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	<title>Bora Ambientar &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
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	<title>Bora Ambientar &#8211; Green Savers</title>
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		<title>Reconstrução dos recifes de coral pode reforçar a segurança alimentar</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/reconstrucao-dos-recifes-de-coral-pode-reforcar-a-seguranca-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 09:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alterações Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bora Ambientar]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[A recuperação das pescarias associadas aos recifes de coral pode melhorar de forma sustentável a segurança alimentar em regiões tropicais em desenvolvimento, segundo uma equipa internacional de investigadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:--spacing(4)] @w-sm/main:[--thread-content-margin:--spacing(6)] @w-lg/main:[--thread-content-margin:--spacing(16)] px-(--thread-content-margin)">
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<p data-start="1172" data-end="1614">Um<a href="https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2508805122" target="_blank" rel="noopener"> estudo</a> publicado pela revista <em data-start="1205" data-end="1254">Proceedings of the National Academy of Sciences</em> (PNAS) sublinha que a restauração das pescarias nos recifes de coral pode desempenhar um papel importante no reforço da segurança alimentar em países tropicais em desenvolvimento. Os peixes de recife representam uma fonte relevante de alimento, nutrientes e rendimento para milhões de pessoas que vivem em regiões com elevados níveis de insegurança alimentar.</p>
<p data-start="1616" data-end="1986">No entanto, a biomassa de peixe em muitos recifes encontra-se muito abaixo dos níveis necessários para assegurar uma produção sustentável máxima. Jessica Zamborain-Mason e colegas quantificaram o potencial de captura e os benefícios alimentares associados à recuperação de pescarias multiespécies em 1.211 recifes de coral, localizados em 23 jurisdições a nível mundial.</p>
<p data-start="1988" data-end="2325">A análise sugere que a reconstrução das populações de peixes até aos níveis de produção máxima poderia aumentar os rendimentos sustentáveis em cerca de 50%. Em termos práticos, isto traduzir-se-ia, consoante a região, num acréscimo anual entre 20 mil e 162 milhões de porções adicionais de peixe de recife produzido de forma sustentável.</p>
<p data-start="2327" data-end="2747">Em cada jurisdição, a quantidade adicional de alimento poderia satisfazer a ingestão recomendada de produtos do mar, essencial para a saúde cardiovascular, de até 1,4 milhões de pessoas por ano. O tempo médio de recuperação necessário para alcançar estes resultados varia entre 6,4 anos, no caso de uma moratória à pesca, e 49,7 anos, num cenário de exploração máxima ainda compatível com a recuperação dos ecossistemas.</p>
<p data-start="2749" data-end="3118" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Segundo os autores, muitas das regiões com maior potencial de aumento da produção e do fornecimento alimentar são também aquelas que apresentam níveis elevados de carências alimentares e de micronutrientes, o que reforça a importância da recuperação dos recifes de coral como estratégia para maximizar a produção sustentável e melhorar a nutrição das populações locais.</p>
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		<title>AECT “pede inclusão urgente” de problemas do rio Minho na Cimeira Ibérica</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/aect-pede-inclusao-urgente-de-problemas-do-rio-minho-na-cimeira-iberica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 13:32:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bora Ambientar]]></category>
		<category><![CDATA[Cimeira Ibérica]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Minho]]></category>
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					<description><![CDATA[O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Rio Minho apelou aos Governos de Portugal e de Espanha para que assumam a gestão do rio Minho como prioridade conjunta na próxima Cimeira Ibérica, marcada para 05 de novembro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Rio Minho apelou aos Governos de Portugal e de Espanha para que assumam a gestão do rio Minho como prioridade conjunta na próxima Cimeira Ibérica, marcada para 05 de novembro.</p>
<p class="text-paragraph">Em comunicado enviado às redações, o AECT Rio Minho explica que “um dos problemas que exige intervenção urgente é o assoreamento do rio, que está a comprometer a navegabilidade e a segurança, dificultando a atividade piscatória e as operações de resgate e socorro no troço internacional”.</p>
<p class="text-paragraph">Com sede em Valença, o AECT Rio Minho foi criado em 2018 e integra 26 municípios, os 10 concelhos do Alto Minho e os 16 municípios galegos da província de Pontevedra, abrangendo um território com mais de três mil quilómetros quadrados e uma população superior a 376 mil habitantes.</p>
<p class="text-paragraph">“A proliferação de espécies exóticas invasoras, tanto de fauna como de flora, é identificada como uma das maiores ameaças à biodiversidade e às atividades económicas e culturais associadas ao rio, nomeadamente à pesca artesanal”, sublinha o documento, destacando que o problema “tem vindo a agravar-se com as alterações climáticas”.</p>
<p class="text-paragraph">Outra preocupação para o AECT Rio Minho “é a gestão das centrais hidroelétricas situadas em território espanhol, sobretudo na barragem de Frieira, que tem provocado variações bruscas de caudal”.</p>
<p class="text-paragraph">“Apesar dos valores médios estarem formalmente dentro dos limites acordados, as oscilações súbitas afetam de forma significativa os ciclos reprodutivos das espécies migradoras, o abastecimento de água às populações ribeirinhas e a atividade nas pesqueiras tradicionais do rio Minho”, sustenta.</p>
<p class="text-paragraph">Para o diretor do AECT Rio Minho, José Manuel Carpinteira, o agrupamento “está profundamente empenhado em representar, de forma coordenada e construtiva, os interesses das comunidades ribeirinhas”.</p>
<p class="text-paragraph">“O nosso papel é dar força a essa voz, articular esforços e sensibilizar as autoridades competentes para que os problemas urgentes que afetam o rio Minho tenham resposta efetiva e duradoura”, reforçou José Manuel Vaz Carpinteira, que é também presidente da Câmara de Valença.</p>
<p class="text-paragraph">O responsável sublinhou “estar em causa a sustentabilidade, a segurança e o desenvolvimento do troço internacional do rio Minho, garantindo que o AECT continuará a promover diligências junto das autoridades competentes de ambos os países para alcançar uma gestão integrada e sustentável deste território transfronteiriço”.</p>
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		<title>Lula pede a Trump responsabilidade “pela manutenção do planeta Terra”</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/lula-pede-a-trump-responsabilidade-pela-manutencao-do-planeta-terra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 22:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bora Ambientar]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe de Estado brasileiro, Lula da Silva, pediu hoje ao Presidente eleito norte-americano, Donald Trump responsabilidade “pela manutenção do planeta Terra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O chefe de Estado brasileiro, Lula da Silva, pediu hoje ao Presidente eleito norte-americano, Donald Trump responsabilidade “pela manutenção do planeta Terra.</p>
<p class="text-paragraph">“Todos nós temos que nos responsabilizar pela manutenção do planeta Terra. Nós precisamos garantir que o planeta não sofra com um aquecimento maior do que 1,6 graus”, disse Lula da Silva em entrevista à CNN internacional, referindo-se a uma das metas do Acordo de Paris.</p>
<p class="text-paragraph">O chefe de Estado brasileiro, que alberga no seu território a maior floresta tropical do mundo, que atualmente sofre de uma seca sem precedentes frisou que os responsáveis mundiais precisam “garantir que os rios continuem saudáveis, com águas limpas (…) garantir que os biomas de todos os países sejam preservados”.</p>
<p class="text-paragraph">“Eu acredito que o presidente Trump tem que pensar que é um habitante do planeta Terra”, disse.</p>
<p class="text-paragraph">Lula da Silva que tinha declarado a sua preferência pela candidata democrata Kamala Harris, felicitou Trump pela sua vitória eleitoral na segunda-feira, numa mensagem em que desejou sorte ao novo Governo e afirmou que “a democracia é a voz do povo e deve ser sempre respeitada&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Ainda assim, as diferenças entre os dois líderes são claras no que diz respeito à política ambiental, uma das prioridades de Lula da Silva, que reforçou a luta contra a desflorestação na Amazónia e que será o anfitrião da cimeira do clima COP30, a realizar no próximo ano.</p>
<p class="text-paragraph">Trump, por outro lado, manifestou ceticismo sobre a existência de alterações climáticas e, durante o seu primeiro mandato como Presidente (2017-2021), decidiu retirar os EUA do Acordo de Paris.</p>
<p class="text-paragraph">Depois de ter sido derrotado quatro anos mais tarde pelo democrata Joe Biden, o político republicano foi eleito na terça-feira como 47.º Presidente dos Estados Unidos, tendo já conquistado acima dos 270 votos do Colégio Eleitoral necessários.</p>
<p class="text-paragraph">Com a contagem ainda a decorrer, Trump segue também à frente da adversária democrata no voto popular a nível nacional, com 50,9% contra 47,6% dos votos contados.</p>
<p class="text-paragraph">O Partido Republicano recuperou ainda o Senado (câmara alta da Congresso) ao ultrapassar a fasquia de 51 eleitos, enquanto na Câmara dos Representantes (câmara baixa) se encontra igualmente na frente no apuramento com 207 mandatos, a apenas 11 da maioria.</p>
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		<title>Bruxelas disponível para distribuir 250 ME por países mais afetados por seca e cheias</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/bruxelas-disponivel-para-distribuir-250-me-por-paises-mais-afetados-por-seca-e-cheias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 14:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alterações Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bora Ambientar]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia está disponível para distribuir 250 milhões de euros pelos Estados-membros mais afetados pela situação de seca extrema e pelas cheias, anunciou a ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">A Comissão Europeia está disponível para distribuir 250 milhões de euros pelos Estados-membros mais afetados pela situação de seca extrema e pelas cheias, anunciou a ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes.</p>
<p class="text-paragraph">“O comissário [da Agricultura, Janusz Wojciechowski,] disponibilizou-se a estudar a possibilidade da mobilização de 250 milhões de euros da reserva agrícola para fazer face a estas situações e para os Estados-membros mais afetados”, disse Maria do Céu Antunes, depois de um Conselho Ministros de Agricultura e Pescas da União Europeia (UE), em Bruxelas.</p>
<p class="text-paragraph">O pedido foi feito por Portugal e subscrito pelos governantes de França, Itália e Espanha, acrescentou a ministra.</p>
<p class="text-paragraph">“A pecuária extensiva está com problemas gravíssimos porque os pastos não se desenvolveram e com isso nós estamos a assistir antes do tempo à utilização de alimentação composta e com preços muito altos”, desenvolveu.</p>
<p class="text-paragraph">A expectativa é de que “em breve” seja possível receber este apoio, apesar de Maria do Céu Antunes ainda não poder precisar quando em concreto: “Aquilo que o comissário nos deixou antever e aquilo que os Estados-membros pediram foi muita urgência. Aquilo que sabemos é que esta mobilização da reserva agrícola tem de acontecer antes de setembro.”</p>
<p class="text-paragraph">A avançar, Maria do Céu Antunes referiu que ainda não é possível saber quanto poderá calhar a Portugal desde &#8216;bolo&#8217;.</p>
<p class="text-paragraph">Mais de 40% do território português está em situação de seca.</p>
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		<title>&#8220;Bora Ambientar&#8221;: A rubrica que põe os jovens a pensar no Planeta</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/bora-ambientar-a-rubrica-que-poe-os-jovens-a-pensar-no-planeta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 10:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bora Ambientar]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta rubrica sobre ambiente e sustentabilidade, promovida pela Quercus, foca-se no público mais jovem para que esta geração pense no Planeta, e em como podem adotar comportamentos mais amigos do ambiente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta rubrica sobre ambiente e sustentabilidade, promovida pela Quercus, foca-se no público mais jovem para que esta geração pense no Planeta, e em como podem adotar comportamentos mais amigos do ambiente.</p>
<p>Os episódios do Bora Ambientar têm cerca de 2 minutos, e numa linguagem jovem, repleta de mensagens simples e práticas, pretendem sensibilizar o público mais novo para os problemas do Planeta, assim como dar dicas e sugestões de boas práticas.</p>
<p>Esta iniciativa da Quercus é transmitida nas redes sociais, assim como no canal SIC K, que tem um público-alvo mais jovem.</p>
<p>O Bora Ambientar foca-se em temas ambientais da atualidade, nomeadamente a emergência climática, o lixo marinho, a mobilidade sustentável, o consumo responsável, o combate ao desperdício, o consumo de água e energia, os espaços verdes, entre outros.</p>
<p>Veja aqui o primeiro episódio:<br />
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