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	<title>COP26 &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Dec 2021 14:21:30 +0000</lastBuildDate>
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	<title>COP26 &#8211; Green Savers</title>
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		<title>&#8220;O perfeito é inimigo do bom&#8221; e &#8220;blá, blá, blá&#8221;: COP26, a cimeira climática que cumpriu mas não satisfez</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/cop26-a-cimeira-climatica-de-glasgow-que-cumpriu-mas-nao-satisfez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2021 14:46:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP26]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
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					<description><![CDATA[A 26.ª cimeira do clima da ONU manteve a ambição de manter o aquecimento global abaixo de 1,5 graus até ao fim do século, mas o resultado final deixou insatisfeitos ecologistas e países mais vulneráveis às alterações climáticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 26.ª cimeira do clima da ONU manteve a ambição de manter o aquecimento global abaixo de 1,5 graus até ao fim do século, mas o resultado final deixou insatisfeitos ecologistas e países mais vulneráveis às alterações climáticas.</p>
<p class="text-paragraph">No princípio de novembro, com um ano de atraso por causa da pandemia de covid-19, a cidade escocesa de Glasgow acolheu a Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas com as notáveis ausências de líderes de alguns dos países mais poluentes do mundo, nomeadamente o Presidente chinês, Xi Jinping, e o Presidente russo, Vladimir Putin.</p>
<p class="text-paragraph">Ao cabo de 14 dias de trabalhos, produziu-se o Pacto Climático de Glasgow, cujo texto final foi debatido até ao último minuto, com a Índia a pressionar e conseguir alterar a defesa do fim da exploração de carvão pela defesa da diminuição do uso desa fonte de energia.</p>
<p class="text-paragraph">O argumento, defendido pelo ministro do Ambiente indiano, Bhupender Yadav, foi que o uso de carvão e combustíveis fósseis permitiu aos países mais desenvolvidos &#8220;altos níveis de bem-estar&#8221; e que os países em desenvolvimento &#8220;têm direito a um quinhão justo&#8221; com um &#8220;uso responsável&#8221; desses combustíveis.</p>
<p class="text-paragraph">Pela primeira vez, o país que é o terceiro maior responsável mundial pelas emissões de gases com efeito de estufa comprometeu-se com uma data para se tornar neutro em emissões: 2070, vinte anos depois dos Estados Unidos e União Europeia e dez anos depois da China, que tem a economia mais poluidora do mundo.</p>
<p class="text-paragraph">A principal insatisfação dos países mais pobres foi a falta de avanço nos compromissos de financiamento assumidos pelos países mais desenvolvidos, que continuam aquém da promessa de mobilizar anualmente 100 mil milhões de dólares para apoiar a adaptação das nações mais vulneráveis aos efeitos atribuídos às alterações climáticas que já se fazem sentir nos seus territórios.</p>
<p class="text-paragraph">No texto final do pacto, &#8220;incita-se&#8221; os países desenvolvidos a duplicarem o financiamento [que em 2019 atingia cerca de 80 mil milhões de dólares] até 2025, apelando-se também ao setor privado e a instituições financeiras multilaterais para colaborarem.</p>
<p class="text-paragraph">Um dos compromissos conseguidos, com o acordo de mais de 100 países [com a China de fora], foi reduzir até 2030 as emissões de metano em 30% em relação a 2020, uma medida que se espera que contribua com menos 0,2 graus centígrados no aquecimento global até 2050.</p>
<p class="text-paragraph">Outra resolução, também adotada por mais de uma centena de países que representam 85% das florestas mundiais, defende que se trave a desflorestação até 2030, uma iniciativa para a qual foram mobilizados quase 20 mil milhões de dólares e que é uma nova arrancada para o compromisso assumido em 2014 de reduzir para metade a desflorestação em 2020, meta que ficou por cumprir.</p>
<p class="text-paragraph">De Glasgow saiu ainda um acordo sobre o mercado de emissões de carbono com a aprovação do chamado &#8220;livro de regras&#8221; do Acordo de Paris sobre alterações climáticas, um objetivo adiado sucessivamente desde 2015 e que condensa as regras para ajudar a reduzir as emissões carbónicas, impedindo a dupla contagem de emissões por parte do vendedor e comprador envolvidos numa transação de licenças de emissão.</p>
<p class="text-paragraph">O ativismo de rua acompanhou os trabalhos da cimeira à distância, com uma manifestação que juntou milhares de pessoas nas ruas de Glasgow, divididas em blocos de grupos que defendem a “justiça climática”, como comunidades indígenas, ativistas antirracismo, agricultores, juventude, sindicatos e partidos políticos.</p>
<p class="text-paragraph">Se em Madrid, em 2019, as delegações ouviram em pessoa os responsos de Greta Thunberg, este ano a sua intervenção foi mais discreta e também mais descrente, resumindo-se a opinião sobre a cimeira da ativista ambiental sueca na expressão &#8220;blá, blá, blá&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">No fim da COP26, foi o vice-presidente da Comissão Europeia e representante europeu nas negociações, Frans Timmermans, a resumir de forma mais pragmática o resultado: &#8220;O perfeito é inimigo do bom&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COP26: Aprovada declaração final com alteração de última hora sobre fim do carvão</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/cop26-aprovada-declaracao-final-com-alteracao-de-ultima-hora-sobre-fim-do-carvao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Nov 2021 20:22:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP26]]></category>
		<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
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					<description><![CDATA[A cimeira do clima das Nações Unidas (COP26) adotou formalmente a declaração final da COP26, com uma alteração de última hora proposta pela Índia que suaviza o apelo ao fim do uso de carvão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cimeira do clima das Nações Unidas (COP26) adotou formalmente a declaração final da COP26, com uma alteração de última hora proposta pela Índia que suaviza o apelo ao fim do uso de carvão.</p>
<p class="text-paragraph">A proposta foi feita pelo ministro do Ambiente indiano, Bhupender Yadav, que no plenário de encerramento pediu para mudar a formulação de um parágrafo em que se defendia o fim progressivo do uso de carvão para produção de energia sem medidas de redução de emissões.</p>
<p class="text-paragraph">A Índia quis substituir o fim progressivo &#8211; &#8220;phase-out&#8221; por uma redução progressiva &#8211; &#8220;phase down&#8221; -, uma proposta que foi aceite com manifestações de desagrado de várias delegações, como a Suíça, e a União Europeia, e ainda de países mais vulneráveis às alterações climáticas.</p>
<p><strong>O Pacto Climático de Glasgow, hoje aprovado na cimeira do clima (COP26), mantém a ambição do Acordo de Paris de manter o aumento da temperatura a 1,5ºC (graus celsius)</strong></p>
<p class="text-paragraph">O documento, que sofreu alterações até ao último momento, reafirma o objetivo de limitar o aumento da temperatura a 1,5ºC (graus celsius), decidido há seis anos no Acordo de Paris, e diz ser necessário reduzir as emissões de dióxido de carbono em 45% até 2030, em relação a 2010.</p>
<p class="text-paragraph">Reconhece-se que limitar o aquecimento global a 1,5ºC exige “reduções rápidas, profundas e sustentadas das emissões globais de gases com efeito de estufa, incluindo a redução das emissões globais de dióxido de carbono em 45% até 2030 em relação ao nível de 2010 e para zero por volta de meados do século, bem como reduções profundas de outros gases com efeito de estufa”.</p>
<p class="text-paragraph">O Pacto salienta a urgência de reforçar a ambição e a ação em relação à mitigação, adaptação e financiamento nesta “década crítica” para colmatar as lacunas na implementação dos objetivos do Acordo de Paris, e nele pede-se aos países em falta que apresentem até novembro do próximo ano as suas contribuições para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa.</p>
<p class="text-paragraph">Os presentes em Glasgow instaram também, segundo o documento aprovado, os países desenvolvidos a “pelo menos duplicarem” o financiamento climático para a adaptação às alterações climáticas dos países mais pobres.</p>
<p class="text-paragraph">E apela-se aos países mais ricos e instituições financeiras para “acelerarem o alinhamento das suas atividades de financiamento com os objetivos do Acordo de Paris”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Papa alerta participantes da COP26 que &#8220;o tempo está a esgotar-se&#8221;</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/papa-alerta-participantes-da-cop26-que-o-tempo-esta-a-esgotar-se/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2021 10:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP26]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa Francisco pediu à comunidade internacional reunida na cimeira do clima COP26 em Glasgow (Escócia) para não perder esta oportunidade porque "o tempo está a esgotar-se".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Vaticano publicou hoje a carta que o Papa enviou aos bispos escoceses por ocasião deste acontecimento e na qual lamenta não poder ir como se pensava inicialmente.</p>
<p>O Papa afirmou que a COP26, que termina formalmente na sexta-feira, está &#8220;destinada a abordar uma das grandes questões morais do nosso tempo: a preservação da criação de Deus&#8221;.</p>
<p>“Imploremos os dons da sabedoria e força de Deus aos encarregados de guiar a comunidade internacional para enfrentar este sério desafio com decisões concretas inspiradas na responsabilidade para com as gerações presentes e futuras”, escreveu Francisco.</p>
<p>&#8220;Esta ocasião não deve ser desperdiçada&#8221;</p>
<p>Para o Papa, &#8220;o tempo está a esgotar-se&#8221; e &#8220;esta ocasião não deve ser perdida, para que não tenhamos que enfrentar o julgamento de Deus por não termos sido administradores fiéis do mundo que Ele nos confiou&#8221;.</p>
<p>O acordo final deve ser produzido e assinado amanhã, mas o que aconteceu nas cimeiras anteriores levanta a preocupação de que o prazo possa ser amplamente ultrapassado e até adiado para domingo, como aconteceu na COP25 de Madrid, que terminou mais tarde do que o esperado, justamente no último dia da semana.</p>
<p>Nestes dias, vários são os apelos que Francisco fez sobre a crise climática. Numa delas, pediu para ouvir os jovens “porque o passado mostrou-nos que foram os nossos filhos, sobretudo, que perceberam a dimensão e a enormidade dos desafios que a sociedade enfrenta, especialmente a crise climática”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COP26: Melhor dos cenários significa aumento da temperatura global de 1,9 graus, indica ministro do Ambiente</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/cop26-melhor-dos-cenarios-significa-aumento-da-temperatura-global-de-19-graus-indica-ministro-do-ambiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2021 10:38:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP26]]></category>
		<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro do Ambiente afirmou hoje que na melhor das hipóteses, os compromissos da cimeira do clima significam um aquecimento global de 1,9 graus até 2100, ainda aquém do objetivo do Acordo de Paris para as alterações climáticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Ambiente afirmou hoje que na melhor das hipóteses, os compromissos da cimeira do clima significam um aquecimento global de 1,9 graus até 2100, ainda aquém do objetivo do Acordo de Paris para as alterações climáticas.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Não acreditamos que antes de sábado à noite [e um dia depois do previsto para o encerramento] tenhamos conclusões seguras&#8221;, considerou João Pedro Matos Fernandes em declarações aos jornalistas portugueses presentes na COP26, em Glasgow, frisando que se as partes do acordo que estão em negociações conseguirem &#8220;de facto agarrar&#8221; o texto preliminar de conclusões que foi hoje divulgado, os resultados da cimeira serão &#8220;da maior relevância&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">O ministro do Ambiente e Ação Climática apontou que nesse projeto de declaração final &#8220;pela primeira vez se fala do fim do carvão [como fonte energética], do fim dos subsídios aos combustíveis fósseis e pela primeira vez se dá importância muito significativa ao papel dos bancos multilaterais de desenvolvimento, que agora têm obrigação de alinhar os fluxos financeiros com os objetivos do acordo de Paris&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;No melhor de todos [os cenários], se contabilizarmos as contribuições nacionalmente determinadas [de redução de emissões] condicionadas a terem dinheiro para serem cumpridas e lhes somarmos os compromissos de neutralidade carbónica, sairemos daqui com 1,9 graus de aumento&#8221;, declarou.</p>
<p class="text-paragraph">É um número que fica &#8220;a meio caminho&#8221; entre o valor resultante dos compromissos dos países à altura da cimeira de Paris em 2015 &#8211; aumento de 3,1 graus em relação à temperatura média global em comparação com a era pré-industrial &#8211; e a meta de 1,5 graus que acabou por ficar estabelecida pelos quase duzentos signatários.</p>
<p class="text-paragraph">Se se mantiver o intervalo de cinco anos em que os países têm que rever os seus compromissos e &#8220;houver dinheiro para financiar aqueles que mais necessitam&#8221;, na cimeira do clima que se realizar dez anos depois do Acordo de Paris, Matos Fernandes acredita que se conseguirá &#8220;mesmo estar nos 1,5 graus, se se mantiver esta liderança e a vontade de continuar a fazer&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Considerou que há &#8220;boas condições&#8221; para encerrar este ano &#8220;toda a matéria que estava em aberto&#8221; da COP25, que se realizou em 2019 em Madrid, porque &#8220;não existe nenhuma parte estática&#8221;, embora nem &#8220;todos aqueles que em Madrid estiveram absolutamente parados estejam a mover-se à velocidade necessária&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Entre essas matérias está o artigo 6 do acordo, relativo à criação de um mercado centralizado de licenças de emissões de dióxido de carbono, em que há &#8220;progressos significativos a nível técnico&#8221; que levam o ministro a dizer que &#8220;é possível chegar a um acordo equilibrado&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Outro enguiço nas negociações, o mecanismo de transparência para os países contabilizarem e comunicarem o que reduzem em emissões de gases com efeito de estufa, afirmou que se está &#8220;perto de poder ter um quadro com indicadores precisos para que cada país faça o reporte do que são as suas emissões&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Quanto ao financiamento climático, em que ainda falta cumprir a promessa de os países desenvolvidos disponibilizarem 100 mil milhões de dólares por ano, até &#8220;os últimos minutos&#8221; contarão para o resultado final, salientou, defendendo que &#8220;metade do dinheiro seja para adaptação, porque é isso que boa parte dos países para quem o dinheiro vai ser doado&#8221; precisam.</p>
<p class="text-paragraph">Mais do que cortar emissões, esses países precisam de &#8220;cuidar do solo, do litoral, dos rios e ribeiras, de terem condições para sofrerem menos com as consequências das alterações climáticas, para as quais boa parte deles em nada contribuiu&#8221;, reforçou.</p>
<p class="text-paragraph">Para isto, o governante português defende que &#8220;é absolutamente fundamental que a liderança não esteja na rua&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Só estados democráticos com instituições fortes vão conseguir assegurar esta liderança e só assim vai haver justiça nesta transição&#8221;, argumentou, defendendo que o processo &#8220;tem que ter uma forte componente institucional, de outra forma, vai esboroar-se, vai deixar de ser multilateral e vai conduzir a outras injustiças&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COP26: Portugal vai assinar declaração para excluir energia nuclear do financiamento europeu</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/cop26-portugal-vai-assinar-declaracao-para-excluir-energia-nuclear-do-financiamento-europeu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2021 04:51:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP26]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal e vários países europeus vão assinar na quinta-feira uma declaração que exclui a energia nuclear das fontes energéticas consideradas sustentáveis, defendendo que não possa receber financiamento europeu, anunciou hoje o ministro do Ambiente e Ação Climática.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal e vários países europeus vão assinar na quinta-feira uma declaração que exclui a energia nuclear das fontes energéticas consideradas sustentáveis, defendendo que não possa receber financiamento europeu, anunciou hoje o ministro do Ambiente e Ação Climática.</p>
<p class="text-paragraph">Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha e Luxemburgo estão entre os subscritores do documento, que será apresentado no âmbito da 26.ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP26), que decorre em Glasgow, na Escócia.</p>
<p class="text-paragraph">Em declarações a jornalistas portugueses na cimeira do clima da ONU, João Pedro Matos Fernandes defendeu que é &#8220;absolutamente essencial garantir que o dinheiro europeu, mesmo para projetos dentro da Europa, se faz exclusivamente para projetos do domínio da energia que sejam considerados sustentáveis&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Queremos deixar claro que há um conjunto de países, incluindo alguns que têm nuclear, como é o caso de Espanha, que sentem que uma coisa é a utilização da energia nuclear, e até a admissão de alguns projetos do nuclear, mas daí a ele ser considerado sustentável de forma a obter fundos comunitários para a sua construção, isso nem pensar&#8221;, frisou.</p>
<p class="text-paragraph">Matos Fernandes notou que há posições divergentes relativamente à produção de energia a partir de fontes nucleares, o mais notável dos quais a França &#8211; cuja produção energética depende em dois terços de fontes nucleares &#8211; e alguns países de leste.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COP26: Primeiro rascunho das conclusões expressa “alarme e preocupação”</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/cop26-primeiro-rascunho-das-conclusoes-expressa-alarme-e-preocupacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 10:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP26]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
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					<description><![CDATA[Os participantes nas negociações climáticas das Nações Unidas estão a avaliar uma primeira versão de uma conclusão da 26.ª conferência do clima das Nações Unidas (COP26), a decorrer em Glasgow, que destaca “alarme e preocupação” sobre o aquecimento global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>s participantes nas negociações climáticas das Nações Unidas estão a avaliar uma primeira versão de uma conclusão da 26.ª conferência do clima das Nações Unidas (COP26), a decorrer em Glasgow, que destaca “alarme e preocupação” sobre o aquecimento global.</p>
<p class="text-paragraph">A versão inicial divulgada pela presidência britânica reconhece que o mundo já está sofrer com o impacto das alterações climáticas e reitera o apelo aos países que cortem cerca de metade de suas emissões de gases com efeito de estufa (GEE) até 2030.</p>
<p class="text-paragraph">Porém, o texto não indica acordos específicos sobre os três objetivos principais que a ONU estabeleceu para as negociações sobre o clima.</p>
<p class="text-paragraph">O rascunho menciona a necessidade de reduzir as emissões em 45% até 2030 em relação aos níveis de 2010 e atingir “neutralidade carbónica líquida” em meados do século. Tal implica que os países só emitam para a atmosfera a quantidade de GEE que pode ser absorvida novamente por meios naturais ou artificiais.</p>
<p class="text-paragraph">O texto pede aos países que “acelerem a eliminação do carvão e dos subsídios aos combustíveis fósseis”, mas não faz nenhuma referência explícita ao fim do uso de petróleo e gás.</p>
<p class="text-paragraph">O projeto também reconhece “com pesar” que os países não cumpriram sua promessa de fornecer 100 mil milhões de dólares por ano em ajuda financeira até 2020 para ajudar as nações pobres com o aquecimento global.</p>
<p class="text-paragraph">O projeto reafirma as metas estabelecidas em Paris, em 2015, de limitar o aquecimento a 2 graus Celsius desde os tempos pré-industriais, com uma meta mais rigorosa de tentar manter o aquecimento a 1,5 graus Celsius.</p>
<p class="text-paragraph">Destacando o desafio de cumprir essas metas, o documento “expressa o alarme e a preocupação de que as atividades humanas tenham causado cerca de 1,1 graus Celsius de aquecimento global até o momento e que os impactos já sejam sentidos em todas as regiões”.</p>
<p class="text-paragraph">Propostas separadas também foram lançadas sobre outras questões que estão a ser debatidas nas negociações, incluindo regras para os mercados internacionais de carbono e a frequência com que os países devem relatar seus esforços.</p>
<p class="text-paragraph">O que quer que saia da reunião em Glasgow tem que ser aprovado por unanimidade por quase 200 nações representadas nas negociações.</p>
<p class="text-paragraph">Decisores políticos e milhares de especialistas e ativistas reúnem-se até sexta-feira na COP26 para atualizar os contributos dos países para a redução das emissões de gases com efeito de estufa até 2030 e aumentar o financiamento para ajudar países afetados a enfrentar a crise climática.</p>
<p class="text-paragraph">A COP26 decorre seis anos após o Acordo de Paris, que estabeleceu como meta limitar o aumento da temperatura média global do planeta entre 1,5 e 2 graus celsius acima dos valores da época pré-industrial.</p>
<p class="text-paragraph">Apesar dos compromissos assumidos, as concentrações de gases com efeito de estufa atingiram níveis recorde em 2020, mesmo com a desaceleração económica provocada pela pandemia de covid-19, segundo a ONU, que estima que ao atual ritmo de emissões, as temperaturas serão no final do século superiores em 2,7 ºC.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dos incêndios às cheias: estas são as fotografias ambientais vencedoras de 2021</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/dos-incendios-as-cheias-estas-sao-as-fotografias-ambientais-vencedoras-de-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita de Oliveira Grossinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2021 16:47:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alterações Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[COP26]]></category>
		<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
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					<description><![CDATA[O concurso Fotógrafo Ambiental do Ano 2021 revelou os vencedores da 14.ª edição na COP26.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma fotografia de um bebé no chão de uma casa destruído pela erosão costeira, na praia de Afiadenyigba, no Gana, foi a grande vencedora do concurso Fotógrafo Ambiental do Ano 2021 (EPOTY). Trata-se da obra “The rising tide sons”, tirada em 2019 pelo fotógrafo espanhol Antonio Aragón Renuncio.</p>
<p>O <a href="https://epoty.org/" target="_blank" rel="noopener">EPOTY</a> expõe e premeia as fotografias de ambiente mais inspiradoras do mundo, sensibilizando para os problemas que se vivem atualmente e promovendo, ao mesmo tempo, a adoção de um estilo de vida mais sustentável.  Os vencedores da 14.ª edição foram relevados na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP26).</p>
<p>Esta edição contou com a participação de mais de 200 fotógrafos de 120 nações diferentes, e foram recebidas mais de 7 mil fotografias. Além do fotógrafo do ano, são ainda destacados vencedores nas categorias &#8220;Jovem Fotógrafo Ambiental do Ano&#8221;, &#8220;Ambientes do Futuro&#8221;, &#8220;O Prémio de Resiliência&#8221;, &#8220;Cidades Sustentáveis&#8221;, &#8220;Ação Climática&#8221;, &#8220;Água e Segurança&#8221; e &#8220;A Escolha do Público&#8221; &#8211; estando esta última ainda com votação aberta nas <a href="https://www.instagram.com/environmental_photographer_oty/" target="_blank" rel="noopener">redes sociais</a>, até 1 de dezembro de 2021.</p>
<p>O Jovem fotógrafo ambiental premiado foi Amaan Ali, natural da Índia, com a fotografia “Inferno”, onde é possível ver um rapaz a combater um incêndio florestal perto de casa, em Nova Deli. Na categoria &#8220;Ambientes do Futuro&#8221; venceu a &#8220;Flood&#8221; de Michele Lapini, onde se observa a destruição causada por umas cheias no rio Panaro, em Itália.</p>
<p>A fotografia &#8220;Green Barrier&#8221; de Sandipani Chattopadhyay foi a vencedora da categoria &#8220;Água e Segurança&#8221;, onde é possível ver a proliferação de algas devido às monções e secas no rio Damodar, na Índia. &#8220;O Prémio de Resiliência&#8221; foi atribuído à fotografia de Ashraful Islam, intitulada &#8220;Survive for Alive&#8221;, que demonstra um rebanho de ovelhas à procura de alimento num solo árido, no Bangladesh.</p>
<p>Na categoria &#8220;Ação Climática&#8221; foi premiada a fotografia &#8220;The Last breath&#8221; de Kevin Ochieng Onyango, tirada no Quénia, onde uma criança respira o ar puro de uma planta enquanto uma tempestade de areia se levanta atrás de si. Por último, a &#8220;Net-Zero transition &#8211; Photobioreactor&#8221; de Simone Tramonte foi eleita a vencedora na categoria &#8220;Cidades Sustentáveis&#8221;, que retrata um fotobiorreator nas instalações da Algalif em Reykjanesbaer, na Islândia.</p>
<p>Conheça aqui as fotografias premiadas no EPOTY 2021:</p>

<a href="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Antonio-Aragon-Renuncio-AragonRenuncioAntonio_The-Rising-Tide-Sons-scaled-1.jpg"><img decoding="async" width="150" height="150" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20150%20150&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-thumbnail size-thumbnail bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Antonio-Aragon-Renuncio-AragonRenuncioAntonio_The-Rising-Tide-Sons-scaled-1-150x150.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" data-srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Antonio-Aragon-Renuncio-AragonRenuncioAntonio_The-Rising-Tide-Sons-scaled-1-150x150.jpg 150w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Antonio-Aragon-Renuncio-AragonRenuncioAntonio_The-Rising-Tide-Sons-scaled-1-300x300.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Antonio-Aragon-Renuncio-AragonRenuncioAntonio_The-Rising-Tide-Sons-scaled-1-100x100.jpg 100w" /></a>
<a href="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Amaan-Ali-AmaanAli_Inferno-scaled-1.jpg"><img decoding="async" width="150" height="150" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20150%20150&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-thumbnail size-thumbnail bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Amaan-Ali-AmaanAli_Inferno-scaled-1-150x150.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" data-srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Amaan-Ali-AmaanAli_Inferno-scaled-1-150x150.jpg 150w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Amaan-Ali-AmaanAli_Inferno-scaled-1-300x300.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Amaan-Ali-AmaanAli_Inferno-scaled-1-100x100.jpg 100w" /></a>
<a href="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Michele-Lapini-MicheleLapini_Flood-scaled-1.jpg"><img decoding="async" width="150" height="150" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20150%20150&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-thumbnail size-thumbnail bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Michele-Lapini-MicheleLapini_Flood-scaled-1-150x150.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" data-srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Michele-Lapini-MicheleLapini_Flood-scaled-1-150x150.jpg 150w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Michele-Lapini-MicheleLapini_Flood-scaled-1-300x300.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Michele-Lapini-MicheleLapini_Flood-scaled-1-100x100.jpg 100w" /></a>
<a href="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Sandipani-Chattopadhyay-Green-barrier-scaled-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20150%20150&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-thumbnail size-thumbnail bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Sandipani-Chattopadhyay-Green-barrier-scaled-1-150x150.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" data-srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Sandipani-Chattopadhyay-Green-barrier-scaled-1-150x150.jpg 150w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Sandipani-Chattopadhyay-Green-barrier-scaled-1-300x300.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Sandipani-Chattopadhyay-Green-barrier-scaled-1-100x100.jpg 100w" /></a>
<a href="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Ashraful-Islam-Survive-for-alive-scaled-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20150%20150&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-thumbnail size-thumbnail bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Ashraful-Islam-Survive-for-alive-scaled-1-150x150.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" data-srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Ashraful-Islam-Survive-for-alive-scaled-1-150x150.jpg 150w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Ashraful-Islam-Survive-for-alive-scaled-1-300x300.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Ashraful-Islam-Survive-for-alive-scaled-1-100x100.jpg 100w" /></a>
<a href="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Kevin-Ochieng-Onyango-Kevinochieng_The-Last-Breathe-scaled-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20150%20150&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-thumbnail size-thumbnail bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Kevin-Ochieng-Onyango-Kevinochieng_The-Last-Breathe-scaled-1-150x150.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" data-srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Kevin-Ochieng-Onyango-Kevinochieng_The-Last-Breathe-scaled-1-150x150.jpg 150w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Kevin-Ochieng-Onyango-Kevinochieng_The-Last-Breathe-scaled-1-300x300.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Kevin-Ochieng-Onyango-Kevinochieng_The-Last-Breathe-scaled-1-100x100.jpg 100w" /></a>
<a href="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Simone-Tramonte-Simone-Tramonte-NET-ZERO-TRANSITION-Photobioreactor-2-1-2-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20150%20150&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-thumbnail size-thumbnail bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Simone-Tramonte-Simone-Tramonte-NET-ZERO-TRANSITION-Photobioreactor-2-1-2-1-150x150.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" data-srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Simone-Tramonte-Simone-Tramonte-NET-ZERO-TRANSITION-Photobioreactor-2-1-2-1-150x150.jpg 150w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Simone-Tramonte-Simone-Tramonte-NET-ZERO-TRANSITION-Photobioreactor-2-1-2-1-300x300.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/11/Simone-Tramonte-Simone-Tramonte-NET-ZERO-TRANSITION-Photobioreactor-2-1-2-1-100x100.jpg 100w" /></a>

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		<item>
		<title>Ministro do Tuvalu discursa dentro de água em alerta para a subida do nível do mar</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/ministro-do-tuvalu-discursa-dentro-de-agua-em-alerta-para-a-subida-do-nivel-do-mar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2021 11:02:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alterações Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[COP26]]></category>
		<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
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					<description><![CDATA[Num video pré-gravado, que será exibido esta terça-feira na COP26, Simon Kofe apelou à ação imediata dos líderes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O impacto das alterações climáticas é e será sentido em todo o mundo, principalmente nos países insulares, e foi essa mensagem que Simon Kofe, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Tuvalu, quis deixar na 26.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP26).</p>
<p>No extremo da ilha Fongafale, dentro do mar e com a água do mar pelos joelhos, o ministro discursou num vídeo pré-gravado sobre a realidade que se vive localmente, apelando à ação imediata dos líderes. O vídeo será exibido esta terça-feira na Cimeira.</p>
<p>“Em Tuvalu, vivemos a realidade das alterações climáticas e do aumento do nível do mar. Enquanto me observam hoje na COP26, nós não podemos esperar pelos discursos quando o mar está a subir à nossa volta a toda a hora. A mobilidade climática deve estar em primeiro plano&#8221;, afirma, acrescentando &#8220;Nós estamos a afundar, mas toda gente está também. E não importa se sentimos os impactos hoje, como em Tuvalu, ou daqui a cem anos, ainda vamos todos sentir um dia os efeitos desta crise global&#8221;, sublinha Simon Kofe.</p>
<p>O mais recente <a href="https://www.ipcc.ch/site/assets/uploads/2019/07/SPM-Portuguese-version.pdf" target="_blank" rel="noopener">relatório</a> do Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas realça o risco elevado que os países insulares no oceano pacífico enfrentam, podendo inclusive desaparecer por completo. O arquipélago de Tuvalu é um dos mais afetados, porque a maioria das suas ilhas está apenas a 3 metros acima do nível do mar.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>COP26: Relação entre natureza e alterações climáticas em destaque</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/cop26-relacao-entre-natureza-e-alteracoes-climaticas-em-destaque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Nov 2021 18:54:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP26]]></category>
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					<description><![CDATA[A estreita relação entre natureza e clima ganhou destaque hoje, sexto dia da conferência COP26, com novos anúncios relacionados com a agricultura e manifestações artísticas que lembraram a importância dos povos indígenas para a preservação do meio ambiente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A estreita relação entre natureza e clima ganhou destaque hoje, sexto dia da conferência COP26, com novos anúncios relacionados com a agricultura e manifestações artísticas que lembraram a importância dos povos indígenas para a preservação do meio ambiente.</p>
<p class="text-paragraph">Como o presidente da COP26, Alok Sharma, lembrou, a natureza absorve o carbono que emitimos e pode funcionar como a primeira linha de defesa contra os efeitos das alterações climáticas.</p>
<p class="text-paragraph">E alertou, a título de exemplo, que se o aquecimento global chegar a 1,5 graus Celsius em relação aos níveis pré-industriais, 70% dos recifes de coral desaparecerão, ou poderão perder-se na totalidade se a subida de temperatura ultrapassar os 2 graus.</p>
<p class="text-paragraph">A principal medida conhecida no mesmo dia em que dezenas de milhares de pessoas desfilaram em Glasgow para exigir mais ações e menos palavras dos governos foi o compromisso de 45 países em adoptar uma agricultura mais natural e uma gestão do solo mais sustentável, medidas que irão têm um impacto especial na América Latina.</p>
<p class="text-paragraph">Entre os países que subscreveram um dos dois acordos divulgados &#8211; a Agenda de Ação Política para a Transição para a Agricultura Sustentável e o Diálogo das Florestas, Agricultura e Comércio de Matérias-Primas &#8211; estão Espanha, Colômbia, Costa Rica, Perú, Brasil ou a Índia.</p>
<p class="text-paragraph">Estes compromissos incluem a mobilização de 4.000 milhões de dólares (3.500 mil milhões de euros) em novos investimentos públicos dedicados à inovação na agricultura.</p>
<p class="text-paragraph">Os países deverão promover medidas para desenvolver novas variedades de culturas &#8220;resistentes ao clima&#8221; e &#8220;soluções de regeneração&#8221; para melhorar a qualidade do solo.</p>
<p class="text-paragraph">O Canadá vai investir 1.000 milhões de dólares (870 milhões de euros) dos 5.300 milhões de dólares (4.600 milhões de euros) que compõem o pacote de financiamento do clima canadiano nos próximos cinco anos para soluções baseadas na natureza com benefícios para a biodiversidade nos países em desenvolvimento.</p>
<p class="text-paragraph">Também foi divulgado que o setor privado se vai juntar a essa mobilização com o compromisso de quase uma centena de grandes empresas de se tornarem “positivas para a natureza” e trabalharem para travar e reverter o declínio natural até 2030.</p>
<p class="text-paragraph">Nesse sentido, as cinco maiores redes de supermercados britânicas vão reduzir em metade o impacto ambiental do “cabaz de compras” médio no Reino Unido até 2030 graças a uma parceria com a organização ambientalista WWF.</p>
<p class="text-paragraph">O dia também serviu para lembrar a importância das comunidades indígenas na preservação da biodiversidade.</p>
<p class="text-paragraph">Estima-se que as populações indígenas sejam guardiãs de 80% do total da biodiversidade do planeta, o que tem permitido que se tornem líderes no desenvolvimento de alternativas naturais aos desafios colocados pela crise climática.</p>
<p class="text-paragraph">Foram justamente os representantes indígenas que lideraram a grande manifestação pelo clima que percorreu as ruas de Glasgow e também colaboraram com o artista norte-americano John Quigley, que no sábado criou uma borboleta gigante da Amazónia num parque da cidade para sensibilizar a população sobre a fragilidade da floresta amazónica.</p>
<p class="text-paragraph">Apesar da chuva e vento, Quigley, conhecido por Spectral Q, trabalhou desde antes do amanhecer para realizar a intervenção artística, uma borboleta morfo azul gigante (Morpho peleides) que, conforme explicou à agência Efe, “representa a fragilidade e a beleza da natureza. &#8220;.</p>
<p class="text-paragraph">A borboleta, com as suas deslumbrantes asas azuis de 30 metros de largura por 24 de altura, e envolvido pela mensagem &#8220;Amazónia para a vida: vamos proteger 80% até 2025&#8221;, também &#8220;representa o que podemos perder se a Amazónia parar de existir&#8221;, alertou o artista californiano.</p>
<p class="text-paragraph">Entre os representantes de grupos indígenas e culturais latino-americanos que colaboraram com Spectral Q para realizar a intervenção artística esteve Gregorio Díaz Mirabal, diretor geral da Coordenação de Organizações Indígenas da Bacia Amazónica (COICA), que reúne 3,5 milhões indígenas de nove países.</p>
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		<title>COP26: Reino Unido mobiliza oito milhões de euros para proteger oceanos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/cop26-reino-unido-mobiliza-oito-milhoes-de-euros-para-proteger-oceanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Nov 2021 10:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP26]]></category>
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					<description><![CDATA[O Reino Unido anunciou hoje a mobilização de sete milhões de libras (oito milhões de euros) para proteger e "restaurar a saúde e resiliência" dos oceanos durante a 26.ª conferência do clima das Nações Unidas (COP26), em Glasgow.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Reino Unido anunciou hoje a mobilização de sete milhões de libras (oito milhões de euros) para proteger e &#8220;restaurar a saúde e resiliência&#8221; dos oceanos durante a 26.ª conferência do clima das Nações Unidas (COP26), em Glasgow.</p>
<p class="text-paragraph">A presidência britânica da Conferência marcou o “Dia da Ação dos Oceanos” com um apelo aos líderes mundiais a tomarem medidas de proteção dos oceanos que permitam alcançar a neutralidade carbónica e manter ao alcance o aquecimento global a não mais de 1,5 graus Celsius.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;O oceano desempenha um papel único na regulação do nosso clima. Não há caminho para a neutralidade carbónica &#8211; ou qualquer um dos nossos objetivos mundiais compartilhados &#8211; que não envolva a proteção e restauração da natureza, incluindo o oceano, a uma escala sem precedentes”, defendeu o secretário de Estado para o Ambiente Internacional Zac Goldsmith.</p>
<p class="text-paragraph">Seis milhões de libras (sete milhões de euros) do financiamento britânico vai para o fundo do Banco Mundial Problue e um milhão de libras (1,2 milhões de euros) para o Fundo Global para Recifes de Coral, para o qual já tinha doado este ano cinco milhões de libras este ano.</p>
<p class="text-paragraph">O Ministro do Mar português, Ricardo Serrão Santos, deslocou-se à Conferência em Glasgow para participar neste dia, onde também passou a mesma mensagem.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Os oceanos são um elemento de esperança para a saúde e para a produtividade do planeta”, vincou.</p>
<p class="text-paragraph">Mais de 120 líderes políticos e milhares de especialistas, ativistas e decisores públicos reúnem-se até 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia, na 26.ª Conferência das Nações Unidas (ONU) sobre alterações climáticas (COP26) para atualizar os contributos dos países para a redução das emissões de gases com efeito de estufa até 2030.</p>
<p class="text-paragraph">A COP26 decorre seis anos após o Acordo de Paris, que estabeleceu como meta limitar o aumento da temperatura média global do planeta entre 1,5 e 2 graus celsius acima dos valores da época pré-industrial.</p>
<p class="text-paragraph">Apesar dos compromissos assumidos, as concentrações de gases com efeito de estufa atingiram níveis recorde em 2020, mesmo com a desaceleração económica provocada pela pandemia de covid-19, segundo a ONU, que estima que ao atual ritmo de emissões, as temperaturas serão no final do século superiores em 2,7 ºC.</p>
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