<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Mobilidade &#8211; Green Savers</title>
	<atom:link href="https://greensavers.sapo.pt/temas/mobilidade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://greensavers.sapo.pt</link>
	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Tue, 04 Aug 2026 11:23:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/01/gs-favicon-100x100.png</url>
	<title>Mobilidade &#8211; Green Savers</title>
	<link>https://greensavers.sapo.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>42,9% da rede ciclável analisada em Braga apresenta risco elevado para os ciclistas</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/429-da-rede-ciclavel-analisada-em-braga-apresenta-risco-elevado-para-os-ciclistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:02:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[braga]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[rede ciclável]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=302306</guid>

					<description><![CDATA[Avaliação recorreu à metodologia internacional CycleRAP para identificar os principais riscos e apoiar futuras intervenções na infraestrutura ciclável da cidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Automóvel Club de Portugal (ACP) apresentou os resultados de um estudo de avaliação da segurança da infraestrutura ciclável de Braga, realizado através da metodologia CycleRAP, uma ferramenta internacional de referência desenvolvida pelo International Road Assessment Programme (iRAP) para avaliar o risco das infraestruturas destinadas à mobilidade ativa.</p>
<p>Apesar de Braga dispor de uma rede ciclável com apenas 22,16 quilómetros, o estudo conclui que 42,9% dos percursos analisados apresentam níveis de risco elevado ou extremo para os ciclistas, sendo apenas 7,89% classificados como de risco reduzido.</p>
<p>Os resultados revelam que as colisões entre veículos e bicicletas constituem uma das principais preocupações, com cerca de 38% da rede a apresentar níveis de risco elevado ou extremo neste tipo de conflito. Já o risco de colisão entre ciclistas revelou-se reduzido na quase totalidade dos percursos analisados.</p>
<p>Entre os fatores de maior risco identificados destacam-se a circulação em vias partilhadas com automóveis, a reduzida separação lateral entre bicicletas e tráfego motorizado e, no centro histórico, a presença de pavimento em calçada, que aumenta significativamente o risco de quedas em condições de chuva. A elevada utilização pedonal destas zonas exige igualmente soluções que conciliem a circulação de bicicletas com a preservação do espaço urbano e a segurança dos peões.</p>
<p>Além do diagnóstico, o estudo simulou diferentes cenários de melhoria em vários pontos críticos da cidade, demonstrando que intervenções na infraestrutura poderão reduzir significativamente os níveis de risco em diversos segmentos analisados.</p>
<p>Para o ACP, esta avaliação constitui uma ferramenta objetiva de apoio à decisão, permitindo identificar prioridades de intervenção, quantificar o impacto esperado das soluções propostas e contribuir para uma implementação faseada e mais segura da rede ciclável prevista para Braga.</p>
<p>A metodologia CycleRAP, já utilizada em diversos países, constitui atualmente uma das principais referências internacionais para avaliação da segurança da mobilidade ativa, permitindo comparar infraestruturas através de critérios uniformes e apoiar políticas públicas baseadas em evidência.</p>
<p>O estudo, que conta com o apoio da Federação Internacional do Automóvel (FIA), insere-se na missão do ACP de promover uma mobilidade mais segura, sustentável e acessível para todos os utilizadores da via pública.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido pela Lane Patrol, empresa portuguesa especializada em digitalização e avaliação de infraestruturas rodoviárias e de mobilidade ativa, responsável pela aplicação da metodologia CycleRAP em Portugal. A avaliação baseou-se na recolha de imagens georreferenciadas, captadas automaticamente de 10 em 10 metros através de uma aplicação móvel instalada numa bicicleta.</p>
<p>Posteriormente, as imagens foram analisadas recorrendo a inteligência artificial e validação técnica, permitindo avaliar mais de 50 características da infraestrutura, desde a separação do tráfego à qualidade do pavimento, sinalização, interseções ou visibilidade. O modelo calcula o nível de risco para quatro tipos de acidentes  (colisões entre veículos e bicicletas, entre bicicletas, entre bicicletas e peões e quedas isoladas) e identifica medidas de melhoria prioritárias.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>93% dos portugueses sentem que a mobilidade está mais cara e 77% já mudou os seus hábitos de deslocação</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/93-dos-portugueses-sentem-que-a-mobilidade-esta-mais-cara-e-77-ja-mudou-os-seus-habitos-de-deslocacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugueses]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=302519</guid>

					<description><![CDATA[Apesar do aumento dos custos, o automóvel continuar a ser o principal meio de transporte para os consumidores e 65% pondera comprar um carro elétrico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento dos custos associados à mobilidade está a levar os portugueses a repensar a forma como se deslocam, embora o automóvel continue a ser o principal meio de transporte no país. Estas são algumas das principais conclusões do estudo da ConsumerChoice sobre Mobilidade e Transportes, que analisou os hábitos, desafios e expectativas dos consumidores.</p>
<p>O automóvel próprio continua a dominar as deslocações diárias, sendo utilizado por 68% dos inquiridos, enquanto apenas 16% recorre maioritariamente aos transportes públicos. Esta realidade ajuda a explicar o impacto que os custos associados a combustíveis (81%), seguros automóveis (48%) e manutenção dos veículos (43%) continuam a ter no orçamento das famílias.</p>
<p>Não surpreende, por isso, que 93% dos portugueses considerem que os custos da mobilidade aumentaram nos últimos dois anos. Como consequência, 77% já alterou os seus hábitos de deslocação, reduzindo a utilização do automóvel (47%), diminuindo as viagens não essenciais (34%) e recorrendo aos transportes públicos e às deslocações a pé (31% em ambos).</p>
<p>A preocupação ambiental também está cada vez mais presente nas escolhas dos entrevistados. 73% dos participantes admite que a sustentabilidade influencia as suas decisões de mobilidade, pelo menos ocasionalmente, e 80% acredita que a população está a adotar comportamentos cada vez mais sustentáveis nesta área.</p>
<p>O estudo evidencia igualmente o crescente interesse pela mobilidade elétrica. Embora só 25% dos consumidores possua atualmente um veículo eletrificado, 65% pondera adquirir um carro elétrico nos próximos anos. Os entrevistados reconhecem vantagens claras nesta tecnologia, destacando o menor impacto ambiental (68%) e a redução dos custos de utilização (64%).</p>
<p>Contudo, o preço de aquisição continua a ser o maior obstáculo à adoção destes veículos (70%), seguido pelas dúvidas quanto à durabilidade das baterias (36%) e o tempo de carregamento (35%). Paralelamente, 15% considera que Portugal dispõe, hoje em dia, de uma infraestrutura de carregamento adequada, ao mesmo tempo que a maioria (55%) entende que esta responde apenas parcialmente às necessidades existentes.</p>
<p>A forma como os inquiridos encaram a utilização e a aquisição de automóveis começa também a evoluir. Apesar da compra tradicional continuar a ser dominante (62%), soluções como o renting (7%) e o leasing (5%) começam a ganhar expressão, refletindo assim uma crescente valorização da previsibilidade dos custos, apontada por 54% dos entrevistados.</p>
<p>Já os transportes públicos continuam a enfrentar desafios significativos. 41% dos participantes utiliza-os raramente, sendo os atrasos (57%), a lotação excessiva e a frequência insuficiente (41% nos dois casos) os principais fatores que condicionam a sua utilização.</p>
<p>Além disso, 95% considera que existem fortes diferenças entre a oferta disponível nas grandes cidades e nas regiões do interior, o que reforça a dependência do automóvel fora dos centros urbanos. Por outro lado, 22% dos residentes em áreas urbanas acredita que não conseguiria manter o seu estilo de vida sem carro próprio, esse valor sobe para 55% entre os habitantes em zonas rurais ou de baixa densidade populacional.</p>
<p>Quando questionados ainda sobre as medidas que poderiam incentivar uma maior utilização dos transportes públicos, os portugueses apontam sobretudo preços mais competitivos (49%), maior frequência dos serviços (48%), maior pontualidade (39%) e uma melhor cobertura geográfica (37%).</p>
<p>Por fim, apesar destes desafios, a perspetiva para o futuro é otimista. 69% dos consumidores prevê que a mobilidade em Portugal estará melhor na próxima década, impulsionada, especialmente, pela eletrificação dos veículos (77%), a evolução dos transportes públicos inteligentes (38%), a condução autónoma (25%) e a micromobilidade – bicicletas e trotinetes – (25%) como as principais tendências de transformação.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Calor extremo e incêndios: Continental alerta para os cuidados a ter nas viagens de verão</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/calor-extremo-e-incendios-continental-alerta-para-os-cuidados-a-ter-nas-viagens-de-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 06:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[Continental]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=302148</guid>

					<description><![CDATA[Uma verificação simples do estado do veículo pode reduzir o risco de avarias e contribuir para uma condução mais segura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada das férias, milhares de portugueses percorrem centenas de quilómetros rumo aos seus destinos. A este aumento do tráfego juntam-se as temperaturas elevadas que se prevêm para os próximos dias e, em muitas regiões, um risco acrescido de incêndio, fatores que exigem uma atenção redobrada por parte dos condutores.</p>
<p>Neste contexto, a Continental lembra que uma viagem segura começa antes mesmo de ligar o motor. Uma verificação simples do estado do veículo pode reduzir o risco de avarias e contribuir para uma condução mais segura.</p>
<p>&#8220;Os pneus são o único ponto de contacto entre o veículo e a estrada e desempenham um papel determinante na travagem, na estabilidade e no controlo da viatura. Antes de uma viagem longa, é fundamental confirmar que se encontram em boas condições e com a pressão recomendada pelo fabricante. São gestos simples que podem fazer toda a diferença na segurança&#8221;, afirma Nuno Rebelo, Head of Marketing Analytics Marketing Portugal &amp; Spain da Continental.</p>
<p>Entre as verificações essenciais antes de partir, a Continental destaca o controlo da pressão dos pneus, sempre com os pneus frios, a inspeção do desgaste do piso e da eventual existência de cortes ou deformações, bem como a verificação dos níveis do óleo do motor, do líquido de refrigeração e do líquido de travões.</p>
<p>Durante a viagem, recomenda-se igualmente uma condução suave, adaptada às condições da estrada, evitando acelerações e travagens bruscas. Sempre que possível, as deslocações mais longas devem ser planeadas para as horas de menor calor, reduzindo o desgaste dos componentes do veículo e a fadiga do condutor.</p>
<p>Caso a circulação decorra em zonas afetadas por incêndios ou com presença de fumo, é essencial reduzir a velocidade, aumentar a distância de segurança, ligar os quatro piscas e manter os vidros fechados com o sistema de ventilação em modo de recirculação. Se a visibilidade estiver comprometida ou existirem condicionamentos à circulação, devem ser seguidas rigorosamente as indicações das autoridades.</p>
<p><strong>Mitos e Verdades sobre a condução no verão</strong></p>
<p><strong>❌</strong><strong> Mito | O calor faz rebentar os pneus.</strong></p>
<p><strong>✓</strong><strong> Verdade |</strong> As temperaturas elevadas, por si só, não provocam o rebentamento de um pneu. O risco aumenta quando existem fatores como pressão incorreta, desgaste excessivo, danos no pneu ou excesso de carga no veículo.</p>
<p><strong>❌</strong><strong> Mito | No verão devo reduzir a pressão dos pneus.</strong></p>
<p><strong>✓</strong><strong> Verdade |</strong> A pressão deve corresponder sempre aos valores recomendados pelo fabricante e ser verificada com os pneus frios. Circular com uma pressão inferior à indicada aumenta o aquecimento do pneu e compromete a sua segurança.</p>
<p><strong>❌</strong><strong> Mito | Se o pneu tem piso suficiente, está em boas condições.</strong></p>
<p><strong>✓</strong><strong> Verdade |</strong> Para além da profundidade do piso, é importante verificar se existem cortes, deformações, desgaste irregular ou sinais de envelhecimento da borracha.</p>
<p><strong>❌</strong><strong> Mito | Se encontrar fumo na estrada, basta ligar os quatro piscas.</strong></p>
<p><strong>✓</strong><strong> Verdade |</strong> O mais importante é reduzir a velocidade, aumentar a distância de segurança, ligar os quatro piscas e respeitar todas as indicações das autoridades.</p>
<p><strong>❌</strong><strong> Mito | Posso atravessar uma zona de incêndio se ainda conseguir ver a estrada.</strong></p>
<p><strong>✓</strong><strong> Verdade |</strong> Nunca deve ignorar cortes de estrada ou indicações das autoridades. A evolução de um incêndio pode alterar-se rapidamente e colocar em risco a segurança dos ocupantes do veículo.</p>
<p>A Continental reforça que a manutenção preventiva do veículo, aliada a uma condução responsável e adaptada às condições de circulação, continua a ser a melhor forma de reduzir o risco de incidentes e garantir viagens mais seguras durante este período de maior intensidade de tráfego.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>miio e Powerdot destacam mais de 280 localizações de carregamento rápido e ultra rápido perto das principais autoestradas para as férias de verão</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/miio-e-powerdot-destacam-mais-de-280-localizacoes-de-carregamento-rapido-e-ultra-rapido-perto-das-principais-autoestradas-para-as-ferias-de-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 08:01:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[carregamento]]></category>
		<category><![CDATA[miio]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Powerdot]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=302106</guid>

					<description><![CDATA[App miio passa a sinalizar localizações Powerdot próximas das principais vias rodoviárias nacionais, encaminhando os condutores para pontos de carregamento perto das áreas de serviço mais congestionadas durante a época de férias. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A miio, empresa portuguesa dedicada à simplificação da mobilidade elétrica, e a Powerdot, operador português de carregamento de veículos elétricos, lançam uma iniciativa que pretende ajudar os condutores de veículos elétricos a planear melhor as suas viagens de verão e a integrar o carregamento de forma mais inteligente no percurso, identificando pontos de carregamento rápido e ultra rápido junto às principais vias rodoviárias do país, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, até ao início de setembro, a aplicação da miio passa a destacar mais de 280 localizações da rede Powerdot situadas a menos de 15 minutos das principais rotas nacionais. Destas, 185 encontram-se a menos de cinco minutos de uma saída de autoestrada ou de outra via estruturante.</p>
<p>A iniciativa surge numa altura em que os padrões de carregamento mudam com as viagens de verão. Segundo dados da miio, durante o período de férias os carregamentos realizados a mais de 100 quilómetros da região habitual dos utilizadores são cerca de 1,5 vezes superiores aos registados no resto do ano.</p>
<p>Esta alteração também se reflete na utilização da rede durante agosto. Entre 2023 e 2025, os utilizadores da rede miio carregaram mais kWs de eletricidade em agosto do que em julho, com aumentos entre 18% e 23%. No Algarve, um dos principais destinos turísticos nacionais, o peso dos carregamentos realizados em agosto quase duplicou face ao resto do ano.</p>
<p>A Powerdot dispõe, atualmente, de mais localizações próximas de autoestradas do que o número total de áreas de serviço existentes nas vias rápidas portuguesas<em>. </em>Instalados em supermercados, centros comerciais, retail parks, restaurantes, postos de abastecimento e outros espaços de retalho, os pontos de carregamento da operadora permitem integrar o carregamento em paragens já previstas durante a viagem, como uma refeição, uma pausa para café ou uma ida às compras.</p>
<p>Entre Porto e Lisboa, a aplicação identifica locais de carregamento em zonas como Mealhada, Condeixa-a-Nova, Santarém ou Aveiras de Cima. Na ligação ao Algarve existem alternativas em Palmela, Pegões e Sines, enquanto na região algarvia a rede inclui localizações em municípios como Albufeira, Portimão, Loulé, Alcantarilha e São Brás de Alportel.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Espinho acaba com programa de bicicletas e trotinetas partilhadas na cidade</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/espinho-acaba-com-programa-de-bicicletas-e-trotinetas-partilhadas-na-cidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 17:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Espinho]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=302249</guid>

					<description><![CDATA[Em causa está o protocolo, assinado em 2022 com a empresa Byrd, que era apontado pelo executivo socialista da altura como uma solução de mobilidade interna mais sustentável, inteligente, cómoda e amiga do ambiente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Espinho vai acabar na sexta-feira com o programa de bicicletas e trotinetas partilhadas na cidade, por defender que a desordem causada por esses veículos tem ameaçado a mobilidade e a segurança no espaço público.</p>
<p class="text-paragraph">Em causa está o protocolo, assinado em 2022 com a empresa Byrd, que era apontado pelo executivo socialista da altura como uma solução de mobilidade interna mais sustentável, inteligente, cómoda e amiga do ambiente.</p>
<p class="text-paragraph">No âmbito desse protocolo, a autarquia do distrito de Aveiro e da Área Metropolitana do Porto distribuiu 200 veículos, que eram requisitados por 1 euro, custavam depois 25 cêntimos por minuto e acabaram muitas vezes por ser estacionados fora dos lugares definidos para o efeito.</p>
<p class="text-paragraph">Num comunicado, a Câmara Municipal realça que “a permanência desordenada de bicicletas e trotinetas tem constituído um obstáculo à mobilidade, condicionando a passagem de peões, pessoas com mobilidade reduzida, utilizadores de cadeiras de rodas e famílias com carrinhos de bebé, comprometendo as condições de segurança e acessibilidade no espaço público”.</p>
<p class="text-paragraph">Por isso, a prioridade do município é agora “garantir uma utilização mais ordenada, segura e acessível do espaço público”, salvaguardando os interesses da população e a qualidade do ambiente urbano.</p>
<p class="text-paragraph">“A remoção destes equipamentos insere-se na estratégia municipal de valorização e gestão do espaço público, com o objetivo de reforçar a segurança dos peões, melhorar a circulação pedonal e promover uma utilização mais organizada, acessível e qualificada do espaço urbano”, justifica a autarquia.</p>
<p class="text-paragraph">A Câmara Municipal adianta que o acordo com a Byrd cessou a 26 de março de 2026, sem que a empresa tenha entretanto retirado da via pública as suas bicicletas e trotinetas.</p>
<p class="text-paragraph">Por notificação posterior, a autarquia exigiu então que todos os veículos fossem recolhidos até à próxima sexta-feira, dia 31 de julho.</p>
<p class="text-paragraph">“Caso a empresa não proceda à remoção dentro do prazo fixado, o município de Espinho reserva-se o direito de promover a recolha coerciva dos veículos através dos seus serviços municipais, sendo todos os custos inerentes à operação – incluindo o transporte, a recolha, o parqueamento e demais encargos decorrentes – imputados à empresa”, conclui a autarquia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Plano de mobilidade de Leiria quer aproximar freguesias e elevar qualidade de vida</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/plano-de-mobilidade-de-leiria-quer-aproximar-freguesias-e-elevar-qualidade-de-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 13:29:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de mobilidade de Leiria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=302292</guid>

					<description><![CDATA[Composto por oito eixos e 74 ações, algumas já implementadas, outras em fase de projeto, estudo ou a iniciar, o PMUS de Leiria está, contudo, ainda em fase de apresentação, consulta, esclarecimento de dúvidas e aceitação de propostas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">O Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS) de Leiria, em elaboração, pretende aproximar as freguesias da cidade e garantir a qualidade de vida de quem vive no concelho, defendeu hoje o presidente do município.</p>
<p class="text-paragraph">Composto por oito eixos e 74 ações, algumas já implementadas, outras em fase de projeto, estudo ou a iniciar, o PMUS de Leiria está, contudo, ainda em fase de apresentação, consulta, esclarecimento de dúvidas e aceitação de propostas.</p>
<p class="text-paragraph">A votação em reunião de Câmara e Assembleia Municipal está agendada para setembro para que, a partir daí, todas as iniciativas sejam postas em prática até 2035, anunciou hoje a autarquia.</p>
<p class="text-paragraph">“É um plano estratégico, do ponto de vista não só da mobilidade, mas da qualidade de vida de Leiria”, resumiu o presidente da Câmara de Leiria, na apresentação do PMUS Leiria à comunicação social.</p>
<p class="text-paragraph">Gonçalo Lopes disse que “se a alta velocidade vai aproximar Leiria de Lisboa e do Porto, este plano vai aproximar as freguesias da cidade”, e defendeu que o plano reflita “uma visão para todo o concelho”.</p>
<p class="text-paragraph">O autarca admitiu que se trata de “um tema muito sensível”, recordando “a forte contestação” que um plano semelhante gerou há cerca de uma década.</p>
<p class="text-paragraph">“É das discussões mais difíceis de fazer do ponto de vista político, porque é um tema onde toda a gente tem opinião &#8211; sobretudo aqueles que andam de carro. O discurso e a discussão não pode ser a do carro, tem de ser Leiria”, frisou.</p>
<p class="text-paragraph">Alterar a mobilidade é, “muitas vezes, contrário à expectativa das pessoas” e, por isso, a Câmara de Leiria quer “grande comunicação, participação e esclarecimento”.</p>
<p class="text-paragraph">“Se as ações que vamos propor não tiverem este esforço de envolvermos as pessoas nas decisões, os que hoje dizem que querem a rua fechada, amanhã dizem que a querem aberta”, exemplificou.</p>
<p class="text-paragraph">Politicamente, Gonçalo Lopes garantiu ir “obrigar os partidos [da oposição] a serem muito claros naquilo que querem”, para conseguir “a maior abrangência política possível”.</p>
<p class="text-paragraph">“Este plano não pode ter como base o populismo. Não é só quem governa que tem de assumir responsabilidades. Que este plano não seja uma arma de arremesso político por parte dos partidos que não governam a Câmara, que na reunião de Câmara defendem uma coisa e na rua, ao pé dos comerciantes, defendem o seu contrário”.</p>
<p class="text-paragraph">O PMUS de Leiria ganha importância face ao crescimento populacional.</p>
<p class="text-paragraph">“Afinal não somos 130 mil, somos 145 mil, foi confirmado há umas semanas”, lembrou, sobre os dados do INE para 2025 revelados em junho.</p>
<p class="text-paragraph">“15 mil pessoas a mais faz mossa. Mesmo assim consegue-se aguentar cá dentro [na cidade], com exceção das horas de ponta, em que existe já uma mudança”, reconheceu Gonçalo Lopes.</p>
<p class="text-paragraph">“Houve uma explosão demográfica. Estamos habituados a ter uma qualidade de vida que foi alterada”, notou.</p>
<p class="text-paragraph">Por isso, é necessário agir, porque “a mobilidade cruza-se não só com o transporte público, mas com o ambiente, a habitação e, sobretudo, o crescimento urbano”.</p>
<p class="text-paragraph">O PMUS que Leiria prepara “já não é só uma questão de transporte público ou de pedonalizar, é uma questão de qualidade de vida”, aproximando o concelho dos padrões definidos pela União Europeia.</p>
<p class="text-paragraph">“A questão é saber se Portugal, e em particular Leiria, está preparado para entrar nesta discussão, ou se vamos continuar a discutir quantos lugares de estacionamento ficam à porta ou onde é a zona de cargas e descargas e a galgar passeios e a ser multados, porque &#8216;só parei para ir à farmácia&#8217;”, criticou.</p>
<p class="text-paragraph">O PMUS de Leiria tem uma sessão pública de apresentação no dia 04 de agosto, às 21:30, no auditório do Estádio Municipal de Leiria. Ficará disponível para consulta entre 05 e 15 de agosto. Foi criado um endereço eletrónico para sugestões e contributos em pmus@cm-leiria.pt.</p>
<p class="text-paragraph">“Gostávamos muito que houvesse uma participação responsável, de cidadania, cívica. Não pensem só no curto prazo. Olhem para Leiria daqui a dez anos” e “não só no dia de hoje”, apelou o presidente da Câmara de Leiria.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ACP Elétrico do Ano 2026: Mercedes-Benz CLA, Audi A6 e-tron, Citroën ë-C3 e Jeep Compass EV são os vencedores das categorias</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/acp-eletrico-do-ano-2026-mercedes-benz-cla-audi-a6-e-tron-citroen-e-c3-e-jeep-compass-ev-sao-os-vencedores-das-categorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=301833</guid>

					<description><![CDATA[Dedicado exclusivamente a automóveis 100% elétricos, o concurso convidou os portugueses a escolherem os seus modelos preferidos entre seis candidatos de cada categoria, representativos de diferentes segmentos e necessidades de utilização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Automóvel Club de Portugal já revelou os quatro modelos vencedores das categorias a concurso na edição de 2026 do ACP Elétrico do Ano. O Mercedes-Benz CLA, o Audi A6 e-tron, o Citroën ë-C3 e o Jeep Compass EV foram os automóveis preferidos dos participantes nas categorias Familiares, Premium, Citadinos/Utilitários e SUV/Crossover, respetivamente, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, dedicado exclusivamente a automóveis 100% elétricos, o concurso convidou os portugueses a escolherem os seus modelos preferidos entre seis candidatos de cada categoria, representativos de diferentes segmentos e necessidades de utilização.</p>
<p>Na categoria Familiares, o modelo mais votado foi o Mercedes-Benz CLA, que se distingue pela autonomia elevada, pela capacidade de carregamento ultrarrápido e pela combinação entre eficiência, desempenho e tecnologia.</p>
<p>O Audi A6 e-tron venceu a categoria Premium, destacando-se pela qualidade de construção, pelo desempenho, pelo espaço interior e por uma autonomia adequada a viagens de longa distância.</p>
<p>Entre os modelos Citadinos/Utilitários, a preferência dos participantes recaiu sobre o Citroën ë-C3, um automóvel concebido para a utilização urbana, que alia conforto, funcionalidade e eficiência no dia a dia.</p>
<p>O Jeep Compass EV foi escolhido como o melhor SUV/Crossover, distinguindo-se pelo design robusto, pelo espaço interior, pelas tecnologias de assistência à condução e por uma autonomia que pode atingir os 650 quilómetros.</p>
<p>Com a escolha dos vencedores das quatro categorias concluída, segue-se agora o anúncio do modelo que receberá o título de ACP Elétrico do Ano 2026, marcado para o próximo dia 4 de setembro.</p>
<p>Organizado pelo Automóvel Club de Portugal desde 2023, o ACP Elétrico do Ano pretende aproximar os consumidores da mobilidade elétrica e dar-lhes voz na escolha dos modelos que melhor respondem às diferentes necessidades de utilização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>1.000 bicicletas transformaram Lisboa numa festa de rua em movimento e terminam com uma mensagem à porta da Câmara Municipal</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/1-000-bicicletas-transformaram-lisboa-numa-festa-de-rua-em-movimento-e-terminam-com-uma-mensagem-a-porta-da-camara-municipal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:08:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[bicicletas]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=301475</guid>

					<description><![CDATA[Uma edição especial da Massa Crítica, com a participação especial do DJ britânico Dom Whiting, reuniu 1 000 pessoas em bicicletas no centro de Lisboa, no domingo. Embora o ambiente fosse festivo, a mensagem era clara: tratava-se de um protesto. Uma manifestação alegre e repleta de música que demonstrou que a exigência por espaços seguros para pessoas que usam a bicicleta na cidade é real e está a crescer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao som de “drum-and-bass” ao vivo, misturado a partir da frente da bicicleta de Whiting, pessoas de todas as idades pedalaram a partiram da Praça Marquês de Pombal na tarde de domingo, enchendo as avenidas da cidade com música, campainhas e vivas à bicicleta. O percurso levou o grupo através de Saldanha até ao Campo Grande, descendo pela Avenida de Roma e pela Avenida Almirante Reis, passando pela Baixa, antes de terminar em frente à Câmara Municipal.</p>
<p>Após duas horas a mostrar como podem ser as ruas de Lisboa quando são as pessoas, e não o trânsito, a preenchê-las, os participantes pedalaram até à porta da Câmara Municipal para uma fotografia de grupo e para apelar a ruas mais seguras na cidade.</p>
<p>O percurso atravessou deliberadamente a Avenida de Roma, uma das avenidas mais largas da cidade, que não dispõe de qualquer infraestrutura segura para bicicletas, apesar de ter sido identificada como uma prioridade na auditoria realizada pela Copenhagenize e encomendada pelo presidente da Câmara, Carlos Moedas. No domingo, 1 000 pessoas percorreram toda a sua extensão em segurança e com alegria; mas só o fizeram porque estavam em grande número.</p>
<p><strong>Mario Alves, membro da direcção da MUBi e participante da Massa Crítica, afirmou:</strong></p>
<p>“Esta foi Lisboa no seu melhor! Mil pessoas de todas as idades a andar de bicicleta pela cidade, com música a tocar e todos a sorrir. Ninguém precisava de ser convencido de que é assim que as nossas ruas poderiam ser. A procura existe. O que falta são ruas seguras e vontade política. A Avenida de Roma é o local óbvio por onde começar”.</p>
<p>Dom Whiting é um DJ britânico que conquistou fãs em todo o mundo ao misturar “drum-and-bass” ao vivo enquanto pedala pelas cidades, atraindo milhares de pessoas atrás de si. Desde o início, em 2021, os seus passeios têm vindo a reunir as comunidades locais de ciclistas em Londres, Bristol, Berlim, Bruxelas, Barcelona, Madrid e noutras cidades da Europa e de outros continentes. O domingo marcou o seu primeiro passeio em Lisboa.</p>
<p>Mais tarde, Whiting afirmou no Instagram: “[Já] faço isto há 5 anos e aquele foi o público mais entusiasmado de sempre”.</p>
<p>A Massa Crítica é a edição lisboeta do movimento mundial “Critical Mass”: um passeio mensal aberto a todos que celebra a bicicleta na última sexta-feira do mês em várias cidades do país e reivindica o direito das pessoas em bicicleta a um espaço seguro nas ruas da cidade. Embora estes encontros sejam normalmente informais e impulsionados pela comunidade, este domingo serviu como uma lembrança alegre para os líderes municipais de que a nossa comunidade está pronta para uma mudança real e estrutural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rede MOBI.E ultrapassa 955 mil carregamentos em junho</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/rede-mobi-e-ultrapassa-955-mil-carregamentos-em-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:06:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Carregamentos]]></category>
		<category><![CDATA[mobi-e]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=301434</guid>

					<description><![CDATA[Mais de 955 mil carregamentos realizados em junho, com as sextas-feiras a destacarem-se como o dia com maior utilização da rede.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A rede de carregamento de veículos elétricos ligada à MOBI.E registou, no mês de junho de 2026, mais de 955 mil sessões de carregamento, consolidando a tendência de crescimento da mobilidade elétrica em Portugal. Este valor representa um aumento de cerca de 31% face ao mesmo período do ano anterior, foi divulgado em comunicado.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, ao longo do mês, a infraestrutura foi utilizada por mais de 231 mil utilizadores distintos (diferentes acessos, através de cartão ou app), o que traduz um crescimento homólogo expressivo de 89% e confirma a crescente adesão dos portugueses à mobilidade elétrica, bem como a maior frequência de utilização da rede.</p>
<p>O consumo total de energia ultrapassou os 22 mil MWh, refletindo um aumento de aproximadamente 36% face a junho de 2025. Entre os vários dados deste período, destaca-se como curiosidade o facto de a sexta-feira ter sido o dia da semana com maior número médio de carregamentos, ultrapassando as 34 mil sessões por dia, o que evidencia padrões de utilização associados à mobilidade semanal dos utilizadores.</p>
<p>A evolução da procura continua a ser acompanhada pelo reforço da cobertura da rede. No final de junho, a rede pública integrava 8.080 postos de carregamento, correspondentes a cerca de 15.300 pontos de carregamento distribuídos por todo o território nacional.</p>
<p>Também ao nível da capacidade, a rede tem vindo a evoluir de forma consistente. A 30 de junho, um total de 3.176 postos disponibilizavam carregamento rápido ou ultrarrápido, representando cerca de 39,3% da infraestrutura total, permitindo tempos de carregamento mais reduzidos e maior conveniência para os utilizadores.</p>
<p>Em termos ambientais, o impacto positivo mantém-se relevante. Só em junho, a utilização da rede permitiu evitar a emissão de mais de 18 mil toneladas de CO₂. Este volume equivale à capacidade de retenção anual de carbono de aproximadamente 299 mil árvores urbanas com 10 anos, ou às emissões anuais de cerca de 3.707 habitantes, o equivalente a 1.483 famílias portuguesas, e ainda a mais de 6,7 milhões de litros de gasóleo não consumidos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vai de férias de carro elétrico? Carregar em casa antes de partir pode cortar os custos da viagem para metade</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/vai-de-ferias-de-carro-eletrico-carregar-em-casa-antes-de-partir-pode-cortar-os-custos-da-viagem-para-metade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 16:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[carro elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=301196</guid>

					<description><![CDATA[De acordo com cálculos da Selectra, uma viagem de cerca de 500 quilómetros, como entre o Porto e o Algarve, poderá custar entre 15 e 18 euros quando o veículo é carregado em casa antes da partida. Já os condutores que dependam maioritariamente de carregadores rápidos ao longo do percurso poderão gastar entre 32 e 40 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Quem vai fazer férias de verão de carro elétrico pode reduzir significativamente os custos da viagem com uma medida simples: carregar a bateria em casa antes de partir. A conclusão é da Selectra, que estima que esta opção pode representar uma poupança superior a 50% face à utilização predominante de carregadores rápidos durante o percurso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com milhares de portugueses a prepararem-se para viajar de norte a sul do país durante os meses de verão, o automóvel continua a ser o meio de transporte escolhido por muitas famílias. No caso dos veículos elétricos, o planeamento do carregamento pode ter um impacto relevante no orçamento das férias.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com cálculos da Selectra, uma viagem de cerca de 500 quilómetros, como entre o Porto e o Algarve, poderá custar entre 15 e 18 euros quando o veículo é carregado em casa antes da partida. Já os condutores que dependam maioritariamente de carregadores rápidos ao longo do percurso poderão gastar entre 32 e 40 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em comparação, a mesma deslocação realizada num automóvel a gasolina pode rondar os 59 euros, dependendo do consumo do veículo e do preço dos combustíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">“O maior fator de poupança numa viagem de carro elétrico não depende apenas do veículo, mas também do planeamento do carregamento. Começar a viagem com a bateria carregada em casa permite reduzir custos, aumentar a autonomia disponível e diminuir a necessidade de recorrer aos carregadores rápidos durante o percurso”, referem especialistas da Selectra Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Carregar em casa continua a ser a opção mais económica</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do investimento inicial mais elevado associado à compra de um veículo elétrico, os custos de utilização continuam a ser uma das principais vantagens desta tecnologia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a análise da Selectra, considerando um consumo médio entre 16 e 18 kWh por cada 100 quilómetros e um preço da eletricidade doméstica entre 0,18 e 0,21 euros por kWh, percorrer 100 quilómetros pode custar apenas entre 3 e 4 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por outro lado, um automóvel a gasolina com um consumo médio de 6,5 litros por cada 100 quilómetros e um preço de combustível próximo dos 1,80 euros por litro poderá gastar cerca de 12 euros para percorrer a mesma distância.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na prática, isto significa que o custo energético de um veículo elétrico carregado em casa pode ser três a quatro vezes inferior ao de um automóvel convencional.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Conveniência tem um preço</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Embora os carregadores rápidos e ultrarrápidos sejam uma solução prática durante viagens longas, a conveniência tem um custo acrescido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto os carregamentos domésticos permitem beneficiar de tarifas mais baixas — especialmente durante os períodos de vazio, quando a eletricidade pode custar entre 0,10 e 0,15 euros por kWh —, os postos rápidos apresentam normalmente preços bastante mais elevados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para uma bateria de 60 kWh, uma carga completa em casa poderá custar entre 11 e 15 euros. Num carregador rápido, o valor poderá ultrapassar os 30 euros, dependendo do operador e das condições tarifárias.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Cinco recomendações para poupar durante as férias</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para reduzir os custos das deslocações de verão, a Selectra aconselha os condutores de veículos elétricos a:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Carregar totalmente a bateria antes de iniciar a viagem;</li>
<li>Programar o carregamento para os períodos de vazio, sempre que possível;</li>
<li>Planear antecipadamente os pontos de carregamento ao longo do percurso;</li>
<li>Utilizar carregadores rápidos apenas quando necessário;</li>
<li>Adotar uma condução eficiente, evitando acelerações bruscas e velocidades excessivas.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">Além da poupança direta, estas medidas podem contribuir para aumentar a autonomia do veículo e tornar a viagem mais tranquila.</p>
<p>À medida que a mobilidade elétrica ganha expressão em Portugal, o planeamento continua a ser um dos principais aliados dos condutores para tirar o máximo partido das vantagens económicas dos veículos elétricos, especialmente durante os períodos de maior utilização das estradas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
