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	<title>Dicas &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 Sep 2026 15:32:16 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Dicas &#8211; Green Savers</title>
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	<item>
		<title>Prepare a sua casa para o inverno: dicas de poupança</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/prepare-a-sua-casa-para-o-inverno-dicas-de-poupanca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 07:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O inverno está já ao virar da esquina, o verão já passou, e agora, é tempo de mais um pico de consumo energético. Se no verão o pico podia ser de ar condicionado, no inverno é o aquecedor ou algo que nos deixe a casa quente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O inverno está já ao virar da esquina, o verão já passou, e agora, é tempo de mais um pico de consumo energético. Se no verão o pico podia ser de ar condicionado, no inverno é o aquecedor ou algo que nos deixe a casa quente.</p>
<p>Na realidade, em todo o ano existem picos de energia que podem ser minimizados através da reestruturação do seu contrato de energia e também de poupanças na sua casa bem como a alteração de hábitos. Em conjunto, todos estes fatores fazem alterações no preço final da sua fatura, que pode ter importância no orçamento familiar, especialmente em famílias numerosas.</p>
<p>Considerando esta indicação, tomámos a liberdade de criar um texto simples, mas eficaz, sobre melhorias financeiras com a reestruturação de hábitos e fornecedores energia, que certamente será do seu agrado considerando a aproximação da época mais fria do ano.</p>
<p>Fique a par das nossas sugestões práticas:</p>
<h2>Primeiro que tudo: acabe com o “vento”</h2>
<p>Aqui a palavra vento refere-se não necessariamente ao vento em si, mas a tudo o que possa retirar o calor em casa. Está incluído janelas mal fechadas, porta da rua onde tem uma brecha de ar por baixo, e qualquer outra situação que remova o calor da nossa habitação.</p>
<p>Isto porque o calor humano e o calor da própria casa podem fazer com que esta fique mais quente, sem gastar qualquer cêntimo</p>
<h2>Janelas com vidros duplos sempre que possível</h2>
<p>Existiu um programa de troca de janelas com vidros duplos, que agora está em vigor apenas para pessoas carenciadas. No entanto, a troca de janela por janelas com vidros duplos, mesmo que pagas por si, têm inúmeras vantagens. Isto porque é um produto que dura décadas, e também porque ajuda a manter o calor, criando uma autonomia maior em termos da exigência de ligar aquecedores ou ar condicionado.</p>
<p>Para além disso, e se pretender mudar as janelas, poderá consultar os programas do Fundo Ambiental ou falar com a sua junta de freguesia, ou câmara municipal, pois podem existir apoios locais.</p>
<h2>Troca de fornecedor de eletricidade</h2>
<p>Empresas como a EDP, Endesa, Su Energia e Galp vendem sempre o mesmo produto: a eletricidade. Por isso, uma pessoa mais atenta pode perguntar, e bem, se todas vendem o mesmo serviço, qual é a diferença?</p>
<p>A diferença não está nos planos de energia, mas sim no preço. Existindo cada vez mais competição entre operadores, tanto no mercado regulado como no mercado liberalizado, é normal que existam cada vez planos baratos à sua disposição. E trocar de operador de eletricidade é mais fácil do que imagina.</p>
<p>Se pretende uma lista planos hoje para si, em que pode trocar facilmente e a qualquer momento, sem interrupções no fornecimento, sites como o <a href="https://planosluzgas.pt/" target="_blank" rel="noopener">planosluzgas</a> conseguem mostrar-lhe dicas de poupança e planos de energia baratos.</p>
<h2>Reveja a potência contratada</h2>
<p>Por vezes tem uma potência de eletricidade contratada que é muito alta. Para a maioria das casas, uma potência de 4,6 KVA é a ideal, e se tiver mais do que isso, sugerimos que faça uma redução. Por outro lado, embora 3,45 KVA possa parecer pouco, existem casas que podem beneficiar desta potência com pequenos truques como não ligar vários equipamentos ao mesmo tempo (como máquina de lavar roupa e máquina de lavar loiça).</p>
<p>Mas se pretende ter mesmo a certeza, o site da E-redes permite saber a potência média e máxima mensal, e permite-lhe saber até onde chegou em termos de KVA, podendo depois decidir se vale a pena a troca.</p>
<h2>Use cobertores e roupa quente</h2>
<p>Parece uma dica óbvia, mas nem sempre é feita na prática. Ao agasalhar-se, está a evitar a temperatura mais fria através de meios naturais que acabam por não lhe tirar dinheiro do bolso na eletricidade.</p>
<p>Ou seja, um casaco pode ser a diferença entre ligar ou não um aquecedor, e por sua vez faz a diferença ao final do mês. Da mesma forma que, no caso de dormir, deve optar por lençóis de flanela e colchas ou edredões grossos.</p>
<h2>Mas, se tiver mesmo que usar o aquecedor ou ar condicionado&#8230;</h2>
<p>Chega a um ponto onde não existem mais dicas práticas. Já otimizou tudo o que tem a otimizar, já se agasalhou, e falta mesmo um toque final, mais essencial: ficar quente e confortável.</p>
<p>Nesse caso, o ponto principal não é evitar o aquecimento, mas sim usá-lo de forma inteligente. Com algumas estratégias, pode manter o conforto sem fazer disparar a fatura da luz.</p>
<p>Se tiver ar condicionado, use-o. É sem dúvida o mais eficiente porque ele não cria calor, transfere o calor do exterior para o interior na sua casa. Mas, se não tiver, os mais usados e recomendados são os aquecedores a óleo, porque embora demorem a aquecer, conservam o calor mais tempo, mesmo quando estão desligados.</p>
<p>Se tiver um termostato, verifique sempre se a sua casa está entre os 19ºC e os 21ºC. Estas são consideradas temperaturas confortáveis.</p>
<p>Agora com todas estas dicas, mesmo que use um “extra” para aquecer, vai ser mais barato do que antes de ler este texto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cinco dicas para um regresso ao trabalho mais produtivo e sustentável</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/cinco-dicas-para-um-regresso-ao-trabalho-mais-produtivo-e-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 09:02:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Definir prioridades, evitar a sobrecarga e manter o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional são algumas das estratégias que o district.space partilha para tornar o regresso à rotina mais saudável. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O regresso ao trabalho depois das férias é, muitas vezes, sinónimo de reorganização de tarefas e de prioridades. A recuperação da rotina profissional pode ser exigente, sobretudo quando existe uma tendência para, logo nos primeiros dias, acompanhar o ritmo acelerado do mundo do trabalho. Contudo, há estratégias que facilitam e melhoram o período pós-férias. O período pós-férias deve ser, precisamente, uma oportunidade para parar, reorganizar prioridades e identificar hábitos que podem ser ajustados, contribuindo para uma rotina mais equilibrada e produtiva ao longo do tempo.</p>
<p>“Regressar ao trabalho não deve ser uma corrida para recuperar, compensar e realizar todas as tarefas acumuladas durante a ausência”, afirma Bárbara Bouçon, Manager Director do district.space, citada em comunicado. “O período pós-férias é, sem dúvida, uma oportunidade para repensarmos a forma como queremos trabalhar e para construirmos rotinas que sejam produtivas, mas também sustentáveis a longo prazo”, acrescenta.</p>
<p>Neste contexto, o <a href="https://district.space/" data-auth="NotApplicable" target="_blank" rel="noopener">district.space,</a> espaço de trabalho híbrido que integra princípios ESG na sua operação e proposta de valor, partilha cinco estratégias para um regresso à rotina profissional que privilegie a produtividade e o bem-estar no trabalho.</p>
<p><strong>1 | Reserve tempo para a transição</strong></p>
<p>O regresso ao trabalho não começa necessariamente no primeiro dia de escritório. Sempre que possível, reserve um ou dois dias no final das férias para executar tarefas pendentes, descansar e preparar mentalmente a mudança de ritmo. Esta margem permite recuperar os horários, organizar o que ficou por fazer e regressar com maior capacidade de concentração, reduzindo a sensação de choque.</p>
<p><strong>2 | Evite sobrecarregar a agenda</strong></p>
<p>As tarefas acumuladas ao longo das férias não podem, nem devem, ser executadas na totalidade logo nos primeiros dias, uma vez que esta expectativa compromete a produtividade e aumenta os níveis de stress. Antes de regressar, é importante identificar o que é realmente prioritário, organizar o trabalho pendente e, sempre que possível, começar por atividades que permitam acompanhar o ritmo de trabalho.</p>
<p><strong>3 | Preserve o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional</strong></p>
<p>O regresso ao trabalho não deve impedir o usufruto do tempo pessoal. Manter atividades de lazer, praticar exercício físico e estar com amigos e família ajuda a preservar o equilíbrio e o bem-estar. É, por isso, fundamental que líderes e organizações promovam flexibilidade e períodos de descanso, em vez de exigir que os profissionais estejam permanentemente disponíveis.</p>
<p><strong>4 | Prepare um espaço de trabalho confortável</strong></p>
<p>O ambiente de trabalho influencia diretamente a concentração, a produtividade e a colaboração. O espaço deve privilegiar condições que promovam o bem-estar, como boa iluminação, ergonomia, zonas de pausa e oportunidades de interação com os colegas. Ao mesmo tempo, a tomada de decisões sustentáveis e a adoção de soluções de economia circular contribuem para um espaço mais responsável.</p>
<p><strong>5 | Aproveite o regresso para repensar a forma de trabalhar</strong></p>
<p>O regresso à rotina poder ser uma oportunidade para refletir sobre o método de trabalho implementado. É possível que existam tarefas que possam ser simplificadas, reuniões que possam ser evitadas, atividades que possam ser realizadas à distância e até processos que possam ser mais colaborativos. Rever estas práticas é essencial para definir prioridades e construir um modelo profissional mais eficiente.</p>
<p>Mais do que recuperar imediatamente o ritmo de trabalho anterior às férias, o regresso deve ser uma oportunidade para construir uma nova rotina. Para os profissionais, isto significa proteger o bem-estar e o tempo pessoal, enquanto para as empresas significa criar condições para que a produtividade possa ser mantida a longo prazo, sem comprometer as pessoas ou os recursos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cozinhas mais eficientes: como escolher equipamentos que ajudam a poupar energia e água</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/cozinhas-mais-eficientes-como-escolher-equipamentos-que-ajudam-a-poupar-energia-e-agua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 08:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=302382</guid>

					<description><![CDATA[Numa altura em que a eficiência energética pesa cada vez mais nas decisões das famílias, a escolha dos grandes eletrodomésticos deixou de ser apenas uma questão de conforto ou design. Na cozinha e no aquecimento de água, optar por equipamentos mais adequados ao perfil de consumo pode ajudar a reduzir desperdícios, controlar a fatura energética e tornar a casa mais sustentável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre placas de cozinha, termoacumuladores e esquentadores, há soluções diferentes para necessidades distintas. O mais importante é perceber como cada equipamento funciona, qual o seu impacto no consumo diário e de que forma pode ser usado de forma mais eficiente.</p>
<h4>A importância de escolher bem os equipamentos de encastre</h4>
<p>Os eletrodomésticos de encastre ganharam espaço nas casas modernas por aliarem funcionalidade, integração estética e melhor aproveitamento do espaço. Mas, além do aspeto visual, a escolha destes equipamentos pode ter impacto direto no consumo energético.</p>
<p>No caso da cozinha, uma das opções mais procuradas é a <a href="https://www.worten.pt/grandes-eletrodomesticos/encastre/placas" target="_blank" rel="noopener">placa de indução</a>. Este tipo de equipamento aquece diretamente o recipiente, reduzindo perdas de calor e permitindo uma preparação mais rápida dos alimentos. Quando comparada com soluções mais tradicionais, pode ser uma escolha interessante para quem procura maior controlo da temperatura e uma utilização mais eficiente da energia.</p>
<p>Além disso, a rapidez de aquecimento permite reduzir o tempo de utilização, o que contribui para uma gestão mais racional dos consumos. Para maximizar a eficiência, é importante usar tachos e panelas compatíveis, escolher recipientes com dimensão adequada à zona de cozedura e manter os equipamentos limpos e em bom estado.</p>
<h4>Aquecimento de água: conforto com menor desperdício</h4>
<p>O aquecimento de água é uma das áreas com maior peso no consumo energético doméstico. Banhos, lavagens e utilização diária da cozinha fazem com que este seja um ponto essencial quando se fala em eficiência em casa.</p>
<p>Uma das soluções mais comuns é o <a href="https://www.worten.pt/grandes-eletrodomesticos/aquecimento-de-agua/termoacumuladores" target="_blank" rel="noopener">termoacumulador</a>, que permite armazenar água quente para utilização posterior. A escolha da capacidade certa é fundamental: um equipamento demasiado pequeno pode não responder às necessidades da família, enquanto um demasiado grande pode consumir mais energia do que o necessário para manter a água aquecida.</p>
<p>Para melhorar a eficiência, deve ajustar-se a temperatura para valores equilibrados, evitar perdas de calor, instalar o equipamento numa zona protegida e fazer manutenção regular. Pequenos gestos, como reduzir o tempo dos banhos ou usar redutores de caudal, também ajudam a diminuir o consumo de água e energia.</p>
<h4>Esquentadores e consumo responsável</h4>
<p>Outra solução habitual em muitas casas portuguesas é o <a href="https://www.worten.pt/grandes-eletrodomesticos/aquecimento-de-agua/esquentadores" target="_blank" rel="noopener">esquentador a gás</a>. Este equipamento aquece a água no momento da utilização, evitando o armazenamento contínuo de água quente.</p>
<p>Esta característica pode ser vantajosa em casas onde o consumo é variável, uma vez que a água só é aquecida quando é necessária. Ainda assim, a eficiência depende da escolha do modelo, da correta instalação e da manutenção periódica. É essencial garantir uma boa ventilação, cumprir as normas de segurança e recorrer a técnicos qualificados.</p>
<p>Tal como acontece com os termoacumuladores, o uso responsável continua a ser determinante. Controlar o tempo de utilização, evitar desperdícios e garantir que o equipamento está bem regulado são medidas simples que fazem diferença ao longo do ano.</p>
<h4>Eficiência também depende dos hábitos</h4>
<p>A tecnologia ajuda, mas os hábitos continuam a ser decisivos. Mesmo os equipamentos mais eficientes podem gerar consumos elevados se forem utilizados de forma inadequada. Por isso, uma casa mais sustentável começa também nas escolhas diárias.</p>
<p>Na cozinha, planear refeições, aproveitar o calor residual, usar tampas nos tachos e cozinhar em quantidades adequadas são formas simples de poupar energia. No aquecimento de água, reduzir desperdícios, reparar fugas e ajustar a temperatura às necessidades reais são medidas com impacto direto.</p>
<p>A escolha dos equipamentos certos deve, por isso, ser acompanhada por uma utilização consciente. Ao combinar tecnologia eficiente com bons hábitos, é possível aumentar o conforto, reduzir custos e contribuir para uma gestão mais responsável dos recursos.</p>
<h4>Uma casa mais sustentável começa nas decisões do dia a dia</h4>
<p>Investir em equipamentos adequados às necessidades da casa é uma forma prática de promover a sustentabilidade no quotidiano. Seja através de soluções de encastre mais eficientes, de sistemas de aquecimento de água bem dimensionados ou de uma utilização mais responsável, cada decisão conta.</p>
<p>Mais do que substituir equipamentos antigos por novos, importa escolher com critério. Avaliar consumos, capacidade, tipo de utilização e eficiência pode ajudar as famílias a tomar decisões mais informadas e alinhadas com um estilo de vida mais sustentável.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dia Mundial da Eficiência Energética: 8 Dicas para reduzir custos com a eficiência energética</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/dia-mundial-da-eficiencia-energetica-8-dicas-para-reduzir-custos-com-a-eficiencia-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 10:17:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Eficiência Energética]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=293315</guid>

					<description><![CDATA[A propósito do Dia Mundial da Eficiência Energética, e a pensar em quem pretende tornar a gestão energética da habitação mais eficiente e sustentável, o Doutor Finanças reuniu algumas dicas para reduzir custos e diminuir o impacto ambiental, sem nunca abdicar do conforto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="204" data-end="363">A eficiência energética deixou de ser apenas um conceito associado à sustentabilidade ambiental. É hoje uma ferramenta concreta de gestão financeira doméstica.</p>
<p data-start="365" data-end="588">Eletricidade, gás e água representam uma fatia relevante do orçamento familiar e, em muitos casos, uma parte significativa dessa despesa resulta de consumos invisíveis, rotinas pouco otimizadas ou equipamentos desajustados.</p>
<p data-start="590" data-end="866">A propósito do <strong data-start="605" data-end="645">Dia Mundial da Eficiência Energética</strong>, e a pensar em quem pretende tornar a gestão energética da habitação mais eficiente e sustentável, o Doutor Finanças reuniu algumas dicas para reduzir custos e diminuir o impacto ambiental, sem nunca abdicar do conforto.</p>
<p data-start="590" data-end="866"><strong>1. Antes de mudar hábitos, é preciso perceber onde está o problema</strong></p>
<p data-start="944" data-end="1005">Antes de qualquer mudança, é necessário fazer um diagnóstico.</p>
<p data-start="1007" data-end="1250">Confirmar leituras reais no contador evita pagamentos com base em estimativas desajustadas e permite avaliar corretamente o impacto de futuras alterações. É igualmente essencial conhecer o preço efetivo pago por kWh e por metro cúbico de água.</p>
<p data-start="1252" data-end="1505">Por fim, importa analisar o chamado <strong data-start="1288" data-end="1307">consumo de base</strong> — aquele que existe mesmo quando não há utilização aparente. Se o contador continua a avançar, existem consumos permanentes que devem ser identificados e corrigidos antes de qualquer outra decisão.</p>
<p data-start="1252" data-end="1505"><strong>2. Stand-by: o desperdício que não se vê</strong></p>
<p data-start="1557" data-end="1751">O modo de espera, ou <strong data-start="1578" data-end="1590">stand-by</strong>, representa um consumo silencioso e contínuo. Televisões, boxes, consolas, impressoras, routers e carregadores podem manter gastos energéticos 24 horas por dia.</p>
<p data-start="1753" data-end="1835">Individualmente, o impacto parece reduzido, mas tudo junto torna-se significativo.</p>
<p data-start="1837" data-end="2047">Agrupar equipamentos em <strong data-start="1861" data-end="1890">extensões com interruptor</strong> permite eliminar vários consumos num único gesto. Já os <strong data-start="1947" data-end="1991">temporizadores e as tomadas inteligentes</strong> ajudam a limitar horas de funcionamento desnecessárias.</p>
<p data-start="2049" data-end="2185">Na substituição de equipamentos, o <strong data-start="2084" data-end="2111">consumo anual declarado</strong> e o <strong data-start="2116" data-end="2145">comportamento em stand-by</strong> devem integrar os critérios de escolha.</p>
<p data-start="2049" data-end="2185"><strong>3. Água quente: onde o impacto financeiro é imediato</strong></p>
<p data-start="2249" data-end="2325">A água quente tem um peso relevante na fatura, porque envolve dois custos:</p>
<ul data-start="2326" data-end="2383">
<li data-start="2326" data-end="2339">
<p data-start="2328" data-end="2339">o da água</p>
</li>
<li data-start="2340" data-end="2383">
<p data-start="2342" data-end="2383">e o da energia necessária para aquecê-la.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2385" data-end="2593">Reduzir a duração dos duches cria um impacto direto e imediato. Poucos minutos poupados diariamente traduzem-se em <strong data-start="2500" data-end="2536">dezenas de euros ao longo do ano</strong>, sobretudo em agregados familiares com vários elementos.</p>
<p data-start="2595" data-end="2616">Outras dicas incluem:</p>
<ul data-start="2618" data-end="2728">
<li data-start="2618" data-end="2657">
<p data-start="2620" data-end="2657">instalação de <strong data-start="2634" data-end="2657">redutores de caudal</strong></p>
</li>
<li data-start="2658" data-end="2682">
<p data-start="2660" data-end="2682">reparação de <strong data-start="2673" data-end="2682">fugas</strong></p>
</li>
<li data-start="2683" data-end="2728">
<p data-start="2685" data-end="2728">ajuste do <strong data-start="2695" data-end="2728">termoacumulador para modo ECO</strong></p>
</li>
</ul>
<p data-start="2730" data-end="2787">São medidas simples, mas com retorno rápido e mensurável.</p>
<p data-start="2730" data-end="2787"><strong>4. Cozinha: eficiência energética aplicada ao dia a dia</strong></p>
<p data-start="2854" data-end="3022">A cozinha concentra alguns dos equipamentos com maior utilização diária, o que significa que pequenos desvios de eficiência tendem a acumular-se ao longo de todo o ano.</p>
<p data-start="3024" data-end="3337">O <strong data-start="3026" data-end="3041">frigorífico</strong>, por funcionar continuamente, deve estar regulado entre <strong data-start="3098" data-end="3113">4 ºC e 5 ºC</strong>, uma vez que temperaturas inferiores aumentam o esforço do compressor sem benefício adicional na conservação dos alimentos. Deve-se também garantir <strong data-start="3262" data-end="3285">ventilação adequada</strong>, de modo a reduzir picos de consumo desnecessários.</p>
<p data-start="3339" data-end="3364">Na confeção de alimentos:</p>
<ul data-start="3366" data-end="3626">
<li data-start="3366" data-end="3437">
<p data-start="3368" data-end="3437"><strong data-start="3368" data-end="3390">cozinhar com tampa</strong> diminui perdas de calor e acelera a cozedura</p>
</li>
<li data-start="3438" data-end="3532">
<p data-start="3440" data-end="3532"><strong data-start="3440" data-end="3480">aproveitar o calor residual do forno</strong> permite concluir a cozedura sem consumo adicional</p>
</li>
<li data-start="3533" data-end="3626">
<p data-start="3535" data-end="3626">para pequenas porções, o <strong data-start="3560" data-end="3575">micro-ondas</strong> pode ser mais eficiente do que o forno tradiciona</p>
</li>
</ul>
<p><strong>5. Lavandaria: menos temperatura, menos ciclos</strong></p>
<p data-start="3684" data-end="3785">Grande parte da energia utilizada numa <strong data-start="3723" data-end="3749">máquina de lavar roupa</strong> é destinada ao aquecimento da água.</p>
<p data-start="3787" data-end="3826">Sempre que adequado, deve-se optar por:</p>
<ul data-start="3828" data-end="3873">
<li data-start="3828" data-end="3853">
<p data-start="3830" data-end="3853">lavagens a <strong data-start="3841" data-end="3853">30–40 ºC</strong></p>
</li>
<li data-start="3854" data-end="3873">
<p data-start="3856" data-end="3873"><strong data-start="3856" data-end="3873">programas ECO</strong></p>
</li>
</ul>
<p data-start="3875" data-end="3972">Evitar <strong data-start="3882" data-end="3898">meias cargas</strong> é igualmente determinante, uma vez que parte do consumo é fixo por ciclo.</p>
<p data-start="3974" data-end="4160">Também a <strong data-start="3983" data-end="4003">máquina de secar</strong> está entre os equipamentos mais intensivos em consumo energético. Sempre que possível, <strong data-start="4091" data-end="4110">a secagem ao ar</strong> elimina esse consumo e reduz o desgaste da roupa.</p>
<p data-start="3974" data-end="4160"><strong>6. Pequenas obras com grande impacto estrutural</strong></p>
<p data-start="4219" data-end="4339">Nem todas as melhorias dependem da mudança de hábitos — algumas exigem intervenções simples, mas com impacto estrutural.</p>
<p data-start="4341" data-end="4365">Algumas medidas incluem:</p>
<ul data-start="4367" data-end="4545">
<li data-start="4367" data-end="4409">
<p data-start="4369" data-end="4409">aplicar <strong data-start="4377" data-end="4409">selantes em portas e janelas</strong></p>
</li>
<li data-start="4410" data-end="4440">
<p data-start="4412" data-end="4440"><strong data-start="4412" data-end="4440">isolar caixas de estores</strong></p>
</li>
<li data-start="4441" data-end="4477">
<p data-start="4443" data-end="4477"><strong data-start="4443" data-end="4477">isolar tubagens de água quente</strong></p>
</li>
<li data-start="4478" data-end="4510">
<p data-start="4480" data-end="4510">utilizar <strong data-start="4489" data-end="4510">cortinas térmicas</strong></p>
</li>
<li data-start="4511" data-end="4545">
<p data-start="4513" data-end="4545">aplicar <strong data-start="4521" data-end="4545">películas refletoras</strong></p>
</li>
</ul>
<p data-start="4547" data-end="4670">Estas soluções ajudam a estabilizar a temperatura interior e reduzem o tempo de funcionamento dos sistemas de climatização.</p>
<p data-start="4672" data-end="4901">Em casos de maior ineficiência, a <strong data-start="4706" data-end="4776">substituição de janelas de vidro simples por vidro duplo eficiente</strong> pode representar um ganho estrutural relevante, sobretudo em habitações com uso frequente de aquecimento ou ar condicionado.</p>
<p data-start="4672" data-end="4901"><strong>7. Substituição estratégica de equipamentos</strong></p>
<p data-start="4956" data-end="5049">Equipamentos antigos tendem a consumir significativamente mais energia do que modelos atuais.</p>
<p data-start="5051" data-end="5086">Devem ser analisados especialmente:</p>
<ul data-start="5088" data-end="5175">
<li data-start="5088" data-end="5104">
<p data-start="5090" data-end="5104">frigoríficos</p>
</li>
<li data-start="5105" data-end="5126">
<p data-start="5107" data-end="5126">termoacumuladores</p>
</li>
<li data-start="5127" data-end="5155">
<p data-start="5129" data-end="5155">sistemas de climatização</p>
</li>
<li data-start="5156" data-end="5175">
<p data-start="5158" data-end="5175">máquinas de secar</p>
</li>
</ul>
<p data-start="5177" data-end="5293">A decisão de substituição deve assentar num cálculo simples: <strong data-start="5238" data-end="5292">poupança anual estimada face ao custo de aquisição</strong>.</p>
<p data-start="5295" data-end="5438">Antes de avançar, importa ainda verificar a existência de <strong data-start="5353" data-end="5386">apoios públicos ou incentivos</strong>, que podem reduzir o custo efetivo do investimento.</p>
<p data-start="5295" data-end="5438"><strong>8. Desperdício alimentar: eficiência energética indireta</strong></p>
<p data-start="5506" data-end="5585">A eficiência energética não se limita ao consumo direto de eletricidade ou gás.</p>
<p data-start="5587" data-end="5641">O <strong data-start="5589" data-end="5614">desperdício alimentar</strong> também envolve energia na:</p>
<ul data-start="5643" data-end="5713">
<li data-start="5643" data-end="5655">
<p data-start="5645" data-end="5655">produção</p>
</li>
<li data-start="5656" data-end="5670">
<p data-start="5658" data-end="5670">transporte</p>
</li>
<li data-start="5671" data-end="5687">
<p data-start="5673" data-end="5687">refrigeração</p>
</li>
<li data-start="5688" data-end="5713">
<p data-start="5690" data-end="5713">confeção dos alimentos.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="5715" data-end="5856">Planear refeições, organizar o frigorífico por prioridade de consumo e evitar compras excessivas ajuda a reduzir desperdícios desnecessários.</p>
<p data-start="5858" data-end="5966">Reduzir o desperdício significa melhorar simultaneamente <strong data-start="5915" data-end="5939">o orçamento familiar</strong> e <strong data-start="5942" data-end="5965">o impacto ambiental</strong>.</p>
<p data-start="5858" data-end="5966"><strong>Eficiência energética: um processo contínuo</strong></p>
<p data-start="6021" data-end="6174">Melhorar a eficiência energética é um <strong data-start="6059" data-end="6080">processo contínuo</strong> que, quando aplicado de forma estruturada, cria uma poupança visível na fatura a longo prazo.</p>
<p data-start="6176" data-end="6441">O guia completo <strong data-start="6192" data-end="6270">“Eficiência energética: 30 ajustes que baixam a fatura e reduzem a pegada”</strong> está disponível no portal do Doutor Finanças, com informação detalhada sobre medidas práticas para reduzir custos energéticos e diminuir o impacto ambiental no dia a dia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Poupar com Energia: 5 erros energéticos que fazem disparar a fatura no início do ano (e como evitá-los)</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/poupar-com-energia-5-erros-energeticos-que-fazem-disparar-a-fatura-no-inicio-do-ano-e-como-evita-los/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 10:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Bling Energy]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar com Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir deste mês, a Green Savers passa a contar com uma nova rubrica dedicada à energia, desenvolvida em parceria editorial com a Bling Energy. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir deste mês, a Green Savers passa a contar com uma nova rubrica dedicada à energia, desenvolvida em parceria editorial com a Bling Energy e intitulada &#8220;Poupar com Energia&#8221;. Com uma periodicidade mensal, este espaço será dedicado à partilha de dicas práticas e acessíveis sobre poupança energética, eficiência e transição energética, pensadas para apoiar escolhas mais informadas no dia a dia das famílias portuguesas. <em>Veja abaixo a primeira</em></p>
<p><em><strong>Por Bling Energy</strong></em></p>
<p>O início do ano é, para muitas famílias, um momento de regresso à rotina, reorganização da casa e definição de novos objetivos, incluindo poupar mais e gastar de forma mais consciente. No entanto, é também uma altura em que o consumo de energia tende a manter-se elevado: os dias continuam curtos, o frio aperta e passamos mais tempo em casa, muitas vezes sem nos apercebermos do impacto que pequenos hábitos têm na fatura da eletricidade, que em janeiro pode aumentar até 30% face aos meses de verão.</p>
<p>Depois dos excessos de dezembro, este é o momento ideal para rever comportamentos e corrigir alguns dos erros energéticos mais comuns que, ao longo dos meses de inverno, podem traduzir-se em custos desnecessários de várias centenas de euros por família. A boa notícia é que a maioria destes desperdícios é fácil de evitar, sem comprometer o conforto do dia a dia.</p>
<p>A Bling Energy identificou os 5 erros energéticos mais frequentes no início do ano e revela como evitá-los.</p>
<ol>
<li><strong> Manter as luzes ligadas mais tempo do que o necessário</strong></li>
</ol>
<p>Com menos horas de luz natural, é comum manter várias divisões iluminadas durante grande parte do dia, mesmo quando não estão a ser utilizadas. Em Portugal, a iluminação representa cerca de 10-15% do consumo doméstico. Porém, as luzes ligadas por hábito ou esquecidas acabam por pesar na fatura do final do mês. Opte por lâmpadas LED, que consomem até 80% menos energia, e crie o hábito de apagar as luzes sempre que sai de uma divisão. Sempre que possível, aproveite a luz natural durante o dia &#8211; abrindo cortinas e persianas &#8211; e concentre a iluminação apenas nos espaços em uso.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Ignorar o consumo “fantasma” dos aparelhos em <em>stand-by</em></strong></li>
</ol>
<p>Televisões, consolas, computadores, routers, carregadores e pequenos eletrodomésticos continuam a consumir energia mesmo quando não estão a ser utilizados. No início do ano, com o regresso à rotina e mais equipamentos ligados diariamente, este consumo invisível pode representar até 10% da fatura mensal – o equivalente a 5 a 10 euros por mês numa casa média portuguesa. Desligue os aparelhos da tomada sempre que possível ou utilize extensões com interruptor. É um gesto simples que, ao longo de todo o inverno, ajuda a reduzir o desperdício energético sem qualquer impacto no conforto.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Usar o forno e os eletrodomésticos de forma pouco eficiente</strong></li>
</ol>
<p>Nos meses mais frios, o forno, a placa, a máquina de lavar a louça e a máquina da roupa tendem a ser usados com mais frequência. Contudo, saiba que abrir o forno várias vezes, usar programas pouco eficientes ou ligar equipamentos a meia carga são erros comuns que aumentam o consumo. Evite abrir o forno durante a confeção, uma vez que cada abertura pode baixar a temperatura interior até 20ºC. Planeie as refeições para otimizar a utilização do forno e escolha programas “eco” sempre que disponíveis. No caso das máquinas, espere por cargas completas, pois consomem menos energia do que várias lavagens parciais e prefira programas a 30ºC ou 40ºC em vez de 60ºC.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Aquecer a casa mais do que necessário</strong></li>
</ol>
<p>No início do ano, o aquecimento torna-se essencial, mas muitas vezes é usado de forma excessiva ou com temperaturas demasiado elevadas. Este é um dos principais fatores de aumento do consumo energético durante o inverno. Baixar o termóstato apenas 1ºC pode reduzir o consumo em cerca de 7%. Mantenha as portas e as janelas bem fechadas, aproveite o calor natural do sol durante o dia e vista roupa mais quente dentro de casa. O conforto não tem de significar desperdício!</p>
<ol start="5">
<li><strong> Deixar equipamentos ligados sem necessidade</strong></li>
</ol>
<p>A televisão ligada como ruído de fundo, os computadores sempre ligados ou sistemas de som a funcionar sem uma utilização ativa são hábitos frequentes no quotidiano e que passam despercebidos, apesar do seu impacto direto no consumo. Desligue os equipamentos quando não estão a ser usados e evite deixá-los ligados durante horas sem necessidade. Se gosta de som ou música ambiente, utilize dispositivos mais eficientes e defina tempos de uso controlados.</p>
<p>O início do ano é a oportunidade perfeita para criar hábitos mais conscientes e sustentáveis. Pequenas mudanças no dia a dia ajudam a diminuir a fatura de eletricidade, reduzem o impacto ambiental e tornam a casa mais eficiente (não só em janeiro, como no resto do ano!)</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dica Sustentável da semana: Como poupar na alimentação</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/dica-sustentavel-da-semana-como-poupar-na-alimentacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DECO Proteste]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 10:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[poupar]]></category>
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					<description><![CDATA[Em apenas uma semana, o preço do cabaz alimentar aumentou cerca de 8 euros, se falarmos em bens essenciais, o Cabaz essencial de 63 produtos custa, atualmente, 249,09 euros, representando o preço mais elevado dos últimos quatro anos. No entanto, existem dicas extremamente importantes para ajudar a poupar e manter uma alimentação mais sustentável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em apenas uma semana, o preço do cabaz alimentar aumentou cerca de 8 euros, se falarmos em bens essenciais, o Cabaz essencial de 63 produtos custa, atualmente, 249,09 euros, representando o preço mais elevado dos últimos quatro anos.</p>
<p>Para além do aumento de preços, sabia que todos os anos cerca de um terço de todos os alimentos produzidos no mundo são perdidos ou desperdiçados? De acordo com a União Europeia, este número traduz-se em 32 milhões de euros perdidos por ano em desperdício alimentar.</p>
<p>No entanto, existem dicas extremamente importantes para ajudar a poupar e manter uma alimentação mais sustentável:</p>
<ol>
<li>Faça uma lista de compras com base numa ementa semanal e procure cingir-se ao que realmente precisa;</li>
<li>Resista a embalagens familiares com grandes promoções, se não tiver a certeza de que vai conseguir consumir tudo no prazo;</li>
<li>Arrume o frigorífico e a despensa por data de validade, evitando que se estraguem alimentos;</li>
<li>Aproveite as sobras com imaginação em vez de deitar fora;</li>
<li>Opte pelo comércio do bairro, em vez de encher o carrinho uma vez por mês no hipermercado, onde o risco de sucumbir a tentações e comprar produtos supérfluos aumenta;</li>
<li>Reduza o consumo de carne, principalmente de vaca, e privilegie a de aves, assim como os alimentos de origem vegetal, como fruta, legumes, leguminosas e cereais;</li>
<li>Evite alimentos processados, como salsichas, pois requerem um consumo desnecessário de recursos para a sua produção, como água e energia, e são uma fonte de poluição adicional;</li>
<li>Prefira produtos locais e da época em vez de alimentos oriundos do outro lado do planeta, muitas vezes sobre embalados. Mais saboroso, mais económicos e mais sustentáveis, poupa no transporte e estará a favorecer os pequenos produtores locais;</li>
<li>Compre a granel, de preferência, pois permite comprar apenas as unidades necessárias:</li>
<li>Opte por alimentos produzidos de modo mais sustentável, sem pesticidas nem adubos químicos, com <a href="https://www.deco.proteste.pt/sustentabilidade/artigo/compras-imunes-ao-greenwashing-procure-a-escolha-verde" target="_blank" rel="noopener">certificações validadas</a> no rótulo, como a Eurofolha.</li>
</ol>
<p><u>Fontes de informação</u>:</p>
<p><a href="https://www.deco.proteste.pt/sustentabilidade/artigo/10-dicas-alimentacao-mais-sustentavel-poupada" target="_blank" rel="noopener">10 dicas à mesa | DECO PROteste Sustentabilidade &#8211; DECO PROTESTE</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>8 dicas para reduzir os sinistros de trotinetes nas cidades</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/8-dicas-para-reduzir-os-sinistros-de-trotinetes-nas-cidades-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 11:55:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sinistros]]></category>
		<category><![CDATA[trotinetes]]></category>
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					<description><![CDATA[O Mundo Z da Zurich elaborou um conjunto de recomendações práticas para reduzir o risco de acidentes que envolvem trotinetes nas nossas cidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, as trotinetes elétricas têm sido uma opção de transporte cada vez mais popular, nomeadamente nos meios urbanos. Os especialistas têm alertado para o aumento de sinistros, que tem acompanhado o crescimento da utilização deste meio de transporte.</p>
<p>“À imagem do que se tem verificado noutros países, em particular nas grandes cidades europeias, em Portugal é notório o crescimento deste tipo de mobilidade. Há claros benefícios, nomeadamente ambientais, no uso de trotinetes. Mas há também um trabalho de prevenção – que compete a todos fazer – para acomodar o uso de trotinetes nos espaços urbanos e continuar a garantir que a via pública é segura”, destaca Rosário Lima, diretora de sinistros da Zurich Portugal, citada em comunicado.</p>
<p>A este propósito, o <a href="https://www.zurich.com.pt/pt-pt/mundo-z" target="_blank" rel="noopener">Mundo Z</a> da Zurich elaborou um conjunto de recomendações práticas para reduzir o risco de acidentes que envolvem trotinetes nas nossas cidades.</p>
<p><strong>8 dicas de segurança para prevenir acidentes</strong></p>
<ul>
<li><strong>Respeite as regras de trânsito</strong></li>
</ul>
<p>As trotinetes devem ser utilizadas respeitando as mesmas regras de trânsito aplicáveis aos veículos motorizados. Isso significa que é importante obedecer aos semáforos, sinais e placas de trânsito.</p>
<ul>
<li><strong>Conheça a legislação em vigor</strong></li>
</ul>
<p>Pode circular com uma velocidade até 25km/h, sendo que o limite de velocidade pode variar consoante a legislação local (como no caso de Lisboa, em que a velocidade máxima é 20km/h). Cada trotinete apenas pode transportar uma pessoa e deve privilegiar o uso das ciclovias. A única possibilidade de circular no passeio é se a trotinete for levada à mão. A circulação indevida das trotinetes no passeio pode resultar numa coima no valor de 60 a 300 euros.</p>
<ul>
<li><strong>Dê prioridade aos pedestres</strong></li>
</ul>
<p>Os pedestres têm sempre prioridade nas áreas de circulação. Quando se aproximar de um cruzamento ou mesmo quando estiver perto de peões, reduza a velocidade e dê o espaço e prioridade adequados para que os peões possam passar em segurança. Lembre-se de que as trotinetes são um meio de transporte silencioso e, por isso, é importante estar atento ao ambiente em redor.</p>
<ul>
<li><strong>Aposte na manutenção da sua trotinete </strong></li>
</ul>
<p>Se tiver comprado uma trotinete, é importante verificar se se encontra em boas condições. Procure testar os travões e os pneus e verificar se existem problemas elétricos. Se encontrar alguma falha, garanta assistência técnica especializada antes de prosseguir viagem.</p>
<ul>
<li><strong>Esteja atento durante a viagem</strong></li>
</ul>
<p>Esteja atento aos outros utilizadores da ciclovia, assim como aos peões que se possam cruzar repentinamente. Antecipe possíveis situações de risco e esteja preparado para reagir de forma adequada. É importante também estar atento a possíveis obstáculos no caminho, assim como ao estado do piso. Não é permitida a utilização de telemóvel ou de auscultadores durante a viagem.</p>
<ul>
<li><strong>Mantenha uma velocidade apropriada</strong></li>
</ul>
<p>Certifique-se que nunca excede a velocidade máxima permitida e modere a velocidade ao estado do piso e às áreas mais movimentadas ou com mais pedestres. Mantenha também sempre uma distância de segurança.</p>
<ul>
<li><strong>Faça com que a sua presença seja notada </strong></li>
</ul>
<p>Durante a noite ou em condições de fraca visibilidade, procure estar visível para os outros utilizadores da via ou peões que estejam a atravessar ao lado. Para isso, pode utilizar as luzes dianteiras e traseiras, assim como roupas ou adesivos refletores. Não se esqueça de sinalizar as suas intenções. Se for fazer uma curva ou mudar de faixa, indique com os braços a direção que deseja tomar.</p>
<ul>
<li><strong>Utilize equipamentos de proteção</strong></li>
</ul>
<p>Para garantir a sua segurança durante o uso das trotinetes, é recomendado utilizar equipamentos de proteção adequados. O uso de capacete &#8220;é essencial para proteger a cabeça em caso de queda ou colisão. Além disso, é aconselhável utilizar cotoveleiras, joelheiras e luvas para proteger outras partes do corpo em caso de acidente&#8221;.</p>
<p>No <a href="https://www.zurich.com.pt/pt-pt/mundo-z" target="_blank" rel="noopener">Mundo Z</a> da Zurich &#8220;estão concentrados um conjunto de dicas e recomendações para que possa proteger-se do risco de acidente e ter uma viagem de trotinete mais preventiva, que contribua para a segurança da via pública&#8221;.</p>
<p>A Zurich Portugal faz parte do Zurich Insurance Group, está em Portugal há 105 anos, conta com mais de 500 colaboradores e uma rede de distribuição com mais de 1.800 Agentes de Seguros, Corretores e parcerias bancárias, que servem mais de 750 mil clientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>7 dicas para ultrapassar o frio sem prejudicar o ambiente</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/7-dicas-para-ultrapassar-o-frio-sem-prejudicar-o-ambiente-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2026 14:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[frio]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dias estão frios e as noite geladas. O inverno está a mostrar-se e tentamos manter-nos confortáveis sem aumentar muito o consumo de energia. Siga estas dicas para conseguir ultrapassar esta estação fria sem prejudicar o ambiente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dias estão frios e as noite geladas. O inverno está a mostrar-se e tentamos manter-nos confortáveis sem aumentar muito o consumo de energia. Siga estas dicas para conseguir ultrapassar esta estação fria sem prejudicar o ambiente.</p>
<p><strong>1. Reduza a temperatura</strong><br />
Desafie-se a manter o seu termostato apenas dois graus mais frio do que normalmente utiliza no inverno. Não deve sentir grande diferença, mas o ambiente notará os seus esforços. Compense a mudança de temperatura bebendo mais bebidas quentes e usando cobertores com mais frequência. Se tiver um termostato programável, configure-o para que o seu aquecedor não trabalhe muito enquanto está fora de casa. Programe o equipamento para arranca 30 ou 45 minutos antes de voltar a casa para que a sua casa fique confortável quando chegar.</p>
<p><strong>2. Cultive plantas de interior</strong><br />
Plantas de interior podem iluminar a atmosfera de praticamente qualquer espaço. Ao libertar a humidade, também podem ajudar a sua casa a reter o calor e combater o ar seco do inverno com o qual a sua pele discorda. Considere usá-las na sua cozinha, quarto, casa-de-banho e sala de estar.</p>
<p><strong>3. Use um humidificador</strong><br />
Outra maneira de evitar que o ar na sua casa fique desconfortavelmente seco passa por utilizar um humidificador.</p>
<p><strong>4. Use lâmpadas LEDs</strong><br />
A luz é importante no inverno. Os dias são mais curtos e o humor de muitas pessoas é afetado pela falta de luz solar que absorvem nos meses de inverno. Não se prive da luz que o seu corpo deseja, mas obtenha-a através de fontes eficientes como lâmpadas LED.</p>
<p><strong>5. Abra a porta do forno depois de assar</strong><br />
Simplesmente usar mais o forno pode ajudar a aquecer a sua casa. Para obter ainda mais calor do seu forno, abra a porta por alguns minutos depois de utilzá-lo para cozinhar ou assar. Apenas certifique-se de que está desligado primeiro para não se queimar ou criar um risco de incêndio.</p>
<p><strong>6. Compre produtos sazonais</strong><br />
Nesta era moderna e globalizada, é possível comprar frutas e legumes em Portugal que estão na sua época do outro lado do mundo. Isso tem as suas vantagens, mas os produtos enviados de países a milhares de quilómetros de distância precisam viajar de alguma forma. Infelizmente, isto significa que muito combustível é queimado no transporte de produtos em todo o mundo. Faça um esforço para comprar e preparar refeições principalmente com produtos locais da estação. É provável que tenham um sabor melhor e sejam mais nutritivo.</p>
<p><strong>7. Exercício</strong><br />
Quanto mais parados ficarmos mais frio temos. As longas tardes de fim de semana sentado no sofá podem parecer muito apetecíveis, principalmente se tiver um cobertor quente ou a casa já estiver aquecida. O problema acontece quando tem de se levantar, ir para a rua ou passear o seu amigo de quatro patas.<br />
Aproveite o inverno para fazer exercício moderado dentro de casa, além de melhorar a saúde certamente o corpo vai aquecer e necessitará de menor aquecimento externo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 passos a adotar para uma transição energética simples</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/5-passos-a-adotar-para-uma-transicao-energetica-simples/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 08:02:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Transição Energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=289323</guid>

					<description><![CDATA[A Bling Energy reuniu um guia simples com os 5 passos essenciais para iniciar o seu caminho de autoconsumo solar fotovoltaico, de forma informada, controlada e financeiramente responsável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No mês de novembro, a <strong>COP30</strong>, realizada em Belém, no Brasil, assumiu um papel determinante na definição e aceleração das estratégias globais para garantir a transição energética em cada bairro, empresa e lar. Enquanto se discutem grandes decisões internacionais, existe algo que todos podemos fazer já para reduzir as emissões, aumentar a resiliência e dar um passo concreto rumo a um futuro mais limpo: recorrer à <strong>energia solar doméstica</strong>.</p>
<p>Na COP30, um dos objetivos definidos foi triplicar a capacidade de energias renováveis até 2030 e duplicar a eficiência energética a nível global. Esta meta só será alcançável se governos, empresas e cidadãos estiverem alinhados e participarem ativamente no processo. Cada vez que uma casa passa a gerar parte da sua própria energia, está a reduzir a dependência de combustíveis fósseis, a diminuir custos, a fortalecer a rede local e a contribuir para a transformação do sistema energético.</p>
<p>A transição energética não depende apenas de grandes centrais elétricas ou políticas internacionais; depende também do telhado da casa de cada um de nós. A decisão de instalar painéis solares e produzir a energia que consumimos tem impacto direto no ambiente, na carteira e na estabilidade do sistema energético nacional.</p>
<p>Além disso, esta transição deve ser justa, acessível e tangível. Por esse motivo, a Bling Energy reuniu um guia simples com os 5 passos essenciais para iniciar o seu caminho de autoconsumo solar fotovoltaico, de forma informada, controlada e financeiramente responsável.</p>
<p><strong>Passo 1: Avaliação inicial do local e do consumo</strong></p>
<p>Comece por analisar o seu consumo elétrico (nos últimos 12 meses, por exemplo), para calcular a produção necessária. De seguida, examine o seu telhado quanto à sua orientação, inclinação e sombreamento &#8211; estes são fatores determinantes no desempenho do sistema.</p>
<p>Utilize simuladores e calculadoras de energia solar disponíveis online para estimar a poupança, a produção e o retorno do investimento. Por fim, compare o investimento com a economia esperada e análise a redução que poderá vir a ter na sua fatura mensal e a possibilidade de venda do excedente de energia produzida.</p>
<p><strong>Passo 2: Escolha do sistema e definição do orçamento</strong></p>
<p>Nesta fase, deve identificar, junto de um profissional, a potência aproximada do sistema, o número de painéis necessários, o tipo de inversor e a necessidade (ou não) de baterias solares. Estes são elementos determinantes no custo total do sistema, pelo que deve avaliar a relação custo/benefício. Contacte vários instaladores certificados para obter diferentes orçamentos e decidir qual o que mais compensa no seu caso. Verifique ainda se existem incentivos públicos ou programas de apoio ao autoconsumo que possam reduzir o investimento inicial. Atualmente, existem também modelos alternativos ao investimento tradicional, como a Bling Energy, por exemplo, em que o cliente adere a um modelo de subscrição, que permite produzir energia limpa sem esforço financeiro inicial, sem ter de pagá-lo à cabeça.</p>
<p><strong>Passo 3: Instalação e ligação</strong></p>
<p>Este procedimento é realizado pelos técnicos da empresa solar pela qual optou. Após garantir que a instalação elétrica está apta para o novo sistema, inicia-se a montagem da estrutura, a colocação dos painéis e do inversor, e fazem-se as ligações. Concluída a instalação, o sistema deve cumprir as normas aplicáveis e ser conectado à rede. Se, futuramente, a produção exceder o consumo, confirme qual o regime de compensação aplicável ao seu local &#8211; venda direta ou <em>net-metering</em> (o excedente transforma-se em créditos a descontar nas próximas faturas de eletricidade).</p>
<p><strong>Passo 4: Monitorização e otimização</strong></p>
<p>Com o sistema ativo, é essencial monitorizar a produção diária, o consumo e eventuais excedentes. Ajuste os seus hábitos de consumo para aproveitar ao máximo a energia solar gerada. Ligar os eletrodomésticos da sua casa durante as horas de maior produção, por exemplo, permite-lhe maximizar o autoconsumo, acelerar o retorno do seu investimento e reduzir as importações da rede. Calcule o <em>payback</em> para compreender quanto está realmente a economizar todos os meses.</p>
<p><strong>Passo 5: Manutenção</strong></p>
<p>A manutenção dos sistemas solares é mínima, bastando realizar algumas limpezas periódicas para remover a sujidade acumulada &#8211; embora a chuva e o vento já ajudem nessa parte &#8211; e uma inspeção anual à estrutura, ao inversor e ao desempenho geral. Com o tempo, pode considerar aumentar o grau de autonomia através de baterias de armazenamento, caso seja uma solução viável para o seu perfil de consumo.</p>
<p>Informe-se, compare soluções e escolha um especialista solar de confiança para iniciar o seu caminho rumo à independência energética. Cada instalação solar representa um contributo real para um mundo mais limpo, justo e sustentável &#8211; e a transição começa precisamente aí: na decisão de transformar o seu telhado numa fonte de energia renovável, conclui.</p>
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		<title>Dica sustentável da semana: Brinquedos usados, o que fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DECO Proteste]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 10:16:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[brinquedos usados]]></category>
		<category><![CDATA[Dica sustentável da semana]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Se está a pensar deitá-los fora, para arranjar espaço para os novos, pense duas vezes. Há outras crianças que os podem herdar, sejam essas de familiares e amigos ou mesmo que não as conheça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe o que fazer com os brinquedos que se vão acumulando ao longo dos anos, Natal após Natal?</p>
<p>Se está a pensar deitá-los fora, para arranjar espaço para os novos, pense duas vezes. Há outras crianças que os podem herdar, sejam essas de familiares e amigos ou mesmo que não as conheça. E há outras opções para evitar colocar os brinquedos no lixo ou deixá-los esquecidos numa caixa: eles são como qualquer outro objeto, têm impacto ambiental, tal como os outros resíduos com os quais não temos uma especial relação afetiva.</p>
<p>É difícil, senão impossível, entregar os brinquedos para reciclar. De facto, em todo o País, faltam pontos de recolha, como os que já existem para plásticos, por exemplo. Fica já a advertência: apesar de as bonecas ou figuras de ação, por exemplo, serem feitas de plástico, não podem ser encaminhadas para o ecoponto amarelo, por serem constituídas por materiais muito diversos, nem sempre recicláveis. No entanto, brinquedos como carrinhos telecomandados, por exemplo, são REEE, ou seja, Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos e têm lugares específicos para a sua recolha.</p>
<p>Doar, trocar, comprar e vender em segunda mão (desde que o brinquedo esteja em boas condições) e reparar são as primeiras opções para dar nova vida aos brinquedos. A compra e venda de brinquedos em segunda mão é uma forma de os valorizar.</p>
<p>Pode ainda entregá-los a uma instituição, que, por certo, irá encaminhá-los para quem deles precisa. Outras crianças, apoiadas por instituições de solidariedade social, vão poder ganhar novos objetos de afeição para as brincadeiras.</p>
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