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	<title>lisboa &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 10:41:07 +0000</lastBuildDate>
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	<title>lisboa &#8211; Green Savers</title>
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	<item>
		<title>Lisboa acolhe conferência sobre habitação, sustentabilidade e regulação do setor</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/lisboa-acolhe-conferencia-sobre-habitacao-sustentabilidade-e-regulacao-do-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 15:01:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[conferência]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O encontro terá lugar no Engineers Hub e irá centrar-se em temas como regulação, engenharia, investimento, eficiência energética e novos modelos de design habitacional, num contexto de crescente pressão sobre o acesso à habitação em Portugal e na Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="91" data-end="405">A cidade de Lisboa vai receber, no próximo dia 30 de abril, a conferência <em data-start="165" data-end="237">“Housing After the Storm: Regulation, Resilience &amp; Sustainable Living”</em>, uma iniciativa da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Ireland Portugal Business Network</span></span> que junta especialistas nacionais e internacionais para discutir os principais desafios do setor da habitação, foi divulgado em comunicado.</p>
<p data-start="407" data-end="661">Segundo a mesma fonte, o encontro terá lugar no Engineers Hub e irá centrar-se em temas como regulação, engenharia, investimento, eficiência energética e novos modelos de design habitacional, num contexto de crescente pressão sobre o acesso à habitação em Portugal e na Europa.</p>
<p data-start="663" data-end="956">A iniciativa pretende promover uma reflexão alargada sobre soluções para tornar a habitação mais acessível, sustentável e resiliente, num momento em que o setor enfrenta transformações estruturais, também impulsionadas pelas alterações climáticas e por novas exigências regulatórias europeias.</p>
<p data-start="958" data-end="1224">“Estamos perante um ponto de viragem no setor da habitação. A forma como construímos, financiamos e regulamos o acesso à habitação terá impacto direto na qualidade de vida das populações e na competitividade dos países”, refere <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Arnold Delville, diretor-geral da Ireland Portugal Business Network.</span></span></p>
<p data-start="1226" data-end="1541">Ao longo do evento serão debatidos o impacto das políticas europeias de habitação, os desafios colocados à engenharia e à construção num cenário de alterações climáticas, o papel do investimento na promoção de soluções habitacionais acessíveis e a importância de modelos centrados nas pessoas e na sustentabilidade.</p>
<p data-start="1543" data-end="1735">O programa inclui dois painéis principais: um dedicado à regulação, engenharia e investimento, e outro focado em soluções inovadoras na construção, eficiência energética e design habitacional.</p>
<p data-start="1737" data-end="1928">A conferência contará com especialistas de Portugal e da Irlanda, procurando reforçar a cooperação entre os dois países e promover uma perspetiva internacional sobre desafios comuns no setor.</p>
<p data-start="1930" data-end="2173">A <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Ireland Portugal Business Network</span></span> sublinha que a iniciativa visa contribuir para um debate mais informado e para a identificação de soluções práticas para a atual crise da habitação, reforçando a importância da colaboração internacional.</p>
<p data-start="2175" data-end="2269" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O evento é de entrada gratuita, mas requer inscrição prévia através do website da organização.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Porto de Lisboa com nova estratégia tarifária para acelerar transição verde no setor dos cruzeiros</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/porto-de-lisboa-com-nova-estrategia-tarifaria-para-acelerar-transicao-verde-no-setor-dos-cruzeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:03:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A entidade informa que o novo modelo “deixa progressivamente de valorizar a frequência de escalas, passando a privilegiar critérios como a eficiência energética dos navios, a redução de emissões e a adoção de boas práticas ambientais”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Porto de Lisboa apresentou uma nova estratégia tarifária para a atividade de cruzeiros, com a qual pretende acelerar a transição verde no setor.</p>
<p>Em comunicado, a entidade informa que o novo modelo “deixa progressivamente de valorizar a frequência de escalas, passando a privilegiar critérios como a eficiência energética dos navios, a redução de emissões e a adoção de boas práticas ambientais”.</p>
<p>Um dos principais marcos desta estratégia, é explicado em nota, foi a implementação do sistema Environmental Port Index (EPI), que permite monitorizar as emissões dos navios de cruzeiro e associar o seu desempenho ambiental a incentivos tarifários.</p>
<p>A nova abordagem foi apresentada durante a reunião anual dedicada à atividade de cruzeiros, que reuniu os principais agentes do setor, incluindo o operador do Terminal de Cruzeiros, forças de segurança, entidades de turismo e agentes de navegação. O encontro permitiu analisar resultados, alinhar estratégias e reforçar o compromisso com a sustentabilidade, diz o Porto de Lisboa.</p>
<p>Durante a sessão, foi igualmente apresentado o balanço da atividade de 2025, que evidenciou a consolidação da retoma do setor, bem como as principais iniciativas em curso, com destaque para a forte aposta na descarbonização.</p>
<p>No plano estratégico, o Porto de Lisboa diz que foram foram reafirmados os seus quatro eixos de atuação: a sustentabilidade e a descarbonização, a inovação e a digitalização, a economia e a intermodalidade, e o território, as comunidades e as pessoas.</p>
<p>Entre os projetos âncora para o período 2024–2035, o Porto de Lisboa destaca o “OPS – Onshore Power Supply”. Cofinanciado pelo programa Sustentável 2030 e pela União Europeia, este projeto permitirá aos navios atracados ligarem-se à rede elétrica em terra e, dessa forma, segundo a entidade, reduzir “significativamente” as emissões de gases com efeito de estufa.</p>
<p>O projeto inclui ainda a construção de uma subestação no Terminal de Cruzeiros, que o Porto de Lisboa diz que será “concebida segundo os princípios do movimento New European Bauhaus, contribuindo também para a valorização urbana e artística da cidade”.</p>
<p>Garante o Porto de Lisboa que, ao longo deste ano, “continuará a promover uma atividade de cruzeiros mais sustentável, reforçando a articulação entre operadores, agentes, passageiros e cidadãos”.</p>
<p>“A cooperação internacional, aliada à inovação tecnológica, será determinante para aumentar a eficiência das infraestruturas, assegurando simultaneamente uma relação equilibrada entre o porto e a cidade”, assegura.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Câmara de Lisboa diz que apenas foram abatidos dois plátanos em Entrecampos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/camara-de-lisboa-diz-que-apenas-foram-abatidos-dois-platanos-em-entrecampos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[abate]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a autarquia, presidida por Carlos Moedas (PSD), em fevereiro procedeu-se ao “abate de dois plátanos junto à estação de Entrecampos”, por “absoluta impossibilidade” de transplante ou de manutenção, “sendo estas as únicas árvores existentes no local que, de facto, foram objeto de abate”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A operação urbanística de Entrecampos, em Lisboa, obrigou ao abate de dois plátanos em fevereiro, por “absoluta impossibilidade” de transplante ou de manutenção no local, informou hoje a Câmara Municipal, confirmando o processo de relocalização de 42 jacarandás.</p>
<p class="text-paragraph">“Em termos operacionais, os trabalhos de transplante dos 42 jacarandás abrangidos iniciaram-se a 30 de março [segunda-feira], sendo que na medida que sejam retirados, serão imediatamente plantados nas novas localizações”, indicou a Câmara de Lisboa, em resposta à agência Lusa.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com a autarquia, presidida por Carlos Moedas (PSD), em fevereiro procedeu-se ao “abate de dois plátanos junto à estação de Entrecampos”, por “absoluta impossibilidade” de transplante ou de manutenção, “sendo estas as únicas árvores existentes no local que, de facto, foram objeto de abate”.</p>
<p class="text-paragraph">Em causa está a remoção de árvores na Avenida 5 de Outubro, sobretudo da espécie jacarandá, para construção de um parque de estacionamento subterrâneo, no âmbito da operação urbanística de Entrecampos. Este processo iniciou-se há um ano e motivou uma petição contra o abate de jacarandás, que reuniu mais de 54 mil assinaturas.</p>
<p class="text-paragraph">Na sequência da contestação, em abril de 2025, a Câmara de Lisboa recuou quanto à remoção de árvores na Avenida 5 de Outubro, tendo decidido autorizar &#8220;apenas três&#8221; transplantes em vez de 20 e pedir a reavaliação dos 25 abates previstos.</p>
<p class="text-paragraph">O plano inicial previa a remoção de 47 árvores no eixo da Avenida 5 de Outubro, onde há 75 jacarandás, definindo que 30 seriam mantidos, 20 transplantados (a que se juntariam dois plátanos) e os restantes 25 abatidos. Simultaneamente, o projeto determinava que seriam replantados 39 jacarandás, a que se juntariam 49 outras árvores.</p>
<p class="text-paragraph">Um ano depois da decisão de reavaliar a remoção de árvores neste eixo da capital, a Câmara de Lisboa realçou o compromisso com “uma política de proteção e reforço do património arbóreo da cidade, tendo como prioridade preservar as árvores existentes e, simultaneamente, intensificar a realização de novas plantações”.</p>
<p class="text-paragraph">Neste sentido, segundo a autarquia, “foi determinado que a prossecução da Operação Integrada de Entrecampos teria, obrigatoriamente, de salvaguardar todas as árvores possíveis, nomeadamente através do seu transplante para parques e jardins da cidade”.</p>
<p class="text-paragraph">Paralelamente ao abate de dois plátanos e ao processo de transplante de 45 jacarandás, dos quais três transplantados há um ano, o município disse que se encontra na fase final a plantação de 89 árvores, oferecidas pela Fidelidade Property, promotora do projeto urbanístico, que estão a ser plantadas em caldeiras de alinhamento urbano, localizadas na freguesia das Avenidas Novas, onde decorre a Operação Integrada de Entrecampos.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com a autarquia, a plantação destas árvores permite “materializar, no imediato, as boas práticas de qualificação do espaço urbano no que se refere à sua estrutura arbórea, essencial para garantir a harmonia visual e reduzir as ilhas de calor urbano”.</p>
<p class="text-paragraph">A Câmara de Lisboa destacou ainda a campanha de plantação de 200 jacarandás em vários parques e jardins da cidade, que se encontra em fase de conclusão, indicando que estas árvores correspondem às contrapartidas negociadas pelo promotor privado em abril de 2025.</p>
<p class="text-paragraph">“A plena implementação da Operação Integrada de Entrecampos terá como resultado a criação de 17 mil m2 de espaços verdes de usufruto público, integrando ainda a plantação de 202 novas árvores, de várias espécies, que efetivamente tornarão mais verde esta zona central de Lisboa”, adiantou a autarquia.</p>
<p class="text-paragraph">Sobre a construção de um parque de estacionamento subterrâneo, o município referiu que a avaliação do projeto concluiu “não ser possível alterar” as condições definidas na hasta pública.</p>
<p class="text-paragraph">Na terça-feira, na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa, o PAN denunciou o abate de 42 jacarandás, tendo a Câmara de Lisboa afirmado que &#8220;não há abates&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Programa para aliviar ruído dos aviões deve ser lançado até final de maio em Lisboa</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/programa-para-aliviar-ruido-dos-avioes-deve-ser-lancado-ate-final-de-maio-em-lisboa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 08:43:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[aviões]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ruído]]></category>
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					<description><![CDATA[“O programa será lançado, previsivelmente, até ao final de maio, é esta a primeira abordagem, mas em sede própria, em reunião de câmara, iremos dar nota de mais pormenores”, disse o vereador com o pelouro do Ambiente e Energia, Vasco Anjos (IL), na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa (AML).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa para apoiar o isolamento de habitações afetadas pelo ruído associado à operação do Aeroporto Humberto Delgado deverá ser lançado até ao final de maio, revelou, esta terça-feira, a Câmara Municipal de Lisboa (CML).</p>
<p class="text-paragraph">“O programa será lançado, previsivelmente, até ao final de maio, é esta a primeira abordagem, mas em sede própria, em reunião de câmara, iremos dar nota de mais pormenores”, disse o vereador com o pelouro do Ambiente e Energia, Vasco Anjos (IL), na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa (AML).</p>
<p class="text-paragraph">O deputado municipal Francisco Camacho (CDS-PP) questionou o executivo sobre o ponto de situação da atribuição dos apoios aos munícipes afetados e quando é que os lisboetas podem começar a ter expectativa de acesso à linha de financiamento.</p>
<p class="text-paragraph">Em causa está o protocolo assinado no final de janeiro entre o Fundo Ambiental e os municípios de Lisboa, Loures, Vila Franca de Xira e Almada, para melhorar o isolamento acústico das habitações afetadas pelo ruído do aeroporto.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o vereador, a CML vai receber 2,750 milhões de euros do Fundo Ambiental, tendo o Governo instado os municípios a operacionalizar a atribuição destes apoios.</p>
<p class="text-paragraph">Vasco Anjos salientou que já foram identificadas as zonas afetadas, divididas em três intensidades, e já se iniciou a elaboração de um regulamento municipal, que “está muitíssimo adiantado”.</p>
<p class="text-paragraph">Adicionalmente, será também disponibilizada uma plataforma que vai permitir aos lisboetas candidatarem-se a estes apoios, apontou.</p>
<p class="text-paragraph">As autarquias de Lisboa e Loures são as que vão receber as maiores fatias dos 10 milhões de euros anunciados pelo Governo para melhorar o isolamento acústico das habitações afetadas pelo ruído do Aeroporto Humberto Delgado.</p>
<p class="text-paragraph">As mesmas verbas serão replicadas em 2027, dado que os protocolos assinados são válidos por dois anos, explicitou à agência Lusa fonte do Ministério do Ambiente e Energia.</p>
<p class="text-paragraph">O Programa Menos Ruído, aprovado em 16 de março de 2025, devia ter avançado em setembro, mas a assinatura dos protocolos para a execução só foi formalizada em 22 de janeiro.</p>
<p class="text-paragraph">Em resposta à Lusa, a Câmara Municipal de Lisboa indicou que vai receber 2.798.730 euros em 2026, a que acresce a “reprogramação” de igual valor, que chegou a estar previsto para 2025, mas que, &#8220;por diversas vicissitudes, não foi possível executar”, e que passará agora para 2027.</p>
<p class="text-paragraph">Ou seja, Lisboa terá um total de mais de cinco milhões de euros (5.597.460) para os dois anos de apoio previstos no Programa Menos Ruído, que, como consta da Resolução do Conselho de Ministros n.º 58/2025, vai financiar intervenções em “fachadas, janelas, caixilharias e caixas de estore de edifícios habitacionais que não cumpram os requisitos acústicos” e “se localizem nas zonas expostas a níveis de ruído” que ultrapassam os limites estabelecidos na lei.</p>
<p class="text-paragraph">Em concreto, detalhou a autarquia da capital, as intervenções abrangerão as freguesias de Alvalade, Avenidas Novas, Alcântara, Campo de Ourique, Campolide, Estrela, Lumiar, Santa Clara e São Domingos de Benfica.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o Programa Menos Ruído, deve ser dada prioridade ao investimento em residências privadas destinadas a habitação permanente e que estejam localizadas em zonas onde se verifique maior ruído, estando excluídos de apoio os estabelecimentos comerciais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PAN denuncia abate de jacarandás na 5 de Outubro em Lisboa</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/pan-denuncia-abate-de-jacarandas-na-5-de-outubro-em-lisboa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 08:14:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA["Foi com bastante desagrado que vimos no início da primavera o aviso que os jacarandás desta avenida vão ser transplantados. […] a taxa de sucesso de transplante de jacarandás é irrisória, portanto chamemos as coisas pelos nomes: vão ser abatidas 42 árvores", afirmou o deputado do PAN na Assembleia Municipal de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PAN denunciou esta terça-feira o abate de 42 jacarandás na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa, tendo a Câmara Municipal afirmado que &#8220;não há abates&#8221;, mas sim a relocalização de árvores, no âmbito da operação urbanística de Entrecampos.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Foi com bastante desagrado que vimos no início da primavera o aviso que os jacarandás desta avenida vão ser transplantados. […] a taxa de sucesso de transplante de jacarandás é irrisória, portanto chamemos as coisas pelos nomes: vão ser abatidas 42 árvores&#8221;, afirmou o deputado do PAN na Assembleia Municipal de Lisboa, António Morgado Valente.</p>
<p class="text-paragraph">Num momento de perguntas à Câmara, na reunião da Assembleia Municipal, o eleito do PAN questionou sobre para que serviu uma petição com mais de 50 mil assinaturas contra o abate de jacarandás na Avenida 5 de Outubro e afirmou que para &#8220;uma árvore que é abatida é preciso plantar pelo menos 20 árvores para ter o mesmo efeito no meio ambiente&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Serão necessárias quase 900 árvores para equilibrar o abate destas 42 árvores&#8221;, expôs António Morgado Valente.</p>
<p class="text-paragraph">Em resposta, a vereadora dos Espaços Verdes, Joana Baptista (independente indicada pelo PSD), assegurou que &#8220;não há abates&#8221;, criticando que se desvirtue o assunto.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Oh senhor deputado António Morgado, quase que fiquei depressiva, o que é certo é que eu não sou uma mulher depressiva, sou resiliente, e sei aquilo que ando aqui a fazer, eu e as equipas técnicas da Câmara. Ora, se as árvores da cidade estivessem aqui neste fórum a ouvi-lo também ficavam muito, muito chateadas, apoquentadas, amedrontadas com aquilo que o senhor deputado disse&#8221;, expressou.</p>
<p class="text-paragraph">Joana Baptista reforçou que em causa está a operação urbanística de Entrecampos, que implica &#8220;desenvolvimento económico&#8221; e &#8220;respeito pela cidade e respeito pelo património arbóreo&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Numa parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa e o promotor, o que se está a fazer é respeito pelo património arbóreo: zero abates. O que se está a fazer, neste momento, é transplantar todos os jacarandás para vários parques e jardins da cidade de Lisboa, e mais, estamos a plantar&#8221;, declarou.</p>
<p class="text-paragraph">A responsável pelo pelouro dos Espaços Verdes adiantou ainda que, neste momento, todas as caldeiras da freguesia das Avenidas Novas têm árvores, porque o promotor da operação urbanística de Entrecampos &#8220;deu à cidade 17 mil metros quadrados de espaços verdes, 17 campos de futebol&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Na Avenida 5 de Outubro, a Câmara de Lisboa afixou um aviso de intervenções no arvoredo, informando que, &#8220;no âmbito das obras de urbanização da parcela B3 &#8211; Entrecampos, terão de ser transplantados 42 exemplares arbóreos&#8221;, e renovando o compromisso de &#8220;reforçar o n.º de árvores a plantar&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Em 17 de março, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou uma recomendação do BE para que a Câmara informasse sobre a decisão relativa ao destino dos 47 jacarandás da Avenida 5 de Outubro, cuja remoção foi suspensa em abril de 2025.</p>
<p class="text-paragraph">Em abril de 2025, a Câmara de Lisboa recuou a quanto à remoção de árvores na Avenida 5 de Outubro, sobretudo da espécie jacarandá, tendo decidido autorizar &#8220;apenas três&#8221; transplantes em vez de 20 e pedir a reavaliação dos 25 abates previstos.</p>
<p class="text-paragraph">O plano inicial previa a remoção de 47 árvores no eixo da Avenida 5 de Outubro, onde há 75 jacarandás, definindo que 30 seriam mantidos, 20 transplantados (a que se juntariam dois plátanos) e os restantes 25 abatidos. Simultaneamente, o projeto determina que serão replantados 39 jacarandás, a que se juntarão 49 outras árvores.</p>
<p class="text-paragraph">Em questão está a construção de um parque de estacionamento subterrâneo.</p>
<p class="text-paragraph">Contra este processo, a petição &#8220;Não ao abate dos jacarandás da Avenida 5 de Outubro&#8221; reuniu mais de 54.000 assinaturas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lisboa testa sistema de alerta de tsunami na terça-feira</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/lisboa-testa-sistema-de-alerta-de-tsunami-na-terca-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[tsunami]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comunicado, o gabinete de imprensa da Câmara Municipal de Lisboa informa que o teste “LisbonWave26” vai realizar-se no dia 24, entre as 10:30 e as 12:00, e que as sirenes já estão instaladas na Praça do Império, na Ribeira das Naus, no Passeio Carlos do Carmo e na Doca de Alcântara.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa vai testar o sistema de alerta de tsunami na terça-feira, acionando as quatro sirenes colocadas na frente ribeirinha, que o executivo municipal pretende aumentar para dez até ao final do mandato, segundo informação oficial.</p>
<p class="text-paragraph">Em comunicado, o gabinete de imprensa da Câmara Municipal de Lisboa informa que o teste “LisbonWave26” vai realizar-se no dia 24, entre as 10:30 e as 12:00, e que as sirenes já estão instaladas na Praça do Império, na Ribeira das Naus, no Passeio Carlos do Carmo e na Doca de Alcântara.</p>
<p class="text-paragraph">O som das sirenes será testado durante cerca de meia hora, período durante o qual se escutará uma sequência de toques, seguida de uma mensagem de voz transmitida em português e em inglês.</p>
<p class="text-paragraph">Neste exercício serão também testadas “as rotas de encaminhamento até aos pontos de encontro e a prontidão da resposta”, indicou a câmara.</p>
<p class="text-paragraph">O teste integra as iniciativas promovidas pela autarquia, durante o mês de março, no âmbito da comemoração do Dia Internacional da Proteção Civil, “com o intuito de envolver e sensibilizar a cidade relativamente aos riscos a que está exposta”.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo uma publicação oficial do Serviço Municipal de Proteção Civil de Lisboa, a faixa ribeirinha de Lisboa encontra-se exposta aos efeitos de um tsunami, principalmente a zona entre Belém e Santa Apolónia.</p>
<p class="text-paragraph">Apesar de pouco frequentes, Lisboa já foi palco de vários tsunamis &#8211; sequências de ondas associadas ao deslocamento de um grande volume de água, quase sempre gerado por perturbações do fundo do oceano devido a fortes sismos –, por exemplo na sequência do terramoto de 1 de novembro de 1755.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lisboa vai criar regulamento do ruído e pretende reduzir pessoas expostas a ruído exterior</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/lisboa-vai-criar-regulamento-do-ruido-e-pretende-reduzir-pessoas-expostas-a-ruido-exterior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 14:52:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ruído]]></category>
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					<description><![CDATA[“Para uma gestão mais eficiente desta temática, afigura-se relevante a elaboração de um regulamento municipal do ruído para o concelho de Lisboa, concretizando o disposto no Regulamento Geral de Ruído, a par de normas que, sem o contrariar, deem resposta às especificidades do concelho de Lisboa”, lê-se na proposta subscrita pelo vereador do Ambiente e Ação Climática, Vasco Anjos (IL).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Lisboa vai criar um regulamento municipal do ruído, tendo aprovado hoje um período para a recolha de sugestões, pretendendo reduzir o número de pessoas expostas a ruído exterior e melhorar a qualidade do ambiente acústico.</p>
<p class="text-paragraph">“Para uma gestão mais eficiente desta temática, afigura-se relevante a elaboração de um regulamento municipal do ruído para o concelho de Lisboa, concretizando o disposto no Regulamento Geral de Ruído, a par de normas que, sem o contrariar, deem resposta às especificidades do concelho de Lisboa”, lê-se na proposta subscrita pelo vereador do Ambiente e Ação Climática, Vasco Anjos (IL).</p>
<p class="text-paragraph">Em reunião privada do executivo municipal, a proposta para iniciar a elaboração do regulamento municipal do ruído foi aprovada por unanimidade, determinando um período para a participação de eventuais interessados, a decorrer durante 20 dias úteis após a publicação de aviso no sítio institucional e no Boletim Municipal de Lisboa.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a proposta, a que a Lusa teve acesso, as sugestões devem ser apresentadas por escrito, através de requerimento dirigido ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), a enviar por meio eletrónico para dmaevce.daeac@cm-lisboa.pt, ou por via postal para o Departamento de Ambiente Energia e Ação Climática, sito na Praça José Queirós, n.º 1, 3.º Piso-Fração 5, 1800-237 Lisboa.</p>
<p class="text-paragraph">Com o início da criação do regulamento do ruído, o município de Lisboa pretende “reduzir o número de pessoas expostas a ruído exterior e melhorar a qualidade do ambiente acústico”.</p>
<p class="text-paragraph">A avaliação e gestão do ruído em Lisboa é uma competência do município, de acordo com o Regulamento Geral do Ruído, em articulação com o Regime de Avaliação e Gestão do Ruído Ambiente (que resulta da transposição de diretiva do Parlamento Europeu e do Conselho Europeu), que estipulam a obrigatoriedade de vários instrumentos de monitorização e acompanhamento das questões relativas ao ruído, e definem também objetivos a atingir ao nível da avaliação e gestão do ruído ambiente.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo dados de 2022, divulgados pelo município, o tráfego rodoviário em Lisboa continua a ser o principal responsável pelo ruído ambiente exterior na cidade e estima-se que 13,6% da população residente é afetada por níveis superiores ao legalmente estabelecido.</p>
<p class="text-paragraph">No âmbito da atualização do mapa estratégico de ruído de Lisboa, tendo como ano de referência 2022, verificou-se que a totalidade das vias rodoviárias da cidade afeta 74.118 pessoas residentes no município, o que representa cerca de 13,6% da população num universo de 545.761 habitantes, que estão expostas a valores de ruído ambiente superiores a 65 decibéis, associados ao incómodo global &#8211; dB(A) -, consoante o indicador de ruído para o dia, entardecer e noite (Lden), ou seja, para o período das 24 horas do dia.</p>
<p class="text-paragraph">Com base no regulamento do Plano Diretor Municipal de Lisboa, a totalidade do território municipal encontra-se classificada como zona mista, “não devendo a população ficar exposta a níveis sonoros de ruído ambiente exterior superiores ao definido no Regulamento Geral de Ruído, em 65 dB(A) e 55 dB(A) respetivamente para os indicadores Lden e Ln [indicador de ruído para a noite, das 23:00 às 07:00]”.</p>
<p class="text-paragraph">Outras das fontes de ruído assinaladas são as infraestruturas de transporte ferroviário, o Aeroporto Humberto Delgado, a rede de elétricos da Carris e as zonas de diversão noturna.</p>
<p class="text-paragraph">Para combater o ruído e salvaguardar o direito ao descanso dos moradores, a Câmara de Lisboa determinou a proibição de venda de bebidas alcoólicas para consumo no exterior dos estabelecimentos, aplicável a todo o território da cidade, a partir das 23:00 de domingo a quinta-feira e desde as 24:00 à sexta-feira, sábado e véspera de feriado. Esta medida entrou em vigor a 14 de fevereiro e é de “natureza preventiva”, para vigorar até à alteração do Regulamento de Horários de Funcionamento dos Estabelecimentos.</p>
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		<title>Sem execução visível do Contrato Climático, Lisboa deverá falhar neutralidade em 2030</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/sem-execucao-visivel-do-contrato-climatico-lisboa-devera-falhar-neutralidade-em-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 09:29:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Contrato Climático]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Zero participou na consulta pública do Contrato Climático Cidade de Lisboa 2030 (CCC Lisboa 2030), cujo prazo terminou em 14 de fevereiro, tendo submetido um parecer com contributos e recomendações, informou a associação, em comunicado, considerando que aquele instrumento estratégico tem “medidas bem-intencionadas”, mas “claramente insuficientes”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A associação ambientalista Zero disse hoje que, sem execução visível do Contrato Climático 2030, Lisboa deverá falhar a neutralidade daqui a quatro anos, considerando que as medidas do documento em consulta pública são “claramente insuficientes”.</p>
<p class="text-paragraph">A Zero participou na consulta pública do Contrato Climático Cidade de Lisboa 2030 (CCC Lisboa 2030), cujo prazo terminou em 14 de fevereiro, tendo submetido um parecer com contributos e recomendações, informou a associação, em comunicado, considerando que aquele instrumento estratégico tem “medidas bem-intencionadas”, mas “claramente insuficientes”.</p>
<p class="text-paragraph">Para a associação, “sem execução visível, Lisboa deverá falhar neutralidade climática daqui a quatro anos”, embora reconheça o valor político e simbólico da iniciativa.</p>
<p class="text-paragraph">Ainda assim, apontou, “a proposta peca pela ausência de quantificação rigorosa dos impactos e custos das medidas, pela falta de prioridades claras baseadas na eficácia climática, pela insuficiente redução estrutural do automóvel privado, pela insuficiente integração da justiça social e por lacunas na abordagem a setores como aviação, porto marítimo e compensações de emissões”.</p>
<p class="text-paragraph">Entre as principais questões destacadas pela Zero está a ausência de referência, medida a medida, à quantificação das emissões evitadas, a que custo e em que prazos, considerando que “sem esta matriz de custo-eficácia, torna-se impossível escolher o que é realmente transformador, corrigir o que falha e proteger o interesse público”.</p>
<p class="text-paragraph">A associação defendeu, por isso, a inclusão na versão final do plano da quantificação obrigatória dos resultados de cada ação, com custos de investimento, cronograma e operacionalização quando aplicável, mostrando metas anuais e mecanismos de correção de trajetória.</p>
<p class="text-paragraph">Adicionalmente, a Zero alertou que a “eletrificação deve dar prioridade aos transportes públicos e veículos de uso intensivo com maior impacto climático e social” com vista à redução da dependência do automóvel individual e considerou “grave a ausência de medidas para lidar com o impacto crescente da aviação associada à cidade”, defendendo ainda a inclusão de ações explícitas sobre ruído e qualidade do ar.</p>
<p class="text-paragraph">Lisboa, juntamente com Guimarães e Porto, faz parte da lista das 100 cidades que foram selecionadas pela Comissão Europeia, entre mais de 370 candidatas, para participar na Missão Europeia “100 Cidades Climaticamente Neutras e Inteligentes até 2030”.</p>
<p class="text-paragraph">O Contrato Climático de Lisboa 2030 entrou em consulta pública em 13 de janeiro e está atualmente em fase de análise dos contributos.</p>
<p class="text-paragraph">O documento assume o compromisso de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em 80% relativamente a 2002, alcançando a neutralidade climática até 2030, preparar a cidade para eventos climáticos extremos e assegurar uma transição justa e inclusiva, reduzindo desigualdades e combatendo a pobreza energética.</p>
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		<item>
		<title>Custos do aeroporto de Lisboa para pessoas e cidade chegam a 12 mil milhões em 10 anos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/custos-do-aeroporto-de-lisboa-para-pessoas-e-cidade-chegam-a-12-mil-milhoes-em-10-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[aeroporto]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A associação ambientalista Zero alertou hoje que os custos do aeroporto de Lisboa desde 2015, para a cidade e habitantes, nomeadamente para a saúde, ascendem a 12 mil milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A associação ambientalista Zero alertou hoje que os custos do aeroporto de Lisboa desde 2015, para a cidade e habitantes, nomeadamente para a saúde, ascendem a 12 mil milhões de euros.</p>
<p class="text-paragraph">São mais de 1.500 milhões de euros por ano, frisou Pedro Nunes, ouvido na Comissão parlamentar de Ambiente e Energia no âmbito de uma audição requerida pelo PS sobre o impacto ambiental do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.</p>
<p class="text-paragraph">Pedro Vaz, pelo PS, justificou o pedido de audição pelo não cumprimento das obrigações por parte da concessionária do aeroporto (ANA), seja sobre o Plano de Ação de Ruído para 2018-2023 e o que devia estar em vigor a seguir, seja sobre os voos noturnos, dizendo que a entidade apenas foi sujeita a uma multa de 12 mil euros.</p>
<p class="text-paragraph">“Como é que se consegue garantir que um concessionário do Estado cumpra com o que o próprio Estado exige?”, questionou o deputado.</p>
<p class="text-paragraph">Pedro Nunes, além de falar dos custos (“estimativa com base em modelos estabelecidos internacionalmente”) para os cidadãos e para a cidade e o seu património, referiu que o Plano de Ação de Ruído 2018-23 está “em grande medida em incumprimento”, nomeadamente nas questões mais relevantes como o isolamento acústico dos imóveis residenciais.</p>
<p class="text-paragraph">E o Plano 2024-2029 “está há dois anos atrasado”, notou o responsável, recordando que o plano que esteve em consulta pública não servia e que acabou por ser rejeitado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA).</p>
<p class="text-paragraph">Pedro Nunes disse também que a Zero é contra o financiamento do Fundo Ambiental (anunciado um apoio no ano passado) para obras de isolamento sonoro, porque tal “desresponsabiliza os poluidores” e devia ser sim a Ana – Aeroportos de Portugal a pagar.</p>
<p class="text-paragraph">Quanto aos voos noturnos o ambientalista disse que eles continuam “muito acima” do permitido “e ainda mais do que se verificava” há algum tempo, e que não foram implementadas recomendações de um grupo de trabalho da Assembleia da República sobre a matéria, como a interdição total de voos entre as 01:00 e as 05:00.</p>
<p class="text-paragraph">Em resumo, disse, as restrições não são cumpridas (entre as 00:00 e as 06:00, os movimentos por hora (diurna) estão a aumentar e são feitas obras no terminal 1 sem avaliação de impacto ambiental.</p>
<p class="text-paragraph">A Zero propôs que fosse revisto o quadro de fiscalização e de multas, devendo as companhias aéreas pagar “à cabeça” pelos voos noturnos, e disse que o Estado deve usar o poder que o contrato de concessão lhe dá sobre o incumprimento de clausulas ambientais.</p>
<p class="text-paragraph">“A avaliação que fazemos deste panorama é negativa. As coisas não melhoraram mas pioraram”, disse, recordando que a Zero já foi ouvida no Parlamento várias vezes sobre o tema e defendendo que deve haver consequências dos trabalhos na comissão.</p>
<p class="text-paragraph">Acácio Pires, igualmente da Zero, disse também aos deputados que as ações e intervenções no aeroporto Humberto Delgado devem ser objeto de Avaliação de Impacto Ambiental, e que o aumento de voos por hora também tem de ter uma Avaliação porque o aeroporto está numa “zona sensível”.</p>
<p class="text-paragraph">“Parece difícil aumentar o número de voos sem que isso agrave as condições para as populações afetadas”, disse o responsável, referindo-se ao facto de os aviões sobrevoarem zonas de Lisboa com grandes aglomerados populacionais.</p>
<p class="text-paragraph">Acácio Pires observou que nesta matéria “o Estado tem de se fazer respeitar” e se não é cumprido o prazo para apresentar um Plano de Ação de Ruído tem de haver uma sanção, como tem de haver uma sanção para as companhias aéreas que não cumprem os horários. O incumprimento pode conduzir à resolução do contrato de concessão, avisou.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Carros mais escuros contribuem para aumentar calor nas cidades</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/carros-mais-escuros-contribuem-para-aumentar-calor-nas-cidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 16:28:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alterações Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[carros]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma investigação liderada pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT), da Universidade de Lisboa, revela que os carros com pinturas escuras refletem apenas 5% a 10% da radiação solar, ao passo que os mais claros podem refletir até 85%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os dias, centenas de milhares de carros circulam pela cidade de Lisboa, bem como por outros grandes centros urbanos. Além de ser uma dor de cabeça para quem tem de enfrentar longas filas de trânsito diariamente, os veículos podem também contribuir para o aumento da temperatura.</p>
<p>Uma investigação liderada pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT), da Universidade de Lisboa, revela que os carros com pinturas escuras refletem apenas 5% a 10% da radiação solar, ao passo que os mais claros podem refletir até 85%.</p>
<p>Num artigo publicado na revista ‘<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2590252025000467" target="_blank" rel="noopener">City and Environment Interactions’</a>, os cientistas, também do Laboratório Associado TERRA, da University College Dublin (Irlanda) e da Universidade de São Paulo (Brasil), testaram dois carros – um branco e outro preto – estacionados na capital durante várias horas, exposto ao sol e a uma temperatura estival de 36 graus Celsius.</p>
<p>O mais escuro aumentava a temperatura do ar circundante até 3,8 graus, enquanto os efeitos do mais claro na temperatura ambiente eram muito menores. Como tal, e dado que se estima que cerca de 10% das estradas e vias de Lisboa estejam ocupadas com carros estacionados durante quase todo o dia, os cientistas dizem que quanto maior for a prevalência de carros escuros, maior será o efeito de “ilha de calor urbana”.</p>
<p>Com base nos resultados obtidos, concluem que os materiais e cores dos carros funcionam como “volumes térmicos ativos”, tal como os edifícios, influenciando o microclima urbano e o conforto térmico dos peões.</p>
<p>“De uma perspetiva do planeamento urbano, poderá ser importante considerar restrições de parqueamento com base na cor em zonas termicamente sensíveis, como proibir carros com pinturas escuras nas áreas mais quentes ou incentivar o uso de coberturas refletoras”, escrevem os investigadores no artigo.</p>
<p>Além disso, sugerem também que a colocação de coberturas em parques de estacionamentos abertos poderá ajudar a mitigar a exposição ao calor, bem como a plantação de árvores e o reforço das infraestruturas verdes (como telhados e fachadas de edifícios com vegetação) para aumentar a evapotranspiração, a sombra e a ventilação nas cidades e sobretudo nas áreas mais quentes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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