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	<title>Biodiversidade &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Thu, 30 Apr 2026 07:50:07 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Biodiversidade &#8211; Green Savers</title>
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		<title>Do Abandono à Vida: Olivais de Abrantes ganham nova esperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Filipa Rego]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 07:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[abrantes]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Olivais]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os montes e vales do Ribatejo, as oliveiras centenárias renascem. O projeto “Apadrinha Uma Oliveira”, lançado em 2023, quer recuperar olivais abandonados, preservar o património natural e agrícola da região e criar oportunidades de emprego para quem mais precisa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os montes e vales do Ribatejo, as oliveiras centenárias renascem. O projeto “Apadrinha Uma Oliveira”, lançado em 2023, quer recuperar olivais abandonados, preservar o património natural e agrícola da região e criar oportunidades de emprego para quem mais precisa. A iniciativa nasceu em Abrantes, em parceria com a organização espanhola Apadrinaunolivo.org, que já tem mais de uma década de experiência em recuperação de olivais, combinando tradição com inovação sustentável.</p>
<p>“Vale mais entregar os olivais ao Apadrinha uma Oliveira e vermos as nossas coisas zeladas do que termos tudo abandonado. É uma homenagem aos nossos pais”, explica Maria Manuela Maia Alves, proprietária de um dos terrenos envolvidos, à Green Savers.</p>
<p><strong>Contexto e desafios</strong></p>
<p>O projeto surge num momento crítico para a região, marcada por múltiplos desafios: o abandono agrícola, o despovoamento rural, a falta de renovação geracional na agricultura e o encerramento da Central do Pego em 2022, que deixou mais de 100 pessoas desempregadas.</p>
<p>A iniciativa recebeu apoio inicial da Endesa, através do Fundo de Transição Justa, permitindo iniciar a recuperação dos olivais e empregar antigos trabalhadores da central elétrica, oferecendo uma alternativa concreta à crise laboral e social gerada pelo encerramento da unidade.</p>
<figure id="attachment_284943" aria-describedby="caption-attachment-284943" style="width: 2000px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-284943 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2025/11/Colheita-da-Azeitona_Apadrinhaumaoliveira.org_.jpg" alt="" width="2000" height="2000" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Colheita-da-Azeitona_Apadrinhaumaoliveira.org_.jpg 2000w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Colheita-da-Azeitona_Apadrinhaumaoliveira.org_-300x300.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Colheita-da-Azeitona_Apadrinhaumaoliveira.org_-1024x1024.jpg 1024w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Colheita-da-Azeitona_Apadrinhaumaoliveira.org_-150x150.jpg 150w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Colheita-da-Azeitona_Apadrinhaumaoliveira.org_-768x768.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Colheita-da-Azeitona_Apadrinhaumaoliveira.org_-1536x1536.jpg 1536w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Colheita-da-Azeitona_Apadrinhaumaoliveira.org_-600x600.jpg 600w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Colheita-da-Azeitona_Apadrinhaumaoliveira.org_-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 2000px) 100vw, 2000px" /><figcaption id="caption-attachment-284943" class="wp-caption-text">@Município de Abrantes</figcaption></figure>
<p><strong>Património natural e emprego local</strong></p>
<p>Abrantes é uma terra de tradição olivícola. Atualmente, existem mais de 2.000 hectares de olival abandonado, equivalente a cerca de 2.800 campos de futebol, representando um risco elevado de incêndios e perda de biodiversidade. O projeto atua sobretudo em propriedades privadas que estavam sem uso, resultado do envelhecimento dos proprietários ou do abandono rural.</p>
<p>“A intervenção segue princípios de agricultura biológica, sem químicos, preservando a biodiversidade e os ecossistemas locais”, explica Jéssica Oliveira, porta-voz do projeto, em entrevista à Green Savers.</p>
<p>A equipa permanente é composta por seis trabalhadores a tempo inteiro, quatro deles ex-trabalhadores da Central do Pego. Durante épocas de maior atividade, como a poda ou a colheita, são contratados trabalhadores temporários locais, garantindo emprego justo e inclusão social, além de fortalecer a economia regional.</p>
<p><strong>Impacto ambiental</strong></p>
<p>O projeto tem também repercussões ambientais significativas. Cada oliveira retém carbono acumulado ao longo dos séculos, ajudando a equilibrar o clima. Uma árvore com 50 centímetros de diâmetro pode captar até 80 quilos de CO₂ em 20 anos, e quando recuperada, essa capacidade pode duplicar, segundo dados do iTree Tools.</p>
<p>A recuperação destas árvores centenárias contribui ainda para prevenir incêndios, preservar habitats de fauna e flora locais e manter a fertilidade natural do solo, promovendo uma agricultura sustentável que combina técnica e tradição.</p>
<p><strong>Modelo de apadrinhamento aproxima comunidade</strong></p>
<p>O conceito de “apadrinhamento” aproxima a comunidade ao olival e cria uma ligação emocional com a árvore. Atualmente, quase 5.000 oliveiras foram recuperadas, distribuídas por mais de 60 hectares de terreno cedido por proprietários locais. O projeto conta com apoio de mais de 180 padrinhos particulares e oito empresas madrinhas, incluindo Sociedade Ponto Verde, Artevasi, LUSH, OKE e a alemã Refine Projects AG.</p>
<figure id="attachment_284942" aria-describedby="caption-attachment-284942" style="width: 2000px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-284942 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2025/11/APADRINHA-UMA-OLIVEIRA.jpg" alt="" width="2000" height="1431" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/APADRINHA-UMA-OLIVEIRA.jpg 2000w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/APADRINHA-UMA-OLIVEIRA-300x215.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/APADRINHA-UMA-OLIVEIRA-1024x733.jpg 1024w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/APADRINHA-UMA-OLIVEIRA-768x550.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/APADRINHA-UMA-OLIVEIRA-1536x1099.jpg 1536w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/APADRINHA-UMA-OLIVEIRA-600x429.jpg 600w" sizes="(max-width: 2000px) 100vw, 2000px" /><figcaption id="caption-attachment-284942" class="wp-caption-text">@Município de Abrantes</figcaption></figure>
<p>“Eu adoro a experiência por vários motivos. Primeiro, porque sei que estou a contribuir com uma causa que impacta positivamente uma comunidade e ainda é um projeto que ajuda a prevenir incêndios e proteger o meio ambiente. Isso faz-me sentir parte de algo maior”, relata Fernanda Wolter, madrinha de uma oliveira.</p>
<p>Muitos padrinhos dão nomes às suas árvores e partilham os produtos resultantes do seu cuidado.</p>
<p>“Escolhi dar à árvore o nome da minha avó e presenteei minha mãe com o certificado e os azeites. Ela adorou a iniciativa e fez questão de contar a toda a família, cheia de orgulho”, conta Fernanda Wolter.</p>
<p>Este modelo não só fortalece o vínculo entre pessoas e território, mas também promove educação ambiental e responsabilidade social, ao permitir que cada padrinho acompanhe o crescimento e os cuidados da sua oliveira.</p>
<p><strong>Recuperação dos olivais: técnica e tradição</strong></p>
<p>O trabalho de recuperação é meticuloso e combina técnicas tradicionais com inovação sustentável. No olival AO-37, por exemplo, a equipa iniciou uma poda de rejuvenescimento, removendo ramos velhos e, em algumas árvores, reduzindo-as ao tronco principal para formar uma nova copa. Seguiu-se a limpeza do terreno, eliminando vegetação invasora e reduzindo o risco de incêndios. Depois, as árvores são monitorizadas, com controlo responsável de pragas e manutenção contínua</p>
<p>“O olival encontrava-se em muito mau estado de conservação, resultado de anos sem manutenção. Sem intervenção, muitas destas árvores acabariam por morrer lentamente, levando à perda de um olival tradicional com décadas — e em alguns casos, séculos — de existência”, refere Jéssica Oliveira.</p>
<p>Segundo a responsável, o proprietário apenas contratava uma equipa de tratoristas uma vez por ano para limpar o mato, apenas para cumprir a obrigação legal de prevenção de incêndios. As oliveiras não eram tratadas nem podadas, o que levou ao crescimento excessivo de rebentos na base do tronco (ladrões), transformando-as em autênticos arbustos densos e fechados. Esta situação impedia a entrada de luz e circulação de ar, comprometendo o desenvolvimento natural da árvore e a sua capacidade de frutificação.</p>
<p><span style="font-size: 16px;">Hoje, diz Jéssica Oliveira, as oliveiras do olival AO-37 &#8220;mostram sinais claros de recuperação&#8221; com c</span>opas &#8220;equilibradas, troncos saudáveis e nova rebentação&#8221;.</p>
<figure id="attachment_284944" aria-describedby="caption-attachment-284944" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-284944 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2025/11/Oliveira-2.jpg" alt="" width="1000" height="750" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Oliveira-2.jpg 1000w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Oliveira-2-300x225.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Oliveira-2-768x576.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Oliveira-2-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-284944" class="wp-caption-text">@Município de Abrantes</figcaption></figure>
<p><strong>Produção de azeite</strong></p>
<p>O azeite produzido é Azeite Virgem Extra de alta qualidade, obtido a frio e sem aditivos químicos. Apresenta um perfil frutado verde de intensidade média, com notas de maçã, folha de oliveira e tomate, ligeiramente amargo e picante, refletindo a pureza do olival tradicional.</p>
<p>A colheita é manual, o transporte feito em caixas cuidadas e a moagem realizada em menos de 24 horas, garantindo frescura, sabor e qualidade máxima.</p>
<p><strong>Envolvimento da comunidade</strong></p>
<p>O projeto envolve ativamente a população local, especialmente na freguesia das Mouriscas, onde se concentra grande parte dos terrenos cedidos. “Tentamos envolver sempre a população através de visitas regulares aos olivais e momentos de partilha com padrinhos e empresas”, explica a responsável. A iniciativa dá a conhecer a cultura e a história olivícola da região, o trabalho realizado no terreno e as histórias dos proprietários locais que confiaram os seus olivais ao projeto.</p>
<p>Além disso, há uma parceria com a ACROM (Associação Cultural das Rotas de Mouriscas) para desenvolver uma Rota das Oliveiras Centenárias, que pretende mostrar a riqueza natural e patrimonial da região e aproximar ainda mais a comunidade à preservação do património olival.</p>
<p>“Queremos que cada padrinho veja a sua oliveira a crescer e sinta que faz parte desta transformação”, explica a responsável</p>
<p>No Dia Mundial da Oliveira, a 26 de novembro, os padrinhos recebem fotografias atualizadas das árvores e são convidados a partilhar nas redes sociais a evolução do projeto, reforçando o vínculo entre comunidade e natureza.</p>
<figure id="attachment_284940" aria-describedby="caption-attachment-284940" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-284940 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2025/11/Caminhada-scaled-1.jpeg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Caminhada-scaled-1.jpeg 2560w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Caminhada-scaled-1-300x200.jpeg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Caminhada-scaled-1-1024x683.jpeg 1024w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Caminhada-scaled-1-768x512.jpeg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Caminhada-scaled-1-1536x1024.jpeg 1536w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Caminhada-scaled-1-2048x1366.jpeg 2048w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/11/Caminhada-scaled-1-600x400.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-284940" class="wp-caption-text">@Município de Abrantes/Nuno Caetano Pais</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desafios e perspetivas</strong></p>
<p>Apesar do sucesso inicial, os responsáveis reconhecem desafios:</p>
<p>“O principal desafio é garantir a continuidade e sustentabilidade do projeto a longo prazo. É essencial dar a conhecer a nossa missão a mais pessoas e empresas em todo o país”, refere Jéssica Oliveira.</p>
<p>Pedidos de expansão surgem de outras regiões portuguesas, mas o foco mantém-se em Abrantes, incluindo Sardoal, Mouriscas, Alvega e São Facundo. Proprietários de olivais que não têm condições para cuidar dos terrenos podem confiar na associação, cedendo-os por contrato de dez anos e recebendo 10% da produção de azeite, mantendo a titularidade do terreno sem custos, Jéssica Oliveira</p>
<p>Para empresas, o apadrinhamento traduz-se num triplo impacto: social, económico e ambiental, com azeite solidário e experiências de voluntariado corporativo. Com o estatuto de utilidade pública a caminho, os apoios terão benefícios fiscais diretos, incentivando a participação empresarial na preservação do património olival.</p>
<p><strong>Como podem cidadãos ou empresas envolver-se e contribuir para a continuidade do projeto?</strong></p>
<p><strong>1 – Proprietários de olivais:</strong> muitos dos hectares de olival ao cuidado da organização são terrenos de vários proprietários que, apesar de terem o terreno, não têm condições para cuidar dele. Seja pelo fator idade, como pela distância ao terreno, estes proprietários podem confiar na organização para cuidar dos seus terrenos. Assim, após realizar um contrato de cedência a dez anos entre as partes, a equipa da organização garante a limpeza do terreno e o cuidado das oliveiras de modo a que tudo esteja conforme a lei. É ainda de referir que os proprietários, após dois ou seis anos (dependendo do estado do olival), recebem 10% da produção de azeite obtido na sua propriedade; o proprietário não perde a titularidade do terreno e não tem qualquer custo com o mesmo.</p>
<p><strong>2 – Apadrinhar uma oliveira: </strong>O apadrinhamento da oliveira garante que vário olival tradicional é recuperado. O apadrinhamento deve ser feito online, através do site <a href="https://apadrinhaumaoliveira.org/" target="_blank" rel="noopener">apadrinhaumaoliveira.org</a>. Os interessados devem <a href="https://apadrinhaumaoliveira.org/escolha-sua-oliveira/" target="_blank" rel="noopener">selecionar a oliveira</a> que querem apadrinhar e fazer um donativo anual de 35€ ou 60€. A primeira modalidade garante a oferta de um litro de azeite no ano seguinte ao apadrinhamento e a segunda modalidade garante a oferta de dois litros de azeite no ano seguinte ao apadrinhamento. Os padrinhos podem visitar a sua afilhada sempre que quiserem, batizá-la e acompanhar a sua evolução e recuperação. Recebem ainda o Diploma de Apadrinhamento.</p>
<p><strong>3 &#8211; Empresas: </strong>As empresas madrinhas podem apadrinhar um conjunto de oliveiras, ou um olival em nome da organização, envolvendo colaboradores e clientes na parceria. O apoio empresarial traduz-se num <strong>triplo impacto</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Social</strong> – apoio na criação de postos de trabalho.</li>
<li><strong>Económico</strong> – dinamização do território apoio no desenvolvimento da economia local. produção de azeite solidário</li>
<li><strong>Ambiental</strong> – preservação da biodiversidade e dos ecossistemas onde estão inseridos os olivais e prevenção de incêndios.</li>
<li>Por cada oliveira apadrinhada, a empresa receberá <strong>azeite solidário produzido</strong> a partir das oliveiras recuperadas pela associação em forma de garrafas personalizadas pela mesma (250ml ou 500ml).</li>
<li>As empresas podem ainda organizar com a associação, uma experiência de <strong>voluntariado corporativo</strong> que envolve as equipas nas tarefas agrícolas.</li>
<li>A empresa tem ainda <strong>presença como parceira no website</strong>, <strong>entrevistas no blog</strong>, <strong>menções nas redes sociais</strong> e <strong>placas identificativas no olival</strong>.</li>
<li>O donativo é <strong>isento de IVA</strong> e dedutível como <strong>despesa</strong>.</li>
<li>Em breve, com o estatuto de <strong>utilidade pública</strong>, os apoios terão também <strong>benefícios fiscais diretos</strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mau tempo: Sementes de pinheiros caídos na Marinha Grande geram novas plantas</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/mau-tempo-sementes-de-pinheiros-caidos-na-marinha-grande-geram-novas-plantas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 17:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mau tempo]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[pinheiros]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro Pinus esclareceu à agência Lusa que a recolha das pinhas foi feita entre 21 de março e 24 de abril, aproveitando uma “oportunidade invulgar” criada pelo mau tempo: “A possibilidade de recolher pinhas diretamente do solo, permitindo acelerar a recolha de semente de pinheiro-bravo num contexto de escassez”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os pinheiros derrubados pela tempestade Kristin na Marinha Grande vão gerar cerca de quatro milhões de novas plantas, depois de as pinhas terem sido apanhadas do chão para recolher as sementes, informaram ontem os promotores da ação.</p>
<p class="text-paragraph">A tempestade Kristin afetou a região de Leiria no final de janeiro, causando danos avultados no património florestal da região, e os pinheiros bravos caídos na zona da Marinha Grande foram a fonte para a recolha de 10 toneladas de pinhas, que vão permitir obter 300 quilogramas de sementes e produzir quatro milhões de plantas de novas plantas, explicou o Centro PINUS &#8211; Associação para a Valorização da Floresta de Pinho, promotor da ação.</p>
<p class="text-paragraph">O Centro Pinus esclareceu à agência Lusa que a recolha das pinhas foi feita entre 21 de março e 24 de abril, aproveitando uma “oportunidade invulgar” criada pelo mau tempo: “A possibilidade de recolher pinhas diretamente do solo, permitindo acelerar a recolha de semente de pinheiro-bravo num contexto de escassez”.</p>
<p class="text-paragraph">Uma equipa do Centro PINUS fez a recolha das 10 toneladas de pinha, em “estreita colaboração com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)”, contou a mesma fonte.</p>
<p class="text-paragraph">“Em condições normais, a colheita de pinhas é realizada diretamente na copa de árvores em pé, um processo exigente, oneroso e limitado no tempo. O mau tempo criou condições excecionais que permitem recolher pinhas a partir do solo, aumentando significativamente a eficiência desta operação, e permitindo fazer face à escassez atual de semente de pinheiro-bravo”, justificou.</p>
<p class="text-paragraph">Com as 10 toneladas de pinhas recolhidas, vai-se obter “um rendimento estimado de cerca de 300 quilogramas de sementes, suficientes para produzir aproximadamente 4,08 milhões de plantas, com potencial para arborizar &#8211; ou rearborizar &#8211; cerca de 3.264 hectares de pinhal”, quantificou o Centro PINUS.</p>
<p class="text-paragraph">Os valores alcançados com esta operação equivalem “à média anual de produção de semente certificada das últimas quatro campanhas”, destacou.</p>
<p class="text-paragraph">Este trabalho permite &#8220;aumentar a disponibilidade de semente para futuras ações de arborização&#8221; e &#8220;salvaguardar o património genético de um dos pinhais mais emblemáticos do país”, como o de Leiria, argumentou a associação sem fins lucrativos composta por integrantes da fileira do pinho.</p>
<p class="text-paragraph">“Num contexto de resposta a um evento extremo, esta colaboração evidencia como diferentes entidades podem contribuir, de forma complementar, para transformar uma situação adversa numa oportunidade concreta de recuperar a floresta”, considerou.</p>
<p class="text-paragraph">A tempestade Kristin foi a primeira de três depressões que afetaram Portugal continental no espaço de semanas, entre janeiro e março.</p>
<p class="text-paragraph">Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metades das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.</p>
<p class="text-paragraph">Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros.</p>
<p class="text-paragraph">O Governo recebeu entretanto cerca de 35.900 candidaturas para apoios à reconstrução de habitações e a Estrutura de Missão designada para a recuperação estimou entre 35 mil e 40 mil o número de empresas com danos nas zonas mais atingidas. Três meses após o início das tempestades, cerca de 20 mil clientes continuam sem serviços fixos de comunicações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Há um Parque onde se vive de forma mais sustentável</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/ha-um-parque-onde-se-vive-de-forma-mais-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 11:01:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[parque]]></category>
		<category><![CDATA[sustentável]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=296685</guid>

					<description><![CDATA[O Parque Aventura &#038; Trilho Ecológico apresenta a Programação 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada dos dias mais longos e solarengos, o Parque Aventura e Trilho Ecológico da LIPOR volta a ganhar vida e abre oficialmente a sua época alta 2026, com muitas atividades, novidades e experiências pensadas para todas as idades, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, &#8220;se gosta de natureza, de momentos em família ou simplesmente de passar tempo ao ar livre este é o convite ideal&#8221;. A partir de maio, o Parque reforça a sua programação, promovendo um estilo de vida mais sustentável, próximo da natureza e da comunidade.</p>
<p>A época alta decorre até setembro, às terças e quintas-feiras e fins de semana, das 10h00 às 20h00, com uma equipa pronta para receber visitantes e um conjunto de propostas que combinam diversão, aprendizagem e bem-estar. Há também atividades para grupos e um plano especial para fins de semana.</p>
<p><strong>O que há de novo (e de bom) em 2026</strong></p>
<p>Este ano, o Parque traz ainda mais motivos para visitar:</p>
<ul>
<li>Oficinas pedagógicas sobre biodiversidade, economia circular, alimentação sustentável e boas práticas ambientais;</li>
<li>Atividades ao ar livre que incentivam o movimento, o bem-estar e um estilo de vida saudável;</li>
<li>Visitas guiadas que mostram, de forma prática, o percurso dos resíduos e a importância de os vermos como recursos;</li>
<li>Dinâmicas na Horta da Formiga, com foco na agricultura biológica e na compostagem.</li>
</ul>
<p>E, claro, não faltam momentos especiais: Parque Dance e Festa da Espuma, Mega Evento de Geocaching, aulas de pilates, Bioblitz no Parque, Minichefs e várias atividades de exploração da natureza.</p>
<p><strong> </strong><strong>Um espaço para explorar, brincar e aprender</strong></p>
<p>No Parque, há sempre algo para descobrir:</p>
<ul>
<li>A Horta da Formiga e os animais da quinta, um espaço querido por miúdos e graúdos;</li>
<li>10 pistas de mini-golf em plena natureza;</li>
<li>Geocaching para os mais aventureiros;</li>
<li>Equipamentos de fitness, Teqball e voleibol;</li>
<li>Parques infantis e zonas verdes para relaxar;</li>
<li>O Trilho Ecológico com 4km para descobrir;</li>
<li>Quiosque de gelados e Wi-Fi gratuito ao longo do trilho.</li>
</ul>
<p><strong> </strong><strong>Piqueniques que sabem melhor ao ar livre</strong></p>
<p>Para quem gosta de prolongar a visita, há zonas de piquenique com mesas que podem ser reservadas, perfeitas para aniversários, encontros em família ou simplesmente para desfrutar de uma refeição tranquila na natureza. Reserve a sua mesa aqui (link).</p>
<p><strong>Um gesto simples que faz a diferença</strong></p>
<p>A entrada é gratuita, sendo apenas sugerido um contributo simbólico: 1 kg de resíduos recicláveis por visitante. Uma forma simples de reforçar que todos podemos fazer parte de comunidades mais sustentáveis.</p>
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		<title>Parque das Serras do Porto compra 25 hectares de terreno para proteger salamandra</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/parque-das-serras-do-porto-compra-25-hectares-de-terreno-para-proteger-salamandra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 15:11:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Parque das Serras do Porto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=296874</guid>

					<description><![CDATA[A escritura da aquisição do primeiro terreno, de 13 hectares, no valor de cerca de 135 mil euros, foi assinada na terça-feira pelo presidente do Conselho Executivo do Parque, Alexandre Almeida, enquanto a segunda escritura será assinada brevemente, refere a nota de imprensa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Parque das Serras do Porto vai adquirir 25 hectares de terreno, em Valongo, para investir na proteção de uma espécie de salamandra observadas nas antigas minas romanas, num investimento de cerca de 250 mil euros, foi hoje anunciado.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a associação constituída pelos municípios de Gondomar, Paredes e Valongo, trata-se de dois terrenos, na Serra de Santa Justa, na zona das Águas Férreas. A compra dos terrenos, no valor de cerca de 250 mil euros, irá totalizar 25,13 hectares sob gestão pública, garantindo proteção e intervenção na natureza a longo prazo.</p>
<p class="text-paragraph">A escritura da aquisição do primeiro terreno, de 13 hectares, no valor de cerca de 135 mil euros, foi assinada na terça-feira pelo presidente do Conselho Executivo do Parque, Alexandre Almeida, enquanto a segunda escritura será assinada brevemente, refere a nota de imprensa.</p>
<p class="text-paragraph">Esta aquisição ocorre, prossegue o comunicado, no âmbito do projeto Serras do Porto Natura 2030, cofinanciado pelo FEDER / NORTE 2030 e “permite proteger uma área única para a ‘Chioglossa lusitanica’, uma salamandra associada à ribeira do Inferno e a antigas minas romanas onde foram observados, pela primeira vez, ovos desta espécie”.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;A aquisição destes terrenos é fundamental, pois só através da propriedade pública é possível assegurar uma gestão ativa, contínua e eficaz, garantindo a conservação destes ‘habitats’ sensíveis no curto, médio e longo prazo. Segue-se o restauro ecológico da área, com controlo de espécies invasoras, plantação de espécies autóctones e reabilitação das linhas de água&#8221;, sublinha Alexandre Almeida, citado pelo comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">Este projeto intermunicipal de cerca de 6.000 hectares tem vindo a transformar-se num dos principais “pulmões verdes” da Área Metropolitana do Porto. O território recebeu a classificação de Paisagem Protegida Regional, integrada na Rede Nacional de Áreas Protegidas.</p>
<p class="text-paragraph">O Parque das Serras do Porto completou no dia 20 de abril uma década de existência.</p>
<p class="text-paragraph">
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		<title>Câmara prepara acordo com Ikea para reflorestar Serra da Lousã</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/camara-prepara-acordo-com-ikea-para-reflorestar-serra-da-lousa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 10:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[serra da lousã]]></category>
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					<description><![CDATA[“Estamos à espera de ultimar pormenores, mas a ideia é fazer a reflorestação em áreas que arderam nos incêndios de 2025”, disse à agência Lusa o presidente da Câmara da Lousã, Victor Carvalho (PSD).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara da Lousã está a preparar um projeto com a multinacional de mobiliário Ikea para custear a reflorestação da Serra da Lousã, afetada por um grande incêndio em 2025, revelou o presidente da autarquia.</p>
<p class="text-paragraph">“Estamos à espera de ultimar pormenores, mas a ideia é fazer a reflorestação em áreas que arderam nos incêndios de 2025”, disse à agência Lusa o presidente da Câmara da Lousã, Victor Carvalho (PSD).</p>
<p class="text-paragraph">Segundo aquele responsável, ainda não há um horizonte temporal para a materialização do projeto, mas há “um compromisso e uma vontade clara” da Ikea em realizar o investimento na reflorestação da Serra da Lousã.</p>
<p class="text-paragraph">“Estamos aqui com parceiros, com comunidades de baldios locais, podendo ser uma proposta de arrendamento, mas ainda não está fechado”, afirmou Victor Carvalho, referindo que a comunidade de baldios de Vilarinho deverá ser uma das entidades apoiadas, depois de terem ardido mais de mil hectares naquela zona do concelho.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo Victor Carvalho, o município identificou áreas a reflorestar, mas todo o investimento será da Ikea, que estará acima de um milhão de euros, num projeto de responsabilidade ambiental por parte da multinacional sueca produtora de mobiliário.</p>
<p class="text-paragraph">A reflorestação deverá ser feita com pinheiro-bravo, mas também com “algumas espécies autóctones”, estando previsto que ocupe, sobretudo, áreas de baldios da Serra da Lousã.</p>
<p class="text-paragraph">“É uma forma de podermos ajudar as comunidades e de terem mais algum rendimento. Canalizei todo este esforço para as comunidades dos baldios”, disse Victor Carvalho.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>StayUpon associa-se à Quercus no projeto “Criar Bosques” para promover a floresta autóctone</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/stayupon-associa-se-a-quercus-no-projeto-criar-bosques-para-promover-a-floresta-autoctone/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 06:05:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Criar Bosques]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[quercus]]></category>
		<category><![CDATA[StayUpon]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de ter plantado cerca de 8 mil árvores em dois anos, a StayUpon associa-se agora à Quercus para “Criar Bosques”. A iniciativa foi anunciada no Dia da Terra e pretende valorizar a floresta autóctone portuguesa, promovendo a biodiversidade e a sustentabilidade dos ecossistemas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cadeia StayUpon, com unidades em Lisboa, Alcochete e Seixal, quer que cada estadia seja uma experiência consciente para os seus hóspedes. É com esse propósito que a cadeia acaba de aderir ao projeto “Criar Bosques” da Quercus, que promove um turismo com impacto real e positivo, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, no âmbito desta parceria, por cada limpeza diária dispensada, a StayUpon contribui diretamente para este projeto. Plantação de árvores ou manutenção, proteção e gestão das áreas intervencionadas pela Quercus são as ações realizadas pela organização, dependendo da época do ano.</p>
<p>O objetivo da StayUpon é continuar a reforçar o forte compromisso que tem ao nível da sustentabilidade desde sempre. Nos últimos dois anos, a StayUpon foi parceira da “Hotels For Trees” e, entre 2024 e 2026, contribuiu para a plantação direta de cerca de 8 mil árvores, mais de 10 por dia, o que reflete a forte adesão dos clientes e corrobora o facto da sustentabilidade fazer parte da operação diária das equipas.</p>
<p>“Com estas iniciativas, a StayUpon incentiva a prática de um turismo mais consciente, em que os hóspedes fazem parte da solução. A recuperação de ecossistemas, a mitigação das alterações climáticas e a criação de paisagens mais diversificadas e ricas em biodiversidade são algumas das metas definidas.” explica Paula Pereira, responsável de sustentabilidade da StayUpon Hotels &amp; Resorts. E acrescenta: “Os nossos clientes demonstram uma identificação crescente com este tipo de ações, o que nos deixa ainda mais comprometidos com estas causas.”</p>
<p>Adicionalmente, o grupo hoteleiro português regista várias horas de voluntariado corporativo realizado, seja na limpeza de praias ou em campanhas alimentares, e encaminha também regularmente equipamentos elétricos e eletrónicos para a reciclagem, assim como cápsulas de café e rolhas de cortiça. A StayUpon apoia ainda, de forma habitual, outras instituições de solidariedade social, sediadas nos territórios onde a empresa atua, com a doação de artigos têxteis e mobiliário.</p>
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		<item>
		<title>Projeto Vigilante da Natureza Pioneiro desafia adolescentes a saírem para o terreno em defesa das áreas protegidas</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/projeto-vigilante-da-natureza-pioneiro-desafia-adolescentes-a-sairem-para-o-terreno-em-defesa-das-areas-protegidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 11:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilante da Natureza]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=296667</guid>

					<description><![CDATA[Lançamento da iniciativa do ICNF decorre dia 28 de abril, na Mata Nacional do Choupal, em Coimbra, com 4 equipas que vão receber as devidas insígnias. São as primeiras a aceitarem o desafio de colocar em prática uma atitude diferenciadora na vigilância, monitorização e sensibilização para a conservação da natureza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o projeto Vigilante da Natureza Pioneiro. A iniciativa do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) tem como objetivo mobilizar crianças e adolescentes entre os 10 e os 16 anos para uma participação ativa na conservação da natureza e florestas, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, numa fase inicial, este projeto decorrerá na zona Centro do País, e por isso tem lançamento agendado para a Mata Nacional do Choupal, em Coimbra, no dia 28 de abril pelas 10 horas, com a presença do Secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves.</p>
<p>Com esta iniciativa pretende-se capacitar a população juvenil para uma atitude diferenciadora e interveniente, proporcionando várias experiências com supervisão de Vigilantes da Natureza, no desempenho de funções de monitorização de fauna e flora, vigilância preventiva e sensibilização ambiental.</p>
<p>Um dos elementos diferenciadores será o uso de uma aplicação móvel desenvolvida pelo ICNF para registo de informação e apoio às atividades.</p>
<p>O projeto decorre para já nas áreas protegidas e matas nacionais da região Centro, contando com o apoio das autarquias e de escolas de Carregal do Sal e Arganil. Espera-se que mais tarde se alargue a todo o território continental.</p>
<p>Os futuros Vigilantes da Natureza Pioneiros podem candidatar-se em equipas através da <a href="https://vnpioneiro.icnf.pt/" target="_blank" rel="noopener">página online do projeto</a>. Depois vão iniciar a sua “carreira” com uma ação de formação específica: os conteúdos formativos e as atividades praticadas serão adaptados às características do território de intervenção das equipas.</p>
<p>Cada equipa deverá ter entre três a cinco elementos, acompanhados por um Vigilante da Natureza, que dará o suporte necessário à execução das tarefas. A carreira de Vigilante da Natureza Pioneiro desenvolve-se ao longo de cinco anos, organizada nas categorias de Explorador (primeiro ano), Guardião (segundo e terceiro anos) e Mestre Pioneiro (quarto e quinto anos de participação).</p>
<p>Estão já formadas quatro equipas de Vigilantes da Natureza Pioneiros, que irão simbolicamente receber as suas insígnias na cerimónia de lançamento, no dia 28 de abril.</p>
<p>Além de um plano de formação, regulamento de atuação e atividades estruturadas, os Vigilantes da Natureza Pioneiros terão elementos próprios de identificação: colete, chapéu e crachá identificativo da respetiva categoria.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Sabia que os tomates já foram considerados “maçãs venenosas”?</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/sabia-que-os-tomates-ja-foram-considerados-macas-venenosas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 10:55:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[tomates]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=212732</guid>

					<description><![CDATA[Séculos antes de se tornar num ingrediente-chave de saladas e molhos, acreditou-se que o tomate seria um alimento mortal. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante cerca de 200 anos, até ao final do século XIX, a maioria dos europeus evitou consumir tomates – apelidados de “maçãs venenosas” – por acreditar que causavam doenças e mortes, especialmente entre os membros das classes sociais mais altas.</p>
<p>A crença instalou-se porque os europeus ricos serviam a comida em pratos de estanho, que contém alto teor de chumbo. Como os tomates são naturalmente muito ácidos, quando eram colocados nesses pratos filtravam o chumbo, o que muitas vezes resultava no envenenamento dos consumidores.</p>
<p>A jornada do tomate, a partir de uma lista de substâncias venenosas até aos livros de receitas, não foi fácil. Uma das primeiras referências ao tomate na Europa foi feita pelo herborista italiano Pietro Andrea Matthioli, que considerou a tóxica “maçã” como pertencente a uma classe de alimentos conhecidos como afrodisíacos. À semelhança de frutas e vegetais da família Solanaceae, que também inclui a beringela, o tomate ganhou a reputação de ser, não só venenoso, como também sedutor.</p>
<p>Até ao final de 1800, os tomates foram cultivados em países europeus quase exclusivamente para fins decorativos. Durante décadas, muitos produtores recearam ainda um verme verde presente nas folhas de tomate, considerado por alguns como “tão venenoso quanto uma serpente”.</p>
<p>A reviravolta na reputação do tomate chegou em 1880 com a invenção da pizza em Nápoles, o que o tornou num alimento bastante popular na Europa e na América do Norte.</p>
<p>Hoje em dia, os tomates são consumidos por todo o mundo e em inúmeras variedades. São produzidos para serem comercializados mais de mil milhões e meio de toneladas de tomates por ano.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Vamos Plantar Livros” faz nascer mais de 7.000 novas árvores em Portugal</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/vamos-plantar-livros-faz-nascer-mais-de-7-000-novas-arvores-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 10:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Vamos Plantar Livros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=296535</guid>

					<description><![CDATA[Lançada no âmbito da Feira do Livro de Lisboa 2025, a iniciativa converteu o número de livros vendidos durante o evento em ações concretas de reflorestação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A iniciativa “Vamos Plantar Livros”, promovida pela The Navigator Company, em parceria com a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), alcançou resultados que superaram o compromisso inicialmente assumido, reforçando a ligação entre cultura e sustentabilidade, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, lançada no âmbito da Feira do Livro de Lisboa 2025, a iniciativa converteu o número de livros vendidos durante o evento em ações concretas de reflorestação. Com base numa estimativa de mais de 700 mil livros comercializados na edição passada do certame, foi estabelecido pela The Navigator Company o compromisso de plantar uma árvore por cada 100 exemplares adquiridos – o que, na prática, correspondia à plantação de 7.000 árvores na floresta portuguesa.</p>
<p>No Dia Mundial do Livro, a empresa anuncia que foram plantadas, no âmbito desta iniciativa, um total de 7.347 árvores, um pouco por todo o território nacional, incluindo medronheiros, choupos, castanheiros, cerejeiras, carvalhos e amendoeiras, entre mais de 15 espécies autóctones da floresta portuguesa.</p>
<p>Pedro Sousa, Diretor de Gestão Florestal da The Navigator Company, afirma: “A iniciativa ‘Vamos Plantar Livros’ assume-se como um gesto simbólico, mas profundamente relevante no atual contexto ambiental. A reflorestação é um pilar essencial para a sustentabilidade do país – não apenas como resposta às alterações climáticas, mas também como garantia da preservação dos nossos recursos naturais. O facto de termos ultrapassado a marca das 7 mil árvores plantadas evidencia o impacto concreto que decisões quotidianas, como a compra de um livro, podem gerar na valorização da floresta portuguesa. Trata-se, igualmente, de uma iniciativa que reforça a ligação intrínseca entre dois universos indissociáveis: a floresta e o livro.”</p>
<p>Miguel Pauseiro, Presidente da Direção da APEL, reforça que “esta ação demonstra de forma inequívoca como a cultura pode afirmar-se como um motor de impacto ambiental positivo e de responsabilidade coletiva. Com o apoio da The Navigator Company, o setor editorial evidencia a sua capacidade de ir além da promoção da leitura, contribuindo ativamente para a valorização de recursos naturais renováveis. Cada livro tem na sua origem uma árvore, e é precisamente essa relação que esta iniciativa torna visível ao promover a reflorestação como condição essencial para a continuidade deste ciclo. Ao plantar mais árvores, estamos também a garantir o futuro do livro, a preservar o equilíbrio ambiental para as gerações futuras e a promover uma economia circular e sustentável.”</p>
<p>As árvores associadas a esta iniciativa foram produzidas nos Viveiros Aliança, na Herdade de Espirra – uma das maiores e mais modernas unidades de produção de plantas florestais certificadas da Europa, capaz de produzir mais de 12 milhões de plantas por ano, de mais de 130 espécies diferentes –, e plantadas durante os meses de outono e inverno, a época mais adequada para garantir o seu bom desenvolvimento.</p>
<p>No Dia Mundial do Livro, importa ainda salientar que o papel pode assumir-se como um aliado relevante das florestas. A procura por papel proveniente de fontes sustentáveis tem, ao longo das últimas décadas, impulsionado a expansão da área florestal e promovido uma gestão responsável dos recursos naturais, contribuindo simultaneamente para a preservação das florestas nativas. Em Portugal, estas práticas estiveram associadas a um crescimento de cerca de 65% da área florestal entre 1902 e 2015. À escala europeia, entre 2005 e 2020, a área florestal aumentou a um ritmo equivalente a cerca de 1.500 campos de futebol por dia.</p>
<p>Para assinalar este dia, a The Navigator Company associa-se a uma ação de reflorestação no Parque de Merendas do Vale da Pedra, inserido na Rota da Ribeira das Carpalhosas, em Leiria, destruído pela tempestade Kristin. Dinamizado pela ARCV – Associação Recreativa e Cultural Valpedrense, este momento simbólico encerra a edição de 2025 da iniciativa “Vamos Plantar Livros”, reforçando o compromisso da Navigator com a sustentabilidade da floresta portuguesa e com a promoção da leitura.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amarante inaugura Centro Interpretativo da Floresta onde investiu 400 mil euros</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/amarante-inaugura-centro-interpretativo-da-floresta-onde-investiu-400-mil-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 08:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Amarante]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Interpretativo da Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=296570</guid>

					<description><![CDATA[O novo equipamento está instalado no centro de Amarante e começa a funcionar logo após ser inaugurado, revelou hoje à Lusa o presidente da autarquia, Jorge Ricardo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Amarante inaugura no domingo o Centro Interpretativo da Floresta, um investimento de cerca de 400 mil euros onde o município pretende dinamizar um programa educacional direcionado aos mais jovens, informou hoje a autarquia.</p>
<p class="text-paragraph">O novo equipamento está instalado no centro de Amarante e começa a funcionar logo após ser inaugurado, revelou hoje à Lusa o presidente da autarquia, Jorge Ricardo.</p>
<p class="text-paragraph">O centro tem uma área de cerca de 800 metros quadrados e inclui balneários e uma cozinha comunitária. No exterior, os cerca de mais de dois mil metros, acolherão, sempre que necessário, na zona de acampamento, grupos de escuteiros de outros pontos do país, assinalou o autarca.</p>
<p class="text-paragraph">De resto, assinalou o presidente da autarquia, a parceria inclui um “protocolo com o agrupamento de escuteiros de Amarante, ficando estes com a responsabilidade de ter ali a sua sede e dinamizarem ações no território, composto por uma parte importante de floresta, como a Serra do Marão e a Serra da Aboboreira”.</p>
<p class="text-paragraph">“Eles ficarão com a incumbência no período de verão, de fazer a vigilância das floresta pois é costume, nesse período, termos cá cerca de 250 a 300 escuteiros de vários agrupamentos do Grande Porto, mas também de vários pontos do país”, revelou Jorge Ricardo.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o autarca, cerca de 60% da área total do concelho está coberta por floresta.</p>
<p class="text-paragraph">Os cerca de 400 mil euros investidos foram aplicados, também, segundo o autarca, na recuperação e disponibilização de acessos a este equipamento.</p>
<p class="text-paragraph">Questionado porque demorou tanto tempo a ter a obra pronta, uma vez que o lançamento da primeira pedra foi em setembro de 2024, Jorge Ricardo atribuiu-o à “necessidade de fazer o saneamento das redes, das infraestruturas que foram necessárias e, também, por ficar situado quase na marginal do rio Tâmega, pelos cuidados que tiveram que se ter na execução da obra”.</p>
<p class="text-paragraph">Em comunicado, a autarquia refere ainda que para promover a preservação da floresta, celebrou um protocolo de colaboração com o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a implementar no Parque Florestal de Amarante.</p>
<p class="text-paragraph">A inauguração está agendada para as 12:30.</p>
<p class="text-paragraph">
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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