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	<title>GS Studio &#8211; Green Savers</title>
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	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 Sep 2026 11:12:06 +0000</lastBuildDate>
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	<title>GS Studio &#8211; Green Savers</title>
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		<title>O equipamento mais sustentável para as aulas é o que já está em casa. Falta passar-lhe os dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:12:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[Os pedidos para passar dados de um equipamento para outro cresceram cerca de 70% no primeiro semestre, segundo dados internos da iServices. O número diz menos sobre avarias do que sobre a forma como as famílias decidem o que fazer ao que já têm.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o arranque efetivo do ano letivo, smartphones, tablets e computadores voltam a ser usados várias horas por dia, entre plataformas escolares, trabalhos, videochamadas e a comunicação entre famílias e escolas. É nesta primeira semana que aparecem os problemas que passaram despercebidos durante as férias, e é aqui que se decide, quase sempre sem grande deliberação, se um equipamento continua em serviço ou se é substituído. Dados internos da iServices mostram que os pedidos de passagem de dados entre smartphones e tablets cresceram 69% no primeiro semestre de 2026, face ao mesmo período do ano anterior. Nos computadores, este tipo de intervenção aumentou 71%.</p>
<p>O número parece apenas técnico, mas descreve um momento de decisão. Um equipamento só muda de mãos dentro de uma família, ou regressa ao mercado como recondicionado, depois de alguém tratar do que está lá dentro: fotografias, contactos, documentos, contas de email, palavras-passe, aplicações escolares e sistemas de autenticação. Quando essa passagem não acontece, o portátil que sobra de casa fica numa gaveta e compra-se um novo. O obstáculo à reutilização raramente é o hardware.</p>
<h3>O que trava a reutilização está dentro do equipamento</h3>
<p>Os restantes números apontam no mesmo sentido. No primeiro semestre, o conjunto das intervenções técnicas cresceu 48%, os pedidos de higienização de smartphones subiram 53% e as intervenções técnicas nestes equipamentos aumentaram 42%. Limpar, atualizar, configurar e transferir são gestos de manutenção e passaram a pesar tanto como as reparações mais óbvias de ecrãs, baterias e portas de carregamento.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-304173" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/09/b_iservices_passagem_dados-1024x684.jpg" alt="Aluna a assistir a uma aula online num computador de secretária" width="1024" height="684" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/09/b_iservices_passagem_dados-1024x684.jpg 1024w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/09/b_iservices_passagem_dados-300x200.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/09/b_iservices_passagem_dados-768x513.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/09/b_iservices_passagem_dados-600x401.jpg 600w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/09/b_iservices_passagem_dados.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>A transferência de fotografias, contactos, documentos e acessos deve estar concluída antes de apagar ou entregar o equipamento anterior.</figcaption></figure>
<p>O ganho ambiental está quase todo na fase que não se vê. A maior parte da pegada de um smartphone ou de um portátil concentra-se na produção, entre matérias-primas, energia, água e processos industriais, e não na utilização. Prolongar a vida útil de um equipamento por mais um ou dois anos evita repetir essa fatura. Um aparelho lento não está necessariamente no fim de vida, e a distância entre as duas leituras costuma resolver-se com espaço de armazenamento libertado, uma atualização de sistema ou <a href="https://iservices.pt/problema#bateria" target="_blank" rel="noopener">uma bateria nova</a>.</p>
<h3>Uma verificação simples antes de decidir comprar</h3>
<p>Antes de considerar a substituição, a iServices recomenda confirmar a autonomia da bateria e o correto funcionamento do carregamento, verificar o espaço disponível para aplicações e conteúdos escolares, atualizar o sistema operativo e as aplicações, testar câmara, microfone, colunas e ligação a redes Wi-Fi, e garantir que todos os dados e acessos foram transferidos antes de apagar o equipamento anterior. Esta última é a que mais vezes fica para trás e a que mais custa recuperar, porque contas de email, palavras-passe e sistemas de autenticação nem sempre voltam sozinhos.</p>
<p>A empresa disponibiliza diagnóstico gratuito e sem compromisso a smartphones, tablets, computadores e smartwatches multimarca, e as equipas técnicas das lojas fazem passagem de dados, higienização, formatação e assistência técnica a todas as marcas. Tem também <a href="https://iservices.pt/retoma" target="_blank" rel="noopener">soluções de retoma</a>, que permitem avaliar e entregar equipamentos usados para reutilização e facilitam o acesso a <a href="https://iservices.pt/produtos/recondicionados-10" target="_blank" rel="noopener">modelos recondicionados</a>. Com mais de 150 lojas e cerca de 30 mil reparações por mês, grande parte das intervenções fica resolvida em 20 a 30 minutos. Em 2026, a iServices renovou o selo Escolha Sustentável.</p>
<p><em>Conteúdo em parceria com a iServices.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A segunda mão como parte do futuro da moda: a aposta da KIABI na circularidade</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/a-segunda-mao-como-parte-do-futuro-da-moda-a-aposta-da-kiabi-na-circularidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 09:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ano depois do arranque, a Beebs by KIABI já ocupa 33 lojas em Espanha e Portugal, 38% da rede ibérica. A ideia é que escolher uma peça em segunda mão seja tão banal como ir a qualquer outra prateleira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A expansão da Beebs by KIABI em Espanha e Portugal reflete uma estratégia que vai além da sustentabilidade: integrar a circularidade no centro da experiência de compra para responder às novas necessidades das famílias.</strong></p>
<h3>Um novo papel para a segunda mão no retalho</h3>
<p>A segunda mão já não é apenas uma tendência. Tornou-se uma nova forma de encarar a moda familiar e uma das transformações mais relevantes que o setor está a viver. Cada vez mais consumidores procuram alternativas que combinem acessibilidade, praticidade e sustentabilidade, impulsionando modelos de consumo mais circulares.</p>
<p>Neste contexto, a KIABI impulsiona a Beebs by KIABI, uma iniciativa própria que integra a segunda mão na sua proposta de valor e aproxima a moda circular do grande público através das suas lojas físicas. Para acelerar o seu desenvolvimento em Espanha e Portugal, a empresa conta com a colaboração da Micolet, parceiro especializado que assegura o suporte operacional do projeto.</p>
<p>A recente integração de 13 novos espaços de segunda mão marca um novo marco nesta estratégia. Com esta expansão, a KIABI passa a contar com 33 lojas com oferta Beebs by KIABI — 27 em Espanha e 6 em Portugal — o que representa já 38% da rede comercial ibérica. Apenas um ano após o lançamento do projeto em ambos os mercados, esta evolução reflete tanto a crescente aceitação da segunda mão por parte dos clientes como a capacidade de integrar este modelo de forma estrutural no negócio.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="560" height="981" class="alignnone size-large wp-image-303422" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_kiabi_beebs.jpg" alt="Expositor da Beebs by KIABI numa loja, junto a uma arara de roupa" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_kiabi_beebs.jpg 560w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_kiabi_beebs-171x300.jpg 171w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /><figcaption>Os espaços Beebs by KIABI ficam no meio da loja, junto às restantes secções.</figcaption></figure>
<h3>A circularidade integrada na experiência de compra</h3>
<p>Mais do que a expansão de espaços dedicados à segunda mão, a Beebs by KIABI representa mais um passo na evolução da empresa rumo a um ecossistema onde produtos, serviços e novas formas de consumo coexistem numa mesma experiência. A iniciativa amplia as opções disponíveis para as famílias e integra a circularidade de forma simples e acessível no percurso habitual de compra.</p>
<p>Ao contrário de outros modelos, a Beebs by KIABI faz parte do ambiente habitual da loja. A proposta pretende que qualquer cliente possa descobrir peças de segunda mão enquanto faz as suas compras, tornando a moda circular numa opção tão simples e acessível como qualquer outra categoria de produto.</p>
<h3>Uma resposta a novas formas de consumo</h3>
<p>A expansão da segunda mão responde a mudanças profundas nos hábitos de consumo. Hoje, as famílias procuram soluções mais práticas, conscientes e adaptadas à realidade do seu dia a dia.</p>
<p>Esta tendência é particularmente visível em categorias como bebé e criança, onde as peças têm ciclos de utilização mais curtos devido ao crescimento constante dos mais pequenos. Neste contexto, a segunda mão consolida-se como uma alternativa que combina poupança económica, utilidade e sustentabilidade.</p>
<p>A evolução da Beebs by KIABI está também alinhada com a Visão 2035 da empresa, cujo objetivo é contribuir para que um estilo de vida mais sustentável seja acessível a todas as famílias. A circularidade constitui um dos pilares fundamentais desta estratégia e reflete-se tanto na oferta de serviços como na transformação progressiva das coleções, da logística e das operações. Ao mesmo tempo, responde a uma nova geração de consumidores que procura opções mais responsáveis sem abdicar da comodidade, da acessibilidade nem da proposta de valor da marca.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="900" height="516" class="alignnone size-large wp-image-303423" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_kiabi_loja.jpg" alt="Letreiro exterior de uma loja KIABI" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_kiabi_loja.jpg 900w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_kiabi_loja-300x172.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_kiabi_loja-768x440.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_kiabi_loja-600x344.jpg 600w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption>A rede ibérica da KIABI tem já 38% das lojas com oferta de segunda mão.</figcaption></figure>
<h3>Um ecossistema pensado para as famílias</h3>
<p>A evolução da moda circular demonstra que a sustentabilidade não tem de ser complexa nem estar reservada a nichos específicos de consumidores. Pode integrar-se naturalmente nos hábitos do quotidiano, nos mesmos espaços onde as famílias fazem as suas compras habituais.</p>
<p>A expansão da Beebs by KIABI em Espanha e Portugal representa muito mais do que o crescimento de um projeto de segunda mão. Reflete uma visão do retalho em que a circularidade deixa de ser uma iniciativa complementar para passar a fazer parte da proposta de valor.</p>
<p>Num momento em que o setor procura novas fórmulas para combinar crescimento, sustentabilidade e relevância para o consumidor, a KIABI demonstra que a moda circular pode integrar-se de forma natural no negócio e na experiência de compra. Uma evolução que aponta para um retalho mais útil, mais acessível e mais alinhado com as necessidades reais das famílias.</p>
<p><em>Conteúdo em parceria com a KIABI. Artigo publicado na edição n.º 23 da revista Green Savers.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O grande desperdício tecnológico não está nos equipamentos. Está nos comportamentos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/o-grande-desperdicio-tecnologico-nao-esta-nos-equipamentos-esta-nos-comportamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 09:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 360 mil aparelhos ganharam tempo extra de vida em 2025, cerca de 986 por dia. Os números do ano da iServices ajudam a perceber porque é que o impacto ambiental da tecnologia começa muito antes do ecoponto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No Dia Mundial do Ambiente, a iServices apresentou os resultados de 2025 e o que mais de um milhão de clientes ensinaram sobre a forma como consumimos tecnologia: o maior impacto ambiental acontece muito antes de um equipamento chegar ao ecoponto.</strong></p>
<p>Quando falamos de sustentabilidade na tecnologia, a conversa tende a começar no fim da história: nos resíduos eletrónicos, na reciclagem ou no destino dos equipamentos quando deixam de ser utilizados. Mas a realidade é que o maior impacto ambiental da tecnologia acontece muito antes de um smartphone chegar ao ecoponto. Acontece no momento em que decidimos substituir um equipamento que ainda poderia continuar a ser utilizado.</p>
<p>Os números ajudam a dimensionar o problema. Segundo o Global E-waste Monitor 2024, publicado pela UNITAR e pela ITU, agências do sistema das Nações Unidas, o mundo gerou 62 milhões de toneladas de resíduos eletrónicos em 2022 e poderá atingir 82 milhões de toneladas em 2030. O mesmo relatório alerta que o lixo eletrónico cresce a um ritmo cinco vezes superior ao da reciclagem documentada. Este é um problema real. Mas talvez a questão mais importante seja perceber porque chegamos tão cedo ao momento da substituição.</p>
<p>A iServices acompanha diariamente centenas de milhares de equipamentos ao longo do seu ciclo de vida. Em 2025, mais de um milhão de clientes recorreram aos serviços técnicos da marca e mais de 360 mil equipamentos, entre smartphones, tablets e computadores, tiveram a sua vida útil prolongada através de reparação, assistência técnica ou recondicionamento, o equivalente a cerca de 986 dispositivos por dia. Estes números permitem observar um fenómeno curioso: muitas das razões que levam um consumidor a substituir um equipamento não estão relacionadas com o fim da sua vida útil.</p>
<blockquote><p>Em 2025, mais de 1 milhão de clientes recorreram à iServices e mais de 360 mil equipamentos tiveram a vida útil prolongada, cerca de 986 por dia.</p></blockquote>
<p>Uma bateria degradada. Um ecrã partido. Uma porta de carregamento com mau contacto. Um problema de software. Em muitos casos, o equipamento continua perfeitamente capaz de cumprir a função para a qual foi adquirido. Ainda assim, existe uma tendência crescente para considerar que um dispositivo deixou de ter valor muito antes de ter deixado de ser útil.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="586" class="alignnone size-large wp-image-303426" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_iservices_bateria.jpg" alt="Mãos a substituir a bateria de um smartphone aberto sobre a bancada" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_iservices_bateria.jpg 800w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_iservices_bateria-300x220.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_iservices_bateria-768x563.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/b_iservices_bateria-600x440.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption>Uma bateria degradada é uma das razões mais frequentes para trocar de equipamento.</figcaption></figure>
<h3>A lógica da substituição tem custos</h3>
<p>Durante anos, a inovação tecnológica foi comunicada como uma sucessão permanente de novidades. Novos modelos, novas funcionalidades, novas gerações. Esse progresso trouxe benefícios inegáveis. Mas também contribuiu para consolidar uma ideia subtil: a de que a melhor solução para um problema tecnológico passa quase sempre pela substituição. Hoje sabemos que essa lógica tem custos económicos e ambientais significativos.</p>
<p>Cada equipamento novo exige matérias-primas, energia, água, transporte e processos industriais complexos. A maior parte da pegada ambiental de um smartphone, por exemplo, está concentrada na fase de produção e não na fase de utilização. Por isso, prolongar a vida útil de um equipamento durante mais um, dois ou três anos pode representar um benefício ambiental superior ao obtido através de muitas outras ações associadas ao consumo sustentável.</p>
<h3>As pessoas escolhem soluções, não cálculos</h3>
<p>A questão é que os consumidores raramente tomam decisões com base em cálculos ambientais. A nossa experiência demonstra precisamente o contrário. As pessoas não escolhem reparar porque querem reduzir emissões de carbono. Não escolhem um recondicionado porque calcularam a poupança de recursos naturais. Não escolhem prolongar a vida útil de um equipamento porque conhecem os princípios da economia circular. As pessoas escolhem soluções que resolvem problemas. Escolhem aquilo que é simples, rápido, conveniente e financeiramente racional.</p>
<p>Esta é talvez uma das lições mais importantes para quem trabalha na área da circularidade. A transição para modelos de consumo mais circulares não depende apenas de sensibilização ou de campanhas de comunicação. Depende da capacidade de tornar as alternativas sustentáveis suficientemente atrativas para competir com os modelos tradicionais. A economia circular ganha quando deixa de exigir esforço adicional ao consumidor. Ganha quando reparar é simples. Quando recondicionado significa confiança. Quando existe garantia. Quando o processo é transparente. Quando a experiência é tão conveniente quanto comprar novo.</p>
<p>É precisamente aqui que a sustentabilidade deixa de ser um conceito abstrato e passa a ser uma realidade operacional. Ao longo dos últimos anos, temos assistido a uma mudança gradual na forma como muitos consumidores encaram a tecnologia. O recondicionado deixou de ser uma solução de nicho para se afirmar como uma alternativa considerada por um número crescente de pessoas. A reparação deixou de ser vista apenas como último recurso e passou a integrar o processo normal de decisão de compra. Esta mudança não acontece por idealismo. Acontece porque começa a fazer sentido.</p>
<h3>2025 em números</h3>
<p>O impacto desta mudança é mensurável. Aplicando rácios médios conservadores de ciclo de vida ao universo de equipamentos intervencionados, a atividade da iServices em 2025 permitiu evitar cerca de 72 toneladas de resíduos eletrónicos, poupar aproximadamente 4,32 mil milhões de litros de água, evitar cerca de 18 mil toneladas de emissões de CO<sub>2</sub> equivalente e preservar mais de 28 mil toneladas de recursos naturais. Face a 2024, os serviços técnicos cresceram 36%, as reparações 31%, as intervenções técnicas 75% e o recondicionamento 52%.</p>
<p>Em paralelo, a empresa reforçou a robustez da informação ambiental que suporta o seu reporte ESG. A pegada carbónica de 2025, calculada nos âmbitos 1, 2 e 3 do GHG Protocol, totalizou 61.909 toneladas de CO<sub>2</sub> equivalente, das quais 99,99% decorrem de atividades da cadeia de valor. As emissões de âmbito 2, em abordagem <em>market based</em>, registaram uma redução de 72% face a 2024, beneficiando da transição da maioria dos contratos de eletricidade para energia verde e de uma frota totalmente elétrica. Estes números são relevantes. Mas representam sobretudo a consequência de algo mais importante: centenas de milhares de decisões individuais de consumidores que optaram por prolongar a vida útil dos seus equipamentos em vez de os substituir prematuramente.</p>
<p>A reparação e o recondicionamento não resolvem sozinhos o problema do lixo eletrónico. Mas continuam a ser das intervenções mais diretas e mensuráveis para reduzir o desperdício, e a sua eficácia mede-se equipamento a equipamento. A sustentabilidade não começa quando reciclamos um equipamento. Começa quando conseguimos utilizá-lo durante mais tempo. E talvez o maior desafio da próxima década não seja produzir mais tecnologia. Seja aprender a aproveitar melhor aquela que já temos.</p>
<h3>Para o consumidor, quatro decisões simples</h3>
<ul>
<li>Trocar a bateria antes de trocar de equipamento, quando a perda de autonomia compromete a utilização.</li>
<li>Usar sempre capa e película de proteção, para reduzir o risco de danos físicos.</li>
<li>Fazer manutenção atempada perante sinais de falha, como carregamento instável, ecrã danificado ou problemas de som.</li>
<li>Considerar reparar ou comprar recondicionado antes de optar por um equipamento novo.</li>
</ul>
<p><em>Conteúdo em parceria com a iServices. Artigo publicado na edição n.º 23 da revista Green Savers.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sustentabilidade e descarbonização: um caminho que se constrói com decisões concretas</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/sustentabilidade-e-descarbonizacao-um-caminho-que-se-constroi-com-decisoes-concretas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[A neutralidade carbónica europeia tem prazo marcado para 2050 e a climatização dos edifícios pesa nessa conta mais do que se imagina. Da fábrica nova na Polónia aos refrigerantes de nova geração, a Daikin explica onde está a apostar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A descarbonização da economia europeia deixou de ser uma intenção para passar a ser uma meta com prazo e indicadores. A União Europeia comprometeu-se em alcançar a neutralidade carbónica até 2050, o que obriga a uma transformação profunda da forma como produzimos, consumimos e habitamos. Para o setor da climatização, este desafio assume uma relevância particular, na medida em que os sistemas de aquecimento, arrefecimento e ventilação representam uma parte significativa do consumo energético dos edifícios e das emissões de gases com efeito de estufa.</p>
<p>A Daikin tem respondido a este desafio através de uma estratégia consistente, sustentada na meta de neutralidade carbónica até 2050, que abrange a atividade industrial, os produtos colocados no mercado e toda a cadeia de valor. Esta ambição traduz-se numa aposta clara em equipamentos cada vez mais eficientes e em fluidos frigorigéneos de nova geração, com um potencial de aquecimento global consideravelmente inferior ao dos convencionais. Soluções como as bombas de calor com refrigerante R-290, os sistemas VRV com R-32 e as unidades de refrigeração com R-290 e CO<sub>2</sub> são exemplos concretos desta transição, e contribuíram para o desempenho recorde alcançado pela Daikin Europe no último ano fiscal, com um volume de negócios de 5,25 mil milhões de euros na região EMEA.</p>
<p>O compromisso com a sustentabilidade reflete-se igualmente na estratégia industrial. Em maio, a Daikin inaugurou uma nova unidade de produção de bombas de calor na Polónia, fruto de um investimento de cerca de 300 milhões de euros, sobretudo dedicado ao aquecimento residencial. Esta fábrica reforça a capacidade produtiva europeia e contribui para acelerar a transição do continente para sistemas de climatização menos dependentes de combustíveis fósseis.</p>
<p>A mesma exigência aplica-se às próprias instalações da empresa. O novo centro de Investigação e Desenvolvimento da Daikin em Gante, na Bélgica, obteve recentemente a certificação BREEAM Excellent, uma das normas europeias mais exigentes em sustentabilidade de edifícios. Projetado segundo o princípio de necessidades quase nulas de energia, integra sistemas geotérmicos, soluções de climatização de última geração e ventilação com recuperação de calor, aplicando internamente as tecnologias que coloca ao serviço dos clientes.</p>
<p>A descarbonização do setor da climatização não depende de uma tecnologia futura, mas da capacidade de mobilizar de forma articulada as soluções já disponíveis. É esse o caminho que a Daikin tem percorrido, na convicção de que a sustentabilidade do setor é uma das contribuições mais concretas para o cumprimento dos objetivos climáticos europeus.</p>
<p><em>Conteúdo em parceria com a Daikin. Artigo publicado na edição n.º 23 da revista Green Savers.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Energia limpa e eficiência: Cortar na fatura sem parar o negócio</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/energia-limpa-e-eficiencia-cortar-na-fatura-sem-parar-o-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=301594</guid>

					<description><![CDATA[Para a empresa, a transição energética e a poupança não podem ser conceitos distantes; têm de ser democráticas e acessíveis para cada espaço, orçamento e nível de habilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal">A LEROY MERLIN acredita que &#8220;casa&#8221; carrega um significado profundo: representa um refúgio de segurança, conforto e qualidade de vida. Com o mercado europeu de renovação energética a crescer entre 6% e 10% ao ano, impulsionado pela meta da União Europeia de renovar 35 milhões de edifícios e reduzir em 60% as suas emissões, a marca compreende que o futuro do planeta e o bem-estar das famílias dependem de escolhas eficientes feitas hoje.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal">Para a empresa, a transição energética e a poupança não podem ser conceitos distantes; têm de ser democráticas e acessíveis para cada espaço, orçamento e nível de habilidade. A LEROY MERLIN assume a responsabilidade de liderar este caminho através do plano de Impacto Positivo. Mas, para inspirar os portugueses a transformar as suas habitações, começa de dentro para fora: na sua própria casa.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal">Esta jornada rumo à sustentabilidade começa precisamente nas suas lojas e na sua nova sede. A marca olha para os seus espaços como ecossistemas dinâmicos onde a eficiência energética, a redução de consumos e a autoprodução moldam o dia a dia. É este cuidado operacional que lhe permitiu alcançar uma redução contínua de 21% nas emissões de CO2e face a 2021. A empresa quer que cada loja seja um exemplo de economia circular, algo refletido na sua taxa de triagem de resíduos operacionais, que atingiu 83,20%, com um crescimento de 2% face ao ano anterior.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-301640 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/LeroyMerlin_260226_033_V2-scaled.jpeg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/LeroyMerlin_260226_033_V2-scaled.jpeg 2560w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/LeroyMerlin_260226_033_V2-300x200.jpeg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/LeroyMerlin_260226_033_V2-1024x683.jpeg 1024w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/LeroyMerlin_260226_033_V2-768x512.jpeg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/LeroyMerlin_260226_033_V2-1536x1024.jpeg 1536w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/LeroyMerlin_260226_033_V2-2048x1365.jpeg 2048w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/LeroyMerlin_260226_033_V2-600x400.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal">Ao gerar energia limpa e otimizar recursos, a LEROY MERLIN assegura o respeito pelo ecossistema. Esta transição interna ganha escala quando entra na casa dos portugueses. Intervir numa habitação para otimizar o seu desempenho térmico traduz-se em quatro vantagens: uma poupança financeira real nas faturas ao final do mês — estimando-se uma poupança média de 30% ao renovar energeticamente uma casa em Portugal —, maior conforto diário, um contributo ativo para o ambiente e a real valorização do imóvel.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal">O objetivo da marca é oferecer todas as soluções de renovação energética para a casa dos seus habitantes, desde logo as medidas passivas de eficiência energética (isolamento, caixilharias,..), também as medidas ativas (aquecimento da água e da casa, climatização, produção de água quente, iluminação,..), obviamente a autoprodução de energia, mas também a gestão e monitorização de consumos — todas as soluções de produtos e serviços aconselhadas por equipas técnicas especialistas.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal">A empresa sabe que este impacto positivo só é possível envolvendo a sua cadeia de abastecimento, fornecedores e parceiros: conseguiu que 95,60% dos seus fornecedores assinassem o Código das Compras Responsáveis, um aumento de 2,6% face a 2024. Além disso, para garantir que nenhum cliente fica para trás, a LEROY MERLIN irá disponibilizar soluções de financiamento adaptadas, incluindo campanhas sem juros para projetos de eficiência energética, além de apoio no acesso a incentivos e fundos governamentais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-301641 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Loja-Leroy-Merlin-Alfragide-3-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1708" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Loja-Leroy-Merlin-Alfragide-3-scaled.jpg 2560w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Loja-Leroy-Merlin-Alfragide-3-300x200.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Loja-Leroy-Merlin-Alfragide-3-1024x683.jpg 1024w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Loja-Leroy-Merlin-Alfragide-3-768x512.jpg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Loja-Leroy-Merlin-Alfragide-3-1536x1025.jpg 1536w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Loja-Leroy-Merlin-Alfragide-3-2048x1366.jpg 2048w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Loja-Leroy-Merlin-Alfragide-3-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal">Da mesma forma, os seus colaboradores assumem o papel de embaixadores desta cultura, partilhando o orgulho de fazer de todas as casas um lugar mais positivo e dispondo de formação técnica e de ferramentas digitais de simulação para conseguir ajudar o cliente em todas as fases da sua jornada.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal">É inspirando a mudança na sua própria casa que a LEROY MERLIN abre as portas a um futuro onde o conforto e a sustentabilidade crescem lado a lado.</p>
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		<title>Automatizar processos digitais de forma eficiente para reduzir custos e impacto ambienta</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/automatizar-processos-digitais-de-forma-eficiente-para-reduzir-custos-e-impacto-ambienta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 20:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[Em tempos de transformação digital, as empresas procuram formas de optimizar as suas operações e reduzir despesas sem comprometer a qualidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em tempos de transformação digital, as empresas procuram formas de optimizar as suas operações e reduzir despesas sem comprometer a qualidade. A automação de processos digitais surge como uma solução prática; permite que tarefas repetitivas sejam executadas com mais rapidez e precisão, libertando recursos humanos para actividades estratégicas e diminuindo o consumo de papel e energia.</span></p>
<p><b>Como identificar processos que podem ser automatizados</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de implementar qualquer ferramenta, é importante mapear os fluxos de trabalho da empresa. Processos repetitivos, como envio de e-mails, actualização de folhas de cálculo ou acompanhamento de encomendas, são bons candidatos para automação. Neste ponto, soluções como o</span><a href="https://www.ovhcloud.com/pt/vps/vps-n8n/" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">VPS n8n</span></a><span style="font-weight: 400;"> podem ser integradas; permitem ligar diferentes aplicações e executar tarefas automaticamente, sem necessidade de intervenção manual constante. A poupança de tempo traduz-se directamente em redução de custos operacionais e impacto ambiental, já que menos recursos físicos e electrónicos são utilizados.</span></p>
<p><b>Escolher ferramentas que se adaptem à realidade da empresa</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nem todas as ferramentas de automação funcionam para qualquer tipo de operação. É essencial seleccionar software que se integre bem com os sistemas existentes, oferecendo flexibilidade e escalabilidade. VPS n8n, por exemplo, é compatível com várias plataformas e permite criar fluxos personalizados, ajudando empresas de diferentes dimensões a alcançar resultados consistentes. Investir em soluções adequadas evita retrabalho e garante que a automação realmente produza eficiência, sem criar novas complicações.</span></p>
<p><b>Garantir a manutenção e actualização constante</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Automatizar processos não significa configurar uma ferramenta e esquecê-la. Os sistemas precisam de manutenção regular, actualizações de segurança e ajustes para acompanhar mudanças nas operações. As equipas responsáveis devem monitorizar os fluxos de trabalho e corrigir falhas rapidamente. Isto garante que a automação continue a trazer benefícios financeiros e ambientais a longo prazo, evitando desperdícios de energia ou recursos devido a erros não detectados.</span></p>
<p><b>Formar a equipa para trabalhar com automação</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com</span><a href="https://mintforpeople.pt/noticias/automacao-vs-robotica-diferencas-e-complementos/" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">processos automatizados</span></a><span style="font-weight: 400;">, a participação humana continua a ser essencial. É preciso capacitar os colaboradores para utilizar as ferramentas correctamente e interpretar os resultados gerados. A automação liberta tempo, mas exige que a equipa saiba tomar decisões com base nos dados processados; sem esta preparação, os benefícios podem ser menores do que o esperado. Formação simples pode aumentar a eficiência e reduzir erros, reforçando a poupança de recursos e a diminuição do impacto ambiental.</span></p>
<p><b>Mensurar resultados de forma objectiva</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que a automação seja considerada eficiente, é necessário acompanhar indicadores de desempenho. Custos reduzidos, menor consumo de materiais, tempo economizado e impacto ambiental mais baixo são métricas que ajudam a avaliar o sucesso da implementação. Esta análise permite ajustes contínuos, tornando os processos ainda mais eficientes e garantindo que os objetivos financeiros e ambientais sejam alcançados.</span></p>
<p><b>Planear a expansão da automação gradualmente</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Começar com processos-chave ajuda a demonstrar resultados rapidamente e facilita a adaptação da equipa. Depois, a automação pode ser expandida para áreas complementares, mantendo sempre o foco na eficiência e na redução de desperdícios. Planear a expansão gradualmente evita</span><a href="https://expresso.pt/semanario/economia/o-ceo-e-o-limite/2026-02-19-ia-pode-gerar-sobrecarga-para-os-trabalhadores-dfac22a6" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">sobrecarga tecnológica</span></a><span style="font-weight: 400;"> e garante que cada etapa seja realmente benéfica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A automação de processos digitais, quando feita de forma planejada e estratégica, proporciona redução de custos, menor consumo de recursos e diminuição do impacto ambiental. Com ferramentas adequadas, manutenção constante e formação da equipa, é possível transformar tarefas repetitivas em fluxos eficientes e sustentáveis; o resultado é um ambiente de trabalho mais ágil e consciente.</span></p>
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		<item>
		<title>O papel do CBD na promoção da agricultura sustentável</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/o-papel-do-cbd-na-promocao-da-agricultura-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 10:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[A agricultura sustentável é uma resposta essencial às mudanças climáticas. O cânhamo, utilizado na produção de CBD, destaca-se por seu potencial ecológico. Este artigo explora como o cultivo de cânhamo pode impulsionar práticas agrícolas sustentáveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A agricultura sustentável é uma resposta essencial às mudanças climáticas. O cânhamo, utilizado na produção de CBD, destaca-se por seu potencial ecológico. Este artigo explora como o cultivo de cânhamo pode impulsionar práticas agrícolas sustentáveis.</strong></p>
<p>A agricultura sustentável está se tornando cada vez mais importante no contexto atual de degradação ambiental. Envolve técnicas que respeitam o meio ambiente e preservam os recursos naturais para as gerações futuras. O cânhamo, uma planta versátil usada na produção de CBD, surge como uma cultura promissora. Ao escolher <a href="https://mamakana.pt/" target="_blank" rel="noopener">comprar CBD à Mama Kana</a>, você apoia práticas agrícolas mais ecológicas e sustentáveis.</p>
<h2>Como a agricultura sustentável beneficia o meio ambiente</h2>
<p>A agricultura sustentável não é apenas uma tendência, mas uma necessidade diante dos desafios ambientais globais. Este modelo busca a manutenção da biodiversidade e a redução do impacto negativo das atividades agrícolas no ecossistema. Você pode ver essa abordagem como essencial para preservar solos férteis e garantir um uso eficiente da água.</p>
<p>O cânhamo desempenha um papel crucial neste cenário devido às suas características ecológicas. Seu cultivo não requer pesticidas em larga escala, minimizando a contaminação do solo e das águas subterrâneas. Além disso, o cânhamo é conhecido por melhorar a saúde do solo, contribuindo para a regeneração dos nutrientes e aumentando sua fertilidade.</p>
<h2>Os benefícios ambientais do cânhamo</h2>
<p>Quando se trata de mitigação das mudanças climáticas, o cânhamo oferece uma solução eficaz através da captura de carbono. A planta tem a capacidade única de sequestrar grandes quantidades de CO2 da atmosfera durante seu ciclo de crescimento. Isso resulta em uma redução direta dos gases de efeito estufa, ajudando a combater o aquecimento global.</p>
<p>Além disso, o cultivo de cânhamo promove a biodiversidade ao criar habitats para várias espécies de insetos e aves. Sua presença nas paisagens agrícolas pode atuar como um buffer natural contra pragas, reduzindo ainda mais a dependência de produtos químicos prejudiciais.</p>
<h2>Práticas agrícolas sustentáveis no cultivo de cânhamo</h2>
<p>A implementação de práticas agrícolas sustentáveis no cultivo de cânhamo inclui técnicas como a rotação de culturas e a plantação intercalada. Essas práticas ajudam a manter a saúde do solo e reduzem a erosão, garantindo colheitas mais saudáveis sem recorrer ao uso intensivo de fertilizantes sintéticos.</p>
<p>A rotação de culturas também evita o esgotamento dos nutrientes do solo, enquanto o uso reduzido de pesticidas protege os organismos benéficos que vivem no solo. Essa abordagem holística pode ser transferida para outras culturas, incentivando métodos sustentáveis em diversas áreas agrícolas.</p>
<h2>Impacto econômico e social do cultivo de cânhamo</h2>
<p>O cultivo de cânhamo não só beneficia o meio ambiente, mas também tem um impacto positivo nas economias locais e nas comunidades rurais. A planta gera empregos em áreas como colheita e processamento, oferecendo novas oportunidades econômicas para regiões muitas vezes negligenciadas.</p>
<p>Além disso, o cultivo de cânhamo pode promover o desenvolvimento econômico sustentável ao diversificar as fontes de renda agrícola. Isso proporciona estabilidade financeira às comunidades rurais, ao mesmo tempo que apoia a biodiversidade local. À medida que você considera o futuro do cânhamo na agricultura sustentável, é essencial reconhecer seu potencial para criar um mundo mais equilibrado e saudável.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Água-de-Bonelli e Tapada Nacional de Mafra: três décadas de convivência entre conservação e território</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/agua-de-bonelli-e-tapada-nacional-de-mafra-tres-decadas-de-convivencia-entre-conservacao-e-territorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 10:59:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[Discreta, rara e extraordinariamente exigente quanto à tranquilidade do seu habitat, a águia-de-Bonelli encontrou na Tapada Nacional de Mafra um dos seus mais importantes refúgios em Portugal. O recente regresso do casal residente e a reconstrução do ninho assinalam mais um capítulo de uma história de conservação com mais de 30 anos, que faz deste território um símbolo vivo da biodiversidade mediterrânica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Discreta, rara e extraordinariamente exigente quanto à tranquilidade do seu habitat, a águia-de-Bonelli encontrou na Tapada Nacional de Mafra um dos seus mais importantes refúgios em Portugal. O recente regresso do casal residente e a reconstrução do ninho assinalam mais um capítulo de uma história de conservação com mais de 30 anos, que faz deste território um símbolo vivo da biodiversidade mediterrânica.</strong></p>
<p>Apesar da sua grande dimensão e estatuto de superpredador, a águia-de-Bonelli é uma das aves de rapina mais difíceis de observar em Portugal. Os <strong>seus hábitos reservados e a preferência por locais de difícil acesso</strong> fazem com que passe despercebida mesmo em territórios onde está presente durante todo o ano. Em Portugal, trata-se de uma espécie rara e muito localizada, com uma distribuição fragmentada de norte a sul do país, ocupando essencialmente vales alcantilados com fragas, sobretudo no Norte, e zonas acidentadas e bem florestadas no Alentejo e Algarve. É neste segundo tipo de habitat que a espécie encontra árvores de grande porte para nidificar, uma exigência ecológica cada vez mais difícil de satisfazer no sul do país.</p>
<p>É também por essa razão que a presença continuada da águia-de-Bonelli na <strong>Tapada Nacional de Mafra</strong> assume uma relevância particular. A Tapada alberga um casal residente há várias décadas, constituindo um território de referência para a conservação da espécie e um raro exemplo de estabilidade reprodutora numa paisagem peri-urbana.</p>
<figure id="attachment_240026" aria-describedby="caption-attachment-240026" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-240026 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2023/09/Bonellis_Eagle_Aquila_fasciatus_3153519829.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/09/Bonellis_Eagle_Aquila_fasciatus_3153519829.jpg 800w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/09/Bonellis_Eagle_Aquila_fasciatus_3153519829-600x401.jpg 600w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/09/Bonellis_Eagle_Aquila_fasciatus_3153519829-300x200.jpg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/09/Bonellis_Eagle_Aquila_fasciatus_3153519829-768x513.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-240026" class="wp-caption-text">Águia-de-bonelli.<br />Foto: Mike Prince / Wikimedia Commons (licença CC BY 2.0)</figcaption></figure>
<p>Conhecida também como <strong>águia-perdigueira</strong>, é a mais pequena e discreta das grandes águias que ocorrem em Portugal. Os adultos distinguem-se facilmente pelo contraste entre o corpo claro e as asas escuras, bem como pela mancha branca característica no dorso, enquanto os juvenis apresentam uma plumagem dominada por tons ruivos. Como é comum nas aves de rapina, as fêmeas são maiores do que os machos. Exímia caçadora, adapta a sua dieta às presas mais abundantes e revela um comportamento particularmente interessante: os casais caçam frequentemente em conjunto, <strong>protagonizando voos acrobáticos que figuram entre os espetáculos mais impressionantes da natureza</strong>.</p>
<p>Este desempenho não a protege, contudo, de um conjunto alargado de ameaças. A perturbação humana durante a época de reprodução, que se estende de dezembro a junho, é uma das mais críticas, uma vez que a espécie é extremamente sensível à presença humana nas imediações dos ninhos. A mortalidade associada a linhas elétricas perigosas, seja por colisão ou eletrocussão nos postes, continua igualmente a afetar adultos e juvenis. A estas ameaças somam-se fatores regionais específicos, como a diminuição da abundância de presas no Douro Internacional, associada à perda e degradação do habitat agrícola, ou o desaparecimento acelerado de árvores de grande porte no sul do país.</p>
<p>Na <strong>Tapada Nacional de Mafra</strong>, o regresso recente do casal de águia-de-Bonelli e o início da reconstrução do ninho marcam o arranque de um período particularmente sensível do ciclo reprodutor. Nesta fase, a tranquilidade do território é determinante para o sucesso da reprodução, reforçando a importância de uma gestão rigorosa dos usos humanos compatível com a conservação da espécie.</p>
<p>A presença da águia-de-Bonelli na Tapada foi detetada pela primeira vez em 1991, por um guarda-florestal, sendo posteriormente confirmada por especialistas da <strong>Associação AÇOR</strong> e do <strong>Centro Falco</strong>. Desde 1995, a monitorização do casal residente é assegurada de forma regular pelo quadro técnico da Tapada, com o apoio da <strong>SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves</strong> durante o período de nidificação. Este acompanhamento continuado permitiu documentar um elevado sucesso reprodutor, com a saída do território de pelo menos uma cria independente na maioria dos anos. Em 1995, 1997, 2005, 2014 e 2025, o casal conseguiu mesmo criar duas crias.</p>
<p>Os únicos insucessos reprodutores recentes, registados em 2023 e 2024, ficaram a dever-se à substituição do macho adulto por um juvenil, após o desaparecimento do macho residente por causas desconhecidas, presumivelmente naturais. Esta alteração levou à rejeição dos ovos nesses dois anos, ilustrando a sensibilidade da espécie à estabilidade do casal e à experiência dos indivíduos reprodutores.</p>
<p>Do ponto de vista da conservação, <strong>a águia-de-Bonelli apresenta estatuto de Vulnerável em Portugal</strong>, com uma população reduzida e fragmentada. A Tapada Nacional de Mafra destaca-se, no entanto, como um território que continua a oferecer condições de excelência em termos de abrigo e alimentação, funcionando como um importante indicador da qualidade ecológica do espaço. A população peri-urbana aqui existente, considerada única na Europa, reveste-se de especial importância pelo seu valor genético, fundamental para a adaptação da espécie a territórios cada vez mais humanizados.</p>
<p>Este trabalho de conservação foi reforçado com a integração da Tapada no <strong>Projeto LIFE LxAquila</strong>, uma iniciativa com duração de cinco anos, entre setembro de 2020 e setembro de 2025, orientada para a criação de uma rede de custódia do território destinada à proteção da única população peri-urbana de águia-de-Bonelli na Europa. O projeto teve como objetivos centrais a proteção dos locais de reprodução através da gestão de atividades humanas, a redução da mortalidade não natural, a melhoria do habitat e da disponibilidade de presas, bem como a sensibilização de proprietários, gestores, comunidades escolares e público em geral para a importância dos superpredadores nos ecossistemas.</p>
<p>Coordenado pela SPEA, o projeto envolveu uma ampla rede de parceiros públicos e privados, incluindo entidades como a Altri Florestal, várias câmaras municipais, a Companhia das Lezírias, a EDP Distribuição, a GNR/SEPNA, o ICNF, os Parques de Sintra – Monte da Lua, a SEO/BirdLife e a Xarxa de Custòdia del Territori, entre outros.</p>
<p><strong>Para a Tapada Nacional de Mafra, a participação no LIFE LxAquila</strong> traduziu-se em resultados concretos e mensuráveis. Foi colocado um emissor GPS num juvenil nascido no território, permitindo estudar em detalhe a fase de dispersão da espécie, e instalada uma câmara de ninho que possibilitou a recolha de informação detalhada sobre a reconstrução do ninho, incubação e alimentação das crias. Foram ainda adquiridos equipamentos de apoio à monitorização da fauna e materiais didáticos para programas de sensibilização ambiental, desenvolvidas ações educativas que envolveram centenas de alunos, professores e participantes, e realizada a gestão de combustível numa área de 35 hectares, essencial para a proteção da biodiversidade e a prevenção de incêndios florestais.</p>
<p>Com o término do projeto, <strong>a Tapada Nacional de Mafra reafirma o seu compromisso com a conservação da águia-de-Bonelli</strong>, integrando a monitorização do casal residente como uma prioridade permanente. A suspensão de atividades em áreas sensíveis durante o período de reprodução, a gestão contínua do combustível florestal e a aposta em programas de sensibilização ambiental permanecem no centro da estratégia, assegurando que este território continue a ser um refúgio seguro para uma das aves de rapina mais emblemáticas da fauna portuguesa.</p>
<p>O regresso do casal e a reconstrução do ninho não são apenas um sinal de esperança para a espécie, mas também <strong>a prova de que a gestão cuidada e consistente da Tapada Nacional de Mafra</strong> permite conciliar conservação, conhecimento científico e fruição responsável da natureza, garantindo a permanência de um verdadeiro símbolo da biodiversidade nacional.</p>
<p>Saiba mais no site da <a href="http://www.tapadademafra.pt" target="_blank" rel="noopener">Tapada Nacional de Mafra</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reta reforça frota de ligeiros para gestão de resíduos urbanos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/reta-reforca-frota-de-ligeiros-para-gestao-de-residuos-urbanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 12:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reta amplia a sua frota de viaturas ligeiras dedicadas à recolha de resíduos. Concebidas para responder às necessidades das Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia e Empresas do setor, estas soluções enfrentam o desafio de operações em zonas de difícil acesso, como ruas estreitas e centros históricos, explica João Gravito, responsável do projeto de RSU/RNU.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="231" data-end="592">A Reta amplia a sua frota de viaturas ligeiras dedicadas à recolha de resíduos. Concebidas para responder às necessidades das Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia e Empresas do setor, estas soluções enfrentam o desafio de operações em zonas de difícil acesso, como ruas estreitas e centros históricos, explica João Gravito, responsável do projeto de RSU/RNU.</p>
<p data-start="594" data-end="1041">As novas viaturas, com 3.5 toneladas, destacam-se pela capacidade de manobra em acessos condicionados. Disponíveis em configurações distintas – como caixa RSU de 5.5 m³ para recolha satélite, ou caixa de taipais de rede elevados com plataforma de 750 kg – permitem responder tanto à recolha de resíduos urbanos, não urbanos, como ao transporte de mercadorias e “monos”. A possibilidade de serem conduzidas com carta de ligeiros é uma mais-valia.</p>
<p data-start="1043" data-end="1316">Com dimensões compactas, estas viaturas asseguram um serviço de limpeza urbana mais próximo das populações. O portefólio da Reta inclui ainda versões elétricas de viaturas RSU/RNU, que contribuem para reduzir a pegada ambiental e para cumprir metas nacionais e europeias.</p>
<p data-start="1318" data-end="1484">Com modalidades flexíveis de venda, aluguer, renting e manutenção em oficinas próprias, a Reta afirma-se como parceiro de referência no setor da gestão de resíduos.</p>
<hr data-start="1486" data-end="1489" />
<p data-start="1491" data-end="1555"><strong data-start="1491" data-end="1504">Contacto:</strong><br data-start="1504" data-end="1507" />João Gravito – 939 999 974<br data-start="1533" data-end="1536" /><a class="decorated-link cursor-pointer" rel="noopener" data-start="1536" data-end="1553">comercial@reta.pt</a></p>
<p data-start="1491" data-end="1555">
<p data-start="1491" data-end="1555">Artigo publicado com o apoio da <a href="https://reta.pt/" target="_blank" rel="noopener">Reta</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Eficiência, circularidade e inclusão: a rota sustentável da Glassdrive</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/eficiencia-circularidade-e-inclusao-a-rota-sustentavel-da-glassdrive/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GS Studio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 09:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Green Savers]]></category>
		<category><![CDATA[GS Studio]]></category>
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					<description><![CDATA[A distinção Prémio Escolha Sustentável 2025 reconhece o compromisso da Glassdrive® com a mobilidade sustentável: prioridade à reparação para evitar emissões e desperdício, circularidade do vidro automóvel e impacto social através de um modelo de franchising que cria emprego local. Uma Análise do Ciclo de Vida (ACV) validada externamente sustenta as métricas e a comunicação com clientes e seguradoras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="85" data-end="402">A Glassdrive assenta a sua política de sustentabilidade no princípio <strong data-start="165" data-end="183">“repair first”</strong>, numa <strong data-start="190" data-end="219">ACV validada externamente</strong>, circularidade total do vidro automóvel e impacto social via franchising local. O foco é reduzir emissões e desperdício sem comprometer segurança, qualidade ou custos para o cliente.</p>
<p data-start="404" data-end="835">A distinção Escolha Sustentável recebida no início de 2025 funcionou como um acelerador de confiança — interno e externo. Reforçou a motivação das equipas e a credibilidade junto de clientes e parceiros. “<strong data-start="589" data-end="731">Reparar primeiro é a forma mais eficaz de reduzir emissões e desperdício, sempre que a segurança o permite — e os dados da ACV comprovam-no</strong>”, afirma <strong data-start="741" data-end="815">Helder Quelhas, Responsável EHS, Saint-Gobain Sekurit Service Portugal</strong>.</p>
<h2 data-start="837" data-end="880">Sustentabilidade mensurável (e auditada)</h2>
<p data-start="882" data-end="1497">A estratégia apoia-se numa <strong data-start="909" data-end="943">Análise do Ciclo de Vida (ACV)</strong> realizada com parceiros especializados e <strong data-start="985" data-end="1020">validada por entidades externas</strong>. Produzir <strong data-start="1031" data-end="1054">1 tonelada de vidro</strong> implica cerca de <strong data-start="1072" data-end="1089">1,2 toneladas</strong> de matérias-primas (incluindo ~<strong data-start="1121" data-end="1131">850 kg</strong> de areia), pelo que <strong data-start="1152" data-end="1163">reparar</strong> evita emissões e extração associadas a um novo ciclo produtivo e logístico.<br data-start="1239" data-end="1242" />Segundo a ACV (disponível nos centros desde <strong data-start="1286" data-end="1294">2022</strong>), a pegada média por ciclo, no mercado de substituição, distribui-se assim: <strong data-start="1371" data-end="1378" data-is-only-node="">55%</strong> produção de vidro plano; <strong data-start="1404" data-end="1411">22%</strong> fabrico do para-brisas; <strong data-start="1436" data-end="1443">18%</strong> distribuição; <strong data-start="1458" data-end="1464">3%</strong> fim de linha; <strong data-start="1479" data-end="1485">2%</strong> instalação.</p>
<h2 data-start="1499" data-end="1539">Três prioridades para escalar impacto</h2>
<p data-start="1544" data-end="1713">Para escalar o impacto, a Glassdrive assenta a estratégia em três frentes complementares. A primeira é <strong data-start="145" data-end="170">maximizar a reparação</strong>: sempre que é tecnicamente possível e seguro, reparar substitui a necessidade de fabricar e transportar um novo para-brisas, reduzindo emissões e consumo de recursos — “reparar primeiro é a forma mais eficaz de reduzir emissões e desperdício”, sublinha o responsável pela área de sustentabilidade.</p>
<p data-start="1544" data-end="1713">Em paralelo, a <strong data-start="533" data-end="567">circularidade do vidro é total</strong>: <strong data-start="569" data-end="651">hoje, 100% do vidro recolhido na rede Glassdrive é encaminhado para reciclagem</strong> e reintroduzido em processos industriais, fechando o ciclo e poupando matérias-primas e energia. Por fim, o <strong data-start="760" data-end="794">impacto social via franchising</strong> amplia o alcance da sustentabilidade: a rede dinamiza economias locais, cria emprego e promove inclusão através de parcerias com entidades da comunidade, reforçando que a mobilidade sustentável também se mede pelo valor que fica nos territórios onde opera.</p>
<h2 data-start="2086" data-end="2121">Sensibilizar para mudar decisões</h2>
<p data-start="2123" data-end="2554">Porque a maior fatia da pegada está na <strong data-start="2162" data-end="2174">produção</strong> e <strong data-start="2177" data-end="2193">distribuição</strong>, a preferência pela <strong data-start="2214" data-end="2227">reparação</strong> é uma decisão com impacto imediato. A Glassdrive comunica estes dados a clientes para que, quando tecnicamente possível, escolham a solução com <strong data-start="2393" data-end="2409">menor pegada</strong>. Em paralelo, todos os <strong data-start="2433" data-end="2461">para-brisas substituídos</strong> são <strong data-start="2466" data-end="2498">encaminhados para reciclagem</strong>, consolidando a ambição de uma <strong data-start="2530" data-end="2553">mobilidade circular</strong>.</p>
<p data-start="2556" data-end="2948" data-is-last-node="" data-is-only-node="">“<strong data-start="2557" data-end="2659">Medimos, auditamos e comunicamos. A credibilidade dos dados é tão importante como as medidas em si</strong>”, sublinha <strong data-start="2671" data-end="2745">Helder Quelhas</strong>. Com métricas robustas e práticas coerentes, a marca transforma sustentabilidade em execução: <strong data-start="2859" data-end="2908">menos emissões, menos desperdício, mais valor</strong> para clientes, parceiros e comunidades.</p>
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