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	<title>Empresas &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
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	<title>Empresas &#8211; Green Savers</title>
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		<title>Do Monte Figo à Flandres: Quinta da Fornalha recupera o figo prensado que fez do Algarve um exportador durante séculos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2026 12:03:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[figo prensado]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo Mosaico de Figo BIO homenageia uma economia de pequenos produtores que levou o figo algarvio além-mar — e que a quinta volta a organizar hoje, com a grupagem de figo fresco para exportação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante séculos, o figo seco foi o produto mais exportado do Algarve. Em 1708 já saíam da região entre 4.500 e 6.000 toneladas por ano para a Holanda, a Bélgica, a França e a Inglaterra. A Quinta da Fornalha, propriedade familiar desde 1770, presta homenagem a esse comércio com o Mosaico de Figo BIO: uma fatia de figo prensado com amêndoa torrada e raspa de limão, sem açúcar adicionado. E recupera também a lógica que o sustentou: juntar a produção de muitos pequenos agricultores para chegar a mercados distantes, foi divulgado em comunicado.</p>
<p><strong>Oito séculos de figo além-mar</strong></p>
<p>Segundo a mesma fonte, no século XII, o geógrafo Al-Idrisi já descrevia o território de Silves como célebre pelos seus figos. No século XIII há registo de exportação para a Flandres, e o comércio cresceu nos séculos seguintes. No século XVI, Frei João de São José escrevia que os figueirais eram as principais fazendas do Algarve.</p>
<p>O figo era tão valioso que servia de moeda de troca. Em 1605, um comerciante francês teve de se comprometer a importar 16 moios de centeio para poder exportar 800 peças de figo. Durante a I Guerra Mundial, o Algarve chegou a exportar em média 8.800 toneladas por ano. Até 1922, o figo ocupou o primeiro lugar no comércio externo português de frutos secos.</p>
<p><strong>Uma economia de muitos</strong></p>
<p>Esta riqueza não nasceu de grandes propriedades, mas de muitos figueirais familiares espalhados por toda a região. Cada família secava o seu figo nos almeixares, e muitas mulheres trabalhavam na escolha e no acondicionamento nos fumeiros. O figo era depois juntado em ceiras e carregado nos portos para o Reino e para o estrangeiro. Era uma economia que redistribuía: o valor de cada navio repartia-se por muitas casas.</p>
<p>Uma economia organizada. No início do século XX, a Casa de Odeleite, de João Xavier de Almeida e de Claudina Dias, tia-avó paterna de Rosa Dias, foi um dos mais importantes entrepostos comerciais da região. Recebia a alfarroba, a amêndoa e o figo das famílias dos montes em redor, muitas vezes à consignação, e fazia-os seguir pela Ribeira de Odeleite e pelo Guadiana, em parte para exportação. Em troca, a população abastecia-se ali de farinha, tecidos e sabão. Na crise que se seguiu ao crash de 1929, muitas das vendas para o estrangeiro ficaram por pagar, e as falências percorreram a serra algarvia como um dominó, dos maiores até aos mais pequenos. E a exportação tornou-se uma memória longínqua. E ser agricultor passou a ser sinonimo de empobrecer alegremente.</p>
<p>A Quinta da Fornalha retoma hoje essa lógica. Faz grupagem de figo fresco biológico para exportação, juntando num só envio a produção de pequenos produtores da região há mais de 13 anos. Sozinho, um pequeno agricultor não chega a um comprador internacional; organizado, chega. “É assim que a economia sustentável deve funcionar: os pequenos atores reorganizam-se e ganham escala sem perder a sua identidade”, afirma Rosa Dias, gestora da quinta.</p>
<p>O próximo passo é fazer o mesmo com o figo seco. Hoje, a maior parte do figo seco consumido em Portugal vem de fora: segundo dados do INE de 2018, o país importou cerca de 1.100 toneladas e exportou apenas 116. A Turquia é o maior produtor mundial. “Cada Mosaico de Figo vendido ajuda a criar a procura de que a quinta precisa para comprar também o figo seco aos pequenos produtores da região”, refere Rosa Dias,”é preciso valorizar a nossa cultura agrícola e gastronomica”.</p>
<p><strong>O figo volta a viajar para longe</strong></p>
<p>Séculos depois das ceiras que partiam do Monte Figo, o figo algarvio voltou a atravessar os oceanos. Como parte da estratégia de regresso à exportação, a Quinta da Fornalha apresentou o recente Mosaico de Figo BIO e a sua linha de sustentabilidade do figo — do fresco às trufas — durante a semana passada, na zona da PL-PEX, em simultâneo com a Feira Internacional de Macau (MIF 2026), onde esteve integrada na comitiva da AJAP – Associação dos Jovens Agricultores de Portugal. A elevada aceitação dos produtos entre os visitantes, levou a um convite para apresentação dos mesmos em direto na rádio e na televisão da TDM.</p>
<h3>O Mosaico de Figo: uma fatia desse prensado antigo</h3>
<p>O Cerro de São Miguel é, ainda hoje, conhecido como Monte Figo. Segundo a memória da família, dali e de toda a costa partiam blocos de figo prensado de 30 kg, compactados em ceiras e impermeabilizados com cera de abelha, que isolava o fruto do ar e da humidade nas viagens marítimas. O Mosaico de Figo reinventa esse prensado com amêndoa torrada e raspa de limão.</p>
<p>O resultado é uma barra energética natural que se corta à faca. Tem elevado teor de fibra e de potássio, é fonte de cálcio e tem baixo teor de sódio. [confirmar com a análise nutricional] Numa barra energética comum, a lista de ingredientes passa facilmente da dezena. O Mosaico de Figo tem três, todos biológicos, sem açúcar adicionado nem aditivos para alongar a validade: é o vácuo que o protege. Está disponível em fatias de 100 g e blocos de 500 g.</p>
<h3>Uma árvore para o clima que aí vem</h3>
<p>Setembro de 2026 foi o mais quente em Portugal desde 1931 e um dos mais secos deste século. Num Algarve onde chove cada vez menos — em Faro, a média anual desceu de 512 para 455 mm entre as normais climatológicas de 1981–2010 e 1991–2020 —, a figueira é das fruteiras mais bem adaptadas. Na Quinta da Fornalha, as figueiras são de sequeiro, sem regadio: só recebem água durante a instalação do pomar. Depois, as raízes descem pelo barrocal e vão buscar a água dos lençóis freáticos, que sobe pelo calcário. E pedem pouco fertilizante. Na quinta, cada figo é aproveitado por inteiro em seis produtos — doce de figo, chutney de figo, figo seco, figos torrados com piri-piri, trufas de figo com cacau e trufas de figo com amêndoa —, a que se junta agora o Mosaico de Figo. Do figo, só sobra o rabinho.</p>
<p>Esta filosofia — Menos é Mais — estende-se às embalagens, em vidro 100% reciclado e reciclável ou kraft compostável, e a um maneio biológico e regenerativo certificado desde 1994.</p>
<p>Os produtos da Quinta da Fornalha podem ser encontrados como presentes de boas-vindas em vários hotéis algarvios e à venda nos supermercados Apolónia, nas lojas A Vida Portuguesa, na própria quinta e em dezenas de pequenos estabelecimentos de qualidade.</p>
<h3>Ficha do produto</h3>
<table width="624">
<thead>
<tr>
<td width="175">Campo</td>
<td width="418">Mosaico de Figo BIO</td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td width="175">Ingredientes</td>
<td width="418">Figo seco, amêndoa torrada, raspa de limão (todos biológicos)</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">Açúcar adicionado</td>
<td width="418">Nenhum</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">Formatos</td>
<td width="418">Fatia 100 g · Bloco 500 g</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">Embalagem</td>
<td width="418">Vácuo</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">Certificação</td>
<td width="418">Biológico UE (PT-BIO-03)</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">Onde comprar</td>
<td width="418">A Vida Portuguesa · Supermercados Apolónia</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desperdício alimentar preocupa 98% dos trabalhadores, mas preço condiciona escolhas sustentáveis</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/desperdicio-alimentar-preocupa-98-dos-trabalhadores-mas-preco-condiciona-escolhas-sustentaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 16:02:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[desperdício alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=306338</guid>

					<description><![CDATA[Estudo da Edenred revela que, apesar de 90% dos portugueses prestarem atenção à alimentação equilibrada, o preço continua a pesar nas escolhas, numa altura em que 42% dos trabalhadores destinam mais de 30% do orçamento à alimentação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Barómetro FOOD 2026 revela que 85% dos trabalhadores reduziram as idas a restaurantes devido ao aumento do custo de vida. Apesar das dificuldades económicas, a preocupação com a alimentação saudável e o desperdício alimentar continua elevada.</p>
<p>O aumento do custo de vida está a condicionar as escolhas alimentares dos trabalhadores em Portugal, mas não diminuiu a preocupação com a sustentabilidade. Segundo o Barómetro FOOD 2026, da Edenred, 98% dos inquiridos estão preocupados ou um pouco preocupados com o desperdício alimentar e 80% gostariam de saber quais os restaurantes que adotam medidas para o combater. Ainda assim, 85% reduziram as visitas a restaurantes nos últimos 12 meses, dos quais 57% de forma significativa e 28% ligeira.</p>
<p>O estudo, que reuniu mais de 2800 respostas de trabalhadores e responsáveis de restaurantes em Portugal, mostra que 90% dos trabalhadores prestam cada vez mais atenção àquilo que comem e que 88% consideram importante que as empresas promovam uma alimentação saudável e sustentável. No entanto, 42% destinam mais de 30% do orçamento à alimentação, enquanto a relação qualidade-preço (85%) e o preço da refeição (81%) continuam a ser os principais critérios na escolha de um restaurante.</p>
<p><strong>Restaurantes reforçam medidas contra o desperdício</strong></p>
<p>Entre as práticas de combate ao desperdício alimentar mais valorizadas pelos trabalhadores estão a disponibilização de embalagens para levar as sobras (73%), a possibilidade de escolher porções de diferentes tamanhos (45%) e a reutilização de alimentos ou ingredientes (40%).</p>
<p>Do lado da restauração, 98% dos estabelecimentos inquiridos afirmam ter implementado medidas para limitar o desperdício alimentar, face aos 89% registados em 2025. As iniciativas mais frequentes são a disponibilização de embalagens para transportar as sobras (61%) e a reutilização de ingredientes na preparação de outras receitas (59%).</p>
<p>A preocupação ambiental também influencia as escolhas alimentares: 52% dos trabalhadores referem as preocupações com os animais ou o ambiente como uma das motivações para optarem por uma alimentação mais equilibrada. Ainda assim, a saúde continua a ser o principal motivo, apontado por 97% dos inquiridos.</p>
<p>Mais de oito em cada dez trabalhadores (83%) esperam que os restaurantes disponibilizem uma oferta mais saudável. Entre as opções mais valorizadas estão a inclusão de mais legumes ou legumes frescos nos acompanhamentos (93%), a informação nutricional clara (63%) e as alternativas com cereais integrais (54%). Do lado dos estabelecimentos, 65% dizem que os clientes reconhecem e valorizam a oferta saudável, embora 54% considerem que a preparação destas refeições representa custos acrescidos.</p>
<p>&#8220;Os resultados do Barómetro FOOD 2026 evidenciam a importância de apoiar o poder de compra alimentar e de dinamizar a restauração&#8221;, afirma Filipa Martins, CEO da Edenred Portugal.</p>
<p>A responsável acrescenta: &#8220;Tornar opções equilibradas mais acessíveis e disponíveis é, por isso, um desafio partilhado por trabalhadores, empresas, restaurantes e entidades de saúde&#8221;.</p>
<p>O Barómetro FOOD integra o programa Fighting Obesity through Offer and Demand, coordenado pelo Grupo Edenred e lançado em 2009, com cofinanciamento da Comissão Europeia. Em Portugal, conta com o apoio da Direção-Geral da Saúde e da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Da inovação à inclusão, empresas mostram como a responsabilidade social se traduz na prática</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/da-inovacao-a-inclusao-empresas-mostram-como-a-responsabilidade-social-se-traduz-na-pratica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 13:03:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[A preservação do conhecimento, o acesso à habitação, a prevenção de riscos e a inclusão no mercado de trabalho foram alguns dos temas debatidos no último dia da Semana da Responsabilidade Social da APEE. Sob o tema “Economia do Futuro e Competitividade”, o encontro, que decorreu no Edifício Ageas Tejo, no Parque das Nações, em Lisboa, colocou em evidência projetos empresariais que procuram responder a desafios sociais e ambientais, integrando a sustentabilidade nas decisões e na atividade das organizações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que acontece quando uma organização perde o conhecimento acumulado ao longo de décadas? No caso de uma empresa responsável por garantir o abastecimento de água à população, a questão pode ter consequências muito concretas. Foi a partir deste desafio que a Águas de Portugal levou a debate o tema “O Conhecimento Não se Reforma &#8211; IA, Resiliência Humana no Grupo ADP”.</p>
<p>Fátima Borges, diretora de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa da ADP, começou por lembrar que a responsabilidade social está na própria natureza da atividade do grupo. “O que nós fazemos efetivamente é dar água a todas as pessoas em Portugal. Haverá gesto maior na Responsabilidade Social do que este? Com certeza que não”, afirmou.</p>
<p>Mas assegurar esse serviço exige mais do que infraestruturas preparadas para resistir às alterações climáticas. Exige também que a experiência dos profissionais não se perca quando estes deixam as organizações. É aqui que entra a aposta na resiliência humana, a par da inovação tecnológica e operacional.</p>
<p>Tiago Ferrão, diretor de Inovação da ADP Valor, chamou a atenção para os efeitos que a perda de conhecimento pode ter no funcionamento dos serviços. Tal como a água se perde nas condutas, também o conhecimento pode desaparecer, com consequências na eficiência e na capacidade de resposta das equipas. “Vai tornar mais frequente aquelas falhas de água às três da manhã”, observou.</p>
<p>Para contrariar esse risco, a ADP trabalha com universidades, centros de investigação, startups e outros parceiros, ao mesmo tempo que promove a modernização das instalações. Existe ainda uma vertente de inovação proativa, orientada para antecipar necessidades e preparar hoje soluções para problemas que poderão surgir nos próximos anos. Nesse âmbito, Tiago Ferrão destacou um instrumento que já vai na quinta edição e que disponibiliza anualmente um milhão de euros para apoiar projetos de inovação.</p>
<h2>Quando a sustentabilidade se torna negócio</h2>
<p>A ligação entre sustentabilidade e competitividade esteve em destaque no painel moderado por Liliana Silva, Head of Sustainability da Zurich Portugal. Mas também presente na conversa que a Green Savers manteve à margem do painel com Inês Martins Rodrigues, diretora de Sustentabilidade e Assuntos Corporativos do Grupo Ageas Portugal. A associação entre estas duas dimensões já não pode ser ignorada na gestão das organizações.</p>
<p>“Uma empresa sustentável é aquela que se prepara para os desafios internos, externos, que valoriza os seus recursos e que, no fundo, aporta mais valor para o acionista, mas também para a comunidade e para os outros stakeholders”, afirmou.</p>
<p>No Grupo Ageas Portugal, esta visão está traduzida numa estratégia com horizonte em 2030, que tem como objetivo contribuir para uma sociedade mais saudável, inclusiva e resiliente. Uma das medidas passa pelo reforço das coberturas de oncologia nos seguros de saúde, com o aumento dos capitais disponíveis, a inclusão de novos prestadores na rede e um acompanhamento individualizado dos clientes que recebem este diagnóstico.</p>
<p>A iniciativa responde a uma realidade que tem vindo a ganhar peso na sociedade e mostra como uma decisão sobre a cobertura de um seguro pode ter consequências para além da relação comercial com o cliente. “Todos ganhamos”, assegura.</p>
<p>Também no Porto, a intervenção da seguradora procura responder a necessidades concretas. O projeto Jardins do Oriente, distinguido pela APEE, resulta de uma parceria com a Câmara Municipal do Porto e prevê o financiamento de 650 habitações para famílias. A intervenção incide numa zona debilitada da cidade e procura associar a resposta à necessidade de habitação à inclusão social e à requalificação urbanística.</p>
<p>A sustentabilidade também passa pela forma como as empresas identificam e antecipam os riscos a que estão expostas. Fernando Bárrios, Head of Risk Engineering da Zurich Portugal, apontou três dimensões fundamentais no trabalho desenvolvido junto dos clientes: identificar vulnerabilidades, sensibilizar e passar à ação. Uma empresa que integra a sustentabilidade na gestão dos seus riscos estará mais preparada para assegurar a continuidade do negócio.</p>
<p>Miguel Duarte, coordenador comercial da Zurich, trouxe à conversa o envolvimento dos parceiros nesta mudança de práticas. “Nós temos que evangelizar, é a nossa função, portanto temos que repetidamente passar a mensagem aos nossos parceiros para tentar fazer diferente”, afirmou.</p>
<p>Um dos exemplos é a Semana ADN, iniciativa da seguradora que, este ano, integrou ações de responsabilidade social num programa habitualmente associado a momentos de lazer e convívio. A região Centro, particularmente afetada pelas tempestades, mereceu especial atenção. “Os parceiros foram envolvidos em trabalhos de recuperação e melhoria de escolas e organizações sociais, desde a pintura de paredes à recuperação de muros e portões.”</p>
<p>Para o executivo, estas ações permitem criar uma relação mais próxima com os territórios onde a empresa está presente. “É importante deixar marca na comunidade em que estamos integrados”, sublinhou, defendendo uma atuação orientada para o bem comum e uma maior participação dos parceiros na vida das comunidades.</p>
<h2>A inclusão também se constrói dentro das empresas</h2>
<p>A integração profissional de jovens neurodivergentes foi outro dos casos apresentados no âmbito da intervenção da Zurich, através da parceria com a organização Vencer Autismo. O programa Vencer Emprego by Vencer Autismo procura aproximar estes jovens do mercado de trabalho, através de capacitação, formação vocacional e mentoria.</p>
<p>Diogo Cruz, coordenador-geral do programa, explicou que o objetivo é criar condições para que as competências destes jovens possam ser reconhecidas e aproveitadas pelas empresas, abrindo oportunidades de emprego que continuam a ser difíceis de alcançar.</p>
<p>“A inclusão não pode ser vista como oportunidade social, mas como oportunidade de as empresas terem pessoas mais resilientes”, declarou.</p>
<h2>Um compromisso que envolve todos os stakeholders</h2>
<p>A Semana da Responsabilidade Social, da Associação Portuguesa de Ética Empresarial, terminou com a defesa de uma maior articulação entre empresas, instituições públicas, academia, parceiros e sociedade civil. A agregação dos diferentes stakeholders foi uma das ideias presentes nos debates, num encontro que procurou relacionar a competitividade da economia com a capacidade de responder aos desafios sociais e ambientais, com vista a cumprir as metas para 2030.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Semana da Responsabilidade Social arranca com alerta para a transformação da economia e do trabalho</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/semana-da-responsabilidade-social-arranca-com-alerta-para-a-transformacao-da-economia-e-do-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2026 13:47:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[A 21.ª Semana da Responsabilidade Social, organizada pela APEE - Associação Portuguesa de Ética Empresarial, coloca a competitividade no centro do debate sobre sustentabilidade. No Edifício Ageas Tejo, no Parque das Nações, em Lisboa, representantes de empresas, instituições e universidades refletem sobre os desafios de uma economia em mudança, onde a ética, a inteligência artificial, a inclusão e a criação de valor assumem uma importância crescente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A escolha do tema “Economia do Futuro e Competitividade” para a Semana da Responsabilidade Social, organizada pela APEE &#8211; Associação Portuguesa de Ética Empresarial, não foi consensual à partida. Para Mário Parra da Silva, presidente da direção da APEE, a relação entre responsabilidade social e competitividade é, porém, incontornável num momento de profunda transformação económica, política e social.</p>
<p>“Estamos num volte face da História. Não quero falar sobre os acontecimentos de Paris, do país, ou da Alemanha, nem sobre os 5 mil milhões de euros de prejuízo da Volkswagen. Tantas coisas mostram que estamos no fim de um período. O mundo que conhecemos está a acabar e outro está a nascer. As pessoas continuam a viver, as famílias continuam a existir, as empresas continuam a produzir. É preciso continuar, mas com outra organização. O atual paradigma não serve.”</p>
<p>A reflexão parte de uma preocupação com a capacidade de a Europa garantir perspetivas de futuro às suas populações e manter uma economia capaz de criar riqueza. O presidente da APEE considera que a competitividade europeia está ameaçada e que a resposta não pode limitar-se à produção de normas.</p>
<p>“As pessoas, em toda a parte da Europa, revoltam-se porque não veem futuro. Não veem futuro para os jovens, não veem futuro para as famílias, não veem futuro em muitos aspetos. As nossas indústrias provavelmente não sobreviverão em grande parte”, adiantou na conferência inaugural.</p>
<p>Na sua análise, outros modelos económicos demonstram maior eficiência, enquanto a União Europeia continua a ignorar uma questão essencial para a sua sustentabilidade económica.</p>
<p>“O modelo chinês é muito mais eficiente. O modelo americano também, o europeu, não. Mas nós queremos que seja. A União Europeia ignora olimpicamente a questão da competitividade e continua a produzir normas. Mas não é de normas que a Europa precisa. Precisa de uma economia de futuro que seja competitiva para poder distribuir riqueza, nomeadamente para produzir casas.”</p>
<p>A competitividade não representa, contudo, um afastamento da ética empresarial. Pelo contrário, Mário Parra da Silva considera que a ética deve permanecer como referência numa economia sujeita a profundas mudanças.</p>
<p>“A Europa do futuro, essa Europa competitiva, tem uma coisa em comum com a atual. Chama-se ética. Porque aquilo que é imutável, aquilo que não desaparece, é a nossa sensação de que estamos a fazer o bem ou não. É por isso que a APEE é tão sensível às questões da competitividade. Porque se não formos competitivos, começaremos a andar todos à estalada, eventualmente até em guerras civis internas. Não consigo esconder algum grau de medo. Medo do que possa acontecer aos imigrantes, por exemplo. Depois, porque nos Estados Unidos, houve alguém que sugeriu que as mulheres eram desadequadas para votar. O primeiro país que deu o direito de votar às mulheres, na verdade, poderá ser também o primeiro a retirá-las. Acho uma ameaça absolutamente absurda, mas pode fazer o seu caminho.”</p>
<p>Num contexto de incerteza, o responsável atribui às empresas um papel central na resposta aos desafios económicos e sociais.</p>
<p>“Neste mundo louco, as empresas vão reagir conforme for necessário para produzir no próximo ano. As empresas são a nossa esperança. Este não é um momento de grandes alegrias, é o momento de cada pessoa pensar nos seus direitos. Na APEE, não pararemos de defender a ética empresarial. E a expressão da ética nas organizações é fazer bem o que se faz. Façam bem e acrescentem valor”, apelou, dirigindo-se ao tecido empresarial.</p>
<figure id="attachment_306285" aria-describedby="caption-attachment-306285" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-306285" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/11/srs2026-abertura-plateia.jpg" alt="Plateia na sala da conferência inaugural da Semana da Responsabilidade Social 2026, no Edifício Ageas Tejo, com o ecrã da SRS ao fundo" width="1200" height="900" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/11/srs2026-abertura-plateia.jpg 1200w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/11/srs2026-abertura-plateia-300x225.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/11/srs2026-abertura-plateia-1024x768.jpg 1024w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/11/srs2026-abertura-plateia-768x576.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/11/srs2026-abertura-plateia-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-306285" class="wp-caption-text">Plateia da conferência inaugural da Semana da Responsabilidade Social, no Edifício Ageas Tejo. Fotografia: APEE</figcaption></figure>
<h2>Sustentabilidade e competitividade fazem parte do mesmo negócio</h2>
<p>A integração da sustentabilidade na estratégia empresarial foi uma das dimensões destacadas por Inês Martins Rodrigues, diretora de Sustentabilidade e Assuntos Corporativos do Grupo Ageas Portugal e anfitriã este ano, que considera ultrapassada a separação entre estas duas áreas.</p>
<p>“A sustentabilidade não vive à margem do negócio, faz parte integrante. Durante muito tempo, sustentabilidade e competitividade eram duas faces da mesma moeda, não se tocavam. Hoje, essa conceção já não faz sentido. A sustentabilidade significa compreender riscos, significa antecipar mudanças, adaptar produtos e serviços, significa inovar, significa proteger o negócio e, obviamente, continuar a produzir valor. Isto também é competitividade. No Grupo Ageas temos tido esse mote, nomeadamente na nossa estratégia de sustentabilidade. E a competitividade constrói-se de mãos dadas com uma inovação responsável, com capacidade de responder aos desafios reais e com compromisso efetivo com as nossas pessoas e com os nossos clientes.”</p>
<p>A responsável considera que a economia do futuro depende também da capacidade de as organizações trabalharem em conjunto, ouvindo diferentes perspetivas e envolvendo todos os intervenientes na procura de soluções.</p>
<p>“Não estamos a falar de uma realidade muito distante, estamos a falar de escolhas que começam hoje. Nenhuma empresa, nenhuma instituição e nenhum setor irá conseguir responder sozinho à dimensão dos desafios que temos pela frente. A economia do futuro vai precisar de ouvir todos os stakeholders. Tem de haver mais colaboração, mais capacidade de experimentar e mais coragem para fazer diferente, incluindo os intervenientes do setor privado, do setor público, a academia e, obviamente, a comunidade. Precisamos de construir a solução em conjunto.”</p>
<h2>Lisboa e a responsabilidade partilhada na transição sustentável</h2>
<p>A dimensão coletiva da sustentabilidade esteve também presente na intervenção de Vasco Anjos, vereador da Câmara Municipal de Lisboa, que destacou o papel dos diferentes parceiros no cumprimento dos objetivos climáticos da cidade. A concretização do contrato climático, sublinhou, não depende exclusivamente da autarquia, mas do envolvimento de todos os intervenientes.</p>
<p>“O contrato climático não é da Câmara Municipal de Lisboa, mas de todos os stakeholders. Em 2030, queremos cumprir os critérios. Todos os parceiros vão fazer de Lisboa uma cidade melhor. Estamos a criar a área de sustentabilidade para uma boa governança.”</p>
<figure id="attachment_306286" aria-describedby="caption-attachment-306286" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-306286" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/11/srs2026-abertura-primeira-fila.jpg" alt="Participantes sentados na primeira fila da conferência inaugural da Semana da Responsabilidade Social 2026, com o ecrã Economia do Futuro e Competitividade ao fundo" width="1200" height="960" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/11/srs2026-abertura-primeira-fila.jpg 1200w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/11/srs2026-abertura-primeira-fila-300x240.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/11/srs2026-abertura-primeira-fila-1024x819.jpg 1024w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/11/srs2026-abertura-primeira-fila-768x614.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/11/srs2026-abertura-primeira-fila-600x480.jpg 600w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-306286" class="wp-caption-text">Participantes na conferência inaugural da 21.ª Semana da Responsabilidade Social. Fotografia: APEE</figcaption></figure>
<h2>Inteligência artificial e o futuro do trabalho</h2>
<p>A transformação tecnológica representa outro dos grandes desafios para a economia e para a sociedade e não foi esquecida no primeiro dia da conferência. João Safara, administrador executivo do ISQ, chamou a atenção para as consequências da crescente utilização de sistemas inteligentes, capazes de alterar profundamente a organização do trabalho e a distribuição da riqueza.</p>
<p>“As máquinas inteligentes cada vez estão mais próximas, cada vez utilizamos mais seres de silício. Nós, seres de carbono, aprendemos devagar, erramos, pensamos muito, cansamo-nos, envelhecemos, morremos. Os seres de silício estão sempre a aprender, não se cansam, não morrem, podem ficar obsoletos, mas não morrem e têm uma escala sem custo marginal. Isto vai trazer alterações sociais significativas. Vai haver uma fragilidade das classes médias e baixas, os jovens terão dificuldade em utilizar o que aprenderam. Irá existir menos trabalho, mais tempo de ócio, mais despedimentos em massa, forte dependência do Estado Social. Em termos de capital, as rentabilidades das empresas serão colossais, e nós vemos hoje a Meta, a Google. A IA vai, acima de tudo, transformar trabalho, capital, hedging e arbitragem em capital e arbitragem. E não é à toa que a Europa está com revoluções constantes na rua. As pessoas já começaram a perceber o vértice onde estão. Os que não são capitalistas vão ver o seu rendimento diminuir bastante.”</p>
<p>A intervenção colocou em evidência uma questão central para a responsabilidade social das organizações: de que forma podemos garantir que os ganhos de produtividade associados à inteligência artificial não aprofundam desigualdades económicas e sociais. A transformação do trabalho, a concentração de capital e a necessidade de adaptação das competências exigem uma reflexão que ultrapasse a dimensão tecnológica e considere os seus efeitos sobre as pessoas.</p>
<h2>Universidades, ética e inclusão</h2>
<p>A preparação para a mudança passa também pelo ensino superior. José João Mendes, presidente da direção da Egas Moniz School of Health &amp; Science, defendeu que as universidades devem assumir um papel ativo na transformação da sociedade.</p>
<p>“É importante sermos autores da mudança. A Universidade também está a viver mudança e a ser picada quanto à sua existência. Há muito que fazer e a competitividade do futuro assenta na ética, nas pessoas e na sustentabilidade. O ensino superior é um dos pilares de garantia. Há aqui o desafio grande da IA. Todos os alunos e professores utilizam. Não é viável proibir, temos é de capacitar as pessoas, apostar na literacia digital. Quem utiliza IA tem de o dizer”, afirmou no seu discurso.</p>
<p>A utilização da inteligência artificial nas universidades levanta desafios relacionados com a literacia digital, a transparência e a responsabilidade. Para o académico, a resposta deve passar pela capacitação de alunos e professores, preparando-os para uma utilização consciente destas ferramentas.</p>
<p>A inclusão é outra dimensão da responsabilidade social das instituições académicas. A diversidade existente no campus da Egas Moniz constitui, segundo o responsável, um exemplo da importância de promover o entendimento entre diferentes comunidades.</p>
<p>“No nosso campus, temos 56 nacionalidades. Seguramente, todos os tipos de religião e todos têm de se entender, tendo como foco a aprendizagem. E isso faz-nos olhar para a inclusão. A Europa precisa de emigração e, se precisa, há que incluir. As universidades podem liderar pelo exemplo, devem formar e praticar a responsabilidade social.”</p>
<p>As intervenções do primeiro dia da Semana da Responsabilidade Social colocam em evidência diferentes dimensões de uma mesma transformação. A competitividade económica, a sustentabilidade empresarial, a evolução tecnológica e a inclusão social são desafios interdependentes, que exigem novas formas de organização e colaboração.</p>
<p>A discussão promovida pela APEE procura precisamente alargar o debate sobre a responsabilidade das organizações, num momento em que as decisões tomadas no presente terão consequências diretas na economia e na sociedade dos próximos anos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Goparity abre campanha de investimento para reflorestar o Sul da Europa face aos incêndios</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/goparity-abre-campanha-de-investimento-para-reflorestar-o-sul-da-europa-face-aos-incendios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2026 12:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Goparity]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Bosquia Nature procura 500 mil euros para devolver a vida a 50 hectares devastados pelo fogo.

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após um ano em que Portugal e Espanha concentraram 43% de toda a área ardida na União Europeia (UE), a <strong>Goparity</strong>, plataforma de investimento de impacto, abre uma campanha de investimento para reflorestar 50 hectares com espécies autóctones em regiões afetadas pelos incêndios, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, com o objetivo de financiar a asturiana Bosquia Nature – empresa que já levou a cabo mais de 400 projetos de restauração florestal desde 2019 –, a campanha procura juntar 500 mil euros, dos quais mais de 126 mil euros já foram investidos por um total de 883 membros da comunidade da Goparity.</p>
<p>Segundo dados do Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios Florestais, em 2025 a UE registou a época de incêndios florestais mais devastadora de que há registo, com mais de um milhão de hectares de terras ardidas. Perante a perda de biodiversidade, de solo fértil e de território capaz de sustentar vida, a Bosquia Nature procura reflorestar regiões do Sul da Europa – nomeadamente Astúrias, Galiza e Castela e Leão – que foram impactadas pelo fogo. Cada terreno é avaliado antes de qualquer intervenção, respeitando o tempo de regeneração natural do solo, e só depois são plantadas espécies autóctones como azinheira, carvalho, castanheiro, medronheiro, salgueiro e pinheiro.</p>
<p>“As consequências das alterações climáticas são cada vez mais visíveis, e os incêndios que, a cada ano, continuam a devastar milhares de regiões são um sinal de que é preciso agir. Com esta campanha queremos convidar a comunidade a contribuir para reflorestar terrenos afetados pelo fogo, ao mesmo tempo que recebem um retorno financeiro, num modelo em que as florestas geram receitas através dos créditos de carbono. É um exemplo claro de como o investimento de impacto pode ter resultados concretos no território”, explica Nuno Brito Jorge, CEO e cofundador da Goparity.</p>
<p>O reembolso aos investidores assenta em duas fontes de receita da Bosquia Nature. Por um lado, cada tonelada de CO₂ captada pelas novas florestas será medida, certificada e vendida como crédito de carbono a empresas. A este rendimento soma-se o dos serviços prestados pela Bosquia Nature a organizações, como o apoio no desenvolvimento de projetos e na gestão de CO₂, o que sustenta o retorno do capital investido e reforça a solidez financeira do projeto.</p>
<p>Rafael Permuy, CEO e cofundador da Bosquia Nature, acrescenta: “Para nós, é especialmente valioso estabelecer uma ligação com pessoas que compreendem que um investimento pode ir muito além da rentabilidade financeira. Cada pessoa que participa nesta campanha ajuda-nos a impulsionar a recuperação das nossas florestas e passa a fazer parte de um projeto que demonstra que a criação de valor económico e um impacto positivo no ambiente podem andar de mãos dadas”.</p>
<p>O projeto prevê ainda uma poupança estimada de 300 toneladas de CO₂ por ano, a criação de sete postos de trabalho locais para a preparação do terreno e de três postos permanentes para a manutenção, além de acordos de longo prazo com os proprietários dos terrenos, que se mantêm envolvidos no projeto.</p>
<p>Os interessados em investir na campanha da Bosquia Nature podem fazê-lo <a href="https://goparity.com/pt-pt/project/bosquia-nature-640?_gl=1*13uvw4e*_up*MQ..&amp;gclid=EAIaIQobChMIoNaEvN-VlgMVaZKDBx0eMhuwEAAYASAAEgJ8yvD_BwE&amp;gbraid=0AAAAACcHIy4WnJB-2pv2-KTidO5HS4Sqf" data-auth="NotApplicable" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rota das Algas regressa ao memmo Baleeira para a terceira edição de um evento dedicado às algas marinhas</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/rota-das-algas-regressa-ao-memmo-baleeira-para-a-terceira-edicao-de-um-evento-dedicado-as-algas-marinhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2026 10:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[algas marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[memmo Baleeira]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rota das Algas]]></category>
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					<description><![CDATA[A iniciativa está de regresso à Praia do Castelejo e ao hotel do grupo memmo Unforgettable Hotels, nos dias 7 e 8 de novembro, para um fim de semana dedicado à descoberta das algas marinhas, combinando conhecimento, sustentabilidade e gastronomia.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O memmo Baleeira e a Rota das Algas, um projeto dedicado à literacia dos oceanos, apresentam a terceira edição de uma experiência que convida a descobrir a riqueza e o potencial das algas marinhas. Ao longo de dois dias, a Praia do Castelejo será o ponto de partida para uma viagem pelo universo das macroalgas, que alia a exploração do litoral ao conhecimento científico e à gastronomia, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, fundada por Joana Duarte, chef de cozinha, licenciada em Biologia Marinha e Biotecnologia pelo Instituto Politécnico de Leiria e mestre em Oceanografia pela Universidade de Cádiz, a Rota das Algas promove o conhecimento, a valorização e a utilização sustentável das macroalgas enquanto recurso ecológico, alimentar e cultural.</p>
<p>Na terceira edição do evento em parceria com o memmo Baleeira, o programa arranca no sábado, pelas 7h30, com uma experiência de Seaweed Foraging na Praia do Castelejo, conduzida por Joana Duarte. Durante a atividade, os participantes terão a oportunidade de explorar a zona costeira, conhecer diferentes espécies de algas e descobrir as suas características, aplicações e importância para o equilíbrio dos ecossistemas marinhos. É uma experiência singular, que convida a aprender de forma descontraída e participativa, em contacto direto com a natureza.</p>
<p>A experiência prolonga-se depois à mesa, com um almoço temático Rota das Algas &amp; Fornaria, onde as algas assumem um papel de destaque, numa proposta gastronómica que procura valorizar os sabores e os recursos do oceano. Entre a atividade na praia e o almoço, há ainda tempo para um workshop de fermentação de algas.</p>
<p>No domingo, também pelas 7h30, realiza-se uma nova sessão de Seaweed Foraging na Praia do Castelejo, proporcionando mais uma oportunidade para descobrir a biodiversidade marinha e aprofundar o conhecimento sobre este recurso natural.</p>
<p>Ao organizar esta experiência, pelo terceiro ano consecutivo e em parceria com a Rota das Algas, o memmo Baleeira reforça a sua ligação ao território, ao oceano e ao cuidado com a natureza que o rodeia. Mais do que um evento pontual, é uma oportunidade para aproximar hóspedes e visitantes do património natural de Sagres, promovendo a valorização dos recursos locais, a partilha de conhecimento, e uma relação mais consciente e sustentável com a natureza.</p>
<p>A participação na experiência de sábado, que inclui o Seaweed Foraging e o almoço na Fornaria, tem um valor de 100€. Já no domingo, a atividade de Seaweed Foraging tem um custo de 45€. As reservas podem ser efetuadas através do WhatsApp (+351 939 155 930) ou do email <a href="mailto:experiences.baleeira@memmohotels.com">experiences.baleeira@memmohotels.com</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crédito Agrícola revela os finalistas da 13.ª edição do Prémio Empreendedorismo e Inovação</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/credito-agricola-revela-os-finalistas-da-13-a-edicao-do-premio-empreendedorismo-e-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2026 09:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[finalistas]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Prémio Empreendedorismo e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[Edição recorde, com 316 candidaturas, destaca projetos inovadores que estão a transformar o futuro da agricultura, do setor agroalimentar e da floresta. Os vencedores serão conhecidos a 24 de novembro, numa cerimónia aberta ao público, em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Crédito Agrícola revela os nove projetos finalistas da 13.ª edição do Prémio Empreendedorismo e Inovação, uma iniciativa que, ao longo dos anos, se tem afirmado como uma referência no reconhecimento e valorização de soluções inovadoras para os setores agrícola, agroalimentar e florestal em Portugal, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, com 316 candidaturas, o número mais elevado de sempre, esta edição evidencia o dinamismo, a criatividade e a capacidade de inovação existentes no país, refletindo o crescente interesse de investigadores, empreendedores, empresas e organizações em desenvolver soluções capazes de responder aos desafios atuais e futuros destes setores.</p>
<p>Sob o mote “Apoiamos ideias com futuro”, a 13.ª edição do Prémio distingue projetos que promovem a inovação, a sustentabilidade e a valorização dos territórios, distribuídos por três categorias: Investigação e Inovação, Desenvolvimento Local e Impacto Climático e Adaptação.</p>
<p>Na categoria <strong>Investigação e Inovação</strong>, os projetos finalistas são:</p>
<ul>
<li><strong>Ripenew</strong>, que desenvolve um dispositivo capaz de capturar o etileno, gás responsável pela aceleração do amadurecimento da fruta, permitindo prolongar a sua conservação e reduzir as perdas pós-colheita;</li>
<li><strong>STEMPAD</strong>, uma almofada absorvente biodegradável para embalagens de carne fresca, produzida a partir de resíduos da indústria vitivinícola, que combina propriedades antioxidantes e antimicrobianas para preservar a qualidade dos alimentos e reduzir a utilização de plástico;</li>
<li><strong>CARBONEXT</strong>, que transforma a goma de alfarroba em biomateriais sustentáveis com potencial aplicação na agricultura de precisão e na conservação e embalamento de alimentos.</li>
</ul>
<p>Na categoria <strong>Desenvolvimento Local</strong>, foram selecionados os projetos:</p>
<ul>
<li><strong>BMF &#8211; Rede de Miniflorestas</strong>, iniciativa que promove a criação de miniflorestas comestíveis em territórios rurais de baixa densidade, contribuindo para a regeneração dos solos, o aumento da biodiversidade e a autonomia alimentar das comunidades;</li>
<li><strong>Conserva de Siluro</strong>, que transforma uma espécie invasora dos rios portugueses num produto alimentar, promovendo a proteção dos ecossistemas aquáticos e criando novas oportunidades económicas para pescadores e territórios locais;</li>
<li><strong>ANIMOB</strong>, que desenvolve sistemas de gestão agroecológica que conjugam herbívoros, maneio holístico, tecnologia e monitorização para gerir a vegetação, reduzir o risco de incêndio, recuperar os solos e valorizar a atividade pecuária.</li>
</ul>
<p>Por sua vez, na categoria <strong>Impacto Climático e Adaptação</strong>, os finalistas são:</p>
<ul>
<li><strong>HUMIVERSO</strong>, que desenvolve máquinas modulares automatizadas para transformar resíduos orgânicos em fertilizante natural, promovendo a economia circular e a melhoria da qualidade dos solos;</li>
<li><strong>Unidades de Gestão Conjunta (UGC)</strong>, um modelo diferenciador de organização e gestão florestal que permite gerir conjuntamente propriedades privadas sem alterar a titularidade das parcelas, aumentando a eficiência, a rentabilidade e a sustentabilidade dos territórios;</li>
<li><strong>AQUASAT</strong>, uma plataforma SaaS que utiliza imagens de satélite para monitorizar a água armazenada em albufeiras e prever a sua disponibilidade, apoiando a gestão dos recursos hídricos e a antecipação de situações de seca.</li>
</ul>
<p>A 13.ª edição do Prémio Empreendedorismo e Inovação do Crédito Agrícola contempla um montante global de €35.000 em prémios, distribuído pelas três categorias a concurso, com a atribuição de 10 mil euros ao projeto vencedor de cada categoria. Será ainda atribuída uma Menção Honrosa &#8211; Prémio Revelação, no valor de €5.000, destinada a reconhecer iniciativas em fase inicial que demonstrem elevado potencial de inovação, desenvolvimento e impacto futuro.</p>
<p>Os vencedores serão conhecidos no próximo dia 24 de novembro, durante a cerimónia de entrega de prémios, que terá lugar na Sala dos Geradores do Museu da Eletricidade, em Lisboa, às 15.00 horas. A participação é aberta ao público, mediante inscrição prévia.</p>
<p>Mais informações sobre os projetos finalistas em <a href="https://www.premioinovacao.pt/" target="_blank" rel="noopener">Prémio Empreendedorismo e Inovação</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Torrestir regista poupança estimada de 693,5 toneladas de CO₂ em 2025 com gestão sustentável de pneus</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/torrestir-regista-poupanca-estimada-de-6935-toneladas-de-co%e2%82%82-em-2025-com-gestao-sustentavel-de-pneus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2026 08:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[pneus]]></category>
		<category><![CDATA[Torrestir]]></category>
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					<description><![CDATA[Gestão do ciclo de vida dos pneus e recurso à recauchutagem contribuem para reduzir o impacto ambiental e reforçam a aplicação de princípios de economia circular na operação da Torrestir]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Torrestir, empresa portuguesa de transporte de mercadorias e logística, registou em 2025 uma poupança estimada de 693,5 toneladas de CO₂ e 204,4 toneladas de matérias-primas através da gestão sustentável dos pneus da sua frota, de acordo com a declaração emitida pela Michelin, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, o resultado traduz o impacto de uma gestão orientada para o prolongamento da vida útil dos pneus, integrando princípios de economia circular numa componente essencial da operação diária de transporte e logística.</p>
<p>Segundo a Michelin, esta estimativa resulta de práticas destinadas a prolongar o ciclo de vida dos pneus, incluindo o reesculturado e a utilização de pneus recauchutados, que contribuem para reduzir o consumo de matérias-primas e o impacto ambiental associado à operação.</p>
<p>Para uma operação assente numa frota de grande dimensão e com elevados níveis de utilização, a gestão dos pneus assume um impacto que vai além da manutenção corrente. Prolongar o ciclo de vida dos pneus, em condições adequadas de segurança e desempenho, permite reduzir a necessidade de utilização de novas matérias-primas e contribuir para uma utilização mais eficiente dos recursos ao longo do ciclo de vida do pneu.</p>
<p><strong>Economia circular aplicada à operação</strong></p>
<p>A recauchutagem permite prolongar o ciclo de vida dos pneus, reduzindo a necessidade de substituição integral e o consumo de matérias-primas associado à produção de novos pneus. Na prática, significa prolongar o valor de um recurso já existente e reduzir o impacto ambiental associado ao seu ciclo de vida.</p>
<p>Na Torrestir, esta abordagem integra uma estratégia mais ampla de eficiência e sustentabilidade aplicada à operação. A empresa tem vindo a trabalhar diferentes dimensões, desde a renovação da frota e melhoria da eficiência dos veículos à produção de energia renovável, formação em eco-driving e adoção de soluções que promovem uma utilização mais eficiente dos recursos.</p>
<p>A gestão sustentável dos pneus acrescenta uma dimensão menos visível, mas diretamente ligada ao dia a dia da atividade. Numa operação de transporte com utilização intensiva de veículos, a durabilidade, reutilização e gestão do ciclo de vida dos componentes podem representar benefícios ambientais relevantes quando aplicados de forma consistente e em escala.</p>
<p>“Numa empresa de transporte e logística, a sustentabilidade tem de estar presente nas decisões concretas da operação. A gestão dos pneus é um bom exemplo. Prolongar a sua vida útil e reutilizar recursos sempre que existem condições para o fazer permite-nos conjugar eficiência operacional com uma redução do impacto ambiental. É este trabalho, feito em diferentes áreas da empresa, que dá consistência ao nosso percurso de sustentabilidade”, sublinha o Comendador Fernando Torres, fundador e presidente do Grupo Torrestir.</p>
<p>A distinção atribuída pela Michelin através do Certificado de Gestão Sustentável de Pneus reconhece estas práticas e quantifica, através das estimativas apresentadas pela Michelin, os benefícios ambientais associados à gestão do ciclo de vida dos pneus da Torrestir.</p>
<p>Para o Grupo, o resultado insere-se num percurso orientado para uma operação progressivamente mais eficiente no uso de recursos e para a redução da sua pegada ambiental, integrando medidas de eficiência, descarbonização e economia circular nas diferentes áreas da atividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Real Hotels Group alcança 12 unidades com certificação Green Key</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/real-hotels-group-alcanca-12-unidades-com-certificacao-green-key/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2026 09:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Green Key]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Real Hotels Group]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=305715</guid>

					<description><![CDATA[Mais de 70% do portefólio do Grupo conta com a distinção internacional, com o Holiday Inn Express &#038; Suites Lisboa – Príncipe Real a juntar-se este ano às unidades certificadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Real Hotels Group (RHG) conta com 12 unidades distinguidas com a certificação Green Key em 2026, o que representa mais de 70% do seu portefólio de 17 hotéis. A novidade deste ano é a entrada do Holiday Inn Express &amp; Suites Lisboa – Príncipe Real, &#8220;reforçando o compromisso do Grupo com a integração de boas práticas de gestão ambiental e utilização responsável de recursos na operação hoteleira&#8221;, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, entre as marcas próprias do RHG, contam com certificação Green Key o Grande Real Santa Eulália Resort &amp; Hotel Spa, o Grande Real Villa Itália Hotel &amp; Spa, o Hotel Real Oeiras e o Maxime Hotel. Completam a lista as unidades Holiday Inn Express, localizadas em Lisboa e no Porto, o Holiday Inn Express &amp; Suites Lisboa – Príncipe Real e o Holiday Inn Algarve – Albufeira.</p>
<p>Atribuída pela Foundation for Environmental Education (FEE) e coordenada em Portugal pela Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação (ABAE), a Green Key distingue estabelecimentos turísticos que demonstram a implementação de práticas de gestão ambiental nas suas operações.</p>
<p>A avaliação abrange diferentes dimensões da atividade hoteleira, nomeadamente a eficiência no consumo de energia e água, a prevenção e gestão de resíduos, a aquisição responsável de produtos e serviços e a sensibilização ambiental de colaboradores e hóspedes. O processo inclui avaliação documental e verificação das práticas implementadas nas unidades, valorizando a aplicação efetiva de medidas que contribuem para reduzir o impacto ambiental da atividade turística.</p>
<p>Mafalda Dias, CEO do Real Hotels Group, sublinha: &#8220;Termos 12 unidades certificadas Green Key é o reconhecimento de um trabalho que queremos tornar transversal a todo o Real Hotels Group. Este resultado dá corpo à Belonging, a nossa estratégia de sustentabilidade, em que cada hotel encontra a sua forma de pertencer à comunidade que o rodeia e o grupo garante um rigor consistente em toda a operação. Mais do que a certificação, o que nos move é integrar práticas responsáveis no dia a dia e envolver as nossas equipas, hóspedes e parceiros nesse caminho. No Real Hotels Group acreditamos que sustentabilidade e rentabilidade não são escolhas opostas, são a mesma escolha.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Responsabilidade social, talento e comunidades: quando o impacto conta</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/responsabilidade-social-talento-e-comunidades-quando-o-impacto-conta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=306195</guid>

					<description><![CDATA[Na LEROY MERLIN, essa responsabilidade traduz-se em ação concreta: no voluntariado que une colaboradores, parceiros e comunidades, e na proximidade permanente com quem mais precisa, sobretudo em momentos de crise.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa altura em que as empresas são cada vez mais chamadas a assumir um papel ativo na sociedade, o impacto positivo deixou de ser um discurso paralelo ao negócio para se tornar parte da sua identidade. Na LEROY MERLIN, essa responsabilidade traduz-se em ação concreta: no voluntariado que une colaboradores, parceiros e comunidades, e na proximidade permanente com quem mais precisa, sobretudo em momentos de crise.</p>
<h3>Do voluntariado interno a um ecossistema colaborativo</h3>
<p>O voluntariado da LEROY MERLIN materializa-se hoje no ReCria, o ecossistema colaborativo aberto a empresas, parceiros e sociedade civil, estruturado em três eixos com propósitos complementares: ReCria Casa, que combate a pobreza habitacional e energética através da reabilitação de casas de famílias e instituições sociais; ReCria Planeta, dedicado à conservação e proteção ambiental; e ReCria Futuro, dedicado à literacia em Sustentabilidade e que procura criar embaixadores de sustentabilidade. Em 2025, este movimento traduziu-se em 33 remodelações (28 em instituições e 5 em casas), 5.512 árvores plantadas e 4.500 árvores doadas, além de 11,35 toneladas de resíduos recolhidos, números que confirmam o forte envolvimento contínuo com as comunidades locais.</p>
<p>“Com o ReCria damos um passo decisivo: o voluntariado da LEROY MERLIN deixa de ser apenas interno e passa a ser um movimento coletivo. Quantas mais mãos se juntarem, maior será a transformação”, afirma João Lavos, Diretor de Impacto Positivo e Sustentabilidade da LEROY MERLIN Portugal.</p>
<h3>Presente quando a comunidade mais precisa</h3>
<p>O compromisso da LEROY MERLIN reforça-se também nos momentos mais difíceis, a par dos seus clientes. Após as tempestades que atingiram severamente o país, a empresa lançou a campanha “Unidos Pela Reconstrução”, em parceria com o Just a Change. À doação direta de 150.000€ juntou-se a solidariedade dos clientes, que através da compra de vales solidários em loja ajudaram a elevar o valor total angariado para 234.309€, complementando ainda as mais de 105 toneladas de materiais mobilizados para as zonas mais afetadas pelas tempestades.</p>
<p>A resposta estendeu-se ainda à capacitação das famílias, com uma edição especial dos workshops gratuitos “Mãos à Obra”, dedicados à impermeabilização e reparação das casas, num calendário com mais de 80 sessões em 15 lojas por todo o país.</p>
<p>Do voluntariado à resposta a catástrofes naturais, a LEROY MERLIN reafirma que o impacto positivo só é real quando se sente no dia a dia das pessoas e das comunidades onde a empresa está inserida.</p>
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