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	<title>inglaterra &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Wed, 29 Jul 2026 12:54:55 +0000</lastBuildDate>
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	<title>inglaterra &#8211; Green Savers</title>
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	<item>
		<title>Mais de metade de Inglaterra em estado de seca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 12:54:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alterações Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma vasta zona do centro, o leste e o sul do território “conhecem atualmente uma seca repentina”, que se desenvolveu “muito rapidamente devido ao efeito conjugado de precipitações muito baixas e de temperaturas elevadas”, indicou a agência, num comunicado citado pela agência France-Presse.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de metade de Inglaterra foi declarada em estado de seca, quando julho deverá ser o mês mais seco de sempre, anunciou hoje a Agência Nacional do Ambiente britânica.</p>
<p class="text-paragraph">Uma vasta zona do centro, o leste e o sul do território “conhecem atualmente uma seca repentina”, que se desenvolveu “muito rapidamente devido ao efeito conjugado de precipitações muito baixas e de temperaturas elevadas”, indicou a agência, num comunicado citado pela agência France-Presse.</p>
<p class="text-paragraph">A precipitação em julho foi apenas sete por cento do nível normalmente observado nesta altura do ano, e até apenas um por cento no sul de Inglaterra.</p>
<p class="text-paragraph">As regiões envolvidas incluem East Anglia, Hertfordshire, Grande Londres, o Vale do Tamisa, Hampshire e a ilha de Wight, Devon, Cornualha e West Midlands no centro.</p>
<p class="text-paragraph">Outro terço do país também é considerado estar numa situação de seca prolongada.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Os níveis dos rios estão a descer, os agricultores estão a ser obrigados a fazer a colheita mais cedo do que o esperado, o risco de incêndios está a aumentar e milhões de pessoas estão sujeitas a restrições ao uso da água&#8221;, afirmou a Met Office no comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Estamos atualmente a consumir água mais depressa do que a natureza a pode renovar. Uma segunda seca consecutiva no verão (após 2025) é uma situação de gravidade excecional, que terá repercussões duradouras no nosso ambiente, vida selvagem e economia&#8221;, alertou Helen Wakeham, diretora de água da agência e presidente do grupo nacional de seca, que se reuniu na noite de terça-feira.</p>
<p class="text-paragraph">Este grupo apelou às empresas de água para &#8220;reparar as fugas mais rapidamente&#8221; na rede, indicou a secretária de Estado da Água, Emma Hardy, citada no comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">A Inglaterra já sofreu três vagas de calor desde maio, e uma quarta está em curso, segundo a agência do ambiente.</p>
<p class="text-paragraph">Junho foi o mês mais quente desde que os registos começaram em 1884, com um recorde de temperatura batido vários dias consecutivos, durante uma onda de calor excecional que causou encerramento de escolas e perturbações nos transportes.</p>
<p class="text-paragraph">O novo recorde foi de 38° graus Celsius a 26 de junho em Lingwood, no leste do país, indicou hoje a agência meteorológica nacional, o Met Office.</p>
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		<title>Aranha que se pensava extinta há 40 anos no Reino Unido redescoberta na Ilha de Wight</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/aranha-que-se-pensava-extinta-ha-40-anos-no-reino-unido-redescoberta-na-ilha-de-wight/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 10:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[aranhas]]></category>
		<category><![CDATA[conservação]]></category>
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		<category><![CDATA[vida selvagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi em 1985 que se avistou pela última vez uma pequena aranha de pernas alaranjadas da família dos Licosídeos, ou aranhas-lobo. Mas, afinal, não estava extinta, como se receava.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi em 1985 que se avistou pela última vez uma pequena aranha de pernas alaranjadas da família dos Licosídeos, ou aranhas-lobo. Mas, afinal, não estava extinta, como se receava.</p>
<p>Recentemente, a <em>Aulonia albimana</em>, o nome científico da espécie, voltou a ser observada na Reserva Natural Nacional de Newton, gerida pela organização conservacionista britânica National Trust e localizada na Ilha de Wight, no sul de Inglaterra. Mais especificamente, a aranha foi redescoberta numa área remota da reserva apenas acessível por barco e a cerca de dois quilómetros de distância da colónia onde, há quatro décadas, fora vista pela última vez.</p>
<p>Diz a Nature Trust que o regresso da <em>A. albimana</em> se deverá, pelo menos em parte, aos esforços de restauro ecológico que a organização tem desenvolvido na reserva. Com a ajuda de ovelhas, é possível manter a vegetação curta e criar e manter uma paisagem desafogada, o tipo de habitat preferido por essas aranhas-lobo.</p>
<p>Mark Telfer, um dos entomólogos, a par de Graeme Lyons, que fez a redescoberta, diz que “esta é uma daquelas descobertas inesquecíveis”. Em comunicado, o cientista afirma que “encontrar uma espécie que se pensava extinta há 40 anos é entusiasmante e prova de como, com o habitat certo, combinado com curiosidade e colaboração, se conseguem resultados notáveis”.</p>
<p>Por seu lado, Lyons recorda que a equipa estava há quatro horas no local onde a colónia de <em>A. albimana</em> havia sido avistada pela última vez, à espera do barco que os levaria de volta a terra, quando, a poucos minutos de chegar, encontraram uma dessas raras e presumidamente extintas aranhas. Encontraram uma segunda um minuto antes de o barco atracar.</p>
<p>“Eu vi 559 espécies de aranhas nas Ilhas Britânicas e esta é, de longe, a descoberta mais entusiasmante!”, admite.</p>
<p>As aranhas-lobo são assim chamadas por causa de forma como caçam: ao invés de usarem teias para capturarem as suas presas, perseguem-nas pelo solo e depois saltam sobre elas. Os cientistas dizem que essas táticas lembram a forma como os lobos apanham as suas presas.</p>
<p>Contudo, as estratégias de caça das <em>A. albimana</em> são ainda amplamente desconhecidas e levantam muitas questões, uma vez que se sabe que a espécie produz uma teia, ainda que relativamente frágil.</p>
<p>Durante décadas pensava-se que a críptica aranha se tinha juntado a tantos outros nomes de espécies que se extinguiram no Reino Unido, especialmente por causa da perda de habitat, mas a redescoberta na Ilha de Wight lá conseguiu resistir, e a esperança dos conservacionistas é que se tenha restabelecido num local onde possa prosperar e recuperar.</p>
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		<title>Bonobo, espécie ameaçada de extinção, nasce pela primeira vez num zoo no Reino Unido</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/bonobo-especie-ameacada-de-extincao-nasce-pela-primeira-vez-num-zoo-no-reino-unido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 08:02:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[bonobo]]></category>
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		<category><![CDATA[zoo]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma cria de bonobo (Pan paniscus), espécie também conhecida como chimpanzé-pigmeu, nasceu no passado dia 11 de setembro no Twycross Zoo, em Inglaterra. Sendo o único parque zoológico no Reino Unido que alberga bonobos, este é primeiro nascimento registado para a espécie nesse país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma cria de bonobo (<em>Pan paniscus</em>), espécie também conhecida como chimpanzé-pigmeu, nasceu no passado dia 11 de setembro no Twycross Zoo, em Inglaterra. Sendo o único parque zoológico no Reino Unido que alberga bonobos, este é primeiro nascimento registado para a espécie nesse país.</p>
<p>A cria nasceu à fêmea Yuli, de 11 anos de idade, que, assim, foi mãe pela primeira vez, no âmbito de um programa europeu de reprodução de bonobos em cativeiro, gerido pela Associação Europeia de Zoos e Aquários. O objetivo dessa iniciativa é criar uma população saudável e geneticamente diversa em zoos que permita reforçar, através de reintroduções ou repovoamentos, as populações selvagens de bonobos.</p>
<p>A progenitora Yuli chegou ao Twycross Zoo em 2023, oriunda do zoológico francês La Vallée des Singes, ao abrigo do programa europeu de reprodução <em>ex situ</em>, ou seja, fora do habitat natural da espécie.</p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F24227224603626455%2F&amp;show_text=false&amp;width=267&amp;t=0" width="267" height="476" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Os bonobos estão classificados como “Em Perigo” de extinção na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), com uma tendência populacional decrescente. Atualmente, esses primatas não-humanos, dos parentes evolutivos mais próximos dos humanos, com os quais partilhamos perto de 98% do nosso ADN, existem em regime selvagem apenas nas florestas da República Democrática do Congo.</p>
<figure id="attachment_281338" aria-describedby="caption-attachment-281338" style="width: 801px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-281338 " src="https://greensavers.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2025/09/cria-bonobo-nascimento-zoo-reino-unido-1.png" alt="" width="801" height="451" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/09/cria-bonobo-nascimento-zoo-reino-unido-1.png 900w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/09/cria-bonobo-nascimento-zoo-reino-unido-1-300x169.png 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/09/cria-bonobo-nascimento-zoo-reino-unido-1-768x432.png 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/09/cria-bonobo-nascimento-zoo-reino-unido-1-600x337.png 600w" sizes="(max-width: 801px) 100vw, 801px" /><figcaption id="caption-attachment-281338" class="wp-caption-text">Os tratadores dizem que a cria está saudável e que se agarra bem ao corpo da progenitora, algo essencial para que possa mamar e ser transportada de um lado para o outro. Foto: Twycross Zoo.</figcaption></figure>
<p>A perda de habitat, a caça furtiva e as doenças encimam a lista das maiores ameaças à espécie, que, para agravar a situação, reproduz-se lentamente, pelo que, como diz a UICN, “as suas populações estão particularmente vulneráveis a perdas diretas causadas por humanos”. Em média, as fêmeas dão à luz apenas uma cria a cada cinco ou seis anos, pelo que a recuperação das populações é lenta, e perdas que possam parecer estatisticamente poucos significativas têm grandes impactos negativos na sobrevivência desses grupos.</p>
<p>Ao contrário de outros primatas, incluindo os chimpanzés (<em>Pan troglodytes</em>), os bonobos vivem em sociedades matriarcas, lideradas por fêmeas, o que os torna caso único entre as espécies de grandes primatas.</p>
<p>De acordo com as equipas do Twycross Zoo, a cria está saudável e a progenitora, apesar de o ser pela primeira vez, está a cuidar bem dela e a demonstrar todos os comportamentos esperados de uma boa mãe.</p>
<p>“O nascimento deste bonobo bebé é um momento verdadeiramente extraordinário, não apenas para o Twycross Zoo, mas para todo o mundo”, declara, em comunicado, Rebecca Biddle, diretora de conservação desse parque zoológico britânico.</p>
<p>“A chegada desta cria não é apenas um alegre sinal de esperança, mas um passo vital para assegurar que os bonobos têm um futuro”, declara a responsável.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Organização britânica angaria fundos suficientes para segundo resgate de leões na Ucrânia</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/organizacao-britanica-angaria-fundos-suficientes-para-segundo-resgate-de-leoes-na-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 10:02:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
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					<description><![CDATA[A organização WildLife Foundation diz ter conseguido angariar dinheiro suficiente para resgatar e realojar três jovens leões que estão atualmente num centro de reabilitação em Kiev, na Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A organização WildLife Foundation diz ter conseguido angariar dinheiro suficiente para resgatar e realojar três jovens leões que estão atualmente num centro de reabilitação em Kiev, na Ucrânia.</p>
<p>Esse foi o resultado de uma campanha lançada pela organização britânica, sediada no zoo Yorkshire Wildlife Park, no norte de Inglaterra, em junho, que na semana passada conseguiu alcançar a meta definida dos aproximadamente 40 mil euros para cobrir os custos da operação de transporte e realojamento.</p>
<p>Os três juvenis têm cerca de um ano de idade. Dois deles, de nomes Rafael e Shanti, foram encontrados na região ucraniana de Kharkiv ao lado da sua progenitora moribunda. Estavam a ser mantidos em cativeiro num zoo privado e foram abandonados pelos proprietários com o escalar da guerra resultante da invasão da Rússia. A progenitora estava severamente subnutrida, mas as suas crias, ainda assim, sobreviveram. A mãe, contudo, acabou por morrer.</p>
<p>A terceira cria, batizada como o nome Oleg, foi também resgatada de cativeiro particular depois de os seus donos terem deixado a região de Sumy devido à intensificação do conflito. Foi criada por humanos, mas, de acordo com a WildLife Foundation, tem receio das pessoas.</p>
<figure id="attachment_280989" aria-describedby="caption-attachment-280989" style="width: 703px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-280989 " src="https://greensavers.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2025/09/80646543-3077-4bed-9b3e-a19fbb0f0f13-3.jpg" alt="" width="703" height="703" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/09/80646543-3077-4bed-9b3e-a19fbb0f0f13-3.jpg 900w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/09/80646543-3077-4bed-9b3e-a19fbb0f0f13-3-300x300.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/09/80646543-3077-4bed-9b3e-a19fbb0f0f13-3-150x150.jpg 150w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/09/80646543-3077-4bed-9b3e-a19fbb0f0f13-3-768x768.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/09/80646543-3077-4bed-9b3e-a19fbb0f0f13-3-600x600.jpg 600w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/09/80646543-3077-4bed-9b3e-a19fbb0f0f13-3-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 703px) 100vw, 703px" /><figcaption id="caption-attachment-280989" class="wp-caption-text">Oleg, o terceiro juvenil, vive atualmente sozinho numa cela no mesmo centro de resgate e reabilitação que os outros dois jovens leões. O objetivo é juntar os três num só grupo no zoo britânico, que será a sua nova casa permanente. Foto: Yorkshire Wildlife Park.</figcaption></figure>
<p>Os preparativos estarão já a ser ultimados para levar os três jovens leões para o Reino Unido, numa viagem de mais de três mil quilómetros, onde serão alojados no Yorkshire Wildlife Park.</p>
<p>“Esperamos que Oleg, Rafael e Shanti desfrutem da qualidade de vida que merecem aqui”, diz, citada em comunicado, Cheryl Williams, responsável da WildLife Foundation.</p>
<p>No zoo britânico, os três juvenis serão colocados no mesmo recinto na esperança de formarem, futuramente, o seu próprio grupo depois de um começo de vida trágico.</p>
<p>Este é o segundo resgate de leões da Ucrânia feito pela WildLife Foundation e pelo Yorkshire Wildlife Park. O primeiro aconteceu em 2024, com o realojamento de uma fêmea chamada Aysa e das suas três crias Teddi, Emi e Santa. A família fora abandonada quando a guerra estalou nesse país.</p>
<p>Outras instituições zoológicas também já participaram em esforços de resgate de leões em crise na Ucrânia, como é o caso do The Big Cat Sanctuary, também em Inglaterra, que em março deste ano anunciou a receção de <a href="https://greensavers.sapo.pt/dev/cinco-leoes-resgatados-da-ucrania-encontram-nova-casa-no-reino-unido/" target="_blank" rel="noopener">cinco desses grandes felídeos africanos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Águas balneares em Inglaterra “cinco vezes piores” do que as da UE</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/aguas-balneares-em-inglaterra-cinco-vezes-piores-do-que-as-da-ue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 13:02:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
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		<category><![CDATA[poluição]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[As águas balneares em Inglaterra são, em termos de qualidade, “cinco vezes piores” do que as da União Europeia (UE), denuncia a Best for Britain.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As águas balneares em Inglaterra são, em termos de qualidade, “cinco vezes piores” do que as da União Europeia (UE), denuncia a Best for Britain.</p>
<p>De acordo com a análise da organização não-governamental, composta por cientistas, investigadores e ativistas com a missão de “resolver os problemas que a Grã-Bretanha enfrenta depois do Brexit”, apenas 64,2% das águas balneares inglesas foram classificadas como “excelentes” pela agência ambiental britânica em 2024, face aos 85,4% registados pela Agência Ambiental Europeia relativamente às águas balneares na UE.</p>
<p>Além disso, Inglaterra tem a maior percentagem (8,2%) de locais com qualidade má no conjunto das quatro nações do Reino Unido e da UE. A Escócia, no ano passado, tinha 3,4% de águas balneares com má qualidade, o País de Gales 1,8% e o bloco regional europeu 1,5%. A Irlanda no Norte não teve registos de águas balneares com má qualidade.</p>
<p>A organização diz que a poluição da água causada por danos ambientais infligidos aos rios, aos lagos e aos mares, que afetam economias e comunidades costeiras, “envenenando a vida selvagem e provocando doenças nos banhistas”, é a principal causa da fraca qualidade das águas balneares em Inglaterra.</p>
<p>A Best for Britain diz que a UE tem feito mais avanços do que o Reino Unido na melhoria dos sistemas de tratamento de águas residuais, definindo padrões mais elevados de qualidade das águas que são depois devolvidas aos ecossistemas aquáticos, e isso reflete-se na qualidade das zonas usadas para banhos.</p>
<p>Os investigadores e ativistas consideram que esse é um exemplo da “divergência passiva pós-Brexit face aos regulamentos ambientais da UE”, e apelam ao governo britânico, liderado pelo trabalhista Keir Starmer, para implementar e fazer cumprir as leis existentes sobre a qualidade da água, para que o país possa alinhar-se com “os padrões mais elevados” da UE, especialmente no que diz respeito aos micropoluentes.</p>
<p>“As pessoas estão legitimamente chocadas com o estado repugnante dos rios, lagos e praias do Reino Unido. Água limpa deveria ser garantida a todos, e ninguém deveria de ter de arriscar a sua saúde ou a dos seus filhos simplesmente por desfrutar de um mergulho ou por remar num dia de sol”, afirma, citado em comunicado, Naomi Smith, diretora-executiva da Best for Britain.</p>
<p>“Uma vez mais, no que toca a regulamentação ambiental, aplicação da lei e proteção da saúde das pessoas, a União Europeia está na liderança. Esta é mais um prova de que os ministros devem implementar e aplicar adequadamente as normas existentes – e acompanhar o ritmo à medida que a UE eleva o nível de forma a beneficiar concretamente milhões de pessoas”, acrescenta a responsável.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Naturalista britânico deixa mensagem aos jovens: ignorem os negacionistas climáticos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/naturalista-britanico-deixa-mensagem-aos-jovens-ignorem-os-negacionistas-climaticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 06:02:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alterações Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[inglaterra]]></category>
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		<category><![CDATA[negacionismo]]></category>
		<category><![CDATA[reino unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Steve Backshall, naturalista britânico conhecido por participar em documentários sobre vida selvagem e aventura, diz que os jovens devem ignorar aqueles que tentam desvalorizar ou mesmo negar a crise climática.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Steve Backshall, naturalista britânico conhecido por participar em documentários sobre vida selvagem, exploração do mundo natural e aventura, diz que os jovens devem ignorar aqueles que tentam desvalorizar ou mesmo negar a crise climática.</p>
<p>Esta terça-feira, falando perante uma plateia de 250 pessoas na Conferência Climática Juvenil, na cidade de Ipswich, no Reino Unido, Backshall referiu que quando os jovens ouvirem “um político ou uma figura pública” a colocar em causa a realidade das alterações climáticas “não voltem a ouvir uma única palavra que eles digam em público”.</p>
<p>A notícia é avançada pela britânica ‘BBC’, que diz que o naturalista considera ser “fundamental” que a ansiedade climática seja reconhecida como “algo verdadeiro”.</p>
<p>“Especialmente para os jovens não há nada que tire mais a motivação para agir do que um sentimento de que está tudo lixado e que não há nada que possamos fazer quanto a isso”, afirmou Backshall.</p>
<p>“As pessoas precisam de ser empoderadas. Precisam de sentir que são importantes e que as coisas que fazem podem fazer a diferença.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uma sala com animais de estimação para combater o stress</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/uma-sala-com-animais-de-estimacao-para-combater-o-stress/</link>
					<comments>https://greensavers.sapo.pt/uma-sala-com-animais-de-estimacao-para-combater-o-stress/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Apr 2017 15:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade de Lancashire, em Inglaterra, criou uma sala anti-stress para que os seus estudantes possam descomprimir dos exames e trabalhos ao brincar com animais de estimação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Lancashire, em Inglaterra, criou uma sala anti-stress para que os seus estudantes possam descomprimir dos exames e trabalhos ao brincar com animais de estimação.</p>
<p>A partir de uma colaboração entre a Associação de Estudantes da Universidade de Lancashire e a organização Guide Dogs, os estudantes desta instituição podem reservar uma hora e brincar com os pequenos cachorros sempre que necessitem de descomprimir. Em troca, os estudantes interessados doam €1,35 à instituição, que treina estes cachorros para que um dia se possam tornar em cães-guia. Os animais vão ser sempre acompanhados por um ou mais tratadores, que asseguram que o contacto com os estudantes corre da melhor forma possível.</p>
<p>“Este tipo de iniciativas é uma oportunidade para os cachorros se acostumarem ao contacto com os humanos, o que é muito bom para o seu desenvolvimento e treino para se tornarem bons cães-guias”, afirma a associação de estudantes.</p>
<p>A ideia para a criação da sala anti-stress com animais veio de um <a href="http://blogs.wsj.com/japanrealtime/2012/09/29/study-shows-power-of-cute-improves-concentration/" target="_blank" rel="noopener">estudo japonês</a> que indica que o contacto com animais pequenos ajuda a melhorar a concentração e o desempenho nos exames. Porém, o contacto com animais adultos não produz os mesmos efeitos.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Casal britânico constrói casa no campo com materiais reciclados e €1.400</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2015 18:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[inglaterra]]></category>
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					<description><![CDATA[Fartos de rendas altas, Christian e Kyra construíram uma casa de raiz e podem agora verdadeiramente poupar para a casa dos seus sonhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cansados das rendas altíssimas da cidade de Hereford, no centro de Inglaterra, Christian Montez e Kyra Powell meteram mãos à obra e começaram a construir a sua casa de raiz – na verdade, é uma espécie de cabana móvel.</p>
<p>De acordo com o <a href="http://www.dailymail.co.uk/news/article-3296493/That-s-one-way-property-ladder-Couple-built-cabin-scrap-just-1-000-save-deposit.html" target="_blank" rel="noopener">Daily Mail</a>, o projecto custou apenas €1.400 em materiais, uma vez que muitos deles foram reutilizados. A mão-de-obra foi gratuita e desenvolvida por Christian e Kyra com a ajuda de amigos e familiares.</p>
<p>A casa foi construída numa zona rural de Hereford, à saída da cidade e mede 4,8 por 2,4 metros e 3,6 metros de altura. Pode parecer pequena – e é, na verdade – mas tem espaço para um quarto amplo, uma lounge e até um escritório.</p>
<p>As paredes e chão da casa foram feitos de painéis madeira reciclados e pedaços de outros materiais recolhidos nos sucateiros. Há, inclusive, uma janela feita a partir de uma antiga máquina de lavar a roupa.</p>
<p>“Financiámo-nos através da troca de competências. Os materiais para os painéis isolantes custaram €840, as janelas foram gratuitas e as portas eram da casa da minha avó. No total, os custos não chegaram aos €1.400”, explicou Christian Montez.</p>
<p>De acordo com o britânico, todos os materiais vieram da reciclagem ou foram reutilizados. Agora, os dois jovens – Christian completou um mestrado de arquitectura e Kyra estudou na Escola Nacional de Mobília – poderão finalmente poupar algum dinheiro para dar de entrada para uma casa própria.</p>
<p>A cabana foi instalada numa propriedade dos pais de Kyra, uma quinta de 24 hectares nos arredores de Hereford, e será habitada pelo casal até que este consiga juntar dinheiro para uma casa, digamos, mais tradicional.</p>
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		<title>Reformada britânica descobre capela do século XIII no seu jardim (com FOTOS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 16:50:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[capela]]></category>
		<category><![CDATA[inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[jardim]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma professora reformada descobriu as fundações de uma estrutura ao arrancar algumas árvores do seu jardim. Escavações posteriores revelaram uma capela e uma parede saxónica. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma professora reformada inglesa descobriu as ruínas de uma antiga capela do século XIII ao escavar as raízes de algumas árvores que tinha cortado no jardim da sua casa, no Wiltshire, em Inglaterra.</p>
<p>A descoberta foi feita no verão passado, quando ao arrancar as raízes das árvores Mary Hudd encontrou várias pedras alinhadas no relvado em frente à habitação. A antiga professora convidou então alguns arqueólogos a visitar o local, que depois de algumas escavações encontraram uma estrutura saxónica e uma capela que se pensa datar de 1209.</p>
<p>Desde então, o jardim de Mary Hudd tornou-se num local de escavações, tendo revelado já várias paredes e fundações – que podem vir a ajudar a aprofundar a história da pequena aldeia de Bincknoll, acreditam os especialistas.</p>
<p>Embora o seu jardim da frente tenha sido completamente destruído pelas escavações, a antiga professora diz-se maravilhada com a descoberta, escreve o Daily Mail. Mary Hudd vive na habitação com o marido desde 1968. “Tem sido brilhante, simplesmente fantástico. Interesso-me muito por história e arqueologia e ter todas estas pessoas aqui tem sido fantástico”, afirmou a reformada ao <a href="http://www.dailymail.co.uk/news/article-3162351/Homeowner-s-shock-13th-Century-chapel-discovered-beneath-garden.html" target="_blank" rel="noopener">Daily Mail</a>.</p>
<p>O último ano de escavações permitiu descobrir duas construções: a capela e uma parede de origem saxónica. Acredita-se que o local fosse de culto religioso, com a parede a datar do século XI. Posteriormente, a capela foi construída em torno da estrutura saxónica.</p>
<p>[nggallery id=2069 template=greensavers]</p>
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		<title>Pavões ciumentos provocam danos em carros de localidade inglesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2015 10:53:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[acasalamento]]></category>
		<category><![CDATA[carros]]></category>
		<category><![CDATA[inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[pavões]]></category>
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					<description><![CDATA[Carros dos habitantes de Clyst St Mary estão a ser atacados por pavões selvagens que confundem o seu próprio reflexo com o de machos rivais. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É altura de acasalamento dos pavões. Em Inglaterra, na localidade de Clyst St Mary, no condado de Devon, os habitantes estão a sentir – não na pele, mas nos carros – as consequências da época de acasalamento destes animais.</p>
<p>Ao que aparenta, os pavões macho selvagens estão a confundir o seu próprio reflexo com o de machos rivais e atacam os carros que ficam estacionados num parque perto do seu território. Os prejuízos já ascendem às centenas de libras, segundo escreve o <a href="http://www.theguardian.com/world/2015/apr/14/damage-cars-devon-estate-reflects-badly-jealous-peacocks" target="_blank" rel="noopener">Guardian</a>.</p>
<p>Há muito que os pavões vagueiam livremente pelas imediações desta localidade, mas os habitantes e trabalhadores de Clyst St Mary afirmam que nos últimos anos os animais se tornaram mais ousados e agressivos. Os condutores queixam-se que os seus carros aparecem com novos riscos todos os dias desde que começou a primavera e os pavões se revelam mais desinibidos.</p>
<p>“Os pavões, embora sejam bonitos de se ver, estão a tornar-se num incómodo particular por volta desta altura todos os anos, pois atacam e provocam danos nos carros. São agressivos, territoriais e intimidantes. Deixei o meu carro no parque de estacionamento e um pavão passou o dia todo a atacar o seu próprio reflexo a pensar que era outro pavão, revelando-se extremamente territorial, pois é época de acasalamento”, queixa-se Penny Hill, que trabalha em Clyst St Mary, ao jornal britânico.</p>
<p><em><strong>Foto: <a href="https://www.flickr.com/photos/volvob12b/" target="_blank" rel="noopener">volvob12b</a> / Creative Commons</strong></em></p>
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