<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Empresas &#8211; Green Savers</title>
	<atom:link href="https://greensavers.sapo.pt/temas/empresas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://greensavers.sapo.pt</link>
	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Thu, 14 May 2026 14:38:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/01/gs-favicon-100x100.png</url>
	<title>Empresas &#8211; Green Savers</title>
	<link>https://greensavers.sapo.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>“Greenwashing”: Estudo aponta para grande escala de alegações ambientais falsas de algumas das maiores empresas de carne e laticínios do mundo</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/greenwashing-estudo-aponta-para-grande-escala-de-alegacoes-ambientais-falsas-de-algumas-das-maiores-empresas-de-carne-e-laticinios-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 10:03:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[greenwashing]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=297570</guid>

					<description><![CDATA[A conclusão tem por base a análise dos compromissos e alegações ambientais que constam em relatórios de sustentabilidade e nos websites dessas empresas, referentes ao período entre 2021 e 2024, tudo informação disponível publicamente, asseguram os autores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Das 1.233 alegações de compromissos para com a redução dos impactos ambientais feitas por 33 das maiores empresas de carne e laticínios do mundo, 1.213 (98%), podem ser classificadas como falsas, representando casos de “greenwashing”.</p>
<p>A revelação é feita num artigo publicado recentemente na revista ‘<a href="https://journals.plos.org/climate/article?id=10.1371/journal.pclm.0000773" target="_blank" rel="noopener">PLOS Climate’</a>, liderado por investigadores da Universidade de Miami, dos Estados Unidos da América.</p>
<p>A conclusão tem por base a análise dos compromissos e alegações ambientais que constam em relatórios de sustentabilidade e nos websites dessas empresas, referentes ao período entre 2021 e 2024, tudo informação disponível publicamente, asseguram os autores. O objetivo era perceber se os compromissos e alegações apresentavam formas claras e alcançáveis para reduzirem os seus impactos ambientais ou se eram, ao invés, intencionalmente enganadores.</p>
<p>De acordo com o estudo, 841 (68%) alegações foram classificadas como relacionadas com questões climáticas, pois direta ou indiretamente endereçavam reduções de gases com efeito de estufa ou os impactos das alterações climáticas. Os investigadores dizem que a prevalência desse tipo de alegações ambientais mostra que as alterações climáticas tornaram-se na principal forma de enquadrar compromissos de sustentabilidade.</p>
<p>Ainda, 467 alegações (38% do total) eram o que os autores chamam de “projeções futuras não verificáveis”, que incluíam alegações vagas como “alcançar a neutralidade carbónica até 2030” ou “permitir, até 2030, a recuperação de 600 mil milhões de litros de água em regiões em stress hídrico”.</p>
<p>A investigação constatou que para 356 alegações (29%) as empresas forneciam evidências para suportar o que declaravam, mas, após análise, as evidências científicas apenas suportavam três delas, duas das quais relacionadas com as alterações climáticas.</p>
<p>Quanto às emissões de gases com efeito de estufa, o estudo revela que 17 dessas 33 empresas abrangidas pela investigação assumiam compromissos para com a descarbonização. Contudo, as promessas assentam sobretudo na compensação e não da descarbonização direta.</p>
<p>“O ‘greenwashing’ era uma prática generalizada nos relatórios de sustentabilidade das maiores empresas de carne e laticínios do mundo, o que pode criar a ilusão de progresso climático”, diz Maya Bach, primeira autora do estudo.</p>
<p>“Preocupa-nos que estas alegações possam induzir o público em erro, influenciar os consumidores e reduzir a pressão nos legisladores para que tomem medidas climáticas”, acrescenta.</p>
<p>O estudo estima que 57% das emissões de gases com efeito de estufa do setor global da produção alimentar provém da indústria da carne e do leite, sendo que será também responsável por pelo menos 16,5% de todas as emissões a nível mundial.</p>
<p>“Quando tanto do que estas empresas dizem parece ser promessas vazias que não são suportadas por evidências ou investimento”, diz Jennifer Jacquet, que também assina o artigo, falar das alterações climáticas, como muitas delas fazem, é mais “um exercício de relações públicas do que cuidar do planeta”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Robôs, camiões elétricos e tecnologia 5G apresentados em Penamacor para modernizar a floresta portuguesa</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/robos-camioes-eletricos-e-tecnologia-5g-apresentados-em-penamacor-para-modernizar-a-floresta-portuguesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 08:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[camiões elétricos]]></category>
		<category><![CDATA[floresta portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[robôs]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia 5G]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=297709</guid>

					<description><![CDATA[A iniciativa reuniu várias entidades do setor florestal, tecnológico e energético com o objetivo de demonstrar, em ambiente real, tecnologias destinadas a aumentar a eficiência, segurança e sustentabilidade da atividade florestal em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
<div class="" data-turn-id-container="request-WEB:2199f8a2-2cf6-44c9-8e8e-32ae340aaa35-9" data-is-intersecting="true">
<div class="relative w-full overflow-visible">
<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none has-data-writing-block:pointer-events-none [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:2199f8a2-2cf6-44c9-8e8e-32ae340aaa35-9" data-turn-id-container="request-WEB:2199f8a2-2cf6-44c9-8e8e-32ae340aaa35-9" data-testid="conversation-turn-20" data-scroll-anchor="false" data-turn="assistant">
<div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)">
<div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn">
<div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow">
<div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" tabindex="0" data-message-author-role="assistant" data-message-id="77df4a31-c0de-4ca0-8b02-9072e1a5a0b4" data-message-model-slug="gpt-5-5" data-turn-start-message="true">
<div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden">
<div class="markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling">
<p data-start="110" data-end="483">Um robô autónomo para limpeza da floresta e combate a incêndios, camiões elétricos para transporte de madeira e novas ferramentas digitais para gestão florestal foram algumas das soluções tecnológicas apresentadas esta quarta-feira em <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Penamacor</span></span>, no âmbito dos projetos de eletrificação e digitalização da floresta integrados na Agenda transForm, foi divulgado em comunicado.</p>
<p data-start="110" data-end="483">Segundo a mesma fonte, a iniciativa reuniu várias entidades do setor florestal, tecnológico e energético com o objetivo de demonstrar, em ambiente real, tecnologias destinadas a aumentar a eficiência, segurança e sustentabilidade da atividade florestal em Portugal.</p>
<p data-start="729" data-end="1133">“O encontro teve como objetivo mostrar, em contexto real, tecnologias inovadoras aplicadas à floresta, que oferecem ganhos de eficiência e segurança operacional, enquanto contribuem para a descarbonização da atividade florestal, e para uma gestão mais informada, eficiente e resiliente do território”, afirmou <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Alexandra Marques</span></span>, representante do <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">CoLAB ForestWISE</span></span>.</p>
<p data-start="1135" data-end="1458">No centro da apresentação esteve o Speed-e, uma estação móvel de transformação de tensão desenvolvida pela <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">REN – Redes Energéticas Nacionais</span></span>. A tecnologia permite fornecer energia diretamente a partir da Rede Nacional de Transporte, substituindo combustíveis fósseis pelo carregamento elétrico de maquinaria e veículos.</p>
<p data-start="1460" data-end="1638">A solução alimentou durante a demonstração diversos equipamentos florestais, ferramentas elétricas portáteis, camiões elétricos e postos de carregamento para viaturas do público.</p>
<p data-start="1640" data-end="2002">Entre os projetos apresentados destacou-se também um robô autónomo desenvolvido pela <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">ADAI</span></span> para gestão de vegetação e combate a incêndios florestais. A The Navigator Company revelou igualmente uma tesoura elétrica destinada à seleção de varas em plantações florestais.</p>
<p data-start="2004" data-end="2157">Pela primeira vez em Portugal foram ainda apresentados um protótipo de autocarregador florestal elétrico e um camião elétrico para transporte de madeira.</p>
<p data-start="2159" data-end="2531">Na área da digitalização, a <a class="decorated-link cursor-pointer" target="_new" rel="noopener" data-start="2187" data-end="2254">Trigger Systems</a> desenvolveu um sistema de recolha de dados e telemetria para maquinaria florestal, enquanto o INESC TEC criou uma plataforma de integração de dados para monitorização e apoio à decisão ao longo da cadeia de produção florestal.</p>
<p data-start="2533" data-end="2734">Já a Neadvance apresentou uma ferramenta baseada em visão computacional e realidade aumentada para apoiar a seleção de varas em povoamentos de eucalipto.</p>
<p data-start="2736" data-end="2901">O <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">CoLAB ForestWISE</span></span> desenvolveu ainda uma aplicação móvel capaz de medir o volume de madeira em pilhas, permitindo otimizar operações no terreno.</p>
<p data-start="2903" data-end="3083">Grande parte destas soluções recorre à conectividade avançada e tecnologia 5G da NOS para transmissão e análise de dados em tempo real.</p>
<p>Este evento fez parte dos Projetos de Eletrificação e Digitalização da Floresta, desenvolvidos no âmbito da Agenda transForm e contou com a participação da ForestWise, REN, The Navigator Company, NOS, Altri Florestal, Florecha, Sonae Arauco, Unimadeiras, Trigger Systems, INESC TEC, ADAI e Neadvance. A Agenda transForm é uma agenda mobilizadora do PRR focada na transformação digital, resiliência e neutralidade carbónica do setor florestal português.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"></div>
</div>
</div>
</section>
<div class="contents"></div>
</div>
</div>
</div>
<div class="pointer-events-none -mt-px h-px translate-y-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom)-14*var(--spacing))]" aria-hidden="true"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Greenvolt conclui projeto de energia solar no Hyatt Regency Vilamoura</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/greenvolt-conclui-projeto-de-energia-solar-no-hyatt-regency-vilamoura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 07:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[Greenvolt]]></category>
		<category><![CDATA[Hyatt Regency Vilamoura]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=297542</guid>

					<description><![CDATA[Este projeto permite à unidade hoteleira reduzir a sua fatura energética e reforçar a previsibilidade de custos, num contexto de crescente volatilidade dos mercados energéticos. Em simultâneo, contribui para a descarbonização da operação, alinhando-se com a crescente exigência do setor hoteleiro por soluções mais sustentáveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Greenvolt Next, empresa do Grupo Greenvolt especializada em soluções descentralizadas para autoconsumo de energia renovável, concluiu a instalação de um projeto solar na cobertura do Hyatt Regency Vilamoura Algarve, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, este projeto permite à unidade hoteleira reduzir a sua fatura energética e reforçar a previsibilidade de custos, num contexto de crescente volatilidade dos mercados energéticos. Em simultâneo, contribui para a descarbonização da operação, alinhando-se com a crescente exigência do setor hoteleiro por soluções mais sustentáveis.</p>
<p>No total, foram instalados mais de 400 módulos solares fotovoltaicos, com uma capacidade de cerca de 170 kWp e uma produção estimada superior a 250 MWh/ano. Esta solução permitirá evitar a emissão de cerca de 120 toneladas de CO₂ por ano, reduzindo diretamente a pegada carbónica do hotel.</p>
<p>Em coordenação com a Arrow Global Portugal e Norfin, no âmbito da gestão e valorização do ativo, este investimento permite ao Hyatt Regency Vilamoura Algarve reforçar a sua aposta na modernização e eficiência das suas infraestruturas, bem como na adoção de práticas alinhadas com critérios ESG (Ambiental, Social e de Governação), cada vez mais valorizados por hóspedes e investidores institucionais.</p>
<p>Como sublinha Pedro Carvalho, Managing Partner da Greenvolt Next Portugal, “Este projeto demonstra como as soluções descentralizadas permitem reduzir custos e trazer maior previsibilidade num contexto energético particularmente volátil. Ao mesmo tempo, contribuem para valorizar o próprio ativo, tornando as unidades hoteleiras mais eficientes e sustentáveis”.</p>
<p>Por sua vez, Javier Soler, Diretor do Hyatt Regency Vilamoura Algarve, indica que “A sustentabilidade é hoje um eixo central na gestão hoteleira, pela eficiência que permite alcançar e pela crescente relevância na experiência dos nossos hóspedes. Este projeto insere-se nesse percurso, contribuindo para reduzir a nossa pegada ambiental, o que reforça também o impacto positivo do hotel na comunidade envolvente”.</p>
<p>No Algarve, um dos principais destinos turísticos do país, o setor hoteleiro tem vindo a acelerar a integração de soluções sustentáveis, em particular de autoconsumo, refletindo uma transformação cada vez mais estrutural na forma como as unidades produzem e gerem a sua energia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sugal compromete-se com a Science Based Targets initiative para acelerar a descarbonização do negócio</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/sugal-compromete-se-com-a-science-based-targets-initiative-para-acelerar-a-descarbonizacao-do-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 16:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=297446</guid>

					<description><![CDATA[Em dezembro de 2025, a Sugal formalizou o seu compromisso com a Science Based Targets initiative (SBTi), comprometendo-se a definir metas de redução de emissões de gases com efeito de estufa (GEE) à escala de toda a empresa, alinhadas com a ciência climática e com o Acordo de Paris.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O maior produtor e exportador nacional de concentrado de tomate dá novo passo na descarbonização e compromete-se a definir metas de redução de emissões à escala de toda a empresa, em linha com o objetivo de limitar o aquecimento global a 1,5°C, conforme o Acordo de Paris, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, em dezembro de 2025, a Sugal formalizou o seu compromisso com a Science Based Targets initiative (SBTi), comprometendo-se a definir metas de redução de emissões de gases com efeito de estufa (GEE) à escala de toda a empresa, alinhadas com a ciência climática e com o Acordo de Paris.</p>
<p>Com este passo, a Sugal junta-se a um movimento global de mais de 10 000 empresas que reconhecem a urgência da ação climática e assumem a responsabilidade de alinhar os seus planos de descarbonização com os critérios mais recentes da ciência climática. A empresa, com o apoio da Get2C, vai agora trabalhar na definição das suas metas, que serão posteriormente submetidas à SBTi para validação independente.</p>
<p>A definição das metas faz parte de um projeto mais alargado que culminará também na revisão da estratégia de sustentabilidade da empresa — dois processos indissociáveis, em que a robustez das metas condiciona a ambição da estratégia, e vice-versa.</p>
<p>“Este compromisso com a SBTi representa um passo natural na trajetória que temos vindo a construir e reforça a nossa ambição de liderar a transição sustentável no nosso setor. Estamos a terminar a concretização um plano de investimento ambicioso, com metas claras, que nos permitirá antecipar objetivos relevantes de redução de emissões em Portugal. É muito mais do que cumprir metas: queremos transformar estruturalmente o nosso modelo de negócio, conciliando eficiência, inovação e responsabilidade ambiental e social em toda a cadeia de valor”, afirma João Ortigão Costa, CEO do Sugal Group.</p>
<p>Este compromisso vem também dar resposta a um desafio crescente por parte dos parceiros comerciais da Sugal — muitos dos quais têm já as suas próprias metas climáticas definidas —, que procuram fornecedores e parceiros alinhados com os mesmos referenciais de descarbonização. Num mercado agroalimentar internacional cada vez mais exigente em matéria de sustentabilidade, este passo reforça a posição competitiva do grupo e a sua capacidade de responder às expectativas de clientes e stakeholders.</p>
<p>O compromisso com a SBTi consolida um percurso já longo em matéria de sustentabilidade. A Sugal avalia as suas emissões de GEE desde 2010 e, tem vindo a implementar vários projetos em eficiência energética, energias renováveis e combustíveis de baixo carbono como a instalação da primeira caldeira de biomassa florestal para processamento de tomate em operação na Europa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>🎥 Entre o Dizer e o Fazer: como levar a sustentabilidade para dentro de casa</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/entre-o-dizer-e-o-fazer-como-levar-a-sustentabilidade-para-dentro-de-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 14:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=297719</guid>

					<description><![CDATA[A Escolha Sustentável e a Green Savers lançam o primeiro episódio de “Entre o Dizer e o Fazer”, o videocast que dá voz a marcas, projetos e soluções que procuram transformar a sustentabilidade em ação concreta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="185" data-end="405">A <strong data-start="187" data-end="210">Escolha Sustentável</strong> e a <strong data-start="215" data-end="231">Green Savers</strong> lançam o primeiro episódio de <strong data-start="262" data-end="291">“Entre o Dizer e o Fazer”</strong>, o videocast que dá voz a marcas, projetos e soluções que procuram transformar a sustentabilidade em ação concreta.</p>
<p data-start="407" data-end="698">Neste episódio de estreia, o tema em destaque é <strong data-start="455" data-end="503">“A sustentabilidade no quotidiano doméstico”</strong>. A conversa reúne diferentes perspectivas sobre a forma como as escolhas feitas dentro de casa podem contribuir para um consumo mais consciente e para a redução do impacto ambiental no dia a dia.</p>
<p data-start="700" data-end="974">Participam neste episódio <strong data-start="726" data-end="744">Maria Alenquer</strong>, Responsável de Marketing e Brand da <strong data-start="782" data-end="792">Inokem</strong>; <strong data-start="794" data-end="810">Sílvia Pinto</strong>, Marketing Manager da <strong data-start="833" data-end="847">GoldEnergy</strong>; <strong data-start="849" data-end="865">João Barreto</strong>, Head of the Portugal Division da <strong data-start="900" data-end="909">BRITA</strong>; e <strong data-start="913" data-end="928">César Nunes</strong>, Diretor Comercial e Marketing da <strong data-start="963" data-end="973">Topeka</strong>.</p>
<p data-start="976" data-end="1307">Ao longo da conversa, são abordados temas como a utilização de detergentes ecológicos ultra-concentrados, a adoção de energia 100% renovável, os hábitos que podem tornar o consumo energético mais eficiente, a filtração de água como alternativa à água engarrafada e a importância de escolhas mais sustentáveis no contexto doméstico.</p>
<p data-start="1575" data-end="1765">Mais do que falar de sustentabilidade, <strong data-start="1614" data-end="1643">“Entre o Dizer e o Fazer”</strong> quer mostrar como esta pode ser aplicada na prática, através de pequenas decisões que fazem parte da rotina das famílias.</p>
<p data-start="1767" data-end="1797">Veja aqui o primeiro episódio:</p>
<p><iframe title="Entre o Dizer e o Fazer - Episódio 1" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/zHtetvdEacg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Siga o videocast no <a href="https://open.spotify.com/show/033cDaq0Mk11isXpi8B8Gb?si=9058a60af7284327" target="_blank" rel="noopener">Spotify </a>e assista aos episódios em primeira mão.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Helexia promove reciclagem de painéis solares e apoia bombeiros após condições meteorológicas extremas</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/helexia-promove-reciclagem-de-paineis-solares-e-apoia-bombeiros-apos-condicoes-meteorologicas-extremas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 10:01:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Helexia]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[painéis solares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=297529</guid>

					<description><![CDATA[A empresa recolheu cerca de 45 toneladas de equipamentos afetados, que foram encaminhados para reciclagem através do Electrão, entidade responsável pela gestão de resíduos elétricos e eletrónicos em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na sequência das condições meteorológicas extremas que afetaram várias instalações solares na zona centro de Portugal, a Helexia procedeu à substituição dos painéis danificados, assegurando a continuidade da produção de energia e o normal funcionamento das operações dos seus clientes, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, no âmbito desta intervenção, a empresa recolheu cerca de 45 toneladas de equipamentos afetados, que foram encaminhados para reciclagem através do Electrão, entidade responsável pela gestão de resíduos elétricos e eletrónicos em Portugal.</p>
<p>Esta ação foi integrada na iniciativa Quartel Electrão, permitindo que os materiais recolhidos contribuam diretamente para o apoio a duas corporações da região centro — de Bombeiros Voluntários de Leiria e de Bombeiros Voluntários de Ourém — através de um modelo que converte resíduos em valor para a comunidade. As 45 toneladas recolhidas serão distribuídas de forma equitativa entre os dois quartéis.</p>
<p>“Este projeto reflete a forma como encaramos a energia: não apenas como um recurso, mas como uma responsabilidade ao longo de todo o seu ciclo de vida. Perante situações imprevistas, o nosso compromisso é garantir uma resposta rápida, mas também assegurar que essa resposta gera impacto positivo no território”, afirma João Guerra, Diretor de Marketing e Comunicação da Helexia Group.</p>
<p>“A recolha de equipamentos elétricos usados, em particular dos painéis solares, um tipo de resíduo em franco crescimento, é hoje de enorme importância. Este esforço é determinante não só do ponto de vista ambiental, mas também para cumprir as metas exigentes neste domínio. Assegurar o correto encaminhamento destes equipamentos para reciclagem é essencial para maximizar a recuperação de materiais e minimizar o impacto ambiental. Paralelamente, iniciativas como esta evidenciam uma forte dimensão social, de suporte às comunidades e de reforço da campanha Quartel Electrão, contribuindo para o apoio direto às associações humanitárias de bombeiros voluntários”, sublinha Ricardo Furtado, Diretor de Elétricos e Pilhas do Electrão.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mistolin Company investe mais de 690 mil euros em tecnologia para reduzir microplásticos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/mistolin-company-investe-mais-de-690-mil-euros-em-tecnologia-para-reduzir-microplasticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 08:02:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[microplásticos]]></category>
		<category><![CDATA[Mistolin Company]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=297420</guid>

					<description><![CDATA[Projeto Pure desenvolve detergente inovador que reduz a libertação de microfibras durante a lavagem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="114" data-end="506">Cerca de 60% dos têxteis atualmente utilizados são de origem sintética e estima-se que os processos de lavagem sejam responsáveis por aproximadamente 35% da poluição por microplásticos nos oceanos. Perante este desafio ambiental crescente, a Mistolin Company está a desenvolver o projeto PURE, uma solução inovadora que pretende reduzir a libertação de microfibras durante a lavagem de roupa, foi divulgado em comunicado.</p>
<p data-start="114" data-end="506">Segundo a mesma fonte, o projeto aposta na criação de um detergente ecológico com ação bio protetora, concebido para atuar diretamente nas fibras têxteis antes e durante o processo de lavagem. O objetivo é minimizar a degradação dos tecidos e, consequentemente, reduzir a libertação de microfibras para o meio aquático.</p>
<p data-start="806" data-end="1074">Ao contrário das abordagens tradicionais, centradas na filtragem ou captura de microplásticos após a sua libertação, a tecnologia PURE atua de forma preventiva. A solução cria uma camada protetora nas fibras têxteis, limitando a sua fragmentação ao longo das lavagens.</p>
<p data-start="1076" data-end="1402">“O que estamos a desenvolver é uma nova abordagem à detergência: não queremos apenas limpar, mas também proteger os têxteis e o meio ambiente. Se conseguirmos reduzir a degradação das fibras, conseguimos atuar diretamente numa das principais fontes de microplásticos”, afirma Ricardo Santos, diretor-geral da Mistolin Company.</p>
<p data-start="1404" data-end="1722">Com quase dois anos de desenvolvimento, o projeto já permitiu validar o conceito enquanto solução com potencial ambiental e aplicabilidade industrial. Entre os principais avanços alcançados destacam-se os estudos de afinidade química com diferentes tipos de tecidos e os testes de redução da libertação de microfibras.</p>
<p data-start="1724" data-end="1994">A tecnologia apresenta potencial de aplicação em vários contextos, sobretudo na lavandaria profissional, nomeadamente nos setores da hotelaria, saúde e serviços de limpeza, onde os volumes de lavagem são mais intensivos e o impacto ambiental pode ser mais significativo.</p>
<p data-start="1996" data-end="2388">Paralelamente, a Mistolin Company encontra-se a apresentar a inovação a parceiros nacionais e internacionais, com vista ao desenvolvimento de soluções em regime de private label e à entrada do produto em diferentes mercados. A empresa está também a avaliar a integração da tecnologia em marcas próprias do grupo, num processo que poderá envolver novas fases de otimização e escala industrial.</p>
<p data-start="2390" data-end="2608">O projeto representou um investimento de cerca de 697 mil euros em investigação e desenvolvimento ao longo de aproximadamente dois anos, refletindo a aposta da empresa em soluções sustentáveis com potencial de mercado.</p>
<p data-start="2610" data-end="2912">O PURE já foi apresentado em diversos eventos nacionais e internacionais, entre os quais a CIEE, em Xangai, a BTL, em Lisboa, a Cleantek, em Portugal, e a Hygienalia, em Madrid. Mais recentemente, a solução foi demonstrada na HIESE, em Penela, num encontro que reuniu parceiros e comunidade científica.</p>
<p data-start="2914" data-end="3145">Com este projeto, a Mistolin Company reforça o seu posicionamento na área da detergência avançada e da inovação sustentável, procurando responder a desafios ambientais globais através de soluções tecnológicas aplicadas à indústria.</p>
<p data-start="3147" data-end="3278" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O projeto PURE é cofinanciado pelo Portugal 2030 / COMPETE 2030, no âmbito dos apoios à investigação e desenvolvimento tecnológico.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Greenvolt reforça autoconsumo da TMG Automotive com projetos solares de 2,7 MW</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/greenvolt-reforca-autoconsumo-da-tmg-automotive-com-projetos-solares-de-27-mw/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Greenvolt]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[projetos solares]]></category>
		<category><![CDATA[TMG Automotive]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=297547</guid>

					<description><![CDATA[Projetos integram soluções avançadas de segurança, com sistemas de corte automático de energia em caso de emergência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Greenvolt Next, empresa do Grupo Greenvolt especializada em soluções de geração distribuída, assinou um acordo com a TMG Automotive, uma das maiores fabricantes de interiores para a indústria automóvel na Europa, para o desenvolvimento de dois projetos de autoconsumo em Portugal, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, os projetos serão instalados nas coberturas e parques de estacionamento das unidades industriais em Guimarães e Vila Nova de Famalicão, no total com mais de 4.500 módulos fotovoltaicos e uma capacidade instalada de 2,7 MWp. A produção anual estimada ascenderá a quase 3,7 GWh de energia limpa, evitando a emissão de cerca de 340 toneladas de CO₂ por ano.</p>
<p>Na unidade de Ponte (Guimarães), serão instalados 2.127 módulos solares, correspondendo a uma potência de 1,28 MWp. Já na unidade de São Cosme do Vale (Vila Nova de Famalicão), o projeto contempla 2.433 módulos solares, com uma potência de 1,44 MWp.</p>
<p>Ambos os projetos integram soluções avançadas de segurança, um elemento particularmente relevante em contexto industrial, com a instalação de optimizadores de energia que permitem o corte automático da corrente à saída de cada módulo fotovoltaico em caso de emergência, reforçando a proteção das infraestruturas.</p>
<p>“O reforço da autonomia energética assume hoje um papel crítico e cada vez mais estratégico para as empresas. Soluções de autoconsumo, como estas, permitem reduzir custos, reforçar a previsibilidade operacional e contribuir simultaneamente para a descarbonização da economia”, afirma João Manso Neto, CEO do Grupo Greenvolt.</p>
<p>“Este projeto representa mais um passo no nosso compromisso com a sustentabilidade, a eficiência e a segurança operacional. A produção de energia renovável nas nossas instalações permite reforçar a autonomia energética e responder a uma exigência crescente do mercado por soluções industriais mais sustentáveis”, refere Manuel Gonçalves, Administrador da TMG Automotive.</p>
<p>“Estamos muito satisfeitos pela confiança depositada em nós pela TMG Automotive, em projetos que combinam elevada exigência técnica e o cumprimento rigoroso de padrões de segurança, refletindo a nossa capacidade de desenvolver e implementar soluções ajustadas a contextos industriais exigentes”, indica Pedro Carvalho, Managing Partner da Greenvolt Next Portugal.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cabos de fibra ótica ganham nova vida em projetos sustentáveis de alunos do IPVC</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/cabos-de-fibra-otica-ganham-nova-vida-em-projetos-sustentaveis-de-alunos-do-ipvc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[cabos]]></category>
		<category><![CDATA[fibra ótica]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[projetos sustentáveis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=297342</guid>

					<description><![CDATA[A dstelecom, em parceria com o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), desafiou alunos a desenvolver produtos inovadores a partir de restos de cabos de fibra ótica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reutilização de materiais assume um papel cada vez mais relevante na promoção de práticas sustentáveis. Neste contexto, a dstelecom, em parceria com o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), desafiou alunos a desenvolver produtos inovadores a partir de restos de cabos de fibra ótica. A iniciativa é agora assinalada no âmbito do Dia Mundial da Reciclagem, celebrado a 17 de maio, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, Andreia Batista desenvolveu um dos projetos, inspirado na coleção Dior Cruise 2020 e na necessidade de revitalizar o bordado tradicional de Crivo de São Miguel da Carreira, classificado como Património Cultural Imaterial Português. Com ajuda da artesã Maria Elisabete, desenvolveu um blazer, uma bolsa e outros acessórios, como um cinto. As peças combinam linho e ganga, integrando cabos de fibra ótica como elemento estrutural e decorativo, nomeadamente na construção da flor do casaco, cujas pétalas reinterpretam o padrão quadriculado característico do bordado de crivo.</p>
<p>As peças finais são uma representação de história e de transformação ou, como diz Andreia, “vejo este trabalho como uma ponte entre tradição e inovação, mostrando que técnicas artesanais podem ser reinventadas de forma contemporânea. No futuro, gostaria que fosse exposto a mais pessoas e explorado comercialmente, valorizando a autenticidade e o carácter único de cada peça.”</p>
<p>Já João Fonseca partiu da crescente preocupação com a saúde mental e da observação direta do aumento de stress e ansiedade no contexto profissional. Com esse ponto de partida, desenvolveu um sistema modular de organização para escritórios, utilizando cabos de fibra ótica para criar suportes, cestos, áreas de arrumação e módulos para plantas, que permitem ao utilizador construir um espaço mais organizado, personalizado e próximo da natureza. Este sistema modular utiliza o entrelaçado do cabo de fibra, combinando-o com madeira e permitindo criar malhas estruturais com função prática e identidade visual própria.</p>
<p>“Este projeto representa um ponto de partida para explorar a relação entre design, bem-estar e sustentabilidade. Hoje, é visto como uma base sólida, mas ainda em evolução. No futuro, pretende-se testar e desenvolver esta proposta em contextos reais. O objetivo é transformá-la numa solução relevante e acessível. Mais do que um produto, procura-se gerar impacto positivo no espaço de trabalho”, revelou o aluno.</p>
<p>“O trabalho desenvolvido pelos alunos do IPVC mostra que a sustentabilidade também pode nascer da capacidade de olhar para os materiais de outra forma. Na dstelecom, queremos incentivar esse olhar: transformar excedentes da nossa atividade em soluções com utilidade, criatividade e propósito”, afirma Ricardo Salgado, CEO da dstelecom.</p>
<p>Os projetos foram desenvolvidos no âmbito do Mestrado em Design Integrado da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC, com orientação de Cláudio Bastos, da dstelecom.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Smart Waste Portugal apresenta Roadmap para reforçar competitividade da indústria</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/smart-waste-portugal-apresenta-roadmap-para-reforcar-competitividade-da-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:02:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Roadmap]]></category>
		<category><![CDATA[smart waste portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=297477</guid>

					<description><![CDATA[Desenvolvido no âmbito do projeto TransformEC – Transformação Circular, o Roadmap resulta de um trabalho colaborativo que envolveu entidades do sistema científico, associações empresariais e especialistas, e tem como principal objetivo apoiar a indústria transformadora, com especial foco nas PME, na integração dos princípios da economia circular nas suas estratégias de crescimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Smart Waste Portugal apresenta o <em>Roadmap de Competitividade para a Economia Circular</em>, um instrumento estratégico que visa acelerar a transição das empresas portuguesas para modelos de negócio mais sustentáveis, inovadores e competitivos, através de um diagnóstico da realidade das PME da indústria transformadora e da definição de ações estratégicas para orientar a transformação circular em Portugal, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, desenvolvido no âmbito do projeto TransformEC – Transformação Circular, o Roadmap resulta de um trabalho colaborativo que envolveu entidades do sistema científico, associações empresariais e especialistas, e tem como principal objetivo apoiar a indústria transformadora, com especial foco nas PME, na integração dos princípios da economia circular nas suas estratégias de crescimento.</p>
<p>O documento traça uma visão estratégica para o horizonte 2040, identificando caminhos concretos para reforçar a competitividade empresarial através da eficiência no uso de recursos, da redução de resíduos e da inovação de base ambiental. Entre as principais conclusões, destaca-se a necessidade de promover uma transformação sistémica da indústria, baseada em modelos colaborativos e na articulação entre empresas, entidades públicas e centros de conhecimento.</p>
<p>A apresentação do Roadmap decorreu na conferência do projeto TransformEC, que teve lugar no dia 22 de abril no Porto, e que reuniu diversos <em>stakeholders</em> do setor para debater o futuro da economia circular em Portugal. Na introdução ao documento, António Lorena destacou a perceção, por parte das PME, de que a inovação circular não é uma necessidade nem traz grandes ganhos económicos.</p>
<p>Segundo o Managing Partner da 3drivers, entidade parceira no desenvolvimento do documento, isso demonstra a necessidade de reforçar os argumentos em torno da economia circular, cuja narrativa ainda não é tão clara para as empresas como a da eficiência energética, onde os benefícios são mais intuitivos. Além disso, foram identificadas lacunas nos indicadores e na informação recolhida sobre circularidade, o que acaba por tornar o conceito mais abstrato.</p>
<p>Na apresentação, ficaram também claros alguns caminhos para o futuro, como o reforço de gabinetes de apoio à certificação nas empresas, a revisão dos sistemas de avaliação dos bancos, para que estes não considerem apenas a pegada de carbono, bem com a criação de um Plano Nacional de Simbioses Industriais. António Lorena destacou ainda a necessidade de uma abordagem transversal, defendendo que a gestão do território pode ter um papel importante, nomeadamente através da desclassificação de resíduos em zonas industriais.</p>
<p>O Roadmap apresenta um conjunto estruturado de ações estratégicas organizadas em três eixos principais:</p>
<ul>
<li><strong>Conhecer para intervir</strong>: reforço do diagnóstico e medição da circularidade nas empresas, incluindo o desenvolvimento de ferramentas e programas de reconhecimento de boas práticas;</li>
<li><strong>Cultivar a transformação</strong>: capacitação técnica, educação e disseminação de conhecimento em economia circular;</li>
<li><strong>Antecipar e inovar</strong>: promoção de projetos-piloto, criação de <em>hubs</em> de investimento verde e desenvolvimento de simbioses industriais.</li>
</ul>
<p>Além disso, o documento evidencia o papel crítico da inovação, especialmente a que inclui benefícios ambientais, como motor simultâneo de sustentabilidade e competitividade, permitindo às empresas reduzir custos, mitigar riscos nas cadeias de abastecimento e aceder a novos mercados.</p>
<p>A Smart Waste Portugal pretende agora mobilizar empresas, decisores políticos e a sociedade para a implementação das medidas propostas, criando condições para uma indústria mais resiliente, eficiente e preparada para os desafios globais. Segundo a Diretora Executiva da Smart Waste Portugal, Luísa Magalhães, “este Roadmap deve ir além de outros documentos estratégicos e constituir um guia de aplicação prática, capaz de ajudar as empresas a transformar a sustentabilidade numa vantagem competitiva, promovendo crescimento económico, inovação e criação de valor a longo prazo”.</p>
<p>Com este Roadmap, a Associação reforça o seu papel enquanto catalisador da transição para uma economia circular, posicionando Portugal na linha da frente da inovação sustentável na indústria transformadora. O projeto TransformEC, financiado pelo programa COMPETE 2030, no âmbito do SIAC Qualificação, materializa este objetivo, tendo como parceiros a Smart Waste Portugal, o CVR – Centro para a Valorização de Resíduos e o CECOLAB – Laboratório Colaborativo para a Economia Circular.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
