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	<title>Empresas &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Wed, 26 Aug 2026 14:31:07 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Empresas &#8211; Green Savers</title>
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	<item>
		<title>Águas do Douro e Paiva reforça cooperação com mais quatro corporações de bombeiros</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/aguas-do-douro-e-paiva-reforca-cooperacao-com-mais-quatro-corporacoes-de-bombeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:01:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Águas do Douro e Paiva]]></category>
		<category><![CDATA[bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A iniciativa pretende reforçar o conhecimento das corporações sobre as instalações, os respetivos acessos e as suas principais características, retomando contactos e visitas já realizados no passado e contribuindo para uma intervenção mais rápida, segura e eficaz sempre que seja necessária a atuação dos meios de socorro. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sustentabilidade Empresarial da Águas do Douro e Paiva deu continuidade ao programa de visitas às infraestruturas do sistema de abastecimento de água por parte das corporações de bombeiros da região, envolvendo, nesta segunda fase, os Bombeiros Voluntários de Areosa-Rio Tinto, Crestuma, Arouca e Rebordosa, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, a iniciativa pretende reforçar o conhecimento das corporações sobre as instalações, os respetivos acessos e as suas principais características, retomando contactos e visitas já realizados no passado e contribuindo para uma intervenção mais rápida, segura e eficaz sempre que seja necessária a atuação dos meios de socorro.</p>
<p>As visitas foram acompanhadas por Nuno Brasileiro, da Sustentabilidade Empresarial, e por Armando Rocha, António Gomes, Daniel Castro, Eusébio Matos, Fábio Fontes Martins, Nuno Castro, Paulo Póvoas e Vítor Pereira, assegurando o enquadramento das diferentes infraestruturas e das condições relevantes para uma eventual intervenção.</p>
<p>Os Bombeiros Voluntários de Areosa-Rio Tinto visitaram o Reservatório de Monte Pedro e a Estação Elevatória de Vale Ferreiros, enquanto os Bombeiros Voluntários de Rebordosa conheceram a Estação Elevatória da Feiteira.</p>
<p>Em Crestuma, a visita abrangeu a Recloragem do Largo do Santo, o Reservatório e Estação Elevatória de Lagoa, o Reservatório Alto do Marquinho e as instalações de Seixo Alvo, que integra reservatório, estação elevatória e cloragem.</p>
<p>Por sua vez, os Bombeiros Voluntários de Arouca visitaram os reservatórios de Souto Redondo e Provizende, o Reservatório e Estação Elevatória de Escariz e o Reservatório da Abelheira. Num território marcado por uma orografia exigente e por uma extensa área florestal, o conhecimento das infraestruturas e dos seus acessos assume especial relevância na preparação para uma eventual intervenção.</p>
<p>Para Mariana Ferreira Macedo, Administradora Executiva da Águas do Douro e Paiva, “a segurança constrói-se antes da emergência. Se as nossas infraestruturas falharem, fica também condicionada a capacidade de resposta dos próprios bombeiros. Temos um bem comum essencial a proteger: a água. Conhecer previamente as nossas instalações, os respetivos acessos e as suas características permitem antecipar cenários, articular a resposta com quem está na linha da frente e contribuir para garantir a continuidade do abastecimento. Agradeço às corporações de bombeiros a disponibilidade e o empenho neste trabalho conjunto, que nos permite estar mais bem preparados para responder quando cada minuto conta.”</p>
<p>O programa terá continuidade, estando previstas novas visitas com outras corporações de bombeiros da área de intervenção da empresa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O grande desperdício tecnológico não está nos equipamentos. Está nos comportamentos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/o-grande-desperdicio-tecnologico-nao-esta-nos-equipamentos-esta-nos-comportamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 09:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 360 mil aparelhos ganharam tempo extra de vida em 2025, cerca de 986 por dia. Os números do ano da iServices ajudam a perceber porque é que o impacto ambiental da tecnologia começa muito antes do ecoponto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No Dia Mundial do Ambiente, a iServices apresentou os resultados de 2025 e o que mais de um milhão de clientes ensinaram sobre a forma como consumimos tecnologia: o maior impacto ambiental acontece muito antes de um equipamento chegar ao ecoponto.</strong></p>
<p>Quando falamos de sustentabilidade na tecnologia, a conversa tende a começar no fim da história: nos resíduos eletrónicos, na reciclagem ou no destino dos equipamentos quando deixam de ser utilizados. Mas a realidade é que o maior impacto ambiental da tecnologia acontece muito antes de um smartphone chegar ao ecoponto. Acontece no momento em que decidimos substituir um equipamento que ainda poderia continuar a ser utilizado.</p>
<p>Os números ajudam a dimensionar o problema. Segundo o Global E-waste Monitor 2024, publicado pela UNITAR e pela ITU, agências do sistema das Nações Unidas, o mundo gerou 62 milhões de toneladas de resíduos eletrónicos em 2022 e poderá atingir 82 milhões de toneladas em 2030. O mesmo relatório alerta que o lixo eletrónico cresce a um ritmo cinco vezes superior ao da reciclagem documentada. Este é um problema real. Mas talvez a questão mais importante seja perceber porque chegamos tão cedo ao momento da substituição.</p>
<p>A iServices acompanha diariamente centenas de milhares de equipamentos ao longo do seu ciclo de vida. Em 2025, mais de um milhão de clientes recorreram aos serviços técnicos da marca e mais de 360 mil equipamentos, entre smartphones, tablets e computadores, tiveram a sua vida útil prolongada através de reparação, assistência técnica ou recondicionamento, o equivalente a cerca de 986 dispositivos por dia. Estes números permitem observar um fenómeno curioso: muitas das razões que levam um consumidor a substituir um equipamento não estão relacionadas com o fim da sua vida útil.</p>
<blockquote><p>Em 2025, mais de 1 milhão de clientes recorreram à iServices e mais de 360 mil equipamentos tiveram a vida útil prolongada, cerca de 986 por dia.</p></blockquote>
<p>Uma bateria degradada. Um ecrã partido. Uma porta de carregamento com mau contacto. Um problema de software. Em muitos casos, o equipamento continua perfeitamente capaz de cumprir a função para a qual foi adquirido. Ainda assim, existe uma tendência crescente para considerar que um dispositivo deixou de ter valor muito antes de ter deixado de ser útil.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="586" class="alignnone size-large wp-image-303426" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_iservices_bateria.jpg" alt="Mãos a substituir a bateria de um smartphone aberto sobre a bancada" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_iservices_bateria.jpg 800w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_iservices_bateria-300x220.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_iservices_bateria-768x563.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_iservices_bateria-600x440.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption>Uma bateria degradada é uma das razões mais frequentes para trocar de equipamento.</figcaption></figure>
<h3>A lógica da substituição tem custos</h3>
<p>Durante anos, a inovação tecnológica foi comunicada como uma sucessão permanente de novidades. Novos modelos, novas funcionalidades, novas gerações. Esse progresso trouxe benefícios inegáveis. Mas também contribuiu para consolidar uma ideia subtil: a de que a melhor solução para um problema tecnológico passa quase sempre pela substituição. Hoje sabemos que essa lógica tem custos económicos e ambientais significativos.</p>
<p>Cada equipamento novo exige matérias-primas, energia, água, transporte e processos industriais complexos. A maior parte da pegada ambiental de um smartphone, por exemplo, está concentrada na fase de produção e não na fase de utilização. Por isso, prolongar a vida útil de um equipamento durante mais um, dois ou três anos pode representar um benefício ambiental superior ao obtido através de muitas outras ações associadas ao consumo sustentável.</p>
<h3>As pessoas escolhem soluções, não cálculos</h3>
<p>A questão é que os consumidores raramente tomam decisões com base em cálculos ambientais. A nossa experiência demonstra precisamente o contrário. As pessoas não escolhem reparar porque querem reduzir emissões de carbono. Não escolhem um recondicionado porque calcularam a poupança de recursos naturais. Não escolhem prolongar a vida útil de um equipamento porque conhecem os princípios da economia circular. As pessoas escolhem soluções que resolvem problemas. Escolhem aquilo que é simples, rápido, conveniente e financeiramente racional.</p>
<p>Esta é talvez uma das lições mais importantes para quem trabalha na área da circularidade. A transição para modelos de consumo mais circulares não depende apenas de sensibilização ou de campanhas de comunicação. Depende da capacidade de tornar as alternativas sustentáveis suficientemente atrativas para competir com os modelos tradicionais. A economia circular ganha quando deixa de exigir esforço adicional ao consumidor. Ganha quando reparar é simples. Quando recondicionado significa confiança. Quando existe garantia. Quando o processo é transparente. Quando a experiência é tão conveniente quanto comprar novo.</p>
<p>É precisamente aqui que a sustentabilidade deixa de ser um conceito abstrato e passa a ser uma realidade operacional. Ao longo dos últimos anos, temos assistido a uma mudança gradual na forma como muitos consumidores encaram a tecnologia. O recondicionado deixou de ser uma solução de nicho para se afirmar como uma alternativa considerada por um número crescente de pessoas. A reparação deixou de ser vista apenas como último recurso e passou a integrar o processo normal de decisão de compra. Esta mudança não acontece por idealismo. Acontece porque começa a fazer sentido.</p>
<h3>2025 em números</h3>
<p>O impacto desta mudança é mensurável. Aplicando rácios médios conservadores de ciclo de vida ao universo de equipamentos intervencionados, a atividade da iServices em 2025 permitiu evitar cerca de 72 toneladas de resíduos eletrónicos, poupar aproximadamente 4,32 mil milhões de litros de água, evitar cerca de 18 mil toneladas de emissões de CO<sub>2</sub> equivalente e preservar mais de 28 mil toneladas de recursos naturais. Face a 2024, os serviços técnicos cresceram 36%, as reparações 31%, as intervenções técnicas 75% e o recondicionamento 52%.</p>
<p>Em paralelo, a empresa reforçou a robustez da informação ambiental que suporta o seu reporte ESG. A pegada carbónica de 2025, calculada nos âmbitos 1, 2 e 3 do GHG Protocol, totalizou 61.909 toneladas de CO<sub>2</sub> equivalente, das quais 99,99% decorrem de atividades da cadeia de valor. As emissões de âmbito 2, em abordagem <em>market based</em>, registaram uma redução de 72% face a 2024, beneficiando da transição da maioria dos contratos de eletricidade para energia verde e de uma frota totalmente elétrica. Estes números são relevantes. Mas representam sobretudo a consequência de algo mais importante: centenas de milhares de decisões individuais de consumidores que optaram por prolongar a vida útil dos seus equipamentos em vez de os substituir prematuramente.</p>
<p>A reparação e o recondicionamento não resolvem sozinhos o problema do lixo eletrónico. Mas continuam a ser das intervenções mais diretas e mensuráveis para reduzir o desperdício, e a sua eficácia mede-se equipamento a equipamento. A sustentabilidade não começa quando reciclamos um equipamento. Começa quando conseguimos utilizá-lo durante mais tempo. E talvez o maior desafio da próxima década não seja produzir mais tecnologia. Seja aprender a aproveitar melhor aquela que já temos.</p>
<h3>Para o consumidor, quatro decisões simples</h3>
<ul>
<li>Trocar a bateria antes de trocar de equipamento, quando a perda de autonomia compromete a utilização.</li>
<li>Usar sempre capa e película de proteção, para reduzir o risco de danos físicos.</li>
<li>Fazer manutenção atempada perante sinais de falha, como carregamento instável, ecrã danificado ou problemas de som.</li>
<li>Considerar reparar ou comprar recondicionado antes de optar por um equipamento novo.</li>
</ul>
<p><em>Conteúdo em parceria com a iServices. Artigo publicado na edição n.º 23 da revista Green Savers.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sustentabilidade e descarbonização: um caminho que se constrói com decisões concretas</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/sustentabilidade-e-descarbonizacao-um-caminho-que-se-constroi-com-decisoes-concretas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[A neutralidade carbónica europeia tem prazo marcado para 2050 e a climatização dos edifícios pesa nessa conta mais do que se imagina. Da fábrica nova na Polónia aos refrigerantes de nova geração, a Daikin explica onde está a apostar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A descarbonização da economia europeia deixou de ser uma intenção para passar a ser uma meta com prazo e indicadores. A União Europeia comprometeu-se em alcançar a neutralidade carbónica até 2050, o que obriga a uma transformação profunda da forma como produzimos, consumimos e habitamos. Para o setor da climatização, este desafio assume uma relevância particular, na medida em que os sistemas de aquecimento, arrefecimento e ventilação representam uma parte significativa do consumo energético dos edifícios e das emissões de gases com efeito de estufa.</p>
<p>A Daikin tem respondido a este desafio através de uma estratégia consistente, sustentada na meta de neutralidade carbónica até 2050, que abrange a atividade industrial, os produtos colocados no mercado e toda a cadeia de valor. Esta ambição traduz-se numa aposta clara em equipamentos cada vez mais eficientes e em fluidos frigorigéneos de nova geração, com um potencial de aquecimento global consideravelmente inferior ao dos convencionais. Soluções como as bombas de calor com refrigerante R-290, os sistemas VRV com R-32 e as unidades de refrigeração com R-290 e CO<sub>2</sub> são exemplos concretos desta transição, e contribuíram para o desempenho recorde alcançado pela Daikin Europe no último ano fiscal, com um volume de negócios de 5,25 mil milhões de euros na região EMEA.</p>
<p>O compromisso com a sustentabilidade reflete-se igualmente na estratégia industrial. Em maio, a Daikin inaugurou uma nova unidade de produção de bombas de calor na Polónia, fruto de um investimento de cerca de 300 milhões de euros, sobretudo dedicado ao aquecimento residencial. Esta fábrica reforça a capacidade produtiva europeia e contribui para acelerar a transição do continente para sistemas de climatização menos dependentes de combustíveis fósseis.</p>
<p>A mesma exigência aplica-se às próprias instalações da empresa. O novo centro de Investigação e Desenvolvimento da Daikin em Gante, na Bélgica, obteve recentemente a certificação BREEAM Excellent, uma das normas europeias mais exigentes em sustentabilidade de edifícios. Projetado segundo o princípio de necessidades quase nulas de energia, integra sistemas geotérmicos, soluções de climatização de última geração e ventilação com recuperação de calor, aplicando internamente as tecnologias que coloca ao serviço dos clientes.</p>
<p>A descarbonização do setor da climatização não depende de uma tecnologia futura, mas da capacidade de mobilizar de forma articulada as soluções já disponíveis. É esse o caminho que a Daikin tem percorrido, na convicção de que a sustentabilidade do setor é uma das contribuições mais concretas para o cumprimento dos objetivos climáticos europeus.</p>
<p><em>Conteúdo em parceria com a Daikin. Artigo publicado na edição n.º 23 da revista Green Savers.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais de meia tonelada de pilhas usadas recolhida no Alentejo Central</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/mais-de-meia-tonelada-de-pilhas-usadas-recolhida-no-alentejo-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 07:02:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Alentejo Central]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[pilhas]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa desenvolvida em parceria com a AMCAL reforça a recolha seletiva de resíduos de baterias em cinco concelhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ERP Portugal, entidade gestora de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) e Resíduos de Baterias (RB), recolheu mais de meia tonelada de pilhas usadas no âmbito de uma iniciativa desenvolvida em parceria com a Associação de Municípios do Alentejo Central (AMCAL), foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, num território marcado por concelhos de menor densidade urbana, a ação procura aproximar a recolha seletiva das rotinas da população, facilitando a deposição correta de pilhas usadas e evitando que a distância ou a menor disponibilidade de pontos de recolha dedicados possa constituir um obstáculo.</p>
<p>Desde o arranque da iniciativa, no dia 15 de maio, foram recolhidos 580 kg de pilhas usadas nos cinco concelhos abrangidos, mais de meia tonelada de resíduos que, caso não fosse devidamente separada e encaminhada, poderia ter efeitos ambientais negativos, como a contaminação dos solos e dos recursos hídricos. Portel e Vidigueira registaram os valores mais elevados, ambos com 140 kg, seguindo-se Viana do Alentejo, com 120 kg, Cuba, com 100 kg, e Alvito, com 80 kg.</p>
<p>“Estes resultados demonstram que, quando são criadas soluções simples e próximas das rotinas dos cidadãos, é possível promover comportamentos mais responsáveis e aumentar a recolha seletiva de resíduos que exigem um tratamento específico. Apesar de pequenas, as pilhas concentram materiais perigosos que devem ser recuperados ou tratados em circuitos adequados, não devendo por isso ser colocadas no lixo comum nem no ecoponto amarelo. Esta iniciativa tem precisamente esse objetivo: facilitar a separação e garantir o seu encaminhamento seguro”, afirma Rosa Monforte, Diretora-Geral da ERP Portugal.</p>
<p>Para Nelson Brito, Secretário‑Geral da AMCAL, “esta iniciativa vem reforçar o compromisso da AMCAL e dos seus municípios associados com a promoção de práticas de economia circular e de gestão sustentável de resíduos no Alentejo Central. A parceria com a ERP Portugal permite levar soluções de recolha seletiva a territórios de menor densidade, onde a proximidade e a simplicidade são fatores decisivos para o sucesso. Os resultados alcançados demonstram que, com o envolvimento das autarquias e a sensibilização das populações, é possível transformar pequenos gestos do quotidiano em impactos ambientais positivos de grande relevância.”</p>
<p>No início da iniciativa foram distribuídos sacos ‘Traga Pilhas’, próprios para a deposição de pilhas usadas e concebidos para serem acoplados ao ecoponto amarelo utilizado na recolha seletiva porta a porta. Depois de recolhidas, as pilhas são encaminhadas para unidades de tratamento especializadas, onde os materiais são separados e tratados de forma adequada.</p>
<p>Com esta iniciativa, a ERP Portugal reforça o seu compromisso em tornar a recolha de pilhas usadas mais próxima, simples e acessível às populações, promovendo uma maior adesão a hábitos de separação no dia a dia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sociedade Ponto Verde renova certificações ISO</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/sociedade-ponto-verde-renova-certificacoes-iso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 14:06:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[certificações]]></category>
		<category><![CDATA[ISO]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Ponto Verde]]></category>
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					<description><![CDATA[No âmbito desta certificação, os auditores destacaram como pontos fortes o know-how das equipas e o envolvimento da gestão de topo e dos colaboradores. Todos estes fatores "representam uma garantia adicional de que a SPV desenvolve a sua atividade segundo padrões de qualidade e gestão ambiental reconhecidos internacionalmente, mantendo o foco na melhoria dos serviços prestados".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade Ponto Verde (SPV) renovou a certificação pelos referenciais *ISO 9001 e ISO 14001 que reconhecem, respetivamente, a adoção de boas práticas na gestão da qualidade e na gestão ambiental, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, para os cerca de 8.000 clientes da SPV, o sistema de gestão certificado contribui para assegurar processos mais consistentes e fiáveis, maior transparência na gestão e tomada de decisão e capacidade para identificar e corrigir processos e metodologias.</p>
<p>No âmbito desta certificação, os auditores destacaram como pontos fortes o <em>know-how</em> das equipas e o envolvimento da gestão de topo e dos colaboradores. Todos estes fatores &#8220;representam uma garantia adicional de que a SPV desenvolve a sua atividade segundo padrões de qualidade e gestão ambiental reconhecidos internacionalmente, mantendo o foco na melhoria dos serviços prestados&#8221;.</p>
<p>“A renovação sucessiva desta certificação é um reconhecimento do trabalho que fazemos diariamente e do envolvimento de toda a equipa. O facto de a auditoria ter decorrido sem não conformidades e de ter destacado o <em>know-how</em> das nossas pessoas demonstra a importância de termos uma organização preparada para responder aos desafios de um setor em permanente evolução, tendo como prioridade o serviço que prestamos aos nossos clientes e parceiros”, destaca a CEO da Sociedade Ponto Verde, Ana Trigo Morais.</p>
<p>Ao celebrar 30 anos de atividade, a SPV reconhece que a sua evolução não resulta apenas de novas soluções e projetos, mas também da existência de uma cultura de transparência, aprendizagem e excelência. Mais do que um reconhecimento de conformidade, esta certificação &#8220;reflete o compromisso da SPV com o cumprimento da sua licença, a consistência dos processos e a melhoria contínua da organização&#8221;.</p>
<p>Este compromisso encontra-se refletido na Política de Gestão Integrada da SPV, que estabelece os princípios orientadores da organização nas áreas da qualidade, sustentabilidade e criação de valor. Através dela, a SPV &#8220;procura reforçar o seu papel enquanto entidade gestora líder no processo de valorização de resíduos de embalagens em Portugal, prestar um serviço de qualidade, cumprir os requisitos legais, regulamentares e estatutários aplicáveis, promover a proteção do ambiente e utilizar os recursos de forma sustentável&#8221;.</p>
<p>Enquanto entidade gestora do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE), a SPV foi pioneira na obtenção simultânea das certificações ISO 9001 e ISO 14001, em 2007. A manutenção destas certificações reforça o percurso da organização na adoção de um modelo de gestão orientado para a qualidade, a gestão ambiental e a melhoria contínua.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Eugénia Cardoso, da Águas do Tejo Atlântico nomeada representante do Grupo Águas de Portugal (AdP) na Water Europe</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/eugenia-cardoso-da-aguas-do-tejo-atlantico-nomeada-representante-do-grupo-aguas-de-portugal-adp-na-water-europe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:28:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Águas do Tejo Atlântico]]></category>
		<category><![CDATA[Eugénia Cardoso]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Águas de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Nomeação reforça a participação do Grupo Águas de Portugal no debate europeu sobre inovação, sustentabilidade e políticas para o setor da água.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eugénia Cardoso, da Águas do Tejo Atlântico, foi nomeada representante do Grupo Águas de Portugal (AdP) no Policy Advisory Committee da Water Europe, uma das mais importantes plataformas europeias dedicadas à promoção da inovação, da sustentabilidade e do desenvolvimento de políticas no setor da água, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, a nomeação foi formalizada pela Water Europe, organização que reúne cerca de 300 membros do setor da água em toda a Europa e que conta com o apoio da Comissão Europeia. Esta plataforma desempenha um papel de referência na definição de estratégias e na promoção de políticas destinadas a contribuir para uma sociedade mais resiliente, sustentável e eficiente na gestão dos recursos hídricos.</p>
<p>Com experiência na monitorização da qualidade da água e das águas residuais, Eugénia Cardoso leva para o comité uma relevante experiência técnica, considerada pela Water Europe uma mais-valia para os trabalhos desta organização. A sua participação reforça igualmente a capacidade técnica e o contributo do Grupo Águas de Portugal para a reflexão e construção das políticas europeias para o setor.</p>
<p>O <em>Policy Advisory Committee</em> tem como principal missão apoiar os órgãos de direção da Water Europe na análise de processos legislativos e na definição de posições e ações relacionadas com as principais políticas europeias para a água.</p>
<p>Os seus membros colaboram com especialistas de diferentes países e organizações, contribuindo para a construção de soluções que promovam a concretização da visão europeia de uma Water-Smart Society.</p>
<p>Esta visão assenta no reconhecimento do verdadeiro valor da água, na prevenção da escassez e da poluição dos recursos hídricos, na promoção da economia circular através da reutilização e valorização de recursos, no reforço da resiliência dos sistemas hídricos face às alterações climáticas e no envolvimento de todos os <em>stakeholders</em> na governação da água.</p>
<p>Esta nomeação &#8220;reflete o reconhecimento da experiência e do conhecimento técnico existentes no Grupo Águas de Portugal e é uma oportunidade para reforçar a participação portuguesa nos debates europeus sobre os desafios e as oportunidades que marcam o futuro da gestão sustentável da água&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EPAL lança página com conselhos para uma hidratação adequada no verão</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/epal-lanca-pagina-com-conselhos-para-uma-hidratacao-adequada-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 11:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[EPAL]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[página]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova página reúne recomendações práticas para ajudar os consumidores a manter uma hidratação adequada durante o verão e reforça a importância de beber água da torneira ao longo do dia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EPAL lançou uma nova página online dedicada à hidratação e com o sentido de contribuir para os cuidados a adotar durante os períodos de calor, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, de consulta rápida e linguagem acessível, este novo espaço reúne conselhos úteis para integrar o consumo de água da torneira nas rotinas diárias, lembrando que a sede já é um sinal de que o organismo começou a perder água e que a hidratação deve ser regular ao longo do dia.</p>
<p>Organizadas em função dos diferentes momentos do quotidiano, as recomendações abrangem situações como as refeições, o trabalho, as deslocações, a atividade física ou os momentos de lazer. Entre os gestos sugeridos encontram-se manter uma garrafa reutilizável sempre por perto, tornar a água facilmente acessível em casa ou no local de trabalho e reforçar o consumo durante os dias de maior calor. A página recorda ainda a importância de prestar especial atenção à hidratação de crianças, pessoas idosas e outras pessoas mais vulneráveis, devendo ser sempre respeitadas as indicações médicas quando existam restrições específicas.</p>
<p>“Cuidar da hidratação é um gesto simples, mas essencial. Com estes conselhos queremos disponibilizar informação clara, prática e útil, ajudando cada pessoa a incorporar pequenos hábitos que contribuam para enfrentar o calor de forma mais informada. A água da torneira está disponível, é de elevada qualidade e deve fazer parte deste cuidado diário”, afirma Marcos Sá, Diretor de Comunicação, Marketing e Educação Ambiental da EPAL.</p>
<p>Esta iniciativa integra o compromisso contínuo da EPAL com a promoção da literacia ambiental e hábitos responsáveis, incentivando comportamentos conscientes e valorizando a água da torneira como uma opção segura, acessível e a mais sustentável para uma hidratação diária.</p>
<p>Consulte aqui: <a href="https://www.protejasedocalor.pt/" target="_blank" rel="noopener">https://www.protejasedocalor.pt/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Google testa IA para reduzir o impacto climático dos rastos de condensação dos aviões</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/google-testa-ia-para-reduzir-o-impacto-climatico-dos-rastos-de-condensacao-dos-avioes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 11:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Liderado por um consórcio multidisciplinar que inclui a Google UK, o NATS, o Met Office, a Contrails.org, o Imperial College London e a Universidade de Cambridge, o projeto prevê pequenos desvios de altitude em cerca de 10.000 voos em períodos de teste. Esta abordagem inovadora visa evitar as zonas sensíveis da atmosfera onde estes rastos de nuvens se formam e retêm calor na Terra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0cm;">A Google acaba de anunciar, em comunicado, o envolvimento na Operação Blue Skies, o primeiro teste à escala real num espaço aéreo oceânico com apoio governamental para mitigar o impacto climático da aviação através de Inteligência Artificial.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, o programa de 30 meses e 5 milhões de libras — cofinanciado pelo governo do Reino Unido e por parceiros do setor, com a participação pro bono da Google UK — foca-se no espaço aéreo de Shanwick (Atlântico Norte), responsável por cerca de 5% do aquecimento global provocado por rastos de condensação (contrails).</p>
<p>Liderado por um consórcio multidisciplinar que inclui a Google UK, o NATS, o Met Office, a Contrails.org, o Imperial College London e a Universidade de Cambridge, o projeto prevê pequenos desvios de altitude em cerca de 10.000 voos em períodos de teste. Esta abordagem inovadora visa evitar as zonas sensíveis da atmosfera onde estes rastos de nuvens se formam e retêm calor na Terra.</p>
<p>A relevância do projeto reside no facto de os rastos de condensação representarem cerca de um terço do impacto climático total da aviação. Ao validar operacionalmente que pequenos ajustes orientados por IA podem evitar a formação destas nuvens sem comprometer a segurança ou as operações normais de voo, a Operação Blue Skies promete ser uma das soluções mais económicas e eficientes para descarbonizar a aviação global. O sucesso destes testes operacionais fornecerá um modelo prático e validado cientificamente para a gestão sustentável de espaços aéreos em todo o mundo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Continente promove iniciativa &#8220;Cadernão&#8221; para transformar cadernos usados em árvores</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/continente-promove-iniciativa-cadernao-para-transformar-cadernos-usados-em-arvores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 09:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[cadernos usados]]></category>
		<category><![CDATA[continente]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Até 20 de setembro, os consumidores podem entregar os cadernos e papel usados, de qualquer marca, nos EcoSpots das lojas Continente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste Regresso às Aulas, o Continente volta a dar uma nova vida aos cadernos escolares, através do “Cadernão”, uma iniciativa em parceria com a marca Oxford, que alia reciclagem, economia circular e reflorestação. Até 20 de setembro, os clientes poderão entregar os seus cadernos e papel usados, de qualquer marca, nos Ecospots das lojas Continente selecionadas, contribuindo para a plantação de árvores em território nacional, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, por cada tonelada recolhida, 20 árvores serão plantadas e, até ao dia 20 de setembro, o Continente tem como objetivo recolher 100 toneladas de papel, o equivalente à plantação de 2.000 árvores.</p>
<p>Os consumidores apenas necessitam de depositar os cadernos escolares ou papel usado nos Ecospots das lojas Continente selecionadas. Nos casos das lojas que não dispõem destes espaços, será possível encontrar o habitual carrinho do “Cadernão” no interior da loja. No âmbito do projeto, serão aceites cadernos e papel de qualquer marca, incluindo capas de papel, plástico, argolas metálicas, agrafos ou folhas soltas.</p>
<p>Através desta iniciativa, o Continente já contribuiu para dar uma nova vida a 337 toneladas de papel, assumindo o compromisso de plantar 6.740 árvores. Até ao momento, foram já plantadas 5.120 árvores, estando as restantes 1.620, correspondentes às 81 toneladas de papel recolhidas em 2025, previstas para a ação de plantação já incluindo os resultados da edição deste ano. Em 2026, a marca pretende reforçar o impacto da ação, desafiando, uma vez mais, as famílias a iniciarem o novo ano letivo de forma mais consciente e sustentável.</p>
<p>Integrado na Feira de Regresso às Aulas, o “Cadernão” reforça o compromisso do Continente com a implementação de medidas sustentáveis e com a criação de uma pegada positiva para as gerações futuras.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>easyJet implementa nova plataforma digital para otimizar o abastecimento de combustível e reduzir emissões</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/easyjet-implementa-nova-plataforma-digital-para-otimizar-o-abastecimento-de-combustivel-e-reduzir-emissoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 07:03:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[easyjet]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma digital]]></category>
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					<description><![CDATA[A easyJet estabeleceu uma parceria com o i6 Group para implementar o eHandshake, uma plataforma digital que moderniza os processos de abastecimento de aeronaves em toda a sua rede.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A easyJet anunciou, em comunicado, uma parceria com o fornecedor de tecnologia para aviação i6 Group com o objetivo de implementar a plataforma digital de abastecimento eHandshake em toda a rede da companhia aérea, modernizando a forma como o combustível é encomendado, entregue e verificado.</p>
<p>Em concreto, a easyJet está a integrar a tecnologia eHandshake do i6 Group na sua plataforma de pilotos já existente, ETechlog, permitindo aos pilotos encomendar e validar o combustível de forma digital e aceder a informação mais precisa para reduzir o consumo e as emissões. Esta integração poderá permitir uma poupança potencial de até 10.000 toneladas de CO2 por ano.</p>
<p>A iniciativa &#8220;integra o esforço contínuo da easyJet para melhorar a qualidade dos dados, reduzir abastecimentos desnecessários e reforçar a eficiência operacional em toda a sua rede&#8221;. Ao substituir processos em papel por um fluxo digital único de abastecimento, a plataforma liga pilotos, fornecedores de combustível e equipas operacionais em tempo real, simplificando a comunicação e melhorando a precisão da encomenda e da entrega de combustível. Ao longo do processo, esta medida permitirá ainda poupar cerca de 600.000 folhas de papel por ano.</p>
<p>A tecnologia permite também maior visibilidade e controlo sobre o abastecimento em toda a operação, contribuindo para garantir que as aeronaves recebem a quantidade de combustível necessária. Desta forma, ajuda a reduzir custos e emissões, ao evitar peso desnecessário a bordo e o consumo adicional associado ao transporte desse peso.</p>
<p>A plataforma está a ser integrada nos sistemas tecnológicos dos pilotos da easyJet e introduzida de forma faseada: a implementação inicial abrange aproximadamente metade da rede da companhia aérea, prevendo-se que venha a chegar a cerca de 90% dos destinos nos próximos três anos.</p>
<p>A propósito da parceria, Adam Baker, Head of Fuel Performance da easyJet, destaca: “Na easyJet, estamos continuamente à procura de oportunidades para melhorar as nossas operações através da tecnologia e da inovação. A introdução do eHandshake, em parceria com o i6 Group, proporciona um processo de gestão de combustível mais conectado e eficiente, melhorando a qualidade dos dados, dando-nos maior visibilidade sobre as operações de abastecimento e permitindo reduzir o consumo de combustível. À medida que continuamos a modernizar as nossas operações, iniciativas como esta demonstram como a inovação e a colaboração em toda a indústria podem contribuir para reduzir o impacto ambiental da aviação, tanto no ar como em terra.”</p>
<p>Alex Mattos, CEO e cofundador do i6 Group, afirma: “Temos orgulho em estabelecer esta parceria com a easyJet para permitir um processo de abastecimento mais fluido e conectado em toda a sua rede. Ao integrar o eHandshake na tecnologia que os pilotos já utilizam, a informação sobre combustível pode ser partilhada e verificada digitalmente entre pilotos, fornecedores de combustível e equipas operacionais. Esta integração melhora a comunicação e a precisão dos dados, reduz abastecimentos desnecessários e ajuda a easyJet a alcançar maior eficiência operacional, ao mesmo tempo que reduz custos e emissões.”</p>
<p>Melhorias de eficiência operacional, como o abastecimento digital de combustível, são uma parte essencial do roteiro da easyJet rumo à neutralidade carbónica. A companhia aérea mantém o seu compromisso de descarbonizar a sua frota e continua no caminho certo para cumprir a meta de redução de 35% da intensidade das emissões de carbono até 2035.</p>
<p><strong><u>Ponto de vista dos pilotos sobre o funcionamento da plataforma:</u></strong></p>
<p>A plataforma cria um registo de auditoria digital completo de cada reabastecimento, com informação sobre o combustível planeado, o combustível solicitado, o combustível entregue e o combustível aceite. Mas de que forma funciona na prática para os pilotos?</p>
<ol data-editing-info="{&quot;applyListStyleFromLevel&quot;:true}">
<li>Ao abrigo do novo processo digital, os pilotos submetem pedidos de combustível eletronicamente, permitindo que os fornecedores de abastecimento recebam informação precisa antes de chegarem à aeronave, o que poderá ajudar a reduzir atrasos.</li>
<li>As entregas de combustível são registadas digitalmente e confirmadas pelos pilotos através do sistema, criando um registo completo de todas as fases do processo de abastecimento.</li>
<li>Os dados são depois armazenados centralmente, proporcionando maior transparência e permitindo análise e verificação detalhadas sempre que necessário.</li>
</ol>
<p>Ao disponibilizar esta fonte única de dados verificados, o sistema melhora a precisão dos dados de combustível, reforça a verificação de faturas e ajuda a reduzir ineficiências operacionais associadas a processos manuais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
