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	<title>GS Studio &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Thu, 12 Mar 2026 10:56:30 +0000</lastBuildDate>
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	<title>GS Studio &#8211; Green Savers</title>
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		<title>Automatizar processos digitais de forma eficiente para reduzir custos e impacto ambienta</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/automatizar-processos-digitais-de-forma-eficiente-para-reduzir-custos-e-impacto-ambienta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 20:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[Em tempos de transformação digital, as empresas procuram formas de optimizar as suas operações e reduzir despesas sem comprometer a qualidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em tempos de transformação digital, as empresas procuram formas de optimizar as suas operações e reduzir despesas sem comprometer a qualidade. A automação de processos digitais surge como uma solução prática; permite que tarefas repetitivas sejam executadas com mais rapidez e precisão, libertando recursos humanos para actividades estratégicas e diminuindo o consumo de papel e energia.</span></p>
<p><b>Como identificar processos que podem ser automatizados</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de implementar qualquer ferramenta, é importante mapear os fluxos de trabalho da empresa. Processos repetitivos, como envio de e-mails, actualização de folhas de cálculo ou acompanhamento de encomendas, são bons candidatos para automação. Neste ponto, soluções como o</span><a href="https://www.ovhcloud.com/pt/vps/vps-n8n/" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">VPS n8n</span></a><span style="font-weight: 400;"> podem ser integradas; permitem ligar diferentes aplicações e executar tarefas automaticamente, sem necessidade de intervenção manual constante. A poupança de tempo traduz-se directamente em redução de custos operacionais e impacto ambiental, já que menos recursos físicos e electrónicos são utilizados.</span></p>
<p><b>Escolher ferramentas que se adaptem à realidade da empresa</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nem todas as ferramentas de automação funcionam para qualquer tipo de operação. É essencial seleccionar software que se integre bem com os sistemas existentes, oferecendo flexibilidade e escalabilidade. VPS n8n, por exemplo, é compatível com várias plataformas e permite criar fluxos personalizados, ajudando empresas de diferentes dimensões a alcançar resultados consistentes. Investir em soluções adequadas evita retrabalho e garante que a automação realmente produza eficiência, sem criar novas complicações.</span></p>
<p><b>Garantir a manutenção e actualização constante</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Automatizar processos não significa configurar uma ferramenta e esquecê-la. Os sistemas precisam de manutenção regular, actualizações de segurança e ajustes para acompanhar mudanças nas operações. As equipas responsáveis devem monitorizar os fluxos de trabalho e corrigir falhas rapidamente. Isto garante que a automação continue a trazer benefícios financeiros e ambientais a longo prazo, evitando desperdícios de energia ou recursos devido a erros não detectados.</span></p>
<p><b>Formar a equipa para trabalhar com automação</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com</span><a href="https://mintforpeople.pt/noticias/automacao-vs-robotica-diferencas-e-complementos/" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">processos automatizados</span></a><span style="font-weight: 400;">, a participação humana continua a ser essencial. É preciso capacitar os colaboradores para utilizar as ferramentas correctamente e interpretar os resultados gerados. A automação liberta tempo, mas exige que a equipa saiba tomar decisões com base nos dados processados; sem esta preparação, os benefícios podem ser menores do que o esperado. Formação simples pode aumentar a eficiência e reduzir erros, reforçando a poupança de recursos e a diminuição do impacto ambiental.</span></p>
<p><b>Mensurar resultados de forma objectiva</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que a automação seja considerada eficiente, é necessário acompanhar indicadores de desempenho. Custos reduzidos, menor consumo de materiais, tempo economizado e impacto ambiental mais baixo são métricas que ajudam a avaliar o sucesso da implementação. Esta análise permite ajustes contínuos, tornando os processos ainda mais eficientes e garantindo que os objetivos financeiros e ambientais sejam alcançados.</span></p>
<p><b>Planear a expansão da automação gradualmente</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Começar com processos-chave ajuda a demonstrar resultados rapidamente e facilita a adaptação da equipa. Depois, a automação pode ser expandida para áreas complementares, mantendo sempre o foco na eficiência e na redução de desperdícios. Planear a expansão gradualmente evita</span><a href="https://expresso.pt/semanario/economia/o-ceo-e-o-limite/2026-02-19-ia-pode-gerar-sobrecarga-para-os-trabalhadores-dfac22a6" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">sobrecarga tecnológica</span></a><span style="font-weight: 400;"> e garante que cada etapa seja realmente benéfica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A automação de processos digitais, quando feita de forma planejada e estratégica, proporciona redução de custos, menor consumo de recursos e diminuição do impacto ambiental. Com ferramentas adequadas, manutenção constante e formação da equipa, é possível transformar tarefas repetitivas em fluxos eficientes e sustentáveis; o resultado é um ambiente de trabalho mais ágil e consciente.</span></p>
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		<item>
		<title>O papel do CBD na promoção da agricultura sustentável</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/o-papel-do-cbd-na-promocao-da-agricultura-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 10:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[A agricultura sustentável é uma resposta essencial às mudanças climáticas. O cânhamo, utilizado na produção de CBD, destaca-se por seu potencial ecológico. Este artigo explora como o cultivo de cânhamo pode impulsionar práticas agrícolas sustentáveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A agricultura sustentável é uma resposta essencial às mudanças climáticas. O cânhamo, utilizado na produção de CBD, destaca-se por seu potencial ecológico. Este artigo explora como o cultivo de cânhamo pode impulsionar práticas agrícolas sustentáveis.</strong></p>
<p>A agricultura sustentável está se tornando cada vez mais importante no contexto atual de degradação ambiental. Envolve técnicas que respeitam o meio ambiente e preservam os recursos naturais para as gerações futuras. O cânhamo, uma planta versátil usada na produção de CBD, surge como uma cultura promissora. Ao escolher <a href="https://mamakana.pt/" target="_blank" rel="noopener">comprar CBD à Mama Kana</a>, você apoia práticas agrícolas mais ecológicas e sustentáveis.</p>
<h2>Como a agricultura sustentável beneficia o meio ambiente</h2>
<p>A agricultura sustentável não é apenas uma tendência, mas uma necessidade diante dos desafios ambientais globais. Este modelo busca a manutenção da biodiversidade e a redução do impacto negativo das atividades agrícolas no ecossistema. Você pode ver essa abordagem como essencial para preservar solos férteis e garantir um uso eficiente da água.</p>
<p>O cânhamo desempenha um papel crucial neste cenário devido às suas características ecológicas. Seu cultivo não requer pesticidas em larga escala, minimizando a contaminação do solo e das águas subterrâneas. Além disso, o cânhamo é conhecido por melhorar a saúde do solo, contribuindo para a regeneração dos nutrientes e aumentando sua fertilidade.</p>
<h2>Os benefícios ambientais do cânhamo</h2>
<p>Quando se trata de mitigação das mudanças climáticas, o cânhamo oferece uma solução eficaz através da captura de carbono. A planta tem a capacidade única de sequestrar grandes quantidades de CO2 da atmosfera durante seu ciclo de crescimento. Isso resulta em uma redução direta dos gases de efeito estufa, ajudando a combater o aquecimento global.</p>
<p>Além disso, o cultivo de cânhamo promove a biodiversidade ao criar habitats para várias espécies de insetos e aves. Sua presença nas paisagens agrícolas pode atuar como um buffer natural contra pragas, reduzindo ainda mais a dependência de produtos químicos prejudiciais.</p>
<h2>Práticas agrícolas sustentáveis no cultivo de cânhamo</h2>
<p>A implementação de práticas agrícolas sustentáveis no cultivo de cânhamo inclui técnicas como a rotação de culturas e a plantação intercalada. Essas práticas ajudam a manter a saúde do solo e reduzem a erosão, garantindo colheitas mais saudáveis sem recorrer ao uso intensivo de fertilizantes sintéticos.</p>
<p>A rotação de culturas também evita o esgotamento dos nutrientes do solo, enquanto o uso reduzido de pesticidas protege os organismos benéficos que vivem no solo. Essa abordagem holística pode ser transferida para outras culturas, incentivando métodos sustentáveis em diversas áreas agrícolas.</p>
<h2>Impacto econômico e social do cultivo de cânhamo</h2>
<p>O cultivo de cânhamo não só beneficia o meio ambiente, mas também tem um impacto positivo nas economias locais e nas comunidades rurais. A planta gera empregos em áreas como colheita e processamento, oferecendo novas oportunidades econômicas para regiões muitas vezes negligenciadas.</p>
<p>Além disso, o cultivo de cânhamo pode promover o desenvolvimento econômico sustentável ao diversificar as fontes de renda agrícola. Isso proporciona estabilidade financeira às comunidades rurais, ao mesmo tempo que apoia a biodiversidade local. À medida que você considera o futuro do cânhamo na agricultura sustentável, é essencial reconhecer seu potencial para criar um mundo mais equilibrado e saudável.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Água-de-Bonelli e Tapada Nacional de Mafra: três décadas de convivência entre conservação e território</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/agua-de-bonelli-e-tapada-nacional-de-mafra-tres-decadas-de-convivencia-entre-conservacao-e-territorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 10:59:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[Discreta, rara e extraordinariamente exigente quanto à tranquilidade do seu habitat, a águia-de-Bonelli encontrou na Tapada Nacional de Mafra um dos seus mais importantes refúgios em Portugal. O recente regresso do casal residente e a reconstrução do ninho assinalam mais um capítulo de uma história de conservação com mais de 30 anos, que faz deste território um símbolo vivo da biodiversidade mediterrânica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Discreta, rara e extraordinariamente exigente quanto à tranquilidade do seu habitat, a águia-de-Bonelli encontrou na Tapada Nacional de Mafra um dos seus mais importantes refúgios em Portugal. O recente regresso do casal residente e a reconstrução do ninho assinalam mais um capítulo de uma história de conservação com mais de 30 anos, que faz deste território um símbolo vivo da biodiversidade mediterrânica.</strong></p>
<p>Apesar da sua grande dimensão e estatuto de superpredador, a águia-de-Bonelli é uma das aves de rapina mais difíceis de observar em Portugal. Os <strong>seus hábitos reservados e a preferência por locais de difícil acesso</strong> fazem com que passe despercebida mesmo em territórios onde está presente durante todo o ano. Em Portugal, trata-se de uma espécie rara e muito localizada, com uma distribuição fragmentada de norte a sul do país, ocupando essencialmente vales alcantilados com fragas, sobretudo no Norte, e zonas acidentadas e bem florestadas no Alentejo e Algarve. É neste segundo tipo de habitat que a espécie encontra árvores de grande porte para nidificar, uma exigência ecológica cada vez mais difícil de satisfazer no sul do país.</p>
<p>É também por essa razão que a presença continuada da águia-de-Bonelli na <strong>Tapada Nacional de Mafra</strong> assume uma relevância particular. A Tapada alberga um casal residente há várias décadas, constituindo um território de referência para a conservação da espécie e um raro exemplo de estabilidade reprodutora numa paisagem peri-urbana.</p>
<figure id="attachment_240026" aria-describedby="caption-attachment-240026" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-240026 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2023/09/Bonellis_Eagle_Aquila_fasciatus_3153519829.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/09/Bonellis_Eagle_Aquila_fasciatus_3153519829.jpg 800w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/09/Bonellis_Eagle_Aquila_fasciatus_3153519829-600x401.jpg 600w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/09/Bonellis_Eagle_Aquila_fasciatus_3153519829-300x200.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/09/Bonellis_Eagle_Aquila_fasciatus_3153519829-768x513.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-240026" class="wp-caption-text">Águia-de-bonelli.<br />Foto: Mike Prince / Wikimedia Commons (licença CC BY 2.0)</figcaption></figure>
<p>Conhecida também como <strong>águia-perdigueira</strong>, é a mais pequena e discreta das grandes águias que ocorrem em Portugal. Os adultos distinguem-se facilmente pelo contraste entre o corpo claro e as asas escuras, bem como pela mancha branca característica no dorso, enquanto os juvenis apresentam uma plumagem dominada por tons ruivos. Como é comum nas aves de rapina, as fêmeas são maiores do que os machos. Exímia caçadora, adapta a sua dieta às presas mais abundantes e revela um comportamento particularmente interessante: os casais caçam frequentemente em conjunto, <strong>protagonizando voos acrobáticos que figuram entre os espetáculos mais impressionantes da natureza</strong>.</p>
<p>Este desempenho não a protege, contudo, de um conjunto alargado de ameaças. A perturbação humana durante a época de reprodução, que se estende de dezembro a junho, é uma das mais críticas, uma vez que a espécie é extremamente sensível à presença humana nas imediações dos ninhos. A mortalidade associada a linhas elétricas perigosas, seja por colisão ou eletrocussão nos postes, continua igualmente a afetar adultos e juvenis. A estas ameaças somam-se fatores regionais específicos, como a diminuição da abundância de presas no Douro Internacional, associada à perda e degradação do habitat agrícola, ou o desaparecimento acelerado de árvores de grande porte no sul do país.</p>
<p>Na <strong>Tapada Nacional de Mafra</strong>, o regresso recente do casal de águia-de-Bonelli e o início da reconstrução do ninho marcam o arranque de um período particularmente sensível do ciclo reprodutor. Nesta fase, a tranquilidade do território é determinante para o sucesso da reprodução, reforçando a importância de uma gestão rigorosa dos usos humanos compatível com a conservação da espécie.</p>
<p>A presença da águia-de-Bonelli na Tapada foi detetada pela primeira vez em 1991, por um guarda-florestal, sendo posteriormente confirmada por especialistas da <strong>Associação AÇOR</strong> e do <strong>Centro Falco</strong>. Desde 1995, a monitorização do casal residente é assegurada de forma regular pelo quadro técnico da Tapada, com o apoio da <strong>SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves</strong> durante o período de nidificação. Este acompanhamento continuado permitiu documentar um elevado sucesso reprodutor, com a saída do território de pelo menos uma cria independente na maioria dos anos. Em 1995, 1997, 2005, 2014 e 2025, o casal conseguiu mesmo criar duas crias.</p>
<p>Os únicos insucessos reprodutores recentes, registados em 2023 e 2024, ficaram a dever-se à substituição do macho adulto por um juvenil, após o desaparecimento do macho residente por causas desconhecidas, presumivelmente naturais. Esta alteração levou à rejeição dos ovos nesses dois anos, ilustrando a sensibilidade da espécie à estabilidade do casal e à experiência dos indivíduos reprodutores.</p>
<p>Do ponto de vista da conservação, <strong>a águia-de-Bonelli apresenta estatuto de Vulnerável em Portugal</strong>, com uma população reduzida e fragmentada. A Tapada Nacional de Mafra destaca-se, no entanto, como um território que continua a oferecer condições de excelência em termos de abrigo e alimentação, funcionando como um importante indicador da qualidade ecológica do espaço. A população peri-urbana aqui existente, considerada única na Europa, reveste-se de especial importância pelo seu valor genético, fundamental para a adaptação da espécie a territórios cada vez mais humanizados.</p>
<p>Este trabalho de conservação foi reforçado com a integração da Tapada no <strong>Projeto LIFE LxAquila</strong>, uma iniciativa com duração de cinco anos, entre setembro de 2020 e setembro de 2025, orientada para a criação de uma rede de custódia do território destinada à proteção da única população peri-urbana de águia-de-Bonelli na Europa. O projeto teve como objetivos centrais a proteção dos locais de reprodução através da gestão de atividades humanas, a redução da mortalidade não natural, a melhoria do habitat e da disponibilidade de presas, bem como a sensibilização de proprietários, gestores, comunidades escolares e público em geral para a importância dos superpredadores nos ecossistemas.</p>
<p>Coordenado pela SPEA, o projeto envolveu uma ampla rede de parceiros públicos e privados, incluindo entidades como a Altri Florestal, várias câmaras municipais, a Companhia das Lezírias, a EDP Distribuição, a GNR/SEPNA, o ICNF, os Parques de Sintra – Monte da Lua, a SEO/BirdLife e a Xarxa de Custòdia del Territori, entre outros.</p>
<p><strong>Para a Tapada Nacional de Mafra, a participação no LIFE LxAquila</strong> traduziu-se em resultados concretos e mensuráveis. Foi colocado um emissor GPS num juvenil nascido no território, permitindo estudar em detalhe a fase de dispersão da espécie, e instalada uma câmara de ninho que possibilitou a recolha de informação detalhada sobre a reconstrução do ninho, incubação e alimentação das crias. Foram ainda adquiridos equipamentos de apoio à monitorização da fauna e materiais didáticos para programas de sensibilização ambiental, desenvolvidas ações educativas que envolveram centenas de alunos, professores e participantes, e realizada a gestão de combustível numa área de 35 hectares, essencial para a proteção da biodiversidade e a prevenção de incêndios florestais.</p>
<p>Com o término do projeto, <strong>a Tapada Nacional de Mafra reafirma o seu compromisso com a conservação da águia-de-Bonelli</strong>, integrando a monitorização do casal residente como uma prioridade permanente. A suspensão de atividades em áreas sensíveis durante o período de reprodução, a gestão contínua do combustível florestal e a aposta em programas de sensibilização ambiental permanecem no centro da estratégia, assegurando que este território continue a ser um refúgio seguro para uma das aves de rapina mais emblemáticas da fauna portuguesa.</p>
<p>O regresso do casal e a reconstrução do ninho não são apenas um sinal de esperança para a espécie, mas também <strong>a prova de que a gestão cuidada e consistente da Tapada Nacional de Mafra</strong> permite conciliar conservação, conhecimento científico e fruição responsável da natureza, garantindo a permanência de um verdadeiro símbolo da biodiversidade nacional.</p>
<p>Saiba mais no site da <a href="http://www.tapadademafra.pt" target="_blank" rel="noopener">Tapada Nacional de Mafra</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reta reforça frota de ligeiros para gestão de resíduos urbanos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/reta-reforca-frota-de-ligeiros-para-gestao-de-residuos-urbanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 12:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reta amplia a sua frota de viaturas ligeiras dedicadas à recolha de resíduos. Concebidas para responder às necessidades das Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia e Empresas do setor, estas soluções enfrentam o desafio de operações em zonas de difícil acesso, como ruas estreitas e centros históricos, explica João Gravito, responsável do projeto de RSU/RNU.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="231" data-end="592">A Reta amplia a sua frota de viaturas ligeiras dedicadas à recolha de resíduos. Concebidas para responder às necessidades das Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia e Empresas do setor, estas soluções enfrentam o desafio de operações em zonas de difícil acesso, como ruas estreitas e centros históricos, explica João Gravito, responsável do projeto de RSU/RNU.</p>
<p data-start="594" data-end="1041">As novas viaturas, com 3.5 toneladas, destacam-se pela capacidade de manobra em acessos condicionados. Disponíveis em configurações distintas – como caixa RSU de 5.5 m³ para recolha satélite, ou caixa de taipais de rede elevados com plataforma de 750 kg – permitem responder tanto à recolha de resíduos urbanos, não urbanos, como ao transporte de mercadorias e “monos”. A possibilidade de serem conduzidas com carta de ligeiros é uma mais-valia.</p>
<p data-start="1043" data-end="1316">Com dimensões compactas, estas viaturas asseguram um serviço de limpeza urbana mais próximo das populações. O portefólio da Reta inclui ainda versões elétricas de viaturas RSU/RNU, que contribuem para reduzir a pegada ambiental e para cumprir metas nacionais e europeias.</p>
<p data-start="1318" data-end="1484">Com modalidades flexíveis de venda, aluguer, renting e manutenção em oficinas próprias, a Reta afirma-se como parceiro de referência no setor da gestão de resíduos.</p>
<hr data-start="1486" data-end="1489" />
<p data-start="1491" data-end="1555"><strong data-start="1491" data-end="1504">Contacto:</strong><br data-start="1504" data-end="1507" />João Gravito – 939 999 974<br data-start="1533" data-end="1536" /><a class="decorated-link cursor-pointer" rel="noopener" data-start="1536" data-end="1553">comercial@reta.pt</a></p>
<p data-start="1491" data-end="1555">
<p data-start="1491" data-end="1555">Artigo publicado com o apoio da <a href="https://reta.pt/" target="_blank" rel="noopener">Reta</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Eficiência, circularidade e inclusão: a rota sustentável da Glassdrive</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/eficiencia-circularidade-e-inclusao-a-rota-sustentavel-da-glassdrive/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GS Studio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 09:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[A distinção Prémio Escolha Sustentável 2025 reconhece o compromisso da Glassdrive® com a mobilidade sustentável: prioridade à reparação para evitar emissões e desperdício, circularidade do vidro automóvel e impacto social através de um modelo de franchising que cria emprego local. Uma Análise do Ciclo de Vida (ACV) validada externamente sustenta as métricas e a comunicação com clientes e seguradoras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="85" data-end="402">A Glassdrive assenta a sua política de sustentabilidade no princípio <strong data-start="165" data-end="183">“repair first”</strong>, numa <strong data-start="190" data-end="219">ACV validada externamente</strong>, circularidade total do vidro automóvel e impacto social via franchising local. O foco é reduzir emissões e desperdício sem comprometer segurança, qualidade ou custos para o cliente.</p>
<p data-start="404" data-end="835">A distinção Escolha Sustentável recebida no início de 2025 funcionou como um acelerador de confiança — interno e externo. Reforçou a motivação das equipas e a credibilidade junto de clientes e parceiros. “<strong data-start="589" data-end="731">Reparar primeiro é a forma mais eficaz de reduzir emissões e desperdício, sempre que a segurança o permite — e os dados da ACV comprovam-no</strong>”, afirma <strong data-start="741" data-end="815">Helder Quelhas, Responsável EHS, Saint-Gobain Sekurit Service Portugal</strong>.</p>
<h2 data-start="837" data-end="880">Sustentabilidade mensurável (e auditada)</h2>
<p data-start="882" data-end="1497">A estratégia apoia-se numa <strong data-start="909" data-end="943">Análise do Ciclo de Vida (ACV)</strong> realizada com parceiros especializados e <strong data-start="985" data-end="1020">validada por entidades externas</strong>. Produzir <strong data-start="1031" data-end="1054">1 tonelada de vidro</strong> implica cerca de <strong data-start="1072" data-end="1089">1,2 toneladas</strong> de matérias-primas (incluindo ~<strong data-start="1121" data-end="1131">850 kg</strong> de areia), pelo que <strong data-start="1152" data-end="1163">reparar</strong> evita emissões e extração associadas a um novo ciclo produtivo e logístico.<br data-start="1239" data-end="1242" />Segundo a ACV (disponível nos centros desde <strong data-start="1286" data-end="1294">2022</strong>), a pegada média por ciclo, no mercado de substituição, distribui-se assim: <strong data-start="1371" data-end="1378" data-is-only-node="">55%</strong> produção de vidro plano; <strong data-start="1404" data-end="1411">22%</strong> fabrico do para-brisas; <strong data-start="1436" data-end="1443">18%</strong> distribuição; <strong data-start="1458" data-end="1464">3%</strong> fim de linha; <strong data-start="1479" data-end="1485">2%</strong> instalação.</p>
<h2 data-start="1499" data-end="1539">Três prioridades para escalar impacto</h2>
<p data-start="1544" data-end="1713">Para escalar o impacto, a Glassdrive assenta a estratégia em três frentes complementares. A primeira é <strong data-start="145" data-end="170">maximizar a reparação</strong>: sempre que é tecnicamente possível e seguro, reparar substitui a necessidade de fabricar e transportar um novo para-brisas, reduzindo emissões e consumo de recursos — “reparar primeiro é a forma mais eficaz de reduzir emissões e desperdício”, sublinha o responsável pela área de sustentabilidade.</p>
<p data-start="1544" data-end="1713">Em paralelo, a <strong data-start="533" data-end="567">circularidade do vidro é total</strong>: <strong data-start="569" data-end="651">hoje, 100% do vidro recolhido na rede Glassdrive é encaminhado para reciclagem</strong> e reintroduzido em processos industriais, fechando o ciclo e poupando matérias-primas e energia. Por fim, o <strong data-start="760" data-end="794">impacto social via franchising</strong> amplia o alcance da sustentabilidade: a rede dinamiza economias locais, cria emprego e promove inclusão através de parcerias com entidades da comunidade, reforçando que a mobilidade sustentável também se mede pelo valor que fica nos territórios onde opera.</p>
<h2 data-start="2086" data-end="2121">Sensibilizar para mudar decisões</h2>
<p data-start="2123" data-end="2554">Porque a maior fatia da pegada está na <strong data-start="2162" data-end="2174">produção</strong> e <strong data-start="2177" data-end="2193">distribuição</strong>, a preferência pela <strong data-start="2214" data-end="2227">reparação</strong> é uma decisão com impacto imediato. A Glassdrive comunica estes dados a clientes para que, quando tecnicamente possível, escolham a solução com <strong data-start="2393" data-end="2409">menor pegada</strong>. Em paralelo, todos os <strong data-start="2433" data-end="2461">para-brisas substituídos</strong> são <strong data-start="2466" data-end="2498">encaminhados para reciclagem</strong>, consolidando a ambição de uma <strong data-start="2530" data-end="2553">mobilidade circular</strong>.</p>
<p data-start="2556" data-end="2948" data-is-last-node="" data-is-only-node="">“<strong data-start="2557" data-end="2659">Medimos, auditamos e comunicamos. A credibilidade dos dados é tão importante como as medidas em si</strong>”, sublinha <strong data-start="2671" data-end="2745">Helder Quelhas</strong>. Com métricas robustas e práticas coerentes, a marca transforma sustentabilidade em execução: <strong data-start="2859" data-end="2908">menos emissões, menos desperdício, mais valor</strong> para clientes, parceiros e comunidades.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco CTT reforça compromisso com a sustentabilidade e aposta na eficiência energética da habitação</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/banco-ctt-reforca-compromisso-com-a-sustentabilidade-e-aposta-na-eficiencia-energetica-da-habitacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GS Studio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 11:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[Distinguido no início do ano com o selo “Escolha Sustentável 2025”, o Banco CTT tem vindo a acelerar a sua estratégia ambiental e social, integrando práticas responsáveis nos produtos, operações e relação com os clientes. A instituição aposta em soluções digitais e em produtos financeiros que incentivam a melhoria da eficiência energética dos imóveis, ao mesmo tempo que procura reduzir a sua própria pegada ambiental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="277" data-end="701"><strong data-start="277" data-end="701">Distinguido no início do ano com o selo “Escolha Sustentável 2025”, o Banco CTT tem vindo a acelerar a sua estratégia ambiental e social, integrando práticas responsáveis nos produtos, operações e relação com os clientes. A instituição aposta em soluções digitais e em produtos financeiros que incentivam a melhoria da eficiência energética dos imóveis, ao mesmo tempo que procura reduzir a sua própria pegada ambiental.</strong></p>
<p data-start="703" data-end="1199">A atribuição da distinção “Escolha Sustentável 2025” foi um marco relevante para o Banco CTT. De acordo com a equipa de Sustentabilidade, esta conquista “tem ajudado a consolidar o empenho interno e a gerar maior atenção por parte de clientes e parceiros para o tema”. Um exemplo prático está na evolução do <strong data-start="1011" data-end="1044">Crédito Habitação Sustentável</strong>, que passou a incluir uma componente mais clara de sustentabilidade, com condições de pricing vantajosas para imóveis com melhor certificado energético.</p>
<p data-start="1201" data-end="1821">Além da vertente comercial, a distinção contribuiu para reforçar processos internos de inovação. O banco tem investido na <strong data-start="1323" data-end="1340">digitalização</strong>, permitindo aos clientes tratar remotamente etapas que antes exigiam deslocações às lojas. “O cliente deixou de ter de se dirigir pessoalmente pelo menos uma vez à sua Loja Banco CTT, fruto da assinatura digital nos principais documentos de suporte contratual”, sublinha a instituição. Essa mudança já se estende também às alterações contratuais — como revisões de pricing — que agora podem ser assinadas digitalmente, poupando tempo, recursos e emissões associadas a deslocações.</p>
<h4 data-start="1823" data-end="1863"><strong>Métricas de impacto e monitorização</strong></h4>
<p data-start="1865" data-end="2252">O Banco CTT acompanha trimestralmente um <strong data-start="1906" data-end="1954">dashboard de indicadores de sustentabilidade</strong>, que permite avaliar o progresso nas metas assumidas. Entre as métricas mais relevantes estão a segmentação da carteira de crédito habitação por certificados energéticos, a redução do consumo de papel graças à digitalização e o impacto positivo de campanhas de sensibilização junto dos clientes.</p>
<p data-start="2254" data-end="2642">Segundo informação disponível no seu <strong data-start="2291" data-end="2324">Relatório de Sustentabilidade</strong>, o Banco CTT tem vindo também a medir a descarbonização da sua frota automóvel, privilegiando veículos de baixas emissões e soluções de mobilidade mais eficientes. A instituição adota metodologias alinhadas com as boas práticas do setor financeiro, garantindo a credibilidade dos dados através de auditorias externas.</p>
<h4 data-start="2644" data-end="2680"><strong>Objetivos para os próximos anos</strong></h4>
<p data-start="2682" data-end="3124">Para o futuro, o Banco CTT pretende <strong data-start="2718" data-end="2761">ampliar o Crédito Habitação Sustentável</strong>, incentivando obras de reabilitação mais profundas e abrangentes. O principal critério para bonificação continua a ser o desempenho energético do imóvel, avaliado pelo <strong data-start="2930" data-end="2956">certificado energético</strong>. “Queremos motivar os clientes a apostar em intervenções estruturais que tragam ganhos reais de eficiência, e não apenas em soluções superficiais”, explica a equipa.</p>
<p data-start="3126" data-end="3434">A instituição pretende ainda aprofundar a sua digitalização, tornando os processos mais ágeis e acessíveis, e expandir parcerias que reforcem o contributo para a transição climática. A aposta na <strong data-start="3321" data-end="3347">mobilidade sustentável</strong> — com a renovação contínua da frota para modelos mais eficientes — é outra prioridade.</p>
<h4 data-start="3436" data-end="3484"><strong>Um banco jovem com foco na responsabilidade</strong></h4>
<p data-start="3486" data-end="3849">Criado em 2015, o Banco CTT posiciona-se como um banco de proximidade, acessível e orientado para soluções simples. A sustentabilidade tem vindo a ganhar peso na sua estratégia, seja através da <strong data-start="3680" data-end="3703">educação financeira</strong>, do apoio a famílias na melhoria das condições energéticas das suas casas, ou da preocupação em minimizar os impactos ambientais das operações.</p>
<p data-start="3851" data-end="4275">Com iniciativas que vão desde a digitalização de processos até à oferta de produtos responsáveis, o Banco CTT quer afirmar-se como um parceiro relevante na promoção de uma economia mais verde e inclusiva. “Enquanto banco jovem, temos a oportunidade de crescer de forma alinhada com os desafios ambientais e sociais do nosso tempo, ajudando clientes e colaboradores a adotar escolhas mais conscientes”, conclui a instituição.</p>
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		<item>
		<title>Regresso às aulas: soluções tecnológicas mais sustentáveis para estudantes</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/regresso-as-aulas-solucoes-tecnologicas-mais-sustentaveis-para-estudantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GS Studio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 15:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[O início de um novo ano letivo anda de mão dada com a preparação de materiais e dispositivos eletrónicos. No entanto, em vez de optar por comprar novos equipamentos, cada vez mais estudantes e famílias estão a descobrir que a solução inteligente — e sustentável — passa por prolongar a vida útil da tecnologia que já têm.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O início de um novo ano letivo anda de mão dada com a preparação de materiais e dispositivos eletrónicos. No entanto, em vez de optar por comprar novos equipamentos, cada vez mais estudantes e famílias estão a descobrir que a solução inteligente — e sustentável — passa por prolongar a vida útil da tecnologia que já têm.</p>
<p>É precisamente aqui que entram os serviços da iServices, que permitem dar uma segunda vida a smartphones, tablets e computadores portáteis. Intervenções como a <a href="https://iservices.pt/problema?#ecra" target="_blank" rel="noopener"><strong>substituição de ecrã partido</strong></a>, a <a href="https://iservices.pt/problema?#bateria" target="_blank" rel="noopener"><strong>troca de bateria</strong></a> &#8211; seja em telemóveis ou computadores &#8211; devolvem funcionalidade e evitam o desperdício de equipamentos que ainda têm muito para oferecer. Além disso, a <a href="https://iservices.pt/problema?#bateria" target="_blank" rel="noopener"><strong>substituição de bateria em computadores portáteis</strong></a> é um serviço cada vez mais procurado pelos estudantes, já que prolonga a autonomia e garante que o portátil resiste a longas horas de aulas, trabalhos e estudo em bibliotecas.</p>
<p>Do ponto de vista ambiental, estas escolhas têm um impacto muito significativo. Cada reparação representa um dispositivo a menos no lixo eletrónico, um dos fluxos de resíduos que mais cresce em todo o mundo. Ao mesmo tempo, contribui para reduzir a procura por novos equipamentos e, consequentemente, para poupar recursos naturais e energia associados à sua produção.</p>
<p>No dia a dia académico, a tecnologia já é há muito uma aliada indispensável. Acessórios como a <a href="https://loja.iservices.pt/gadgets/1379-caneta-para-ipad" target="_blank" rel="noopener"><strong>caneta para iPad</strong></a>, as <a href="https://loja.iservices.pt/capas-tablet-137" target="_blank" rel="noopener"><strong>capas protetoras para tablets</strong></a> e os <a href="https://loja.iservices.pt/auriculares-auscultadores-19" target="_blank" rel="noopener"><strong>auriculares wireless</strong></a> tornam o estudo mais fluido e organizado, sempre com foco na durabilidade e na utilização eficiente dos dispositivos.</p>
<p>Mais do que preparar os estudantes para um regresso às aulas produtivo, estas soluções demonstram que é possível conciliar tecnologia e sustentabilidade. Com pequenas escolhas — reparar em vez de substituir, proteger em vez de desperdiçar — famílias e alunos contribuem para um futuro mais responsável, sem abdicar da inovação e da eficiência que a vida académica exige.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Programa agricultura regenerativa por um sistema alimentar mais sustentável</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/programa-agricultura-regenerativa-por-um-sistema-alimentar-mais-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 09:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[O Continente está a transformar o setor agroalimentar com o Programa de Agricultura Regenerativa. Promovido pelo Clube de Produtores Continente em parceria com a ZERYA, o programa promove práticas sustentáveis que beneficiam produtores, e o ambiente. Mais de 15 produtos já refletem esta aposta em solos férteis, biodiversidade e alimentação saudável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Continente, através do Clube de Produtores Continente (CPC), aposta numa verdadeira revolução no setor agroalimentar com o Programa de Agricultura Regenerativa. Esta iniciativa inovadora, desenvolvida em parceria com a ZERYA – empresa que promove programas de gestão técnica para produtores de hortofrutícolas procura construir um sistema alimentar mais saudável e sustentável, com benefícios tangíveis para os consumidores, os produtores e o meio ambiente.</p>
<p>Criado em 1998, o CPC tem como missão apoiar os produtores nacionais e valorizar a autenticidade dos produtos portugueses. Atualmente, o CPC reúne 365 membros em todo o país, responsáveis por mais de 200.000 hectares de área produtiva. Em 2024, cerca de 15 mil pessoas foram beneficiadas direta e indiretamente pelas ações do CPC, que promove a produção sustentável de alimentos frescos e de alta qualidade. De acordo com Ondina Afonso, Presidente do CPC, a agricultura regenerativa é uma resposta concreta aos desafios atuais, como as mudanças climáticas e a necessidade de uma alimentação mais saudável.</p>
<p>&#8220;O programa alia práticas agrícolas tradicionais a tecnologias inovadoras para recuperar a fertilidade dos solos, preservar a biodiversidade e reduzir o uso de químicos, garantindo produtos mais nutritivos e acessíveis&#8221;, afirma. A produção e o consumo sustentável são, aliás, as principais preocupações do CPC cuja atividade está alinhada com o 12.º objetivo da ONU, com a estratégia Europeia do Prado ao Prato e com o Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 do Ministério o Ambiente e da Transição Energética. Neste sentido, o CPC desenvolve regularmente iniciativas de formação e capacitação na implementação das melhores práticas produtivas, como a agricultura regenerativa e agroecologia, aposta na incorporação de matérias-primas certificadas com origem sustentável, e promove a biodiversidade nas explorações agrícolas, entre muitas outras iniciativas, com o objetivo de apoiar os produtores no cumprimento das metas previstas pela Comissão Europeia.</p>
<h3><strong>A Agricultura Regenerativa como motor de transformação na agricultura </strong></h3>
<p>O coração da agricultura regenerativa está na saúde dos solos. Solos férteis produzem alimentos mais nutritivos, promovem a biodiversidade e ajudam a mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Ao substituir fertilizantes e pesticidas químicos por práticas naturais, como a diversificação de culturas e a rotação de plantios, o programa: Reduz resíduos químicos nos alimentos, beneficiando diretamente a saúde dos consumidores. Fortalece os ecossistemas locais, promovendo a biodiversidade. Apoia a segurança alimentar, garantindo colheitas mais resilientes e adaptadas às condições climáticas. Além disso, a regeneração dos solos aumenta a retenção de carbono, contribuindo para a neutralidade climática.</p>
<p>Este benefício ambiental reflete diretamente na saúde global, reduzindo os riscos associados à degradação do meio ambiente.</p>
<h3><strong>Inovação para um Futuro Saudável </strong></h3>
<p>O Programa de Agricultura Regenerativa do Clube Produtores Continente, destaca-se por incorporar tecnologias avançadas, como análise do microbioma do solo e monitorização da pegada de carbono e hídrica. Essas ferramentas permitem avaliar a sustentabilidade de cada etapa da produção, gerando dados confiáveis para consumidores e produtores. Adicionalmente, o programa promove auditorias independentes para garantir a transparência e a eficácia das práticas agrícolas.</p>
<p>As informações recolhidas são utilizadas para oferecer soluções personalizadas a cada agricultor, alinhando sustentabilidade com rentabilidade. Este programa conta já com 15 organizações de produtores, 940 hectares dedicados várias culturas. Nas lojas Continente os consumidores podem já encontrar mais de 15 produtos provenientes do programa agricultura regenerativa, entre os quais peras, maçãs, abóbora, tomate, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Artigo com o apoio Continente</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dourogás acelera a transição energética com biometano, hidrogénio verde e metanol verde</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/dourogas-acelera-a-transicao-energetica-com-biometano-hidrogenio-verde-e-metanol-verde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GS Studio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 08:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[Apostada em liderar a descarbonização em Portugal, a Dourogás investe em múltiplas frentes de produção de gases renováveis, defende maior rapidez nos licenciamentos e garante que o país tem condições para recuperar o atraso face à Europa se criar um enquadramento regulatório estável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apostada em liderar a descarbonização em Portugal, a Dourogás investe em múltiplas frentes de produção de gases renováveis, defende maior rapidez nos licenciamentos e garante que o país tem condições para recuperar o atraso face à Europa se criar um enquadramento regulatório estável.</strong></p>
<p>A Dourogás reivindica um papel de vanguarda na transição energética nacional graças ao “investimento estratégico na produção e integração de gases renováveis”, sublinha Nuno Afonso Moreira, CEO da Dourogás.</p>
<p>Em simultâneo, mantém em curso três linhas de desenvolvimento complementar: unidades de produção de biometano a partir de resíduos orgânicos, projetos-piloto de hidrogénio verde alimentado por eletricidade renovável e iniciativas ligadas ao metanol verde para uso direto na indústria e na mobilidade pesada. Todas convergem no mesmo propósito — substituir combustíveis fósseis por alternativas de baixo carbono, reforçar a segurança do abastecimento energético e gerar valor nos territórios onde se inserem, sobretudo em zonas rurais com forte produção agrícola e pecuária. O impacto destes gases sente-se já na indústria.</p>
<p>A substituição de gás natural por biometano “permite manter processos térmicos com a mesma fiabilidade, mas com uma pegada carbónica quase nula”, afirma o responsável da empresa. A sua produção local evita ainda emissões associadas ao transporte de combustíveis convencionais, reduzindo custos logísticos e dependência externa. O hidrogénio verde e o metanol verde alargam o horizonte a processos de alta temperatura, à química fina e a setores onde o gás é matéria-prima (refinação, fertilizantes, siderurgia), mostrando que a descarbonização “não é apenas um objetivo futuro — é uma oportunidade presente”.</p>
<p>A empresa já testou a injeção de 5 % de hidrogénio na rede de gás natural sem alterações nos equipamentos dos consumidores, ensaio que abre caminho a quotas superiores previstas pela Comissão Europeia no pacote “Fit for 55”. O biometano surge como expoente da economia circular: produzido a partir de resíduos agrícolas, agroindustriais ou urbanos, transforma “um passivo ambiental num ativo energético”. Ao capturar o metano contido nesses resíduos — um gás com potencial de aquecimento global 28 vezes superior ao CO₂ — evita emissões diretas e cria energia renovável injetável na rede, com benefícios económicos e ambientais comprovados. Segundo cálculos da Dourogás, cada tonelada de biometano substitui 1,1 tonelada de combustível fóssil e reduz 2,8 toneladas de CO₂ equivalente. Na mobilidade pesada, a empresa defende uma solução de “descarbonização imediata”.</p>
<p>De acordo com a mesma fonte, o uso de biometano em autocarros e camiões reduz as emissões de CO₂ em mais de 90 % face ao gasóleo e praticamente elimina partículas finas, óxidos de enxofre e ruído — parâmetro crítico em centros urbanos. Vários operadores de transporte público no norte do país já testam rotas-piloto com abastecimento em estações de GNV da Dourogás, enquanto construtoras de veículos de longo curso oferecem motores otimizados para este combustível. As perspetivas são ambiciosas: Portugal tem potencial para substituir até 15 % do consumo de gás natural por biometano apenas com matéria- prima doméstica, o equivalente a 7 TWh anuais. Para tal, é crucial “acelerar os processos de licenciamento e garantir modelos de remuneração estáveis”. O responsável reconhece que o país está atrás de França, Itália ou Dinamarca, que já operam milhares de unidades, mas considera que o atraso pode ser colmatado “com projetos robustos e tecnologia consolidada, se forem criadas rapidamente condições para desbloquear investimento”.</p>
<p>A Dourogás tem em carteira dez projetos prontos a avançar, totalizando 120 milhões de euros de CAPEX e capacidade para abastecer cerca de 70 mil lares ou 250 autocarros urbanos. Os desafios não se limitam ao biometano. “A celeridade dos processos” administrativos é apontada como o maior entrave ao desenvolvimento dos gases renováveis. A empresa defende um balcão único para licenciamento, metas anuais de ligação à rede e contratos de compra de longo prazo que ofereçam previsibilidade aos produtores. Ainda assim, a oportunidade é clara: posicionar Portugal como player relevante em toda a cadeia de valor — da produção à logística, da indústria à mobilidade — e transformar os gases renováveis “num motor de inovação, emprego qualificado e desenvolvimento sustentável”, acrescenta. Conclui Nuno Afonso Moreira que biometano, hidrogénio verde e metanol verde “são soluções concretas para descarbonizar setores difíceis de eletrificar”.</p>
<p>Têm a vantagem de poder ser integrados nas infraestruturas existentes, garantindo continuidade e fiabilidade ao sistema energético, enquanto diversificam fontes de receita para os produtores agrícolas e reduzem a fatura energética dos consumidores. “A transição energética só será eficaz se for também inteligente, e os gases renováveis são parte essencial dessa equação; Portugal tem agora a oportunidade — e a responsabilidade — de acelerar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Artigo com o apoio Dourogás</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reparar é o statement sustentável de que o nosso planeta precisa</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/reparar-e-o-statement-sustentavel-de-que-o-nosso-planeta-precisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GS Studio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2025 10:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivemos numa era de constante renovação tecnológica, onde o ritmo acelerado da inovação leva muitos consumidores a substituir os seus dispositivos antes do fim da sua vida útil. Este comportamento tem contribuído para um problema crescente: o lixo eletrónico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos numa era de constante renovação tecnológica, onde o ritmo acelerado da inovação leva muitos consumidores a substituir os seus dispositivos antes do fim da sua vida útil. Este comportamento tem contribuído para um problema crescente: o lixo eletrónico.</p>
<p>De acordo com o <em>Global E-Waste Monitor 2024</em>, o mundo produziu 62 milhões de toneladas de resíduos eletrónicos em 2022 — um aumento de 82% face a 2010. Pior ainda, menos de um quarto (22,3%) desse total foi reciclado de forma adequada. A projeção para 2030 é preocupante: estima-se que o volume atinja os 82 milhões de toneladas, crescendo cinco vezes mais rápido do que a taxa de reciclagem formal.</p>
<p><strong>O impacto dos dispositivos pessoais no ambiente</strong></p>
<p>Os dispositivos móveis, incluindo smartphones e smartwatches, estão entre os principais contribuintes para este problema. A maior parte das emissões de carbono associadas a estes equipamentos ocorre durante o seu fabrico. Isso significa que cada vez que trocamos um dispositivo que ainda poderia ser reparado, estamos a contribuir para um ciclo insustentável de extração de recursos e emissões desnecessárias.</p>
<p><strong>O exemplo prático: reparar ecrãs de smartwatches</strong></p>
<p>Um dos exemplos mais comuns de avarias em dispositivos modernos é a quebra do ecrã — especialmente nos <a href="https://loja.iservices.pt/apple-watch-recondicionados-116" target="_blank" rel="noopener">Apple Watch</a>, que devido ao uso diário e exposição constante, estão sujeitos a impactos e riscos. Em vez de substituir o dispositivo inteiro, a reparação do ecrã é uma solução simples, eficaz e muito mais sustentável.</p>
<p>Ao optar por <a href="https://iservices.pt/reparacao/apple/watch" target="_blank" rel="noopener">reparar um Apple Watch</a> em vez de o substituir, prolonga-se o seu ciclo de vida em mais 3 ou 4 anos e evita-se, desta forma, que mais um dispositivo funcional acabe num aterro. Além disso, evita-se a produção de um novo equipamento e todas as emissões e consumo de recursos que isso implica. É uma escolha que beneficia o utilizador e o planeta.</p>
<p><strong>Um direito (finalmente) protegido: “Right to Repair” na Europa</strong></p>
<p>O Parlamento Europeu deu recentemente um passo decisivo ao aprovar a nova diretiva sobre o &#8220;Direito à Reparação&#8221;, que visa tornar a reparação mais acessível, transparente e economicamente viável para os consumidores. A legislação obriga os fabricantes a disponibilizar peças sobressalentes e informações técnicas por um período mais alargado, incentivando assim a reparação em vez da substituição.</p>
<p>Isto representa uma mudança de paradigma: em vez de incentivar o consumo contínuo, a União Europeia aposta numa economia mais circular e responsável. Com esta legislação, reparar ecrãs de Apple Watch — ou qualquer outro componente de dispositivos móveis — deixa de ser uma solução de nicho e passa a ser uma escolha inteligente e apoiada legalmente.</p>
<p><strong>Reparar é a tendência consciente e ecológica</strong></p>
<p>A transição para uma economia circular exige pequenas grandes decisões no nosso dia a dia. Ao escolher reparar um ecrã em vez de comprar um novo dispositivo, estamos a dar um passo concreto na direção certa. Na iServices, uma <a href="https://iservices.pt/problema" target="_blank" rel="noopener">reparação</a> é feita na hora, por técnicos especializados e tem garantia. Esta é uma oportunidade para as marcas, os profissionais e os consumidores se unirem em torno de uma causa comum: prolongar a vida dos produtos e reduzir o impacto ambiental.</p>
<p>Afinal, a inovação não tem de significar desperdício — pode (e deve) significar responsabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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