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	<title>Empresas &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2026 17:54:28 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Empresas &#8211; Green Savers</title>
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	<item>
		<title>EDP vende portefólio eólico e solar em Itália por 150 ME</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/edp-vende-portefolio-eolico-e-solar-em-italia-por-150-me/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:54:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[edp]]></category>
		<category><![CDATA[eólico]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comunicado enviado hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDP explica que a operação será feita através da EDP Renováveis, participada em 71,4%, e envolve a venda de 100% de um conjunto de ativos renováveis no sul de Itália.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP assinou um acordo para vender à PLT Energia um portefólio eólico e solar em Itália por um valor estimado de 150 milhões de euros, anunciou hoje a empresa.</p>
<div id="txt">
<p class="text-paragraph">Em comunicado enviado hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDP explica que a operação será feita através da EDP Renováveis, participada em 71,4%, e envolve a venda de 100% de um conjunto de ativos renováveis no sul de Itália.</p>
<p class="text-paragraph">O portefólio tem uma capacidade de 68 megawatts e inclui cinco projetos já contratados e em operação, localizados nas regiões de Puglia, Basilicata e Campânia.</p>
<p class="text-paragraph">Quatro destes projetos são eólicos, com uma capacidade total de 60 megawatts, e têm uma idade média de 11 anos. O quinto é um projeto solar, com cerca de 8 megawatts, que entrou em operação há menos de um ano.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a empresa, os ativos beneficiam de contratos de longo prazo: os projetos eólicos têm contratos por diferença (CfD) com duração de 20 anos, enquanto o projeto solar tem um contrato de compra de energia por 10 anos.</p>
<p class="text-paragraph">A conclusão da operação ainda depende da verificação de condições habituais neste tipo de transação, incluindo autorizações regulatórias, “estando prevista ocorrer ainda durante o ano de 2026”.</p>
<p class="text-paragraph">A EDP refere que o valor final da transação poderá ser ajustado até à conclusão da venda.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Renova investe 11 ME em descarbonização e reduz emissões em mais de metade</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/renova-investe-11-me-em-descarbonizacao-e-reduz-emissoes-em-mais-de-metade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:02:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Renova]]></category>
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					<description><![CDATA["Com este projeto demos um passo gigantesco na transição energética e na descarbonização", afirmou o presidente do Conselho de Administração da Renova.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Renova inaugurou ontem, em Torres Novas, um projeto de descarbonização de 11 milhões de euros que reduziu em 50,6% as emissões de dióxido de carbono da fábrica 2, reforçando a competitividade e diminuindo a dependência do gás natural.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Com este projeto demos um passo gigantesco na transição energética e na descarbonização&#8221;, afirmou o presidente do Conselho de Administração da Renova, Paulo Pereira da Silva, durante a inauguração do projeto Descarbonizar@Renova, em Zibreira, Torres Novas, no distrito de Santarém, cerimónia que contou com a presença do secretário de Estado da Energia.</p>
<p class="text-paragraph">O investimento, apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), teve como principal componente a instalação de uma central de biomassa, que substitui grande parte do gás natural utilizado na produção de vapor por uma fonte de energia renovável, permitindo reduzir em mais de metade as emissões diretas e indiretas da unidade industrial.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo Paulo Silva, o projeto representa também um ganho de competitividade.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Trouxe-nos poupança de energia, competitividade, redução da pegada de dióxido de carbono e muita coerência para os nossos produtos&#8221;, afirmou, sublinhando que a aposta na sustentabilidade acompanha a estratégia de inovação da marca.</p>
<p class="text-paragraph">O responsável destacou que o projeto constitui mais uma etapa de um ciclo de investimento contínuo na unidade instalada em Zibreira, concelho de Torres Novas.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Nos últimos 12 anos investimos mais de 150 milhões de euros aqui&#8221;, afirmou, referindo que esse montante foi aplicado na expansão da capacidade produtiva, logística, automação, eficiência energética e inovação industrial.</p>
<p class="text-paragraph">Paulo Pereira da Silva salientou ainda que a internacionalização continua a ser um dos pilares da estratégia da empresa, que exporta a maior parte da produção.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;É possível ser uma marca portuguesa no mundo&#8221;, disse, lembrando que a Renova compete com grandes multinacionais em mais de 70 países e regista cerca de 10 milhões de atos de compra mensais em todo o mundo.</p>
<p class="text-paragraph">O diretor de projeto, Filipe Almeida, explicou que a candidatura ao PRR previa inicialmente uma redução de 43% das emissões de dióxido de carbono, equivalente a cerca de 54 mil toneladas por ano, objetivo que acabou por ser ultrapassado.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Tínhamos já um projeto muito ambicioso (&#8230;), mas conseguimos não só atingir os objetivos como ultrapassá-los, passando a reduzir 50,6% das nossas emissões num único projeto&#8221;, afirmou.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo Almeida, o investimento, apoiado em cerca de 5,8 milhões de euros pelo PRR, foi executado através de sete medidas de eficiência energética, destacando-se a nova central de biomassa, que permitiu reduzir para cerca de metade o consumo de gás natural da fábrica.</p>
<p class="text-paragraph">O responsável explicou que a empresa instalou a primeira unidade de secagem elétrica do papel, reforçou os sistemas de recuperação de calor residual e aumentou a monitorização ambiental dos processos industriais, medidas que contribuem para a meta de neutralidade carbónica.</p>
<p class="text-paragraph">Na cerimónia, o secretário de Estado da Energia considerou que o projeto constitui &#8220;um bom exemplo&#8221; da ligação entre política energética e política industrial, defendendo que a descarbonização deve ser encarada como um fator de competitividade.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;A descarbonização industrial não pode ser uma ideia abstrata. Ganha forma nas decisões de investimento das empresas, na modernização das unidades produtivas e na redução de consumos&#8221;, afirmou Jean Barroca.</p>
<p class="text-paragraph">O governante acrescentou que projetos desta natureza demonstram como o investimento público pode potenciar a modernização da indústria nacional.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Queremos ver o investimento público aliado à ambição das nossas indústrias para criar valor, produzir mais, exportar mais e tornar a economia mais competitiva&#8221;, disse.</p>
<p class="text-paragraph">Criada em 1939, junto à nascente do rio Almonda, a Renova emprega 650 trabalhadores, está presente em mais de 70 países e fechou 2023 com uma faturação de 248 ME, 60% da qual proveniente dos mercados internacionais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>REN e Red Eléctrica inauguram nova interligação elétrica entre Portugal e Espanha</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/ren-e-red-electrica-inauguram-nova-interligacao-eletrica-entre-portugal-e-espanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:13:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[interligação elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Red Eléctrica]]></category>
		<category><![CDATA[ren]]></category>
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					<description><![CDATA[A infraestrutura, estratégica para Portugal, Espanha e para a União Europeia, reforça os sistemas elétricos dos dois países e impulsiona a integração de energias renováveis, contribuindo assim para o progresso da transição energética na Península Ibérica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A REN – Redes Energéticas Nacionais, e a Red Eléctrica, filial da Redeia, responsáveis pelas operações de transporte do sistema elétrico em Portugal e Espanha, vão assinalar a entrada em serviço da nova interligação elétrica entre os dois países, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, a infraestrutura, estratégica para Portugal, Espanha e para a União Europeia, reforça os sistemas elétricos dos dois países e impulsiona a integração de energias renováveis, contribuindo assim para o progresso da transição energética na Península Ibérica.</p>
<p>A cerimónia de entrada em serviço da nova interligação contará com a participação de Rodrigo Costa, presidente da REN, e de Beatriz Corredor, presidente da Redeia, empresa-mãe da Red Eléctrica. O evento reunirá ainda a ministra do Ambiente e Energia de Portugal, Maria da Graça Carvalho, a terceira vice-presidente e ministra para a Transição Ecológica e Desafio Demográfico de Espanha, Sara Aagesen, a conselheira da Economia e Indústria da Xunta da Galiza, María Jesús Lorenzana, bem como representantes da Comissão Europeia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lidl alarga programa anti-desperdício à padaria e pastelaria com apoio à Rede de Emergência Alimentar</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/lidl-alarga-programa-anti-desperdicio-a-padaria-e-pastelaria-com-apoio-a-rede-de-emergencia-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[anti-desperdício]]></category>
		<category><![CDATA[Lidl]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[“O combate ao desperdício alimentar é uma prioridade absoluta na nossa estratégia de sustentabilidade. Ao alargarmos a iniciativa ‘Bom demais para deixar para trás’ à padaria e pastelaria, estamos a dar um passo concreto para evitar o desperdício de produtos de consumo diário, ao mesmo tempo que apoiamos a missão crucial da Rede de Emergência Alimentar”, afirma Vanessa Romeu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No âmbito do seu compromisso contínuo com a sustentabilidade e a economia circular, o Lidl Portugal anuncia o alargamento da iniciativa “Bom demais para deixar para trás” à sua secção de Padaria e Pastelaria.</p>
<p>Em comunicado, explica que este lançamento é acompanhado pela assinatura de um protocolo com a Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome no âmbito da Rede de Emergência Alimentar, que congrega centenas de instituições de solidariedade em todo o país, garantindo que o impacto ambiental desta medida é acompanhado por um forte cariz social.</p>
<p>Na prática, esta aliança permite aos clientes adquirirem artigos da véspera através de duas tipologias de oferta: ‘Sacos de Pães Pequenos’ e ‘Sacos de Pastelaria Doce’. Disponíveis diariamente até às 12h00 em expositores devidamente assinalados, estes sacos a preço reduzido aliam a poupança económica ao apoio social, materializando de forma automática o donativo à Rede de Emergência Alimentar por cada compra realizada, permitindo aos clientes contribuir diretamente para apoiar famílias em situação de carência alimentar.</p>
<p>“O combate ao desperdício alimentar é uma prioridade absoluta na nossa estratégia de sustentabilidade. Ao alargarmos a iniciativa ‘Bom demais para deixar para trás’ à padaria e pastelaria, estamos a dar um passo concreto para evitar o desperdício de produtos de consumo diário, ao mesmo tempo que apoiamos a missão crucial da Rede de Emergência Alimentar”, afirma Vanessa Romeu, Head of Corporate Affairs do Lidl Portugal.</p>
<p>Já Isabel Jonet, promotora da Rede de Emergência Alimentar, considera que “a sustentabilidade assenta em parcerias que geram impacto, como a iniciativa do Lidl “Bom demais para deixar para trás”, agora alargada a mais categorias de produtos, que visa a luta contra o desperdício alimentar, incentivando os clientes a aproveitar bens em bom estado de consumo e aliando uma componente solidária. A inovação social é feita de iniciativas simples, que, como esta, nos propõem um olhar diferente para situações habituais”.</p>
<p>Lançado em 2021, este programa é uma das várias medidas da estratégia do Lidl no combate ao desperdício alimentar, aplicado a categorias como carne, peixe e frescos, e expandido à padaria e pastelaria através destes novos sacos. No seu conjunto, o Lidl Portugal, entre 2021 e 2025, evitou o desperdício de mais de 21,5 milhões de produtos alimentares através de medidas de redução de preços, para além de permitir que pessoas com menor disponibilidade financeira tivessem acesso a artigos de qualidade a um preço ainda mais baixo.</p>
<p>Ao optar por estes novos sacos com artigos de padaria e pastelaria do dia anterior, os clientes participam num gesto de economia circular que beneficia o planeta e a comunidade, reforçando a ideia de que o pão e a pastelaria de qualidade são, efetivamente, &#8220;bons demais para deixar para trás&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Luís Simões reforça compromissos com sustentabilidade, direitos humanos e IA responsável em novo Código de Ética</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/luis-simoes-reforca-compromissos-com-sustentabilidade-direitos-humanos-e-ia-responsavel-em-novo-codigo-de-etica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Simões]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O documento atualiza o enquadramento ético da empresa e pretende servir como guia para a tomada de decisões em todos os níveis da organização, estabelecendo também referências claras para as relações com colaboradores, clientes, fornecedores e restantes parceiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="118" data-end="343">A <span class="" data-state="closed">Luís Simões</span> apresentou um novo Código de Ética e Conduta que reforça os princípios de integridade, transparência e responsabilidade que orientam a atividade do grupo logístico na Península Ibérica.</p>
<p data-start="345" data-end="633">O documento, divulgado na semana passada em comunicado, atualiza o enquadramento ético da empresa e pretende servir como guia para a tomada de decisões em todos os níveis da organização, estabelecendo também referências claras para as relações com colaboradores, clientes, fornecedores e restantes parceiros.</p>
<p data-start="635" data-end="865">Mais do que uma revisão normativa, a empresa considera que o novo Código constitui uma ferramenta estratégica para consolidar a cultura organizacional e responder aos desafios de um setor cada vez mais exigente e em transformação.</p>
<p data-start="867" data-end="1233">Entre as principais novidades está o reforço dos compromissos relacionados com os direitos humanos. O documento passa a incluir referências explícitas à erradicação do trabalho infantil, à rejeição de qualquer forma de trabalho forçado, escravatura moderna ou tráfico de seres humanos, bem como à defesa da liberdade de associação e do direito à negociação coletiva.</p>
<p data-start="1235" data-end="1409">A empresa sublinha que estes princípios não se aplicam apenas à sua atividade interna, mas também às relações com fornecedores e parceiros ao longo de toda a cadeia de valor.</p>
<p data-start="1411" data-end="1627">O novo Código destaca igualmente a promoção de ambientes de trabalho seguros, inclusivos e colaborativos, assentes no respeito mútuo, na igualdade de oportunidades e no desenvolvimento profissional dos trabalhadores.</p>
<p data-start="1629" data-end="1986">Outro dos aspetos em evidência é a incorporação de orientações para a utilização responsável da Inteligência Artificial. A Luís Simões defende que estas tecnologias devem funcionar como instrumentos de apoio à tomada de decisão e à otimização operacional, mantendo sempre supervisão humana e respeitando princípios de transparência, confiança e integridade.</p>
<p data-start="1988" data-end="2335">Na área da sustentabilidade, o documento estabelece linhas de atuação orientadas para uma logística e um transporte mais eficientes e com menores emissões de carbono. Entre as prioridades identificadas estão a digitalização dos processos, a transição energética e o desenvolvimento de cadeias de abastecimento social e ambientalmente responsáveis.</p>
<p data-start="2337" data-end="2480">Segundo a empresa, estas medidas procuram reforçar uma gestão alinhada com os desafios da descarbonização e da melhoria contínua das operações.</p>
<p data-start="2482" data-end="2602">Para Carla Leitão, Diretora de Ética e Compliance da Luís Simões., o crescimento da organização deve estar sempre associado a uma cultura sólida de ética e integridade.</p>
<p data-start="2604" data-end="2913">“Acreditamos que o crescimento da nossa atividade deve ser sempre acompanhado por uma cultura de ética e integridade, refletida numa forma de atuar íntegra, próxima e coerente. Isto está perfeitamente alinhado com o compromisso que mantemos com as pessoas e com o nosso meio envolvente”, afirma a responsável.</p>
<p data-start="2915" data-end="3240" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Com este novo Código de Ética e Conduta, a Luís Simões procura reforçar o seu posicionamento enquanto operador logístico comprometido com práticas empresariais responsáveis, numa altura em que temas como sustentabilidade, governação corporativa e direitos humanos assumem uma importância crescente na estratégia das empresas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EPAL lança cantarinho “Fonte” para celebrar a memória da água e promover consumo sustentável</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/epal-lanca-cantarinho-fonte-para-celebrar-a-memoria-da-agua-e-promover-consumo-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 08:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[cantarinho]]></category>
		<category><![CDATA[EPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Fonte]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Disponível em azul-celeste e azul-marinho, cores que evocam a dimensão da água, o cantarinho passa a integrar o portefólio institucional da EPAL dedicado à valorização da água da torneira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="98" data-end="338">A EPAL lançou o cantarinho “Fonte”, uma nova peça de cerâmica inspirada na tradição portuguesa de transporte de água, que alia design contemporâneo, memória histórica e sustentabilidade, anunciou hoje a empresa, foi divulgado em comunicado.</p>
<p data-start="98" data-end="338">Segundo a mesma fonte, disponível em azul-celeste e azul-marinho, cores que evocam a dimensão da água, o cantarinho passa a integrar o portefólio institucional da EPAL dedicado à valorização da água da torneira.</p>
<p data-start="530" data-end="774">Produzida pela Cerâmica Artística do Vale do Neiva (CAVN), marca portuguesa especializada em louça de grés fino, a peça incorpora cerca de um terço de grés reciclado, contribuindo para uma produção mais sustentável e ambientalmente responsável.</p>
<p data-start="776" data-end="1002">Segundo a EPAL, o “Fonte” recupera a memória de um tempo em que o acesso à água exigia deslocações diárias às fontes e poços, evocando “o gesto repetido, o som da água a cair e o cuidado ao transportar aquilo que é essencial”.</p>
<p data-start="1004" data-end="1193">A empresa refere que a peça pretende trazer para a atualidade a reflexão sobre a origem, o percurso e o valor da água, colocando-a novamente no centro da mesa, da convivência e da partilha.</p>
<p data-start="1195" data-end="1503">O cantarinho está disponível por 20 euros nas lojas da EPAL, localizadas no edifício-sede da empresa, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, e na Loja do Cidadão das Laranjeiras. A peça pode igualmente ser adquirida no Museu da Água de Lisboa – Estação Elevatória dos Barbadinhos e no Aqueduto das Águas Livres.</p>
<p data-start="1505" data-end="1831">A nova peça junta-se a um conjunto de objetos criados para promover o consumo de água da torneira, entre os quais as garrafas de autor “Lisbon Soul”, desenhada por Álvaro Siza Vieira, e “Alma Mater”, concebida por Eduardo Souto de Moura, bem como outras peças produzidas em parceria com marcas portuguesas de cerâmica e vidro.</p>
<p data-start="1833" data-end="2009">A EPAL sublinha que a água distribuída pela empresa é sujeita a mais de 300 mil análises por ano, destacando-se pela sua qualidade, acessibilidade e reduzida pegada de carbono.</p>
<p data-start="2011" data-end="2240" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A empresa recorda ainda que o Pátio da Água, localizado na Avenida da Liberdade, em Lisboa, está aberto ao público até 4 de setembro, disponibilizando água da torneira aromatizada para consumo gratuito durante o período de verão.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Grupo Casais testa robô autónomo para monitorização e digitalização de obras</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/grupo-casais-testa-robo-autonomo-para-monitorizacao-e-digitalizacao-de-obras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 08:02:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Casais]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[robô autónomo]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comunicado, o grupo refere que a tecnologia, desenvolvida pela empresa norte-americana Boston Dynamics e operacionalizada pela TopBIM, empresa do grupo especializada em digitalização e modelação da informação da construção (BIM), está atualmente em fase de testes-piloto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="82" data-end="358">O Grupo Casais anunciou a introdução do robot autónomo SPOT nos seus estaleiros de construção, numa iniciativa que visa reforçar a digitalização das obras, melhorar a recolha de dados e aumentar os níveis de segurança e eficiência operacional.</p>
<p data-start="360" data-end="634">Em comunicado, o grupo refere que a tecnologia, desenvolvida pela empresa norte-americana Boston Dynamics e operacionalizada pela TopBIM, empresa do grupo especializada em digitalização e modelação da informação da construção (BIM), está atualmente em fase de testes-piloto.</p>
<p data-start="636" data-end="871">Segundo a empresa, a utilização do equipamento pretende responder a desafios como a escassez de mão de obra e a necessidade de reduzir tempos improdutivos, permitindo aos técnicos concentrarem-se em tarefas de maior valor acrescentado.</p>
<p data-start="873" data-end="1071">O robot está equipado com sistemas de captura de dados que lhe permitem percorrer autonomamente os estaleiros e realizar levantamentos tridimensionais através de tecnologia de digitalização a laser.</p>
<p data-start="1073" data-end="1306">De acordo com o Grupo Casais, a informação recolhida pode ser utilizada para verificar a conformidade dos trabalhos executados, documentar infraestruturas, detetar desvios em relação ao projeto e apoiar a tomada de decisões técnicas.</p>
<p data-start="1308" data-end="1518">A empresa acrescenta que a tecnologia poderá também ser utilizada na inspeção de áreas de risco ou de difícil acesso, reduzindo a necessidade de deslocação de trabalhadores a ambientes potencialmente perigosos.</p>
<p data-start="1520" data-end="1744">A integração do equipamento nos processos BIM e de gémeos digitais permite comparar o modelo virtual da obra com a realidade construída, automatizando a atualização da informação e o acompanhamento da evolução dos trabalhos.</p>
<p data-start="1746" data-end="1992">Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) do Grupo Casais, António Carlos Rodrigues, afirma que o SPOT representa &#8220;um símbolo visível da transformação digital e da mudança cultural&#8221; que a empresa pretende promover no setor da construção.</p>
<p data-start="1994" data-end="2139">&#8220;O equipamento traz rastreabilidade e captura da realidade em 3D, tornando as obras mais inteligentes, seguras, informadas e produtivas&#8221;, refere.</p>
<p data-start="2141" data-end="2385">Segundo o grupo, o planeamento prevê que o robot venha a operar de forma contínua em projetos desenvolvidos em Portugal, executando tarefas como levantamentos de 360 graus, monitorização do progresso das obras e apoio às operações de segurança.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>easyJet doa antigos uniformes ao Centro Comunitário de Vermoim/Sobreiro, da Maia</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/easyjet-doa-antigos-uniformes-ao-centro-comunitario-de-vermoim-sobreiro-da-maia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 06:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[centro comunitário]]></category>
		<category><![CDATA[easyjet]]></category>
		<category><![CDATA[maia]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[uniformes]]></category>
		<category><![CDATA[Vermoim/Sobreiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Integrada na política de responsabilidade social da companhia aérea, a iniciativa promove a economia circular ao doar fardamentos descontinuados para apoiar projetos sociais de proximidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A easyJet doou mais de 150 peças de fardamento dos seus antigos uniformes ao Centro Comunitário de Vermoim/Sobreiro, pertencente à Santa Casa da Misericórdia da Maia, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, esta doação especial surge no âmbito da recente renovação global de fardamento dos pilotos e tripulantes de cabine da companhia aérea, que assumiu o compromisso de recolher e encaminhar as suas fardas descontinuadas para projetos de solidariedade social e sustentabilidade, garantindo que estas peças ganham uma nova vida útil.</p>
<p>Esta iniciativa &#8220;traduz localmente a visão global de responsabilidade social da easyJet, que tem como objetivo reciclar ou doar a totalidade das peças de vestuário descontinuadas da sua antiga farda, reencaminhando as peças que ainda se encontram em perfeitas condições de utilização para apoiar diversas instituições de solidariedade social situadas nas regiões onde a companhia opera&#8221;.</p>
<p>Os antigos uniformes da tripulação (que incluem camisas, camisolas, casacos, blazers e calças) foram cuidadosamente descaracterizados — através da remoção de marcas e logótipos — e triados, para que possam agora ser plenamente aproveitados tanto no dia a dia como em contexto de integração profissional pelos beneficiários do Centro Comunitário.</p>
<p>A escolha do Centro Comunitário de Vermoim/Sobreiro da Santa Casa da Misericórdia da Maia para esta ação deve-se ao importante trabalho que a instituição desenvolve na promoção da inclusão social, igualdade de oportunidades e dinamização comunitária. Destacam-se as suas ações de proximidade que influenciam positivamente os percursos de vida de crianças, jovens e famílias da região, capacitando-os para uma cidadania ativa e para a inserção no mercado de trabalho.</p>
<p>&#8220;Na easyJet, o nosso compromisso com a sustentabilidade vai muito além da redução das emissões de carbono; passa também por apoiar ativamente quem está ao nosso redor. A introdução dos novos uniformes deu-nos a oportunidade perfeita para colocar em prática a nossa visão de economia circular e de solidariedade social de proximidade. Sentimo-nos muito honrados por dar este destino às fardas antigas e realizar esta entrega ao Centro Comunitário de Vermoim/Sobreiro, sabendo que estas peças vão apoiar o dia a dia e os percursos de integração profissional dos utentes da instituição&#8221;, comenta Filipa Viegas dos Santos, responsável de Recursos Humanos da easyJet.</p>
<p>Esta entrega &#8220;ganha uma relevância acrescida junto da instituição da Maia, que vê no fardamento doado uma ferramenta prática de capacitação e valorização pessoal para os seus beneficiários&#8221;, sublinha a nota.</p>
<p>&#8220;Esta parceria com a easyJet reveste-se de uma enorme importância para a nossa instituição e, acima de tudo, para as pessoas que apoiamos diariamente. Receber vestuário de qualidade, adaptado a um contexto profissional e pessoal, é uma ferramenta extraordinária para reforçar a autoestima e apoiar a reintegração social e ativa dos nossos utentes. No Centro Comunitário de Vermoim/Sobreiro, trabalhamos para dar novas oportunidades e esta doação, inserida num espírito de economia circular, simboliza precisamente isso: a capacidade de transformar e gerar valor na vida de quem mais precisa&#8221;, sublinha Mário Figueiredo, Coordenador do Centro Comunitário de Vermoim/Sobreiro.</p>
<p>Com esta ação na Maia, a easyJet &#8220;reforça o seu compromisso de sustentabilidade em território nacional, integrando Portugal na rede europeia de bases da companhia inseridas neste programa de economia circular&#8221;, conclui o comunicado.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lítio: Savannah pode retomar trabalhos em Boticas após suspensão de 20 dias</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/litio-savannah-pode-retomar-trabalhos-em-boticas-apos-suspensao-de-20-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 17:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[boticas]]></category>
		<category><![CDATA[lítio]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Savannah]]></category>
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					<description><![CDATA[A Savannah anunciou hoje, em comunicado, que após a apresentação de Resolução Fundamentada pelo ministério planeia "voltar aos trabalhos no terreno nos próximos dias".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Savannah Resources pode retomar os trabalhos no âmbito da mina de lítio do Barroso, em Boticas, suspensos após providência cautelar, depois de o Ministério do Ambiente apresentar uma Resolução Fundamentada que reafirma o interesse público do projeto.</p>
<p class="text-paragraph">A Savannah anunciou hoje, em comunicado, que após a apresentação de Resolução Fundamentada pelo ministério planeia &#8220;voltar aos trabalhos no terreno nos próximos dias&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Os trabalhos de geotecnia em curso no concelho Boticas, distrito de Vila Real, foram suspensos a 09 de junho depois de uma providência cautelar admitida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela.</p>
<p class="text-paragraph">A providência cautelar foi interposta pela Assembleia de Compartes dos Baldios de Covas do Barroso contra o Ministério do Ambiente e da Energia, na sequência de uma segunda servidão administrativa que permite à empresa entrar em terrenos comunitários e privados.</p>
<p class="text-paragraph">Os trabalhos de geotecnia visam uma otimização do conhecimento dos terrenos e fundações sobre as quais serão construídas a unidade de processamento e restantes infraestruturas necessárias para as próximas fases da mina do Barroso.</p>
<p class="text-paragraph">O documento do ministério, a que a Lusa teve acesso, refere que a servidão administrativa temporária, sobre 24 parcelas, foi constituída com vista ao cumprimento da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada emitida em 2023 e para possibilitar a elaboração do Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Engenharia (RECAPE).</p>
<p class="text-paragraph">Diz ainda que, depois de terminados os trabalhos (sondagens geológicas e de poços geotécnicos), a morfologia dos terrenos afetados vai ser reposta.</p>
<p class="text-paragraph">No documento assinado pelo secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Paulo Gil Barroca, pode ainda ler-se que o projeto de lítio &#8220;tem impacto no desenvolvimento económico local, designadamente através da criação de postos de trabalho&#8221;, contribuindo também &#8220;para a fixação de população e para a coesão territorial de uma região marcada por fenómenos de desertificação&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">O ministério argumenta que os depósitos minerais &#8220;são imprescindíveis para a vida quotidiana e constituem algumas das matérias-primas mais importantes do ponto de vista económico, estando simultaneamente sujeitos a um elevado risco de escassez&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Acrescenta que &#8220;o investimento na exploração de lítio visa estimular a economia nacional, promovendo o investimento estrangeiro e gerando empregos no setor da mineração e em cadeias de valor associadas, podendo também levar à criação de uma indústria local de refinação e de transformação do lítio e à atração, nomeadamente, para o interior do país, de indústria que necessita dessa matéria-prima fomentando o desenvolvimento dessas regiões&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">E lembra que a mina do Barroso foi reconhecida pela Comissão Europeia, em 2025, como projeto estratégico ao abrigo do Regulamento Europeu das Matérias-Primas Críticas.</p>
<p class="text-paragraph">O Ministério do Ambiente autorizou uma primeira servidão em dezembro de 2024, que originou a apresentação de uma providência cautelar, por parte de proprietários de terreno e levou à suspensão dos trabalhos de prospeção durante 15 dias em fevereiro de 2025.</p>
<p class="text-paragraph">Emanuel Proença, diretor-executivo (CEO) da Savannah afirma, citado no comunicado, que &#8220;a atribuição desta Resolução Fundamentada é um passo já esperado&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;É um reconhecimento do trabalho das nossas equipas, agora e no passado, sempre feito sob elevado escrutínio. É também uma confirmação da confiança do Estado Português no projeto Lítio do Barroso, em particular a sua importância para a criação de uma cadeia de valor das baterias e do lítio em Portugal&#8221;, salienta.</p>
<p class="text-paragraph">Acrescenta ainda que &#8220;é, finalmente, mais um caso em que um pequeno grupo de oposição que continua a espalhar medos e mentiras, vê frustrados os seus esforços de travar um projeto que irá trazer mais empregos e mais desenvolvimento para a região do Barroso&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">A empresa pretende iniciar a construção em 2027 e alcançar a primeira produção em 2028.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>JLR apresenta veículo conceptual sustentável que reduz emissões e aposta na circularidade</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/jlr-apresenta-veiculo-conceptual-sustentavel-que-reduz-emissoes-e-aposta-na-circularidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[emissões]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[JLR]]></category>
		<category><![CDATA[sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[veículo conceptual]]></category>
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					<description><![CDATA[Desenvolvido no âmbito do projeto Cornerstone, o protótipo resulta de uma colaboração entre as equipas de engenharia e operações industriais da JLR e mais de 40 fornecedores de primeiro nível e de matérias-primas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A JLR revelou um novo veículo conceptual de demonstração que incorpora os mais recentes avanços da empresa em matéria de design circular, engenharia de baixo carbono e utilização de materiais inovadores de nova geração.</p>
<p>Desenvolvido no âmbito do projeto Cornerstone, o protótipo resulta de uma colaboração entre as equipas de engenharia e operações industriais da JLR e mais de 40 fornecedores de primeiro nível e de matérias-primas. O objetivo foi criar componentes automóveis mais sustentáveis, privilegiando materiais reciclados, de origem biológica e de baixo impacto ambiental, bem como soluções concebidas para facilitar a reparação, desmontagem e reciclagem.</p>
<p>Segundo a marca britânica, o projeto permitiu evitar a emissão de mais de uma tonelada de dióxido de carbono (CO₂), um valor equivalente às emissões geradas por uma viagem aérea de ida entre Paris e Nova Iorque por passageiro. Além disso, foram incorporados cerca de 140 quilogramas adicionais de materiais reciclados.</p>
<p>Ao produzir componentes destinados a uma carroçaria real, o Cornerstone procura demonstrar a viabilidade da integração destas soluções nos atuais e futuros modelos da JLR. Entre as tecnologias já previstas para produção destacam-se uma nova geração de faróis, aço de baixas emissões, vidro reciclado para portas, espuma reciclada para bancos e os novos assentos FlexAir.</p>
<p>O projeto permitiu ainda alcançar vários marcos inéditos na indústria automóvel. Entre eles está a utilização de vidro 100% reciclado em circuito fechado, capaz de reduzir em 36% as emissões de CO₂ associadas à sua produção. Foram igualmente desenvolvidas soluções para materiais considerados críticos, como sistemas eletrónicos desmontáveis que facilitam a reparação e reciclagem dos faróis, bem como ímanes compostos por 95% de material reciclado aplicados nos altifalantes.</p>
<p>Para Paul Francis, Senior Manager Circularity da JLR, os resultados demonstram o potencial da colaboração ao longo de toda a cadeia de valor. “O que estamos a alcançar com o Cornerstone demonstra como a JLR pode liderar o avanço da circularidade na indústria automóvel e evidencia o valor de uma abordagem coordenada e colaborativa entre múltiplos parceiros para acelerar o progresso”, afirma.</p>
<p>O responsável acrescentou que a definição de objetivos comuns desde as fases iniciais do desenvolvimento permite melhorar significativamente a eficiência produtiva e os resultados globais, contribuindo para tornar a circularidade economicamente viável.</p>
<p>Também Mary Creagh, ministra para a Natureza do Reino Unido, destacou a importância da iniciativa após uma visita ao centro de design da empresa em Whitley, Coventry.</p>
<p>“Este projeto demonstra a forma como a indústria pode inovar quando existe um enquadramento governamental estável em matéria de políticas públicas e investimento”, afirma.</p>
<p>A governante defendeu ainda a necessidade de construir uma economia mais eficiente na utilização de recursos, onde o desperdício seja eliminado desde a fase de conceção dos produtos e os automóveis sejam desenhados para durar mais tempo.</p>
<p>Os avanços desenvolvidos pelo Circularity Lab da JLR continuarão a alimentar a evolução do projeto Cornerstone. O laboratório dedica-se ao desenvolvimento de soluções que permitam recuperar mais valor dos veículos em fim de vida através da reutilização, reparação e reciclagem de componentes.</p>
<p>A estratégia da JLR passa por reforçar a circularidade no setor automóvel, contribuindo para aumentar a resiliência dos recursos, acelerar a descarbonização industrial e fortalecer as cadeias de abastecimento a longo prazo.</p>
<p>Recentemente, a empresa aderiu também ao Automotive Plastics Circularity Project, promovido pela Global Impact Coalition. A iniciativa procura encontrar soluções para um dos maiores desafios da indústria automóvel: a reciclagem dos plásticos presentes em componentes como bancos, painéis de instrumentos, para-choques e sistemas de iluminação. O objetivo passa por transformar resíduos plásticos em materiais reciclados de elevada qualidade para utilização em novos veículos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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