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	<title>Green Savers &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Mon, 12 Oct 2026 08:00:21 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Green Savers &#8211; Green Savers</title>
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	<item>
		<title>Mais de 45 mil pessoas em Bruxelas contra falta de ambição climática</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/mais-de-45-mil-pessoas-em-bruxelas-contra-falta-de-ambicao-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 17:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[ambição climática]]></category>
		<category><![CDATA[Bruxelas]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo dados da Polícia Federal divulgados pelos meios de comunicação locais, citados pela agência EFE, os manifestantes percorreram as ruas da capital belga com cartazes de apelo ao combate às alterações climáticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 45 mil pessoas, segundo a polícia, participaram ontem, em Bruxelas, na Marcha pelo Clima 2026, uma manifestação conjunta de várias organizações que denunciaram o que consideram uma falta de ambição climática na Bélgica.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo dados da Polícia Federal divulgados pelos meios de comunicação locais, citados pela agência EFE, os manifestantes percorreram as ruas da capital belga com cartazes de apelo ao combate às alterações climáticas.</p>
<p class="text-paragraph">Entre as reivindicações apresentadas estão a criação de impostos para as empresas do setor dos combustíveis fósseis, a eliminação progressiva dos subsídios a esta indústria, uma transição climática justa e a definição de um quadro de transição vinculativo.</p>
<p class="text-paragraph">“A Bélgica carece atualmente de uma estratégia clara para uma transição justa. Isto é um problema. As pessoas que menos contribuem para a crise climática, nomeadamente as que vivem em situação de pobreza, são frequentemente as mais afetadas pelas suas consequências”, referiu a organização do protesto, indicando uma participação de 60 mil pessoas, muito acima do número divulgado pela polícia.</p>
<p class="text-paragraph">A marcha começou ao final da manhã, na Avenida Rei Alberto II.</p>
<p class="text-paragraph">Também o Manneken Pis, uma das principais atrações turísticas de Bruxelas, assinalou a ocasião, tendo sido vestido com uma ‘t-shirt’ com a palavra ‘change’ (mudança, em inglês).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fundação Mendes Gonçalves promove jantar comunitário para partilha de histórias, sabores e memórias à volta da mesa</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/fundacao-mendes-goncalves-promove-jantar-comunitario-para-partilha-de-historias-sabores-e-memorias-a-volta-da-mesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 08:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Mendes Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[jantar comunitário]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[“Sabores com Memória” realiza-se a 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação, no Mercado Municipal da Golegã.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Mendes Gonçalves vai reunir a comunidade da Golegã à volta da mesa para celebrar os sabores, as memórias e as histórias que fazem parte da identidade do território. O jantar comunitário “Sabores com Memória” realiza-se no próximo dia 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação, a partir das 19h00, no Mercado Municipal da Golegã, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, a iniciativa parte da alimentação como muito mais do que uma necessidade ou uma experiência gastronómica: uma forma de fortalecer a estrutura social comunitária, impulsionando ligações e contribuindo para o bem-estar e a saúde das comunidades. À mesa partilham-se receitas, mas também histórias, tradições familiares, conhecimento e memórias capazes de aproximar diferentes pessoas e gerações.</p>
<p>Esta dimensão social e cultural da alimentação tem vindo a ganhar espaço no debate internacional. No relatório Promover a Conexão Social através da Alimentação, publicado em julho, a OCDE destaca o potencial de atividades como preparar e partilhar refeições para criar oportunidades de interação, reforçar ligações entre pessoas e contribuir para comunidades mais conectadas e para o bem-estar.</p>
<p>“Há receitas que nos levam imediatamente a uma pessoa, a uma casa ou a um momento das nossas vidas. Com o ‘Sabores com Memória’, queremos recuperar essa dimensão da alimentação enquanto espaço de encontro e de pertença, criando um momento em que a comunidade possa sentar-se à mesma mesa, partilhar aquilo que a identifica e conhecer-se melhor através dos seus sabores e das suas histórias”, afirma Tiago Pereira, CEO da Fundação Mendes Gonçalves.</p>
<p>Ao escolher o Mercado Municipal da Golegã como ponto de encontro, a Fundação pretende também valorizar o património material e imaterial locais. A ementa será confecionada por instituições de solidariedade social e associações do concelho e o evento conta com o apoio do Município da Golegã, fomentando-se uma experiência de proximidade com a comunidade.  Será igualmente realizada uma atividade com o intuito de iniciar um processo de recolha de património imaterial para criação de um repositório de memória coletiva da comunidade da Golegã.</p>
<p>O “Sabores com Memória” realiza-se numa data particularmente simbólica. Celebrado anualmente a 16 de outubro, o Dia Mundial da Alimentação assinala em 2026 o tema <em>“Inovar hoje para nutrir o amanhã”</em>, defendendo a combinação entre inovação, conhecimento tradicional e abordagens inclusivas na construção do futuro da alimentação.</p>
<p>A participação no jantar é gratuita, mediante inscrição prévia, e está sujeita à lotação disponível.</p>
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		<item>
		<title>O que fazer para diminuir a temperatura de uma cidade?</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/e-se-fosse-possivel-diminuir-a-temperatura-nas-cidades-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 13:55:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[As cidades têm temperaturas mais elevadas comparativamente às áreas limítrofes. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cidades são locais quentes e poluídos, muito mais quentes que as zonas rurais imediatamente em seu redor. Se pensava que estava a imaginá-lo, é verdade: o campo é mesmo mais fresco que a cidade.<br />
Isto acontece devido ao fenómeno “ilha de calor urbano”. Esta expressão refere-se ao facto de as cidades acumularem calor e terem temperaturas mais elevadas comparativamente às áreas rurais em redor. Londres, por exemplo chega a registar temperaturas seis graus Celcius acima do que se regista nas áreas em redor. O que podem os responsáveis pelo planeamento urbano fazer? E por que razão é que as cidades registam temperaturas mais elevadas do que as zonas limítrofes?</p>
<p><strong>1</strong></p>
<p>Um dos grandes responsáveis pelo aumento da temperatura nas cidades são os materiais de construção escuros, que absorvem calor durante o dia e o libertam à noite, contribuindo para um ciclo constante de calor. Um bom exemplo disto é o asfalto das estradas, que é um ótimo absorvente de calor.<br />
Para combater este problema, há cidades, como Los Angeles, que estão a pintar as estradas de branco para refletir a luz e diminuir a quantidade de calor absorvido. É um projeto piloto caro (cerca de 40 mil dólares por cada milha, ou 1,6km) mas estima-se que pintando apenas 1/3 das estradas da cidade se possa diminuir a temperatura geral em 1ºC.</p>
<p><strong>2</strong></p>
<p>Outra forma de diminuir a temperatura é plantar vegetação nos telhados dos edifícios. Por exemplo, num projeto piloto em Chicago, descobriu-se que os telhados com vegetação chegavam a estar 7º a 8ºC mais frescos que os telhados sem vegetação. (França aprovou em 2015 uma lei que obriga os edifícios novos a ter ou vegetação nos telhados ou a instalar painéis solares).<br />
Este conceito foi levado ao extremo no Bosco Verticalo, em Milão, um edifício com centenas de árvores plantadas nas varandas.</p>
<p><strong>3</strong></p>
<p>Planeamento urbano cuidadoso pode também reduzir a temperatura. Por exemplo, a cidade de Masdar, nos Emirados Árabes Unidos, foi construída para ser usada por pessoas e não carros. Assim, os edifícios podem estar muito mais próximos uns dos outros, criando sombra e diminuindo a temperatura exterior nas ruas. Por outro lado, torres de ventilação com 45 metros de altura puxam o ar mais fresco acima da cidade para o nível do solo, criando um sistema de ventilação que mantém a cidade até 15ºC mais fresca que o deserto em redor.<br />
Apesar de este tipo de ideias não ser fácil de implementar em cidades já existentes, os arquitetos podem criar corredores nas cidades que promovam a circulação do ar e a limpam de poluentes. Um exemplo é a cidade de Estugarda, na Alemanha, que proibiu a construção de edifícios altos exatamente para criar corredores de ventilação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministra do Ambiente assegura que Portugal &#8220;está muito bem&#8221; quanto às reservas de combustível</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/ministra-do-ambiente-assegura-que-portugal-esta-muito-bem-quanto-as-reservas-de-combustivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 08:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Ministra do Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Reservas]]></category>
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					<description><![CDATA[“Nós estamos muito bem nas nossas reservas. Em geral, nos combustíveis líquidos, temos 92 dias, o recomendado é 90. No 'jet fuel', tivemos um aumento de 3% no consumo até ao fim de agosto, mas conseguimos ter mais 18% de reservas”, disse a ministra do Ambiente à margem da assinatura de um protocolo entre a Câmara Municipal de Almada e a EPAL.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">A ministra do Ambiente e Energia assegurou ontem que Portugal &#8220;está muito bem&#8221; quanto às reservas de combustível, afastando motivos de alarme quanto à sua escassez num momento em que em França há postos com alguns produtos em falta.</p>
<p class="text-paragraph">“Nós estamos muito bem nas nossas reservas. Em geral, nos combustíveis líquidos, temos 92 dias, o recomendado é 90. No &#8216;jet fuel&#8217;, tivemos um aumento de 3% no consumo até ao fim de agosto, mas conseguimos ter mais 18% de reservas”, disse a ministra do Ambiente à margem da assinatura de um protocolo entre a Câmara Municipal de Almada e a EPAL.</p>
<p class="text-paragraph">A imprensa francesa tem relatado que há postos de combustível onde alguns produtos estão em falta, com o ministro da Economia francês, Roland Lescure, a referir em declarações à rádio France Inter que &#8220;na manhã de segunda-feira, 17% dos postos não tinham pelo menos um tipo de combustível&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho garantiu que o governo português está a monitorizar a situação internacional, que considera preocupante, mas assegura que Portugal tem boas reservas de combustível.</p>
<p class="text-paragraph">“Como eu tenho sempre dito, temos uma diversidade de fornecedores de combustíveis que têm sido sempre muito confiáveis, nenhum deles está na zona de instabilidade, portanto temos o Brasil, a Nigéria, a Algéria e os Estados Unidos como principais fornecedores”, explicou.</p>
<p class="text-paragraph">A governante adiantou contudo que considera ser de “elementar bom senso de todos” e de quem tem a responsabilidade da política da Energia e do Clima de recomendar que se consuma cada vez menos combustíveis fósseis.</p>
<p class="text-paragraph">Assim recomenda aos portugueses que diminuam ao máximo o seu consumo, tendo a consciência que existe uma crise.</p>
<p class="text-paragraph">“Ter sempre consciência, e muito mais agora, que estamos perante uma crise que não controlamos, que não sabemos quando vai acabar e como vai acabar. Temos de ter consciência de não utilizar se não for completamente necessário”, disse.</p>
<p class="text-paragraph">Reduzir a velocidade e partilhar boleias são alguns dos conselhos de Maria da Graça Carvalho.</p>
<p class="text-paragraph">Além disso, adiantou a ministra, Portugal está a trabalhar para diminuir ao máximo a sua dependência de combustível, fazendo referência ao plano de redução dos combustíveis fósseis a 50% até 2034, eletrificando o máximo possível e substituindo o que não for possível eletrificar por combustíveis renováveis.</p>
<p class="text-paragraph">“Esta dependência é má do ponto de vista de segurança no abastecimento, do ponto de vista de soberania do país, do ponto de vista de competitividade e para a carteira de cada um de nós e das empresas. Quanto mais depressa formos só dependentes daquilo que é produzido em Portugal, como as nossas renováveis e os nossos combustíveis renováveis, melhor é”, frisou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Açores e Catalunha querem cooperar na economia azul e na proteção dos oceanos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/acores-e-catalunha-querem-cooperar-na-economia-azul-e-na-protecao-dos-oceanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 13:05:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[economia azul]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[oceanos]]></category>
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					<description><![CDATA[“A Catalunha encontra nos Açores um parceiro estratégico empenhado em construir pontes sólidas de cooperação científica, tecnológica, económica e social”, afirmou o vice-presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">Os Açores e a Catalunha querem cooperar com projetos concretos nas áreas da economia azul e da proteção dos oceanos, foi hoje assumido num fórum internacional, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.</p>
<p class="text-paragraph">“A Catalunha encontra nos Açores um parceiro estratégico empenhado em construir pontes sólidas de cooperação científica, tecnológica, económica e social”, afirmou o vice-presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima.</p>
<p class="text-paragraph">“Podemos criar pontes entre o Atlântico e o Mediterrâneo, podemos ligar investigadores, aproximar empresas, desenvolver projetos europeus, partilhar dados e conhecimento, podemos também experimentar novas soluções para a descarbonização, para a economia azul, para a biodiversidade e para a digitalização dos nossos portos”, destacou o delegado do Governo da Catalunha em Portugal, Rui Reis.</p>
<p class="text-paragraph">Os representantes das duas regiões falavam na sessão de abertura do fórum internacional “Oceanos Inteligentes: Sustentabilidade, Tecnologia e Crescimento Económico”, que decorre até terça-feira, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.</p>
<p class="text-paragraph">O vice-presidente do executivo açoriano, que tutela as áreas da Ciência, Inovação e Desenvolvimento, referiu que, apesar de distantes, as duas regiões estão unidas pela “aposta no conhecimento” e pela “convicção de que a transição para uma economia sustentável se constrói cada vez mais em rede”.</p>
<p class="text-paragraph">“A proteção da biodiversidade marinha e o desenvolvimento das tecnologias emergentes aplicadas aos oceanos não admitem respostas isoladas. Exigem alianças internacionais robustas, cooperação e políticas públicas esclarecidas”, frisou.</p>
<p class="text-paragraph">Artur Lima sublinhou que os Açores “não são apenas um vasto território marítimo”, mas “uma região de excelência para a inovação, para a sustentabilidade e para a investigação”.</p>
<p class="text-paragraph">“Aqui nos Açores assumimos, sem hesitações, à nossa dimensão, obviamente, a nossa responsabilidade no cumprimento das metas globais de sustentabilidade. Queremos ser pioneiros na motorização marinha, na descarbonização das infraestruturas portuárias e na capacitação das nossas comunidades costeiras”, reforçou.</p>
<p class="text-paragraph">O governante disse esperar que, do encontro que decorre em Angra do Heroísmo, saiam “soluções concretas” para proteger o mar e para impulsionar a economia das duas regiões.</p>
<p class="text-paragraph">A ideia foi partilhada pelo delegado do Governo da Catalunha, que considerou que o fórum deve ser “o ponto de partida para novas iniciativas de cooperação”.</p>
<p class="text-paragraph">“Que os Açores e a Catalunha deixem de ser apenas dois territórios separados pela geografia e passem a ser dois territórios ligados por uma agenda comum para o oceano. Uma agenda baseada em conhecimento, em inovação, em sustentabilidade e em cooperação europeia, porque o futuro do oceano será também o futuro da Europa. E a Europa será mais forte se souber transformar a diversidade dos seus territórios numa força comum”, apontou.</p>
<p class="text-paragraph">Rui Reis salientou que o oceano é visto pelos dois territórios como “um espaço de conhecimento, de inovação e de oportunidades económicas”, defendendo uma maior cooperação entre governos, universidades e empresas.</p>
<p class="text-paragraph">“Os Açores têm uma posição absolutamente singular no Atlântico, uma extraordinária riqueza natural e científica e uma experiência única enquanto território insular e oceânico. A Catalunha dispõe de um ecossistema muito desenvolvido de ciência, tecnologia, inovação, indústria e atividade portuária, com Barcelona como uma das grandes portas marítimas do Mediterrâneo. Temos, portanto, experiências diferentes, mas complementares. E não devemos olhar para essa complementaridade como uma diferença, devemos transformá-la numa vantagem”, vincou.</p>
<p class="text-paragraph">O fórum “Oceanos Inteligentes: Sustentabilidade, Tecnologia e Crescimento Económico” reúne em Angra do Heroísmo representantes das duas regiões.</p>
<p class="text-paragraph">Entre os oradores dos Açores destacam-se os diretores regionais das Políticas Marítimas e da Ciência, Inovação e Desenvolvimento, a Universidade dos Açores, o Okeanos, a Blue Azores, o Terinov, o Nonagon, a Lotaçor, a Portos dos Açores e o Observatório dos Ecossistemas e Infraestruturas Digitais.</p>
<p class="text-paragraph">A delegação da Catalunha integra a BlueNetCat, o Port de Barcelona, o Ports de la Generalitat, a Fundació Barcelona Capital Nàutica e a DETA – Disruptive &amp; Emerging Technology Alliancee.</p>
<p class="text-paragraph">Também o Centro Colaborativo da Década do Oceano das Nações Unidas para uma Economia Oceânica Sustentável está representado nesta iniciativa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto em escolas quer desmontar mitos sobre comer insetos e aquacultura</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/projeto-em-escolas-quer-desmontar-mitos-sobre-comer-insetos-e-aquacultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 08:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[aquacultura]]></category>
		<category><![CDATA[insetos]]></category>
		<category><![CDATA[mitos]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em cima da mesa estão várias ações que procuram dar mais informação a jovens sobre o peixe de aquacultura e quão seguro é ingeri-lo e também sobre alimentos com base em insetos, em que o fator "nojo" conta muito, diz a professora universitária e investigadora na Egas Moniz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alunos do ensino secundário e superior vão aprender a desconstruir mitos sobre o consumo de produtos de aquacultura e de insetos, num projeto-piloto que visa mudar mentalidades quando as alterações climáticas e a economia pressionam a produção alimentar.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo explica à Lusa Elisabete Matos, responsável pelo projeto-piloto Food4Thought, a iniciativa é financiada pelo institutoa instituição privada de ensino superior Egas Moniz, em Almada (Setúbal), e tem a parceria do laboratório colaborativo para a economia azul B2E &#8211; Blue Bioeconomy CoLAB, bem como a empresa de biotecnologia Thunder Foods, decorrendo, até agosto do próximo ano, na Escola Secundária de Estarreja (distrito de Aveiro), na própria Egas Moniz e ainda na Universidade Politécnica de Santarém.</p>
<p class="text-paragraph">Em cima da mesa estão várias ações que procuram dar mais informação a jovens sobre o peixe de aquacultura e quão seguro é ingeri-lo e também sobre alimentos com base em insetos, em que o fator &#8220;nojo&#8221; conta muito, diz a professora universitária e investigadora na Egas Moniz.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;No caso dos insetos, temos trabalhado muito o lado emocional, porque a maior parte das vezes é mais o nojo que se sente em relação a este produto do que propriamente uma razão lógica, como &#8216;é pouco seguro&#8217; [um mito associado à aquacultura]. É o nojo. Uma coisa são as nossas decisões lógicas, outra são as reações emocionais&#8221;, explica a investigadora.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo Elisabete Matos, depois de inquéritos, &#8216;focus group&#8217; e de trabalho académico, sairá um jogo de tabuleiro, em formato &#8216;escape room&#8217;, sobretudo indicado para jovens adultos, com técnicas &#8220;de pedagogia, como gamificação e aprendizagem ativa&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Como é que podemos fazer perguntas e exigir mais informação no supermercado sem saber o básico? Tem sido curioso, desafiante, muito interessante. (&#8230;) Só falando sobre isto, e tornando isto um assunto que não é tabu, mas que se discute em todo o lado e que é assunto comum, é que vamos começar a ficar menos sensíveis a esta questão. Por um lado, exposição e comunicação. Por outro lado, há três tipos de pessoas. Aquelas que dizem &#8216;nunca, jamais&#8217;, outras que têm imensa abertura a experimentar, e as pessoas que olham com um olhar algo desconfiado&#8221;, conta.</p>
<p class="text-paragraph">Como estes jovens &#8220;vão em breve tomar decisões nos supermercados sobre a sua alimentação, e ainda têm idade para absorver conhecimentos&#8221;, o projeto pretende mudar mentalidades numa altura em que as alterações climáticas e decisões económicas a nível macro pressionam a agricultura, a pesca e a produção alimentar, sobretudo no que toca à proteína, seja para consumo humano ou animal.</p>
<p class="text-paragraph">
<p class="text-paragraph">
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projetos distinguidos pelo Prémio Gulbenkian para a Humanidade replicados em vários países</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/projetos-distinguidos-pelo-premio-gulbenkian-para-a-humanidade-replicados-em-varios-paises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 08:08:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Prémio Gulbenkian para a Humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação está, neste momento, interessada em perceber se é possível criar uma rede entre os vencedores, por forma a estimular parcerias, disse à agência Lusa o diretor do Programa de Sustentabilidade e Equidade da Gulbenkian, Luís Jerónimo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">O prémio Gulbenkian para a Humanidade, cujo vencedor da sétima edição será conhecido na quarta-feira, distinguiu já iniciativas em várias partes do mundo, com projetos que ganharam escala e estão a ser replicados noutros países.</p>
<p class="text-paragraph">A Fundação está, neste momento, interessada em perceber se é possível criar uma rede entre os vencedores, por forma a estimular parcerias, disse à agência Lusa o diretor do Programa de Sustentabilidade e Equidade da Gulbenkian, Luís Jerónimo.</p>
<p class="text-paragraph">“O feedback que temos vindo a receber é que estas organizações, após o prémio, começaram a trabalhar de uma forma muito mais próxima do que até então e reconhecem que foi muito importante a proximidade que o prémio permitiu dar ao trabalho que fazem, são temas diferentes, mas bastante complementares”, sustentou o responsável da Gulbenkian, em entrevista à Lusa, em vésperas da atribuição de mais um prémio.</p>
<p class="text-paragraph">Em 2024, o júri, presidido pela ex-chanceler alemã Angela Merkel, reconheceu a importância das práticas regenerativas, em termos de agricultura, na sustentabilidade dos solos, na comunidade de Handhra Pradesh, na Índia.</p>
<p class="text-paragraph">“Este era um projeto que na altura se circunscrevia a um estado na Índia e neste momento já escalou, não só em termos nacionais, noutros estados na Índia, como já está em processo de replicação na Zâmbia, no Sri Lanka, noutros países interessados, como o caso do Brasil”, revelou Luís Jerónimo.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com o mesmo responsável, esta é também uma alavanca de empoderamento das mulheres em comunidades tradicionalmente patriarcais. “Uma das agricultoras que aqui esteve connosco, em 2024, quando do reconhecimento do prémio, é quem está a liderar o processo de replicação no Sri Lanka. Isto é só um exemplo, sublinhou.</p>
<p class="text-paragraph">Para Luís Jerónimo, mais do que um ponto de chegada, o prémio é um “ponto de partida” para um trabalho de acompanhamento que permite aferir e multiplicar o impacto no terreno.</p>
<p class="text-paragraph">No mesmo ano, foi distinguido um projeto no Egito, em áreas semelhantes, mas focado na formação de agricultores de todo o mundo nas novas práticas de agricultura regenerativa biodinâmica.</p>
<p class="text-paragraph">“O prémio permitiu-lhe quadruplicar a capacidade de formação nestas áreas e hoje já formou mais de 25.000 agricultores de todo o mundo”, referiu Luís Jerónimo.</p>
<p class="text-paragraph">Ao longo das seis edições, houve 11 premiados. A primeira distinguida, em 2020, foi a ativista Greta Thunberg, que distribuiu o prémio, no valor de um milhão de euros, por 12 organizações da sociedade civil que se encontravam na linha da frente do combate às alterações climáticas, em várias partes do mundo.</p>
<p class="text-paragraph">“Ela não ficou com o prémio, redistribuiu-o por organizações um pouco por todo o mundo. Foram apoios muito dirigidos para situações de algumas catástrofes naturais que tinham acontecido após o recebimento do prémio”, recordou.</p>
<p class="text-paragraph">Lançado em 2020, com o objetivo de reconhecer e acelerar iniciativas de ação climática com resultados reconhecidos em benefício das pessoas e do planeta, o prémio contemplou também o trabalho de uma coligação de autarcas na área do clima e da energia, o que permitiu desenvolver projetos nos Camarões e no Senegal.</p>
<p class="text-paragraph">“No Senegal, permitiu melhorar a gestão da água em sete cidades. Nos Camarões, houve um trabalho muito focado na melhoria da eficiência energética nalgumas localidades”, indicou Luís Jerónimo, ao traçar a geografia do prémio, que chegou igualmente a uma remota comunidade indígena na Indonésia e a uma coligação de organizações com atuação na Antártida.</p>
<p class="text-paragraph">“Pensamos sempre nesta relação entre o impacto no planeta, na parte ambiental, mas também nas pessoas, na componente mais social. E cada vez mais temos de pensar nessa ligação, porque os impactos das alterações climáticas são cada vez mais evidentes, mas não afetam todos por igual. Mais uma vez, são as comunidades mais vulneráveis, mais desfavorecidas, que tiveram menos responsabilidade pelo estado em que temos o planeta, que vão ser as mais afetadas”, afirmou.</p>
<p class="text-paragraph">Além do prémio, à escala global, a Gulbenkian dispõe de um orçamento anual de quatro a cinco milhões de euros por ano para financiar o trabalho de organizações da sociedade civil em Portugal, no âmbito da conservação e recuperação da natureza.</p>
<p class="text-paragraph">As questões do ambiente e da sustentabilidade são encaradas pela Fundação como “um dos maiores desafios” que se colocam hoje às sociedades, em termos globais.</p>
<p class="text-paragraph">“Acreditamos ser absolutamente fundamental que instituições filantrópicas, como a Fundação Calouste Gulbenkian, tenham um papel nessas áreas, nunca pensando nisto como áreas isoladas; ambiente, componente social. Cada vez mais temos de pensar a relação entre elas. Para percebermos melhor, até, a urgência que é trabalharmos as questões da sustentabilidade, temos de pensar aquilo que são impactos em dimensões sociais”, defendeu Luís Jerónimo.</p>
<p class="text-paragraph">“As alterações climáticas estão a ter um impacto muito grande nas condições de saúde”, justificou, ao lembrar que Portugal se insere numa das regiões mais exposta ao risco: “A Europa é a zona do globo que está a aquecer de forma mais acelerada, alertou.</p>
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		<title>Crianças e gatos. Cuidados e educação podem torná-los os melhores amigos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/criancas-e-gatos-cuidados-e-educacao-podem-torna-los-os-melhores-amigos-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 15:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[gatos]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Nem sempre é vista com bom olhos a convivência entre crianças e gatos. O medo do animal magoar a criança muitas das vezes fala mais alto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nem sempre é vista com bom olhos a convivência entre crianças e gatos. O medo do animal magoar a criança muitas das vezes fala mais alto e evita-se o contacto entre eles. Levando até a comportamentos extremos de se abandonar o felino.</p>
<p>Obviamente que terão de ser tomados alguns cuidados para que seja proporcionado o bem-estar a ambos, e para que a sua convivência seja pacifica, mas não é uma tarefa difícil ou impossível.</p>
<p>Por norma os gatos domésticos são animais sociais e completamente capazes de criar laços com crianças ou adultos, mas não devemos esquecer que que são inseguros e assustadiços por instinto, pelo que se deverá ter em atenção situações de stress para os felinos.</p>
<p>Muitas vezes as brincadeiras das crianças podem ser altamente energéticas e provocar situações de stress para o gato, mas lembre-se que o gato tem o instinto de fugir, e só atacará se estiver completamente encurralado e sem forma de fugir.</p>
<p>O acto de tentar agarrar o gato é intrínseco das crianças pois estas tendem a confundir os pequenos felinos com brinquedos, cabe-lhe a si ensinar-lhes que um gato não é um brinquedo, e que não devem tentar agarrá-lo ou tratá-lo mal.<br />
Ensinar a criança a chamar o gato com tranquilidade, possivelmente tentando captar a sua atenção com uma guloseima ou um brinquedo que o animal goste particularmente, é uma das tarefas mais árduas, mas uma vez conseguida a convivência entre ambos será prazerosa.</p>
<p>Não deverá esquecer que os gatos possuem unhas afiadas e dentes. As brincadeiras dos felinos passam muitas vezes por ferrar o dente em mão alheia ou tentar “caçar” um pé descalço, o que poderá provocar alguns arranhões incómodos.</p>
<p>Uma forma de evitar estes percalços é encontrar brincadeiras para a criança e o gato que não envolva muito contacto directo. Por exemplo bolas que saltam ou outros objectos que o gato consiga perseguir são bons brinquedos para entreter crianças e gatos.</p>
<p>Quanto mais estiverem entretidos com estes jogos menos probabilidade existe de a criança tentar agarrar o gato á força ou deste tentar caçar uma perna desprotegida.</p>
<p>A convivência entre crianças e gatos é possível e fácil, cabe-lhe a si proporcionar bom ambiente para que se possam relacionar.</p>
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		<title>Prémio Inovação Social atribui 20 mil euros a projetos que estão a mudar a Educação em Portugal</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/premio-inovacao-social-atribui-20-mil-euros-a-projetos-que-estao-a-mudar-a-educacao-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 07:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Prémio Inovação Social]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta edição, o Prémio traz duas novidades. A primeira é o alinhamento com a Carta pelo Futuro da Educação, criada no âmbito da iniciativa Horizontes da Educação. Procuram-se projetos que respondam a desafios como a aprendizagem ao longo da vida, as competências do futuro, a literacia, a educação para a sustentabilidade ou a aproximação entre a educação e o mundo do trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Santander Portugal abriu as candidaturas ao Prémio Inovação Social, este ano dedicado ao Futuro da Educação. O objetivo é encontrar e apoiar organizações que já estão no terreno a desenvolver soluções inovadoras para desafios educativos e ajudá-las a crescer, ganhar escala e aumentar o seu impacto, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, nesta edição, o Prémio traz duas novidades. A primeira é o alinhamento com a <a href="https://horizontesdaeducacao.pt/carta/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Carta pelo Futuro da Educação</strong></a>, criada no âmbito da iniciativa Horizontes da Educação. Procuram-se projetos que respondam a desafios como a aprendizagem ao longo da vida, as competências do futuro, a literacia, a educação para a sustentabilidade ou a aproximação entre a educação e o mundo do trabalho.</p>
<p>A segunda é o reforço do apoio dado às organizações. Para além de 20.000 euros em prémios: 10.000 euros para o 1.º lugar e 5.000 euros para cada um dos 2.º e 3.º lugares, os candidatos terão acesso a um programa de capacitação e os vencedores a mentoria especializada junto de um ecossistema de especialistas e parceiros ligados à inovação social.</p>
<p>“A educação enfrenta desafios que exigem novas respostas. Com este Prémio queremos apoiar quem já está no terreno a encontrá-las, dando aos projetos não só reconhecimento, mas também ferramentas para crescerem e ampliarem o seu impacto. Ao alinharmos esta edição com a Carta pelo Futuro da Educação, estamos a transformar uma visão para o futuro em apoio concreto a quem já está a fazer acontecer”, refere Inês Rocha de Gouveia, Presidente da Fundação Santander Portugal.</p>
<p>Podem candidatar-se organizações sociais, empresas e <em>startups</em> legalmente constituídas, com atividade em Portugal, que tenham soluções já validadas e potencial de crescimento sustentável. O regulamento está disponível em <a href="https://premioinovacaosocial.pt/" target="_blank" rel="noopener">https://premioinovacaosocial.pt/</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nova Guiné: a ilha com a mais diversificada flora no mundo</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/nova-guine-a-ilha-com-a-mais-diversificada-flora-no-mundo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 10:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Guiné]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo publicado na Nature refere a presença de mais de 14 mil espécies de plantas na região, das quais 68% são endémicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ilha de Nova Guiné localiza-se no Oceano Pacífico e é a segunda maior do mundo, com cerca de 700 línguas nativas. Distingue-se pela grande diversidade de fauna e flora, e pelas culturas e tradições das suas tribos.</p>
<p>Um estudo publicado na Nature, da Universidade de Zurique, indica que esta é a ilha mais rica em flora no mundo, com mais 20% de espécies que Madagáscar e o Bornéu. A equipa de 99 cientistas de 56 instituições e 19 países criou a primeira lista verificada com 13.634 espécies de plantas vasculares da Nova Guiné e ilhas vizinhas. Foram catalogados 1742 géneros e 264 famílias de plantas, das quais 68% das espécies são endémicas.</p>
<p>Michael Kessler, um dos autores do estudo, afirma que este número ainda vai crescer:<em>“Estimamos que nos próximos 50 anos, 3000 a 4000 espécies vão ser adicionadas”</em>.</p>
<p>Os especialistas referem que a dificuldade em criar este catálogo estava sobretudo no facto dos cientistas estudarem de forma individual e independente as plantas da ilha.</p>
<p>Rodrigo Cámara-Leret, investigador e autor do estudo, explica<em> “Esta alta riqueza de espécies endémicas é incomparável na Ásia tropical. O que significa que a Indonésia e a Papua Nova Guiné, os dois estados em que a ilha está dividida, têm uma responsabilidade única pela sobrevivência desta biodiversidade insubstituível.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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