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	<title>Green Savers &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Thu, 27 Aug 2026 07:49:34 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Green Savers &#8211; Green Savers</title>
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	<item>
		<title>Águas mais quentes atraem milhares de baleias para a costa da Gronelândia</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/aguas-mais-quentes-atraem-milhares-de-baleias-para-a-costa-da-gronelandia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[baleias]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[gronelândia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Alterações na temperatura do oceano e na extensão do gelo marinho estão a levar milhares de baleias a concentrar-se no leste da Gronelândia, onde encontram uma nova abundância de alimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aquecimento das águas e a redução do gelo marinho estão a transformar o ecossistema marinho do leste da Gronelândia, atraindo concentrações excecionalmente elevadas de três espécies de baleias de barbas. Um <a href="https://www.frontiersin.org/journals/marine-science/articles/10.3389/fmars.2026.1839547/full" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> publicado na revista <em>Frontiers in Marine Science</em> estima que cerca de 16 mil baleias-comuns, baleias-de-bossa e baleias-anãs possam passar o verão nesta região, onde se concentram para se alimentar de capelim.</p>
<p>“Mostramos aqui que o aumento das temperaturas do oceano e a diminuição da cobertura de gelo marinho facilitaram a presença generalizada de baleias de barbas ao longo da costa leste da Gronelândia, até aos 70° de latitude norte”, afirma Mads Peter Heide-Jørgensen, do Greenland Institute of Natural Resources. Segundo o investigador, esta alteração deu origem a concentrações regulares de baleias-comuns, baleias-de-bossa e baleias-anãs a alimentar-se em conjunto, espécies que historicamente eram observadas apenas raramente nas águas costeiras do leste da Gronelândia.</p>
<p>O Ártico e o Atlântico Norte estão entre as regiões que aquecem mais rapidamente no planeta. A temperatura da superfície do mar a leste da Gronelândia aumentou cerca de 2 °C desde a década de 1990 e, a partir de meados dos anos 2000, o limite do gelo marinho no verão recuou significativamente para norte, reduzindo a extensão do gelo ao longo da costa oriental da ilha.</p>
<p><strong>Uma mudança observada ao longo de décadas</strong></p>
<p>Para acompanhar esta transformação, os investigadores realizaram os primeiros levantamentos sistemáticos aéreos de baleias de barbas até 50 quilómetros da costa leste da Gronelândia, em agosto de 2015 e 2024. A estes dados juntaram observações aéreas realizadas em 2022, relatos de caçadores inuítes recolhidos entre 2023 e 2025, registos de navios que participaram em campanhas de observação no Atlântico Norte desde 1987 e dados de 15 baleias equipadas com dispositivos de localização por satélite entre 2019 e 2025.</p>
<p>Os investigadores utilizaram ainda um modelo matemático para analisar os dados e relacionar a presença das baleias com fatores como a temperatura da superfície do mar, a salinidade e a concentração de gelo marinho.</p>
<p>Os resultados mostram uma alteração clara entre 1987 e 2024 na presença das três espécies ao longo da costa leste da Gronelândia, a norte dos 60° de latitude norte. As observações de baleias-de-bossa realizadas a partir de navios, por exemplo, só começaram a ser registadas em 2006. Em 2007 foram observados sete animais, em 2015 já eram 26 e, em 2024, o número ultrapassava os 150.</p>
<p>As observações de baleias-anãs também eram reduzidas até meados da década de 1990, mas passaram a registar entre dez e 20 indivíduos por ano depois de 2001. A presença de baleias-comuns aumentou igualmente de forma acentuada desde o início da série de observações.</p>
<p>Em agosto de 2025, uma tripulação de um navio relatou concentrações excecionalmente grandes, com até 50 baleias observadas simultaneamente, ao longo da costa leste, perto dos 69° de latitude norte, já a norte do Círculo Polar Ártico. Os levantamentos aéreos realizados em 2015 e 2024 mostraram, por sua vez, uma distribuição quase contínua das três espécies entre os 60° e os 70° de latitude norte.</p>
<p><strong>O capelim está a mudar de território</strong></p>
<p>Os investigadores estimam que, no verão de 2024, tenham passado pelo Mar da Gronelândia pelo menos 4.000 baleias-de-bossa, 6.000 baleias-comuns e 6.000 baleias-anãs.</p>
<p>“Há poucas dúvidas de que as três espécies de baleias de barbas que passam o verão nas águas costeiras do leste da Gronelândia o fazem sobretudo para se alimentar”, concluem os autores.</p>
<p>A principal razão parece estar num peixe de pequenas dimensões, o capelim, uma espécie adaptada a águas frias e uma das principais presas destas baleias noutras regiões. Estudos recentes indicam que, desde meados dos anos 2000, o capelim deslocou as suas zonas de alimentação das águas relativamente mais quentes a norte da Islândia para o Mar da Gronelândia.</p>
<p>As baleias terão acompanhado esta deslocação, seguindo a nova disponibilidade de alimento para águas que estão a aquecer rapidamente. Até ao momento, não existem pescarias comerciais de capelim nesta região, pelo que a competição direta com a atividade humana não parece constituir uma ameaça imediata.</p>
<p>“Na Gronelândia Oriental está a ocorrer uma grande mudança no regime ecológico. Espécies associadas ao gelo, como os narvais, estão cada vez mais a partilhar o seu habitat com baleias de barbas de águas temperadas, ou a ser deslocadas por estas, uma vez que geralmente evitam águas cobertas de gelo”, afirma Heide-Jørgensen.</p>
<p>Para o investigador, esta alteração na composição das espécies demonstra como as mudanças provocadas pelo clima estão a reorganizar o ecossistema marinho do leste da Gronelândia, podendo ter consequências duradouras.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trump declara emergência nacional para rede elétrica em medida que visa a China</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/trump-declara-emergencia-nacional-para-rede-eletrica-em-medida-que-visa-a-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 17:01:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[rede elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
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					<description><![CDATA[A ordem executiva, que não cita nenhum país, proíbe a compra ou instalação de tais produtos a fornecedores em países sob embargo de armas ou sanções norte-americanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou na quarta-feira o estado de emergência nacional para a rede elétrica, proibindo a compra e instalação de equipamentos de países sob embargo de armas, medida que visa a China sem a nomear.</p>
<p class="text-paragraph">A ordem executiva, que não cita nenhum país, proíbe a compra ou instalação de tais produtos a fornecedores em países sob embargo de armas ou sanções norte-americanas.</p>
<p class="text-paragraph">Nenhum dos países incluídos na lista exporta equipamentos para a rede elétrica dos Estados Unidos, com exceção da China.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;O objetivo é proteger a rede e os sistemas elétricos dos EUA&#8221;, sublinhou fonte da Casa Branca à agência France-Presse (AFP), sem especificar que países seriam designados.</p>
<p class="text-paragraph">Os regulamentos de implementação são esperados dentro de 120 dias.</p>
<p class="text-paragraph">Uma ordem executiva semelhante emitida pelo Presidente Trump em maio de 2020 não nomeou qualquer país, mas a ordem de implementação, emitida sete meses depois, visava explicitamente equipamentos da China.</p>
<p class="text-paragraph">A medida incluía transformadores, inversores, sistemas de armazenamento de baterias e sistemas de automação industrial, bem como software associado e acesso remoto.</p>
<p class="text-paragraph">O secretário de Energia poderá impor condições aos equipamentos já instalados, até a sua remoção.</p>
<p class="text-paragraph">A ordem executiva cita o crescimento dos centros de dados, da inteligência artificial e da produção de defesa, o que aumentou as necessidades de eletricidade dos Estados Unidos.</p>
<p class="text-paragraph">A FCC, o regulador das telecomunicações, tinha restringido a importação de inversores estrangeiros no final de julho, na sequência de uma decisão semelhante da Comissão Europeia em maio.</p>
<p class="text-paragraph">No entanto, uma análise do Departamento de Energia, publicada em janeiro, após a inspeção de 30 inversores chineses, concluiu que não havia provas definitivas de material malicioso oculto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tendências de consumo consciente e exigência de transparência no mercado de CBD</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/tendencias-de-consumo-consciente-e-exigencia-de-transparencia-no-mercado-de-cbd/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 12:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
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					<description><![CDATA[Consumidores informados procuram cada vez mais por escolhas éticas e transparentes no mercado de CBD. As tendências apontam para uma valorização crescente da rastreabilidade, responsabilidade ambiental e critérios claros de seleção de fornecedores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Consumidores informados procuram cada vez mais por escolhas éticas e transparentes no mercado de CBD. As tendências apontam para uma valorização crescente da rastreabilidade, responsabilidade ambiental e critérios claros de seleção de fornecedores. Marcas que apostam em informação técnica e práticas sustentáveis têm ganho destaque entre perfis exigentes.</b></p>
<p>Numa altura em que o consumo consciente é central no debate sobre o futuro do setor, cresce a busca por marcas que se destacam em sustentabilidade e clareza sobre as suas práticas. <a href="https://highsociety.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cbd Online em Portugal</a> ocupa uma posição de referência ao apresentar informação detalhada dos seus produtos e processos, oferecendo acesso transparente a relatórios técnicos, certificações relevantes e políticas ambientais consistentes. A marca destaca-se pelo compromisso com a rastreabilidade e conhecimento das origens, assim como por práticas rigorosas na seleção dos seus parceiros e fornecedores. Adicionalmente, investe em métodos de produção responsáveis e na comunicação aberta com o público, facilitando a comparação de critérios essenciais para consumidores que valorizam qualidade, sustentabilidade e ética. Esta postura contribui para a democratização do acesso a escolhas mais responsáveis, respondendo às tendências atuais do setor e ajudando a estabelecer novos padrões de confiança e diferenciação no mercado do CBD.</p>
<h2>Crescimento do setor desafia padrões de consumo</h2>
<h3>Novos paradigmas para transparência e responsabilidade</h3>
<p>O mercado de CBD tem vindo a crescer de forma significativa, acompanhando o interesse global por escolhas cada vez mais conscientes. Esta expansão coloca novas exigências sobre a clareza da informação fornecida ao cliente e pressiona as empresas a adotar práticas sustentáveis de forma consistente.</p>
<p>Consumidores atentos procuram detidamente detalhes sobre a origem da matéria-prima e os métodos de produção utilizados. Para muitos, a confiança na marca depende tanto da qualidade do produto quanto do compromisso demonstrado na preservação do ambiente e na garantia de uma cadeia de valor ética.</p>
<h2>O que significa tomar decisões informadas neste contexto</h2>
<h3>Criterios que orientam consumidores exigentes</h3>
<p>O conceito de consumo consciente neste setor inclui analisar o impacto ambiental, a ética empresarial e a durabilidade dos itens adquiridos. Os compradores tendem a evitar promessas vagas de benefícios à saúde, focando na responsabilidade das marcas ao longo da cadeia de valor e em informações concretas disponíveis sobre o produto.</p>
<p>Transparência tornou-se critério central: rotulagem clara, partilha da origem dos ingredientes e explicação dos processos de extração são fatores cada vez mais valorizados. Também importa avaliar a pegada de transporte e as opções de embalagens sustentáveis, que frequentemente diferenciam as empresas com autêntico compromisso ambiental e social.</p>
<h2>Rastreabilidade e provas: comparando muito além do preço</h2>
<h3>A importância da documentação e da verificação independente</h3>
<p>Documentação de lote detalhada e resultados de testes laboratoriais independentes integram as expectativas do consumidor informado. O acesso facilitado a relatórios e fichas técnicas permite ao público comparar mais do que preço ou design.</p>
<p>No mercado português, lojas especializadas investem em divulgar informação técnica detalhada, reforçando critérios de seleção de fornecedores e promovendo uma política de embalagens transparente. Destaca-se a valorização de métodos de cultivo rastreáveis, certificações fiáveis e parcerias construídas na confiança e ética. Tal posicionamento contribui para escolhas por produtos responsáveis e mantém o foco na verificação da qualidade e integridade das práticas.</p>
<h2>Critérios editoriais para avaliar marcas de confiança</h2>
<h3>Práticas e requisitos essenciais no segmento de CBD</h3>
<p>Para garantir decisões bem informadas, é fundamental questionar se a marca oferta informações técnicas acessíveis e resultados laboratoriais validados por entidades independentes. Avaliar a clareza sobre a origem, critérios de produção e práticas de sustentabilidade em toda a cadeia é igualmente importante.</p>
<p>É relevante investigar se a empresa adota política de embalagens reutilizáveis ou recicláveis e analisar a transparência quanto a fornecedores e processos logísticos. Tendências atuais indicam que marcas mais abertas e rigorosas nestes aspetos tendem a conquistar maior confiança do público no setor do CBD.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dica sustentável da semana: 7 Dicas para uma alimentação rápida e saudável no verão</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/dica-sustentavel-da-semana-7-dicas-para-uma-alimentacao-rapida-e-saudavel-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 09:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Dica sustentável da semana]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[saudável]]></category>
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					<description><![CDATA[Com algumas escolhas simples, é possível poupar tempo, reduzir o desperdício alimentar e manter uma alimentação saudável durante o verão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com as temperaturas mais elevadas, é natural optar por refeições mais leves e frescas. No entanto, uma alimentação equilibrada não tem de ser a mais demorada nem ter um valor elevado de calorias. Com algumas escolhas simples, é possível poupar tempo, reduzir o desperdício alimentar e manter uma alimentação saudável durante o verão.</p>
<ol>
<li>Privilegiar alimentos da época</li>
</ol>
<p>Fruta e legumes da época são, regra geral, mais frescos, saborosos e económicos. Além disso, tendem a ter uma menor pegada ambiental, por necessitarem de menos recursos para a sua produção e conservação.</p>
<ol start="2">
<li>Planear as refeições da semana</li>
</ol>
<p>Organizar previamente as refeições ajuda a comprar apenas o necessário, evita desperdícios e facilita a preparação de refeições rápidas nos dias mais quentes.</p>
<ol start="3">
<li>Apostar em refeições simples e completas</li>
</ol>
<p>Saladas com leguminosas, massas frias, arroz, ovos, atum, queijo fresco ou frango são opções equilibradas, fáceis de preparar e ideais para os dias de calor. A roda dos alimentos aconselha três a cinco porções de fruta por dia, nomeadamente, optar por frutas da época.</p>
<ol start="4">
<li>Aproveitar as sobras</li>
</ol>
<p>Legumes assados podem transformar-se numa salada, arroz ou massa podem dar origem a uma refeição fria e fruta muito madura pode ser utilizada em batidos, gelados caseiros ou sobremesas.</p>
<ol start="5">
<li>Hidratação ao longo do dia</li>
</ol>
<p>A água deve ser a bebida de eleição. Leve consigo uma garrafa reutilizável e tenha sempre água fresca disponível, especialmente nos dias de maior calor.</p>
<ol start="6">
<li>Conservar corretamente os alimentos</li>
</ol>
<p>As temperaturas elevadas favorecem o desenvolvimento de microrganismos. É importante guardar rapidamente os alimentos no frigorífico ou na geleira, respeitando a cadeia de frio e evitar deixar refeições preparadas à temperatura ambiente durante muito tempo.</p>
<ol start="7">
<li>Evitar compras por impulso</li>
</ol>
<p>Antes de ir às compras, deve fazer uma lista e verificar o que já tem em casa. Desta forma, reduz o desperdício alimentar e controla melhor o orçamento.</p>
<p>Mais do que uma questão de dieta, a alimentação de verão pode ser uma oportunidade para repensar a relação com os alimentos e adotar hábitos mais conscientes. Preparar refeições simples, aproveitar melhor os ingredientes e fazer escolhas informadas permite desfrutar desta época com mais equilíbrio, sem transformar a rotina alimentar numa preocupação adicional. Afinal, comer bem no verão não tem de significar, abdicar do prazer, mas sim encontrar um equilíbrio entre sabor, saúde e responsabilidade.</p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Reduzir o Volume de Resíduos nas Empresas</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/como-reduzir-o-volume-de-residuos-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 10:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma empresa pode continuar a gerar a mesma quantidade de material, em peso ou em unidades, e ainda assim reduzir bastante o espaço físico que esse material ocupa. É aqui que entram processos como a compactação e o enfardamento, que comprimem os resíduos sem alterar a sua natureza ou quantidade real.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Todas as empresas produzem resíduos, mas poucas param para pensar no espaço físico que esses materiais ocupam antes de saírem das instalações. Cartão amontoado, contentores a rebentar pelas costuras: este é um problema operacional que antecede qualquer discussão sobre reciclagem ou sustentabilidade. Reduzir o volume de </span><a href="https://greensavers.sapo.pt/plasticos-esferovite-e-beatas-estao-entre-os-residuos-encontrados-na-praia-das-amoeiras-em-torres-vedras/"><span style="font-weight: 400;">resíduos</span></a><span style="font-weight: 400;"> é um objetivo diferente de produzir menos resíduos, e essa distinção ajuda a entender como tornar a gestão de desperdícios mais eficiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma empresa pode continuar a gerar a mesma quantidade de material, em peso ou em unidades, e ainda assim reduzir bastante o espaço físico que esse material ocupa. É aqui que entram processos como a compactação e o enfardamento, que comprimem os resíduos sem alterar a sua natureza ou quantidade real.</span></p>
<h2><b>Porque é importante reduzir o volume de resíduos nas empresas?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As empresas geram tipos de resíduos muito diferentes dependendo da sua atividade. Um armazém logístico acumula cartão e plástico de embalagem; um escritório produz sobretudo papel; uma unidade de restauração lida com vidro, embalagens e resíduos orgânicos. Cada um destes fluxos tem características próprias, mas todos partilham um problema comum quando o volume não é gerido: ocupam espaço que poderia servir para outra coisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O volume físico dos resíduos cria constrangimentos antes mesmo de saírem do edifício. Áreas de armazenamento ficam sobrecarregadas, a frequência de recolha tem de aumentar, e a movimentação interna de contentores ou sacos torna-se mais trabalhosa. Estes fatores afetam diretamente a organização do espaço de trabalho e, em determinados casos, a própria </span><a href="https://greensavers.sapo.pt/luis-simoes-reforca-compromissos-com-sustentabilidade-direitos-humanos-e-ia-responsavel-em-novo-codigo-de-etica/"><span style="font-weight: 400;">logística de transporte</span></a><span style="font-weight: 400;"> até aos operadores de recolha.</span></p>
<h3><b>Menos volume significa uma utilização mais eficiente do espaço</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Caixas de cartão desmontadas, embalagens plásticas e materiais leves mas volumosos tendem a ocupar espaço de armazenamento muito rapidamente, mesmo quando o peso real é reduzido. Uma zona pensada para outros fins pode, em poucos dias, ficar tomada por resíduos que ainda aguardam recolha. Reduzir o volume ocupado ajuda a libertar esse espaço para outras funções operacionais.</span></p>
<h3><b>A gestão dos resíduos também influencia a operação diária</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A desorganização causada pela acumulação de resíduos tende a refletir-se no tempo que os colaboradores gastam a lidar com eles, na segurança das instalações e na imagem geral do espaço de trabalho. Quando a gestão de resíduos está bem estruturada, reduzem-se estes atritos diários, algo que raramente é considerado quando se pensa apenas na questão ambiental.</span></p>
<h2><b>Que resíduos podem ser mais difíceis de gerir?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não existe uma solução única que sirva todas as empresas, porque os fluxos de resíduos variam consideravelmente de setor para setor. O cartão e o papel, comuns no retalho, na logística e nos escritórios, são relativamente simples de valorizar, mas ocupam um volume considerável quando não são comprimidos, sobretudo em períodos de maior atividade. Os plásticos e outras embalagens leves representam um desafio diferente: mesmo pesando pouco, ocupam um espaço desproporcionado, e materiais como a película plástica ou os copos tendem a espalhar-se e a dificultar a organização dos contentores. Já o vidro e outros resíduos específicos exigem um manuseio mais cuidadoso e, em alguns casos, equipamento dedicado para reduzir riscos de acidentes ou contaminação de outros fluxos, o que costuma pedir mais atenção do que os fluxos convencionais de papel ou plástico.</span></p>
<h2><b>Separar, organizar e compactar: três passos para uma gestão mais eficiente</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma abordagem prática e sustentável à gestão de resíduos passa geralmente por separar os materiais na origem, organizar depois o seu armazenamento e, quando aplicável, compactá-los para reduzir o volume ocupado.</span></p>
<h3><b>A separação na origem facilita a valorização dos materiais</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A separação de resíduos logo no ponto onde são gerados tende a facilitar todo o processo posterior de valorização, embora o resultado final dependa sempre dos sistemas de recolha e reciclagem disponíveis localmente. Uma boa separação de resíduos reduz a contaminação entre fluxos e simplifica o trabalho dos operadores responsáveis pela recolha.</span></p>
<h3><b>O armazenamento organizado reduz a desorganização nas instalações</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Definir zonas específicas para cada tipo de resíduo, com contentores adequados e sinalização clara, ajuda a evitar acumulações desordenadas. Este tipo de organização tende a reduzir o tempo perdido pelos colaboradores e a manter as instalações mais funcionais no dia a dia.</span></p>
<h3><b>A compactação pode reduzir o espaço ocupado pelos resíduos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É neste ponto que a compactação se torna relevante. O material é comprimido, o que reduz o volume físico que ocupa, tornando o armazenamento e o manuseio mais simples. Esta redução de espaço pode facilitar a logística interna e, dependendo das condições contratuais com o operador de recolha, contribuir para uma gestão mais eficiente dos custos de recolha.</span></p>
<h2><b>Quando faz sentido utilizar uma prensa enfardadeira ou um compactador?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A decisão de investir num equipamento de compactação depende de vários fatores: o tipo de resíduo produzido, a quantidade gerada, a frequência de recolha, o espaço disponível nas instalações e a necessidade de manter os materiais separados por fluxo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o volume de cartão e papel é elevado, as prensas enfardadeiras verticais tendem a ser a opção mais considerada, já que comprimem o material em fardos e reduzem substancialmente o espaço ocupado em comparação com cartão simplesmente amontoado. Outros materiais, como plásticos ou resíduos volumosos que não se prestam ao enfardamento, podem beneficiar de compactadores ou equipamentos mais específicos, dependendo do tipo de resíduo em causa. Em qualquer dos casos, um equipamento maior não é automaticamente a melhor escolha: dimensionar a máquina à quantidade real de resíduos produzidos, ao espaço disponível e à frequência de utilização é fundamental para que o investimento faça sentido económico e operacional.</span></p>
<h2><b>Quatro fabricantes de equipamentos de compactação e enfardamento a considerar</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns fabricantes com soluções para diferentes necessidades oferecem enfoques ligeiramente diferentes em termos de materiais, capacidades e perfil de utilização. A tabela seguinte resume algumas opções que podem servir de ponto de partida para empresas que procuram comparar alternativas.</span></p>
<h3><b>Tabela comparativa</b></h3>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Fabricante</b></td>
<td><b>Principal enfoque</b></td>
<td><b>Materiais / aplicações</b></td>
<td><b>Perfil de utilização</b></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">MACFAB</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Prensas enfardadeiras e compactadores, com equipamentos para diferentes necessidades de compactação</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Cartão, papel, plástico e outros fluxos, dependendo do equipamento</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Empresas com diferentes necessidades de compactação</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Bramidan</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Prensas enfardadeiras verticais</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Cartão, papel, película plástica e outros materiais</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Operações de diferentes dimensões, de pequenas a grandes</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Orwak</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Prensas enfardadeiras e compactadores</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Diferentes fluxos de resíduos</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Empresas que procuram reduzir volume e otimizar espaço em instalações com layout condicionado</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">HSM</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Prensas enfardadeiras verticais</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Cartão, papel, película, PET e outros materiais</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Empresas que procuram diferentes capacidades</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os fabricantes com uma gama diversificada de equipamentos encontra-se a</span><a href="https://macfab.pt/" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">macfab.pt</span></a><span style="font-weight: 400;">, que disponibiliza prensas enfardadeiras verticais, compactadores e soluções destinadas a diferentes tipos de resíduos. A gama inclui equipamentos para empresas com necessidades distintas de espaço, volume e tipo de material, permitindo enquadrar a compactação no próprio processo de gestão de resíduos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa indica que os seus equipamentos podem reduzir o volume de resíduos até 90%, valor que a própria fabricante atribui ao desempenho dos seus produtos e que tende a variar conforme o material, o tipo de máquina e as condições de utilização. Além das prensas enfardadeiras, a gama inclui também compactadores de tambor, pequenos compactadores de resíduos e trituradores de vidro, o que permite cobrir diferentes fluxos dentro da mesma instalação e manter as instalações mais organizadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta diversidade de equipamentos é relevante porque poucas empresas produzem um único tipo de resíduo. Ter acesso a soluções para cartão, plástico e vidro dentro da mesma gama pode simplificar a decisão de compra e facilitar a integração da compactação na organização diária do espaço.</span></p>
<h2><b>O que considerar antes de escolher um equipamento de compactação?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de avançar para a compra de qualquer equipamento, vale a pena avaliar alguns critérios que determinam se a solução vai realmente resolver o problema em causa. O ponto de partida é sempre o tipo e a quantidade de resíduos produzidos: um pequeno escritório com poucos quilos de papel por semana tem necessidades muito diferentes de um armazém que gera toneladas de cartão mensalmente. A este fator soma-se o espaço disponível para instalar o equipamento, incluindo a altura do teto, a área de piso e o acesso para carga e descarga dos fardos; em instalações com espaço limitado, máquinas mais compactas tendem a ser a opção mais prática.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A forma como a recolha está organizada, incluindo a frequência das visitas do operador de resíduos e o percurso interno até ao ponto de recolha, influencia diretamente que tipo de equipamento faz sentido instalar e onde, e tem impacto direto nos custos de recolha ao longo do tempo. Por fim, os colaboradores que vão operar o equipamento devem receber formação adequada, com procedimentos de segurança bem definidos, já que um equipamento mal utilizado pode representar riscos que anulam qualquer ganho de eficiência.</span></p>
<h2><b>Como integrar a compactação numa estratégia mais ampla de sustentabilidade?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A compactação é uma ferramenta operacional. Por si só, não constitui uma estratégia de sustentabilidade, e faz mais sentido enquadrá-la dentro de um plano mais amplo de gestão de resíduos.</span></p>
<h3><b>Reduzir resíduos deve continuar a ser a prioridade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A hierarquia clássica da gestão de resíduos sólidos coloca a redução na origem como primeira prioridade, seguida da reutilização, da reciclagem e, só depois, da gestão do resíduo remanescente. A compactação encaixa-se nesta última etapa: ajuda a gerir melhor o que resta, mas o esforço de produzir menos resíduo à partida continua a ser insubstituível.</span></p>
<h3><b>Medir volumes ajuda a identificar oportunidades de melhoria</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Acompanhar as quantidades geradas por fluxo, a frequência de recolha e as necessidades de armazenamento permite identificar onde estão as maiores oportunidades de melhoria. Muitas empresas recorrem hoje a plataformas e ferramentas de gestão de resíduos sólidos, como o lumiresiduos, para monitorizar estes dados com mais rigor.</span></p>
<h3><b>A eficiência operacional pode complementar os objetivos ambientais</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Ganhar espaço, melhorar a organização e cuidar mais da separação são fatores que tendem a reforçar-se mutuamente. Ainda assim, é importante não sobrevalorizar os ganhos ambientais de qualquer equipamento isolado, já que estes dependem sempre do contexto específico de cada empresa.</span></p>
<h2><b>Erros que podem comprometer uma estratégia de gestão de resíduos</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com boas intenções, algumas decisões podem comprometer os resultados esperados de uma estratégia de gestão de resíduos.</span></p>
<h3><b>Escolher o equipamento apenas pelo preço</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O preço é relevante, mas escolher apenas com base no custo inicial, sem considerar a adequação ao tipo e volume de resíduos, pode levar a um investimento pouco eficiente a médio prazo.</span></p>
<h3><b>Misturar diferentes fluxos de resíduos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Compactar materiais diferentes juntos pode comprometer a valorização posterior, já que muitos processos de reciclagem exigem fluxos separados e sem contaminação.</span></p>
<h3><b>Ignorar o espaço disponível</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Instalar um equipamento sem confirmar previamente as dimensões e condições de acesso do local pode gerar problemas logísticos evitáveis.</span></p>
<h3><b>Não adaptar o equipamento ao volume produzido</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma máquina sobredimensionada representa um investimento desnecessário; uma máquina subdimensionada torna-se rapidamente insuficiente. O equilíbrio correto depende sempre da realidade concreta de cada empresa.</span></p>
<h3><b>Ver a compactação como solução isolada</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez o erro mais comum seja tratar a compactação como se fosse, por si só, uma estratégia de sustentabilidade completa. Sem separação adequada, sem esforços de redução na origem e sem acompanhamento de dados, o equipamento resolve apenas uma parte do problema.</span></p>
<h2><b>Uma gestão mais eficiente começa por conhecer os próprios resíduos</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada </span><a href="https://greensavers.sapo.pt/tribunal-sul-africano-anula-direitos-de-exploracao-da-empresa-britanica-shell/"><span style="font-weight: 400;">empresa</span></a><span style="font-weight: 400;"> tem um perfil de resíduos diferente, e a solução certa depende sempre da combinação entre tipo de material, quantidade gerada, espaço disponível, sistema de recolha e necessidades operacionais do dia a dia. Não existe uma resposta universal, e qualquer estratégia de gestão de resíduos que ignore esta realidade tende a ficar incompleta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A compactação e o enfardamento ajudam a gerir materiais volumosos de forma mais eficiente. Ganha-se espaço, simplifica-se a logística interna, mas o seu verdadeiro valor só se concretiza quando integrados numa estratégia mais ampla, que inclui separação cuidada, redução na origem e acompanhamento regular dos volumes produzidos. Conhecer bem os próprios resíduos continua a ser o primeiro e mais importante passo para qualquer empresa que queira tornar a sua gestão de desperdícios mais eficiente.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Falta de oxigénio na água causa morte de peixes na ribeira de Alcantarilha, em Silves</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/falta-de-oxigenio-na-agua-causa-morte-de-peixes-na-ribeira-de-alcantarilha-em-silves/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 08:49:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[peixes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=303218</guid>

					<description><![CDATA[Em comunicado, a Câmara de Silves, no distrito de Faro, que está a proceder à recolha dos peixes mortos, adianta que as medições realizadas no local pelos técnicos do município e da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) revelaram um nível de oxigénio na água muito abaixo dos valores normais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A falta de oxigénio na água está a causar a mortalidade de peixes na ribeira de Alcantarilha, junto a Armação de Pêra, em Silves, o que levou a autarquia a planear uma operação de renovação da água da ribeira.</p>
<p class="text-paragraph">Em comunicado, a Câmara de Silves, no distrito de Faro, que está a proceder à recolha dos peixes mortos, adianta que as medições realizadas no local pelos técnicos do município e da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) revelaram um nível de oxigénio na água muito abaixo dos valores normais.</p>
<p class="text-paragraph">“O baixo caudal da ribeira de Alcantarilha, associado às temperaturas elevadas e à reduzida renovação da água, criou condições para uma forte diminuição do oxigénio disponível. As medições efetuadas registaram valores próximos dos 10%, quando os níveis normais rondam os 90%”, refere.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com o município, com tão pouco oxigénio disponível, “a água deixa de reunir condições para a sobrevivência dos peixes, podendo também ocorrer a morte e decomposição de algas e outra matéria orgânica”.</p>
<p class="text-paragraph">O município iniciou já a recolha dos peixes mortos, minimizando os incómodos que a sua decomposição poderia provocar, e está preparado para avançar com uma operação de renovação da água da ribeira, logo que seja autorizada pela APA, tendo montado uma operação para a recolha dos peixes mortos.</p>
<p class="text-paragraph">Em paralelo, disponibilizou à APA os meios humanos e mecânicos necessários para abrir temporariamente uma passagem entre a ribeira e o mar, intervenção que permitirá a entrada de água e a sua renovação.</p>
<p class="text-paragraph">No entanto, a operação apenas pode ser realizada durante a maré cheia e depende de autorização da APA, sublinha.</p>
<p class="text-paragraph">Entretanto, a APA aguarda os resultados das análises microbiológicas realizadas à água antes de autorizar a abertura da ribeira, que deverão ser conhecidos hoje.</p>
<p class="text-paragraph">“O Município de Silves tem os meios necessários de prevenção e está preparado para avançar com a intervenção assim que exista autorização para o fazer e se verifiquem as condições de maré necessárias”, indica.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Descarregar Ginja Casino e começar a jogar – o que saber antes do primeiro lançamento</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/descarregar-ginja-casino-e-comecar-a-jogar-o-que-saber-antes-do-primeiro-lancamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 15:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=303119</guid>

					<description><![CDATA[Como o site oficial do Ginja Casino combina milhares de jogos e pagamentos convenientes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns casinos gastam todo o orçamento em publicidade e esquecem a conveniência. O Ginja segue outro caminho: a plataforma funciona de forma estável, os pagamentos estão cobertos por MB Way e cripto, e o catálogo ultrapassou os 4000 jogos. O registo através do site oficial do Ginja Casino demora alguns minutos, após os quais se abre acesso completo a slots, casino ao vivo e sportsbook.</p>
<p>O endereço <a href="https://ginjacasino-official.com/" target="_blank" rel="noopener">ginjacasino-official.com</a> conduz à versão atual da plataforma – vale a pena aceder por lá para não cair em cópias de phishing, das quais há muitas no setor.</p>
<p>O catálogo cobre diferentes formatos. Slots da NetEnt, BGaming e Amatic, mesas ao vivo da Evolution Gaming e Pragmatic Play Live, secção de jogos instantâneos com títulos crash e arcades – tudo isto está disponível numa única conta. O programa bónus do Ginja Casino oferece três propostas de boas-vindas diferentes: para casino, sportsbook e jogos instantâneos. Depois conecta-se o G Store – para lá vão os pontos de fidelidade, que depois se trocam por rodadas grátis e apostas.</p>
<p>É melhor completar a verificação logo após o registo – isso irá acelerar o primeiro levantamento com levantamento e eliminar questões com valores maiores. O serviço de suporte funciona 24 horas por chat, email e Telegram em português e inglês.</p>
<h2>Espelho Ginja Casino – como aceder ao site se o endereço principal estiver indisponível</h2>
<p>Quando o endereço principal não abre temporariamente, o espelho Ginja Casino resolve o problema sem perda de dados e saldo. O espelho é uma cópia completa da plataforma noutro domínio, que funciona de forma idêntica ao original. O link atual para hoje é publicado nos canais oficiais: Telegram, WhatsApp e na página de suporte.</p>
<p>Para jogue no Ginja Casino através do espelho, basta aceder pelo link atual e entrar com os mesmos dados. Não é necessário configurar nada adicionalmente – jogos, bónus, histórico de transações e limites de jogo responsável ficam guardados na totalidade.</p>
<p>O acesso móvel através do espelho funciona em Android e IOS pelo navegador. Não é necessário descarregar a aplicação – o site está adaptado para telemóvel e mantém ligação estável mesmo em 4G. Os comentários dos jogadores em plataformas independentes confirmam: o espelho comporta-se de forma idêntica ao site principal, sem atrasos nem perdas de sessão.</p>
<p>O jogo por dinheiro real através do espelho não difere em nada do site principal. Os mesmos métodos de levantamento, os mesmos prazos de processamento, os mesmos bónus ativos. Se for necessário contornar o bloqueio rapidamente – o espelho resolve essa questão sem ações desnecessárias. Para novos jogadores está disponível o registo gratuitamente diretamente pelo endereço espelho, e o primeiro depósito conta no âmbito da oferta de boas-vindas padrão.</p>
<p>A secção de jogo responsável está disponível também através do espelho:</p>
<ul>
<li>Limites de depósito para controlo de gastos.</li>
<li>Pausa ou autoexclusão através das definições da conta.</li>
<li>Contactos de organizações de ajuda em caso de jogo problemático.</li>
</ul>
<p>Estas ferramentas funcionam independentemente do endereço pelo qual se fez o acesso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quatro estratégias para reduzir o impacto do ar condicionado no verão</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/quatro-estrategias-para-reduzir-o-impacto-do-ar-condicionado-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 06:02:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[ar-condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[impacto]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=302613</guid>

					<description><![CDATA[Consumo associado ao arrefecimento pode representar 40% da fatura de eletricidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num período em que as temperaturas elevadas fazem disparar o consumo de eletricidade nas habitações portuguesas, o Manie alerta para o impacto crescente dos equipamentos de climatização e reforça a importância de uma gestão mais eficiente dos contratos de energia. O ar condicionado, em particular, pode pesar entre 30% a 40% da fatura elétrica quando utilizado diariamente, tornando-se um dos principais fatores de pressão no orçamento das famílias.</p>
<p>Perante este cenário, pequenas decisões no dia a dia podem fazer a diferença. O Manie identifica quatro estratégias simples que ajudam a reduzir o impacto do uso do ar condicionado sem comprometer o conforto nas casas:</p>
<ul>
<li><strong>Ajustar a temperatura de forma eficiente</strong></li>
</ul>
<p>Definir temperaturas demasiado baixas face ao exterior aumenta significativamente o consumo energético. A recomendação passa por manter o ar condicionado entre os 24ºC e os 26ºC, um intervalo que assegura conforto térmico sem sobrecarregar o equipamento. Cada grau abaixo deste nível pode representar um aumento de cerca de 5% a 7% no consumo, sem arrefecer a casa mais depressa.</p>
<ul>
<li><strong>Dar prioridade a horários de menor custo energético</strong></li>
</ul>
<p>O momento em que se utiliza o ar condicionado tem impacto direto na fatura. Ligar o equipamento ao final do dia, quando a procura energética é mais elevada, pode traduzir-se em custos superiores. Sempre que possível, antecipar a utilização para períodos como a tarde ajuda a reduzir esse impacto. Em contratos com tarifa bi-horária poderá ainda compensar a utilização nas horas de vazio, quando o custo da eletricidade é mais baixo, permitindo arrefecer a casa de forma mais económica.</p>
<ul>
<li><strong>Reduzir o esforço do equipamento através de medidas simples</strong></li>
</ul>
<p>Pequenas ações no espaço fazem diferença no desempenho do ar condicionado. Manter portas e janelas fechadas durante o funcionamento, baixar estores nas horas de maior exposição solar e garantir a limpeza regular dos filtros são medidas que podem melhorar significativamente a eficiência. Filtros sujos, por exemplo, podem aumentar o consumo energético até cerca de 30%. Sempre que disponível a utilização do modo automático permite ajustar o funcionamento do equipamento de forma mais eficiente, evitando arranques constantes e reduzindo consumos desnecessários.</p>
<ul>
<li><strong>Combinar eficiência de consumo com um contrato ajustado</strong></li>
</ul>
<p>Para além do uso de equipamentos, o tipo de tarifário contratado continua a ser um fator determinante. Muitos consumidores mantêm contratos desajustados aos seus hábitos, o que amplifica o peso do consumo sazonal. Soluções como o AutoSwitch do Manie permitem acompanhar o mercado e garantir automaticamente o contrato mais vantajoso, alinhado com o perfil real de consumo.</p>
<p>“Muitas famílias concentram-se apenas na redução do consumo, mas esquecem-se de que podem estar a pagar mais do que deviam pelo mesmo nível de utilização. O nosso foco é garantir que cada consumidor tem sempre o contrato mais ajustado ao seu perfil, sem esforços”, explica João Melo, cofundador do Manie. “Quando combinamos uma utilização mais eficiente dos equipamentos com uma escolha otimizada do tarifário, é possível alcançar verdadeiras poupanças, que podem rondar os 20 a 30 euros por mês.”</p>
<p>Num contexto de maior pressão sobre o consumo doméstico, pequenas mudanças de comportamento, aliadas a soluções tecnológicas de otimização, podem fazer uma diferença significativa na fatura ao final do mês.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novos horários da eletricidade: não mudar os hábitos pode custar até 1000 euros por ano</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/novos-horarios-da-eletricidade-nao-mudar-os-habitos-pode-custar-ate-1000-euros-por-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 10:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[horários]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[novos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=302608</guid>

					<description><![CDATA[As alterações aos períodos horários da eletricidade aprovadas pela ERSE só começam a ser aplicadas aos consumidores domésticos em 2027. No entanto, segundo uma simulação realizada pela Selectra, uma família portuguesa com tarifa bi-horária ou tri-horária poderá ver a sua fatura aumentar caso continue a utilizar os equipamentos de maior consumo nas mesmas horas do dia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma simulação da Selectra mostra que uma família portuguesa poderá pagar até 1000 € por ano a mais se mantiver os mesmos hábitos de consumo quando os novos períodos horários da eletricidade entrarem em vigor, em 2027.</p>
<p>As alterações aos períodos horários da eletricidade aprovadas pela ERSE só começam a ser aplicadas aos consumidores domésticos em 2027. No entanto, segundo uma simulação realizada pela Selectra, uma família portuguesa com tarifa bi-horária ou tri-horária poderá ver a sua fatura aumentar caso continue a utilizar os equipamentos de maior consumo nas mesmas horas do dia.</p>
<p>Por outro lado, adaptar esses consumos aos novos períodos mais económicos poderá representar uma poupança significativa ao longo do ano.</p>
<p><strong>O que muda em 2027? </strong></p>
<p>As alterações aprovadas pela ERSE aplicam-se apenas aos consumidores com tarifas bi-horárias e tri-horárias.</p>
<p>Na tarifa bi-horária, o período de vazio passa a começar às 22h30, em vez das 22h00, prolongando-se até às 8h30.</p>
<p>Na tarifa tri-horária, as horas de ponta deixam de existir durante a manhã e passam a concentrar-se sobretudo entre as 17h30 e as 21h30, período em que a eletricidade será mais cara. Os consumidores com tarifa simples não serão afetados.</p>
<p><strong>Os equipamentos que podem fazer a diferença </strong></p>
<p>Para reduzir o impacto das novas regras, a Selectra recomenda programar, sempre que possível, os equipamentos de maior consumo para os novos períodos de vazio, como:</p>
<p>● Carregamento do carro elétrico;</p>
<p>● Máquina da roupa;</p>
<p>● Máquina da loiça;</p>
<p>● Termoacumulador;</p>
<p>● Bomba da piscina.</p>
<p>Deslocar estes consumos para os horários mais económicos poderá representar uma poupança de 900 € por ano, dependendo do perfil de consumo de cada habitação.</p>
<p>Recomendações da Selectra</p>
<p>Antes da entrada em vigor das novas regras, a Selectra recomenda aos consumidores:</p>
<p>● Confirmar se têm uma tarifa simples, bi-horária ou tri-horária;</p>
<p>● Verificar se a tarifa contratada continua a ser a mais vantajosa;</p>
<p>● Programar os equipamentos de maior consumo para os novos períodos de vazio;</p>
<p>● Comparar regularmente as ofertas dos comercializadores.</p>
<p>Embora os novos períodos horários só entrem em vigor em 2027, a Selectra recomenda que os consumidores comecem desde já a conhecer o seu perfil de consumo e a avaliar se a tarifa contratada continua a ser a mais adequada. Adaptar pequenos hábitos, como programar os equipamentos de maior consumo para os horários mais económicos, poderá fazer a diferença na fatura quando as novas regras entrarem em vigor.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ammaia, uma cidade perdida no Alentejo</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/ammaia-uma-cidade-perdida-do-alentejo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 07:55:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[Ammaia]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=199755</guid>

					<description><![CDATA[A cidade romana de Ammaia, ficou perdida no vale da Aramanha, no Alentejo e só foi redescoberta no século passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre a população local os vestígios romanos são conhecidos desde sempre, mas só no princípio do século passado se começou a perceber que aquilo que estava enterrado no Vale da Aramanha era uma cidade Romana.</p>
<p>Construída de raiz no século I DC alcançou o seu esplendor nos anos seguintes. A partir do século IX desaparecem as referências à cidade como urbe habitada. As suas pedras serviram para construir outros lugares e monumentos.</p>
<p>Da antiga cidade sobrava um mito, até que no princípio do século XX surgiram indícios fortes que indiciavam a existência de uma cidade de grande dimensão naquela zona. A meio do século concretizaram-se as primeiras escavações e na última década intensificaram-se os trabalhos que recorrem também a novas tecnologias.</p>
<p>Os arqueólogos conhecem hoje o desenho e a arquitetura de Ammaia, graças a uma tecnologia que permitiu radiografar toda a área. Os trabalhos de exploração, geridos por uma fundação privada, prometem trazer mais revelações sobre esta cidade que conta a história do poder romano e da sua decadência na Península Ibérica.</p>
<p>As escavações arqueológicas que foram efetuadas até ao momento foram realizadas em locais onde as ruínas indicavam a presença de construções de período romano (ou, possivelmente, de períodos mais tardios).</p>
<p>Estas estruturas são principalmente partes da muralha desta antiga cidade romana, com as suas torres e uma porta na zona sul, que exibe vestígios de áreas residenciais. Outra zona muito explorada é uma praça monumental que se encontrava pavimentada, e uma importante via, chamada Cardo Maximus, que seguia diretamente para a zona central da cidade, o Fórum.</p>
<p>Existem também ruínas de uma zona habitacional na área onde se encontra a antiga habitação da Quinta do Deão, que alberga agora um museu onde poderá ver algumas das relíquias encontradas até hoje em Ammaia.</p>
<p>Para além destes locais, pode-se ver também vestígios de umas termas públicas e do fórum, este último com o podium de um templo ainda parcialmente preservado, podendo-se ver também paredes de um pórtico que circundava o templo na época de seu esplendor.</p>
<p>Na sua época, Ammaia, que se encontrava na província romana da Lusitânia, possuía um território administrativo do qual fazia parte grande parte do atual distrito de Portalegre e que se estendia também para território que hoje pertence a Espanha.</p>
<p>Durante o século IV, Ammaia foi sistematicamente reconstruída e os seus espaços restaurados. No entanto, entre os séculos V e IX, Ammaia foi caindo em declínio, tendo ficado despovoada.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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