrecada o prémio, depois de em 2020 ter sido a cidade de Lisboa.</p>
<p>A segunda cidade portuguesa a ser declarada Capital Verde Europeia, Guimarães quer ser “um farol de sustentabilidade” e “inspirar outras cidades a iniciar a sua transição sustentável”, diz o Presidente da Câmara Municipal, Ricardo Araújo.</p>
<p>Em entrevista à Green Savers, o autarca explica o que a distinção significa para o município, o trabalho que a autarquia tem desenvolvido rumo à sustentabilidade e o que outros municípios podem fazer para serem as próximas Capitais Verdes Europeias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O ano de 2026 começa com uma nova capital verde europeia, o município de Guimarães, que diz querer, ao longo do ano, reforçar o papel de Guimarães como uma referência europeia no que toca a boas práticas ambientais e à liderança na transição climática. É uma ambição de grande monta. Como planeiam tornar-se nesse farol de sustentabilidade para as outras cidades europeias?</strong></p>
<p>Em primeiro lugar, enquanto Capital Verde Europeia, queremos inspirar outras cidades a iniciar a sua transição sustentável, independentemente da dimensão ou background. Aliás, esta distinção é a prova de que a liderança climática não depende da escala – Guimarães é uma cidade de dimensão média –, mas sim da visão e da determinação e demonstra que é possível conciliar uma identidade histórica profunda com a inovação urbana e a sustentabilidade.</p>
<p>Na prática, planeamos também ser um farol de sustentabilidade ao agir como um “laboratório vivo”, onde as decisões são baseadas em evidências científicas – apoiadas pelo Laboratório da Paisagem – e onde a transição ecológica é vivida no quotidiano.</p>
<p>Nesse sentido, os eventos que iremos receber e promover ao longo do ano servirão para fomentar a partilha de projetos e boas práticas e dar a conhecer o que de melhor se faz no nosso concelho ao nível da sustentabilidade.</p>
<p>Queremos também marcar a diferença e servir de exemplo ao envolver os cidadãos no processo de tomada de decisões, para que se tornem verdadeiros aliados na criação de soluções sustentáveis com impacto real no seu meio envolvente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Do programa que têm para este ano, que iniciativas é que destacaria como aquelas que, sem desfazer as restantes, ajudarão Guimarães a firmar essa posição como Capital Verde?</strong></p>
<p>O programa da Guimarães 26 – Capital Verde Europeia é vasto, com mais de 150 eventos ao longo do ano, incluindo conferências internacionais de referência, fóruns técnicos, festivais e atividades culturais, iniciativas de educação ambiental e momentos de mobilização comunitária.</p>
<p>Após a maior cerimónia de abertura de uma Capital Verde Europeia de sempre, no passado dia 9 de janeiro, dentro deste programa, destacaria a conferência anual da rede Energy Cities, a Green Week Guimarães, a maior iniciativa pública de sensibilização ambiental do município, o European Urban Resilience Forum (EURESFO), a prestigiada conferência anual da Eurocities, o Encontro Nacional de Limpeza Urbana e o Congresso da Água.</p>
<p>Importa também referir as mais de 200 iniciativas propostas pela comunidade, que nos enchem de orgulho e provam que este é um desígnio partilhado por todos os Vimaranenses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Guimarães destacou-se recentemente com os selos ODSlocal de Desempenho Municipal e de Dinâmica Municipal. Considera que isso é reflexo do caminho que o município tem vindo a trilhar na sustentabilidade e na proteção do ambiente e que, no final de contas, acabou por se refletir na nomeação para Capital Verde Europeia?</strong></p>
<p>Desejamos afirmar um trabalho consistente, com metas claras e, sobretudo, o envolvimento de muitas pessoas, empresas e entidades locais, nacionais e europeias.</p>
<p>A distinção de Capital Verde Europeia não surge por acaso e não é, acima de tudo, o nosso ponto de chegada, dado que, como tenho sempre afirmado, ainda há muito trabalho pela frente para que este título signifique, sobretudo, melhor qualidade de vida para todos os Vimaranenses. Ainda assim, valida e reforça o sucesso e o empenho do nosso percurso na transição climática, social e económica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O desenvolvimento sustentável, e todos os esforços que essa transformação exige, continua ainda a ser um desafio para muitos municípios. Que recomendações daria para se conseguir ultrapassar obstáculos? Isto sabendo que nem todos os municípios têm os mesmos recursos.</strong></p>
<p>O primeiro passo é assumir a sustentabilidade como uma prioridade estratégica e transversal a nível municipal e não como um tema acessório.</p>
<p>Depois, é essencial que as cidades se foquem no contexto e realidade de cada território e não apenas na dimensão. Guimarães é uma cidade de média dimensão, mas estamos a conseguir provar que este caminho é possível ao apostar em parcerias estratégicas, ao partilhar conhecimento e aproveitar redes de cooperação entre municípios.</p>
<p>Para conseguir a transformação é também crucial, como tenho sublinhado sempre, envolver os cidadãos no processo, para que haja sentido de pertença e esta mentalidade sustentável seja enraizada nos mais jovens e futuros líderes. É por isso que é vital investir em estratégias participativas e de cocriação para garantir que os cidadãos se tornam em verdadeiros aliados nesta caminhada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Olhando para o exemplo de Guimarães, como é que se pode integrar da melhor forma as questões da sustentabilidade e do combate às crises planetárias na agenda e funcionamento dos municípios?</strong></p>
<p>A sustentabilidade deve ser vista como uma estratégia integrada nas políticas municipais e não como um tema isolado. No caso de Guimarães, influencia e molda decisões na mobilidade, no urbanismo, na energia, na água, na economia local ou na ação social. É fundamental que estas questões façam parte do dia a dia da gestão municipal e não apenas de planos ou documentos estratégicos.</p>
<p>Na prática, utilizamos também o Contrato Climático para alinhar os objetivos municipais com os das empresas, entidades e cidadãos, para que os projetos e medidas se traduzam numa melhoria direta da qualidade de vida, justiça social e eficiência na gestão de recursos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Considera que há autarquias que, por falta de conhecimento, de recursos ou de apoio da população, acabam por não ser mais ambiciosas nas questões ambientais?</strong></p>
<p>Considero que algumas vezes possa existir a perceção de que apenas as grandes cidades podem fazer a diferença, mas é importante sublinhar que o conhecimento está hoje muito mais acessível e que existem muitos exemplos inspiradores em Portugal e na Europa, desde logo como o de Guimarães.</p>
<p>Com formação, compreensão do contexto específico de cada território, visão, determinação, cooperação e envolvimento da comunidade, é possível aumentar a ambição ambiental e torná-la em ação concreta, mesmo em contextos mais desafiantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Presumo que a distinção como Capital Verde Europeia não seja uma vitória exclusiva da autarquia, mas também fruto das sinergias com as populações, com as empresas e negócios locais, com organizações não-governamentais e com a comunidade académica e científica. Como é que se consegue colocar toda essa gente à mesa e chegar a um plano comum que beneficie todos e que reflita a voz de todos?</strong></p>
<p>Essa equação faz parte da identidade Vimaranense. A chave desta conquista partilhada foi a participação e a confiança. Neste percurso, foram reunidos consenso e unanimidade junto dos diferentes atores do município. Continuamos apostados na criação de espaços de diálogo, projetos e processos de decisão colaborativos. Quando as pessoas, as empresas, as universidades, as organizações e até mesmo os partidos sentem que a sua voz conta e que fazem parte da solução, o compromisso surge naturalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A sustentabilidade e os esforços de proteção ambiental e do planeta devem ter também os municípios como agentes-chave? Isto é, são lutas que devem extravasar os governos centrais e as conferências internacionais e firmar raízes ao nível local?</strong></p>
<p>Comecemos por um ponto-chave. De acordo com a ONU, metade da população mundial vive atualmente em cidades e prevê-se que este número aumente para 5 mil milhões até 2030. Esta rápida urbanização está a exercer uma pressão significativa sobre o ambiente e as cidades a colocar novos desafios à biodiversidade.</p>
<p>É por isso que os municípios são agentes-chave, porque é à escala local que as políticas se concretizam e que as mudanças fazem a diferença no quotidiano das pessoas. As grandes estratégias globais e nacionais só ganham impacto real quando são traduzidas em ações locais, próximas das comunidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Recentemente, disse que “o nosso objetivo é ser a melhor </strong><strong>Capital Verde Europeia de sempre”. Está confiante de que conseguirão alcançar esse objetivo?</strong></p>
<p>Estou muito confiante, mas também consciente da responsabilidade. O primeiro passo já foi dado com a cerimónia inaugural, a 9 de janeiro, que foi a maior abertura de uma Capital Verde Europeia de sempre.</p>
<p>Mas quero sobretudo que este ano seja marcante e deixe marcas de continuidade, não apenas em termos de eventos, mas também de impacto positivo no território e, sobretudo, sublinho, na qualidade de vida da nossa população e de legado. O nosso objetivo é construir uma cidade mais resiliente, mais inclusiva e mais preparada para o futuro e acredito plenamente que vamos consegui-lo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que conselhos deixaria a outros municípios que queiram, futuramente, ser Capital Verde Europeia?</strong></p>
<p>Que comecem já a incluir a sustentabilidade na estratégia municipal, independentemente da candidatura. O importante é apostar na ciência, na educação e na participação cidadã. Trabalhar com base em dados, envolver a comunidade sempre, apostar na transversalidade das políticas e não ter medo de aprender com outros territórios. Mais do que ter um título, o essencial é construir diariamente um território mais sustentável, com políticas públicas e decisões que se traduzam em mais qualidade de vida e com transformações que possam ser sentidas no quotidiano em benefício de todos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Guimarães volta a ser distinguida como cidade-líder em transparência e ação ambiental</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/guimaraes-volta-a-ser-distinguida-como-cidade-lider-em-transparencia-e-acao-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:08:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Município integra a lista A do CDP pela terceira vez consecutiva, o que demonstra o compromisso e o sucesso da estratégia de sustentabilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guimarães voltou a ser distinguida como cidade-líder no que respeita à transparência e ação ambiental. Com base nos dados divulgados em 2025, o município integra a lista A do CDP – Carbon Disclosure Project, organização ambiental global sem fins lucrativos, pela terceira vez consecutiva. Guimarães foi uma das 120 cidades em todo o mundo e uma das cinco em Portugal – além de Porto, Braga, Maia e Matosinhos – a obter esta pontuação, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, no ano em que detém o título de Capital Verde Europeia, Guimarães reforça assim o compromisso com a promoção da transparência e divulgação ambiental, demonstrando o sucesso do ecossistema de governança Guimarães 2030 e um progresso significativo no que respeita a resiliência ambiental. Neste ponto, destaque para a divulgação dos riscos, necessidades e oportunidades climáticas, investimento em projetos prioritários e apresentação de soluções replicáveis e de alto impacto.</p>
<p>Refira-se que Guimarães recebeu a classificação “A” – a mais alta do CDP –, destacando-se num grupo de mais de 700 cidades que reportaram dados ambientais através do CDP-ICLEI Track em 2025. Esta auditoria foi feita por uma comissão independente, com base num conjunto de parâmetros rigorosos que mediram o nível e o impacto da divulgação pública de dados ambientais por parte do município.</p>
<p>Para obter esta pontuação, Guimarães também assegurou a manutenção de um inventário abrangente de emissões em toda a cidade. Além disso, o município já dispõe de um plano de ação climática – outro dos pré-requisitos do CDP –, incluindo uma avaliação completa dos riscos climáticos e da vulnerabilidade, bem como uma meta clara de adaptação climática que descreva como abordar os riscos climáticos atuais e futuros.</p>
<p>Para Ricardo Araújo, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, “voltar a liderar na transparência e ação ambiental a nível global é um motivo de grande orgulho. Esta distinção do CDP valida, uma vez mais, a transparência e eficácia das políticas municipais implementadas. Num momento em que já se iniciou o ano da Capital Verde Europeia, este reconhecimento demonstra novamente que somos um exemplo a seguir, tanto a nível nacional como internacional”.</p>
<p>A lista completa das cidades da A-List do CDP 2025, bem como a metodologia e os critérios completos estão disponíveis aqui: <a href="https://cdp.net/pt/data/scores" target="_blank" rel="noopener">https://cdp.net/pt/data/scores</a>.</p>
<p><strong>Guimarães Capital Verde Europeia 2026 arrancou na passada sexta-feira</strong></p>
<p>Guimarães iniciou na passada sexta-feira o ano de Capital Verde Europeia 2026, tendo o dia ficado marcado pela celebração de compromissos políticos e acordos estratégicos, envolvendo entidades como o município de Guimarães, o Banco Europeu de Investimento (BEI) e a Comissão Europeia. Ao final da tarde, o Multiusos recebeu uma conferência com a intervenção da ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, que preside à Comissão de Honra Guimarães 2026, acompanhada pelo edil, Ricardo Araújo.</p>
<p>A celebração cultural ficou reservada para a noite, com o Multiusos a receber o espetáculo “Raízes do Futuro”, uma narrativa artística com mais de 170 participantes que cruzou memória, identidade e regeneração ecológica. Apresentado por Catarina Furtado e Vasco Palmeirim, o espetáculo reuniu em palco Gisela João, Sofia Escobar e vários grupos e instituições locais. Também no dia de sábado, por todo o concelho, realizaram-se 26 iniciativas para celebrar a sustentabilidade.</p>
<p>Recorde-se que programa da Guimarães 26 – Capital Verde Europeia contempla mais de 150 eventos, cruzando compromissos políticos, acordos estratégicos e celebração cultural. A cidade afirma-se assim como território-laboratório da transição verde através de iniciativas de sustentabilidade, inovação urbana e participação cívica.</p>
<p>&nbsp;</p>
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