<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portugal &#8211; Green Savers</title>
	<atom:link href="https://greensavers.sapo.pt/temas/portugal/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://greensavers.sapo.pt</link>
	<description>Notícias sobre sustentabilidade, ambiente, alterações climáticas, biodiversidade, florestas, finanças verdes, empresas, economia, ODS</description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 May 2026 14:02:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/01/gs-favicon-100x100.png</url>
	<title>Portugal &#8211; Green Savers</title>
	<link>https://greensavers.sapo.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Trofa, Famalicão, Vila do Conde e Santo Tirso querem combater jacinto-de-água no rio Ave</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/trofa-famalicao-vila-do-conde-e-santo-tirso-querem-combater-jacinto-de-agua-no-rio-ave/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 14:02:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[rio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=298201</guid>

					<description><![CDATA[A “crescente proliferação do jacinto-de-água (Eichhornia crassipes), espécie invasora que tem vindo a afetar significativamente o ecossistema fluvial [no rio Ave]”, compromete “a biodiversidade, o equilíbrio ecológico e a utilização sustentável do rio”, diz a câmara de Trofa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As câmaras da Trofa, Famalicão, Santo Tirso e Vila do Conde vão reunir-se com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para estudar formas de combater o jacinto-de-água que prolifera no rio Ave, que atravessa os quatro concelhos.</p>
<p class="text-paragraph">O encontro está marcado para o dia 28, na Câmara da Trofa, e decorre da “crescente proliferação do jacinto-de-água (<em>Eichhornia crassipes</em>), espécie invasora que tem vindo a afetar significativamente o ecossistema fluvial [no rio Ave], comprometendo a biodiversidade, o equilíbrio ecológico e a utilização sustentável do rio”, lê-se no comunicado daquela autarquia.</p>
<p class="text-paragraph">Entre os objetivos da reunião está, também, a “definição de uma estratégia intermunicipal para a reabilitação e valorização ambiental do rio Ave”, acrescenta a nota de imprensa.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a autarquia liderada pelo social-democrata Sérgio Araújo, “a sessão de trabalho permitirá efetuar um diagnóstico conjunto da situação atual, avaliar estratégias para a remoção e controlo da espécie invasora, reforçar a articulação institucional entre os municípios e a APA e identificar possíveis linhas de financiamento que permitam concretizar intervenções estruturadas e sustentáveis”.</p>
<p class="text-paragraph">O comunicado refere ainda o “caráter inédito” da iniciativa, que reúne pela “primeira vez os quatro municípios atravessados pelo rio Ave numa ação concertada e integrada de cooperação institucional orientada para a recuperação ambiental e valorização deste importante recurso natural”.</p>
<p class="text-paragraph">“Os desafios ambientais não conhecem fronteiras administrativas e exigem respostas articuladas e integradas. Esta reunião representa um passo muito importante para a construção de uma estratégia comum de proteção e valorização do rio Ave, envolvendo municípios e entidades com responsabilidade direta na gestão do território e dos recursos hídricos”, salienta Sérgio Araújo, citado pelo comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">O município destaca que a cooperação entre as autarquias e a APA “pretende ainda criar condições para uma intervenção mais eficaz e sustentável, promovendo soluções técnicas coordenadas, partilha de conhecimento e acesso a instrumentos de financiamento ambiental e de adaptação às alterações climáticas”.</p>
<p class="text-paragraph">A autarquia assinala ainda estar a finalizar, em parceria com a APA, “um conjunto de intervenções no âmbito do apoio à transição climática e da Reabilitação da Rede Hidrográfica”.</p>
<p class="text-paragraph">Ações de limpeza, desobstrução, desassoreamento e preservação da galeria ripícola em nove linhas de água afluentes do rio Ave no concelho, bem como a estabilização de margens, beneficiação de ‘habitats’ ribeirinhos, reabilitação de infraestruturas hidráulicas degradadas e reforço dos sistemas de monitorização da qualidade da água, compõem o conjunto de intervenções previstas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Setor da água e saneamento exige ao Governo alteração urgente ao código do IVA</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/setor-da-agua-e-saneamento-exige-ao-governo-alteracao-urgente-ao-codigo-do-iva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=298197</guid>

					<description><![CDATA[A tomada de posição, revelada numa nota de imprensa enviada pela Águas Públicas da Serra da Estrela, e assinada pelo presidente do organismo, José Francisco Rolo, saiu de uma reunião com diversas entidades que exigiram “uma alteração legislativa urgente ao Código do IVA” no setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entidades do setor da água e saneamento exigiram ao Governo uma alteração urgente do código do IVA por questões de neutralidade fiscal, equidade entre serviços e coesão territorial, anunciou hoje a Águas Públicas da Serra da Estrela (APdSE).</p>
<p class="text-paragraph">A tomada de posição, revelada numa nota de imprensa enviada pela APdSE, e assinada pelo presidente do organismo, José Francisco Rolo, saiu de uma reunião com diversas entidades que exigiram “uma alteração legislativa urgente ao Código do IVA” no setor.</p>
<p class="text-paragraph">“Exigimos o fim de uma injustiça fiscal que penaliza milhões de portugueses”, refere-se naquela nota de imprensa, após um encontro que a APdSE promoveu na Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra e que juntou entidades e responsáveis públicos e privados do setor de todo o país.</p>
<p class="text-paragraph">O encontro &#8211; que encerrou sob o lema “A água une-nos. A fiscalidade não nos pode separar.” – reuniu responsáveis com “representação direta de cerca de 2,2 milhões de portugueses, universo que ascende a aproximadamente 6,5 milhões de cidadãos através da participação da Associação Nacional de Municípios Portugueses” (ANMP).</p>
<p class="text-paragraph">Esta posição conjunta “defende uma solução assente em maior igualdade de tratamento fiscal, uniformização de enquadramentos e eliminação de distorções entre modelos de gestão” existentes.</p>
<p class="text-paragraph">“Procurando assegurar condições mais equilibradas para todas as entidades gestoras e maior justiça para os consumidores, solucionando um problema incompatível com os princípios da neutralidade fiscal, da equidade entre serviços públicos essenciais e da coesão territorial”, defenderam.</p>
<p class="text-paragraph">Para José Francisco Rolo, também presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, Portugal “não pode continuar a permitir que entidades públicas sejam financeiramente penalizadas por assegurarem serviços essenciais às populações”.</p>
<p class="text-paragraph">Por isso, as entidades defenderam que “esta matéria deve assumir caráter prioritário na agenda política nacional” e apelaram ao Governo e à Assembleia da República para “uma resposta célere a um problema que afeta simultaneamente consumidores, municípios, investimento público e a sustentabilidade do setor”.</p>
<p class="text-paragraph">“O saneamento de águas residuais é um serviço público essencial, mas o IVA que o cidadão paga, ou não paga, depende apenas de quem gere o sistema, criando uma inaceitável disparidade”, realçou José Francisco Rolo.</p>
<p class="text-paragraph">O atual regime conduz a “tratamentos profundamente diferenciados entre entidades gestoras, permitindo que alguns operadores consigam recuperar integralmente o IVA associado à sua atividade”.</p>
<p class="text-paragraph">“Enquanto numerosas entidades públicas, municipais e intermunicipais permanecem impedidas de deduzir o imposto suportado em investimentos, obras, equipamentos e serviços essenciais”, indica-se na nota de imprensa.</p>
<p class="text-paragraph">Os participantes no encontro realizado em Coimbra consideraram que “não é coerente exigir maiores níveis de cobertura, acessibilidade, resiliência e sustentabilidade aos serviços”, enquanto se “mantém um regime fiscal que encarece precisamente o investimento necessário” para cumprir esses objetivos, chegando a “haver diferenças de investimento de 23%”.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a APdSE, “cada quilómetro de rede, cada expansão de cobertura e cada investimento necessário para aproximar o saneamento das populações transporta hoje um custo fiscal adicional para muitas entidades públicas, um encargo que acaba inevitavelmente refletido nos consumidores, nos municípios e nos territórios.”</p>
<p class="text-paragraph">Consideraram, por isso, que a alteração do IVA tem “uma dimensão clara de justiça territorial, justiça fiscal, sustentabilidade do serviço público e igualdade de tratamento entre consumidores”, sendo “necessário promover maior uniformização de processos”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CDU apela às populações que se manifestem contra hibridização de barragens transmontanas</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/cdu-apela-as-populacoes-que-se-manifestem-contra-hibridizacao-de-barragens-transmontanas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=298194</guid>

					<description><![CDATA[A Coligação Democrática Unitária (CDU) garante que tem acompanhado “com preocupação os recentes anúncios de um projeto, desenvolvido pela Engie, com a instalação de torres eólicas e parques fotovoltaicos no Nordeste Transmontano, quer pela sua extensão num território de elevado valor patrimonial, agrícola e ambiental, mas também pela falta de transparência na sua condução”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A CDU de Bragança apelou hoje às populações, associações agrícolas, culturais, desportivas e de caça para que se manifestem e se organizem, e que exijam o esclarecimento cabal dos projetos de hibridização das barragens transmontanas.</p>
<p class="text-paragraph">Em comunicado, a Coligação Democrática Unitária (CDU), que agrega o PCP e o partido ecologista Os Verdes, garante que tem acompanhado “com preocupação os recentes anúncios de um projeto, desenvolvido pela Engie, com a instalação de torres eólicas e parques fotovoltaicos no Nordeste Transmontano, quer pela sua extensão num território de elevado valor patrimonial, agrícola e ambiental, mas também pela falta de transparência na sua condução”.</p>
<p class="text-paragraph">Para a CDU, o projeto previsto para as barragens das hidroelétricas de Picote (Miranda do Douro), Bemposta (Mogadouro) e Baixo Sabor (Moncorvo), através da construção de novos parques fotovoltaicos e eólicos em Miranda do Douro, Mogadouro e Carviçais (distrito de Bragança) “correspondem a uma agenda europeia que impõe um alegado reforço da competitividade da economia portuguesa e aceleração da transição para um sistema energético mais limpo, flexível e resiliente”.</p>
<p class="text-paragraph">“Porém, na prática, traduz mais uma clara cedência do Governo aos grandes interesses económicos das multinacionais energéticas, é mero pretexto numa lógica especulativa que aproveita a necessidade de desenvolvimento energético para destruir o património natural e cultural, vedando até eventuais benefícios para as regiões”, indicou a CDU.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a coligação, “os vários projetos da Engie, pelo que já se conhece, pretendem ocupar largas faixas de território com parques e estruturas, com impactos cumulativos, que inviabilizam, nestas áreas, a agricultura, pecuária e apicultura, setores fundamentais para a economia local do Nordeste Transmontano, comprometendo não apenas a produção presente como também futura, numa paisagem que se descaracteriza e perde interesse para o setor do turismo”.</p>
<p class="text-paragraph">A CDU refere que importa também denunciar “a falta de transparência e envolvimento da população nestes processos de hibridização das barragens”, acrescentando que “as sessões de esclarecimento divulgadas e promovidas pela Engie primam pela informação incompleta relativamente à localização prevista e à sua natureza, para que assim fiquem as populações à margem da discussão de assuntos que lhe dizem diretamente respeito”.</p>
<p class="text-paragraph">A coligação relembra ainda aos vários órgãos do poder local democrático compete acautelar o interesse dos seus munícipes/fregueses e da economia local.</p>
<p class="text-paragraph">A posição da CDU surge na sequência da sessão da apresentação do projeto de hibridização da central hidrelétrica de Picote e parque eólico realizada em 07 de maio, na aldeia raiana de São Martinho de Angueira pela Engie.</p>
<p class="text-paragraph">Quanto à potência deste parque eólico, neste momento perspetiva-se que possa ter uma capacidade de aproximadamente 157,5 MegaWatts.</p>
<p class="text-paragraph">Nesta fase de projeto estão previstos 105 hectares, de área não vedada, onde se inserirão os aerogeradores, valas de cabos e acessos.</p>
<p class="text-paragraph">Outros dos projetos passa pela hibridização em três centrais elétricas transmontanas através de projetos fotovoltaicos com capacidade de cerca de 354 Megawatts-pico (MWp).</p>
<p class="text-paragraph">As centrais em causa são Bemposta (Mogadouro), Baixo Sabor (Torre de Moncorvo) e Foz Tua (Carrazeda de Ansiães e Alijó).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DGS aconselha população vulnerável a ficar em casa devido a concentração de poeiras no ar</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/dgs-aconselha-populacao-vulneravel-a-ficar-em-casa-devido-a-concentracao-de-poeiras-no-ar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:41:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ar]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do ar]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=298191</guid>

					<description><![CDATA[A DGS adianta em comunicado que uma massa de ar proveniente dos desertos do Norte de África, que transporta poeiras em suspensão, está prevista atravessar hoje Portugal Continental e dias seguintes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Direção-Geral da Saúde recomendou hoje que as crianças, idosos, pessoas com problemas respiratórios crónicos e doentes cardiovasculares permaneçam em casa sempre que possível devido à concentração de poeiras no ar provenientes do norte de África.</p>
<p class="text-paragraph">A DGS adianta em comunicado que uma massa de ar proveniente dos desertos do Norte de África, que transporta poeiras em suspensão, está prevista atravessar hoje Portugal Continental e dias seguintes.</p>
<p class="text-paragraph">“Prevê-se a ocorrência de uma situação de fraca qualidade do ar no Continente, registando-se um aumento das concentrações de partículas inaláveis de origem natural no ar”, sublinha.</p>
<p class="text-paragraph">A autoridade de saúde explica que este poluente (partículas inaláveis – PM10) tem efeitos na saúde humana, principalmente na população mais sensível, crianças e idosos, cujos cuidados de saúde devem ser redobrados durante a ocorrência destas situações.</p>
<p class="text-paragraph">Enquanto este fenómeno se mantiver, a DGS recomenda à população para evitar os esforços prolongados, limitar a atividade física ao ar livre e evitar a exposição a fatores de risco, como o fumo do tabaco e o contacto com produtos irritantes.</p>
<p class="text-paragraph">Já as crianças, idosos, doentes com problemas respiratórios crónicos, designadamente asma, e doentes do foro cardiovascular, além de cumprirem as recomendações para a população em geral devem, sempre que viável, permanecer no interior dos edifícios e, preferencialmente, com as janelas fechadas, devido à “sua maior vulnerabilidade aos efeitos deste fenómeno”.</p>
<p class="text-paragraph">A DGS salienta ainda que os doentes crónicos devem manter os tratamentos médicos em curso.</p>
<p class="text-paragraph">No caso de agravamento de sintomas, os doentes devem contactar a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) ou recorrer a um serviço de saúde.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>GEOTA alerta para declínio “alarmante” dos peixes migradores em Portugal</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/geota-alerta-para-declinio-alarmante-dos-peixes-migradores-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:34:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[peixes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=298188</guid>

					<description><![CDATA[Ana Catarina Miranda, do Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) afirmou que “as barreiras à conectividade fluvial, desde pequenos açudes a grandes barragens, são efetivamente uma das principais causas do declínio dos peixes migradores de água doce em Portugal”, embora sublinhe que a poluição, a regularização dos rios e a captação de água também contribuem para o problema.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A coordenadora do programa Rios Livres do GEOTA alertou hoje para o declínio “alarmante dos peixes migradores em Portugal”, defendendo a remoção de barreiras fluviais obsoletas e a reavaliação de novas barragens para travar a degradação dos ecossistemas ribeirinhos.</p>
<p class="text-paragraph">Em declarações à Lusa, Ana Catarina Miranda, do Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) afirmou que “as barreiras à conectividade fluvial, desde pequenos açudes a grandes barragens, são efetivamente uma das principais causas do declínio dos peixes migradores de água doce em Portugal”, embora sublinhe que a poluição, a regularização dos rios e a captação de água também contribuem para o problema.</p>
<p class="text-paragraph">As declarações surgem a propósito da celebração do Dia Mundial da Migração dos Peixes, que será assinalado no sábado, em Alcanena, distrito de Santarém, com uma caminhada de quatro quilómetros ao longo do rio Alviela e ações de sensibilização promovidas pelo programa Rios Livres do GEOTA, em parceria com o município, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e outras entidades.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a responsável, o objetivo da iniciativa é “aumentar a consciência da população acerca da importância da conectividade fluvial”, mas também levar o público a refletir sobre “o que se deverá fazer aos açudes obsoletos que fragmentam os rios um pouco por todo o país”.</p>
<p class="text-paragraph">Ana Catarina Miranda destacou que, em Portugal continental, “60% dos peixes migradores de água doce estão ameaçados”, apontando como exemplos a lampreia-do-nabão, a lampreia-do-sado e o ruivaco-do-oeste, espécies endémicas cuja extinção em território nacional significaria o desaparecimento global.</p>
<p class="text-paragraph">A coordenadora do GEOTA recordou ainda que, a nível mundial, “as populações globais de peixes migradores de água doce sofreram um declínio de mais de 80% desde 1970”, citando como uma das principais causas a fragmentação dos rios por barreiras artificiais.</p>
<p class="text-paragraph">Um relatório recente da ONU alerta que 49% das populações de espécies migratórias estão em declínio e que 24% enfrentam risco de extinção global, apontando a perda e fragmentação de habitats como uma das maiores ameaças.</p>
<p class="text-paragraph">No caso português, Ana Catarina Miranda considerou que existe “uma certa tendência” para continuar a construir novas barreiras fluviais, nomeadamente para zonas balneares, defendendo alternativas “baseadas na natureza” que permitam compatibilizar usos sociais e económicos com a preservação ecológica dos rios.</p>
<p class="text-paragraph">“Não rejeitamos a presença de barragens em abstrato, opomo-nos, sim, à degradação de ecossistemas ribeirinhos sempre que existam alternativas viáveis”, afirmou.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a responsável, estão atualmente identificadas cerca de 15 mil barreiras à conectividade fluvial em Portugal, embora admita que o número real seja superior devido à falta de mapeamento das estruturas de menor dimensão.</p>
<p class="text-paragraph">“Não se sabe quantas barreiras obsoletas existem em Portugal, mas serão com certeza muitas centenas”, afirmou, defendendo a necessidade de identificar infraestruturas sem uso atual e avaliar prioridades de remoção com base em critérios ecológicos, sociais e económicos.</p>
<p class="text-paragraph">A caminhada de sábado termina no Açude da Ponte da Pedra, no Alviela, uma estrutura que o GEOTA reconhece como obstáculo à circulação de peixes, mas cuja eventual remoção não considera prioritária devido ao valor social e patrimonial associado.</p>
<p class="text-paragraph">“As pessoas muitas vezes pensam equivocadamente que somos contra a existência de qualquer barreira, e não é esta a nossa posição”, disse Ana Miranda, defendendo “soluções integradas” construídas com participação das populações locais.</p>
<p class="text-paragraph">A responsável alertou também para os problemas persistentes de poluição no rio Alviela, lembrando que, apesar das melhorias face ao passado, continuam a existir episódios recorrentes associados a descargas ilegais e limitações da capacidade de tratamento da ETAR em períodos de chuva intensa.</p>
<p class="text-paragraph">“Estes episódios de poluição são um problema de base tão grave que acaba por tornar desajustado o trabalho que fazemos de promoção da reabilitação fluvial e do reencontro das comunidades com o rio”, afirmou.</p>
<p class="text-paragraph">Questionada sobre medidas prioritárias para os próximos anos, Ana Catarina Miranda defendeu uma reavaliação dos projetos de novas barragens e açudes previstos no país.</p>
<p class="text-paragraph">“É essencial a procura de soluções adequadas à situação e ao conhecimento técnico-científico atuais, e ter em conta a existência de alternativas com menos impacto ecológico e ambiental”, concluiu.</p>
<p>No próximo dia 23 de maio, assinala-se o Dia Mundial da Migração dos Peixes, que será marcado por celebrações, eventos e campanhas de ação em todo o mundo, em prol dos peixes migratórios e dos rios livres de barreiras.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova lei que regula autoconsumo de energia renovável na Madeira entrou em vigor</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/nova-lei-que-regula-autoconsumo-de-energia-renovavel-na-madeira-entrou-em-vigor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:24:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[madeira]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=298032</guid>

					<description><![CDATA[Em comunicado, a Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas, indica que entrou oficialmente em vigor o diploma que adapta à Região Autónoma da Madeira o regime jurídico aplicável ao autoconsumo de energia renovável. A legislação nacional foi aprovada em 2022, sendo agora adaptada ao arquipélago.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O decreto legislativo regional que adapta à Madeira as regras de autoconsumo de energia renovável e estabelece passos obrigatórios para a aprovação de projetos entrou em vigor na região, foi hoje anunciado.</p>
<p class="text-paragraph">Em comunicado, a Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas, indica que entrou oficialmente em vigor o diploma que adapta à Região Autónoma da Madeira o regime jurídico aplicável ao autoconsumo de energia renovável. A legislação nacional foi aprovada em 2022, sendo agora adaptada ao arquipélago.</p>
<p class="text-paragraph">“Este novo quadro legal estabelece procedimentos estritos e obrigatórios para todos os novos projetos e para as entidades instaladoras do setor, visando acelerar a transição energética na região”, salienta o executivo madeirense.</p>
<p class="text-paragraph">Com a nova legislação, “passa a haver uma harmonização com o regime nacional em vigor, assegurando coerência com o enquadramento do sistema elétrico e com as regras europeias aplicáveis, bem como uma definição estruturada dos procedimentos de controlo prévio, com diferenciação clara por níveis de potência (comunicação prévia, registo ou licença), aumentando desta forma a previsibilidade para os promotores”, é acrescentado na nota.</p>
<p class="text-paragraph">A Secretaria Regional de Equipamentos sublinha que “ficam também estabelecidas regras objetivas de dimensionamento das instalações, garantindo equilíbrio entre produção e consumo e evitando sobredimensionamento, assim como um reforço do enquadramento do autoconsumo coletivo e das comunidades de energia, com definição de regras de organização, gestão e partilha”.</p>
<p class="text-paragraph">“Longe de ser apenas um entrave burocrático, o novo quadro normativo funciona como o pilar de sustentabilidade que viabiliza a coexistência entre a produção descentralizada e a estabilidade das infraestruturas públicas”, considera.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com a Secretaria Regional, o autoconsumo na Madeira tem registado um “crescimento exponencial”, com o número de unidades de produção para autoconsumo (UPAC) a aumentar de 27 para mais de 3.200 instalações, entre 2020 e 2026.</p>
<p class="text-paragraph">“Estes números expressivos justificaram a urgência da nova regulamentação”, reforça a tutela, vincando também que “a supervisão tornou-se indispensável para garantir a estabilidade física da rede elétrica insular diante desta rápida expansão”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amarante investe 4,6 milhões de euros em 11 novos autocarros elétricos</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/amarante-investe-46-milhoes-de-euros-em-11-novos-autocarros-eletricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Amarante]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[transportes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=298022</guid>

					<description><![CDATA[“Com a introdução destes 11 autocarros na rede pública dos serviços de transportes públicos em Amarante, ficamos com um terço da frota operacional de transportes elétricos, e uma cobertura de 50% do município dos quilómetros que temos, que são cerca de 700 quilómetros”, explicou o vereador com o pelouro do Ambiente, Fernando Moura e Silva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">A RodoAmarante vai colocar em circulação este mês 11 novos autocarros elétricos, um terço da frota que opera naquele concelho do distrito do Porto, após investimento de 4,6 milhões de euros, disse hoje o vereador do Ambiente.</p>
<p class="text-paragraph">“Com a introdução destes 11 autocarros na rede pública dos serviços de transportes públicos em Amarante, ficamos com um terço da frota operacional de transportes elétricos, e uma cobertura de 50% do município dos quilómetros que temos, que são cerca de 700 quilómetros”, explicou hoje à Lusa o vereador com o pelouro do Ambiente, Fernando Moura e Silva.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DYXlwQnCIAJ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
<div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div>
</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver esta publicação no Instagram</div>
</div>
<div style="padding: 12.5% 0;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div>
</div>
<div style="margin-left: 8px;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div>
</div>
<div style="margin-left: auto;">
<div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DYXlwQnCIAJ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por RodoAmarante Lda. (@rodoamarante)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p class="text-paragraph">Segundo o autarca, estes veículos novos representam “um investimento na ordem dos 4,6 milhões de euros, muito significativo”.</p>
<p class="text-paragraph">“São esforços que, em alguns momentos, temos de fazer, e este é um bom momento para renovarmos a frota”, acrescentou.</p>
<p class="text-paragraph">Para Fernando Moura e Silva, a medida permite ao município melhorar “a qualidade de serviço”, em termos de poluição, ruído e comodidade, dando “um contributo para diminuir a pegada carbónica”.</p>
<p class="text-paragraph">Das habituais queixas de ruído e cheiro, nenhuma poderá ser apontada aos novos veículos, adiantou, e Amarante, disse, continua “a reforçar a sua preocupação com o ambiente, as alterações climáticas e a transição energética”, tendo a ambição de aumentar a percentagem de veículos elétricos da frota com o passar dos anos.</p>
<p class="text-paragraph">A RodoAmarante, empresa concessionária do serviço público de transporte rodoviário de passageiros na cidade desde setembro de 2021, explora, atualmente, 30 linhas no concelho de Amarante.</p>
<p class="text-paragraph">Em janeiro de 2025, o município avançava à Lusa que o número de utilizadores tinha aumentado 33% desde que a autarquia concessionou o serviço a um só operador, o consórcio RodoAmarante.</p>
<p class="text-paragraph">Em 2024, atingiram os 750 mil utilizadores, com destaque para 18 mil passageiros anuais na linha que liga a cidade à estação ferroviária de Vila Meã.</p>
<p class="text-paragraph">Os novos veículos são apresentados na sexta-feira, numa sessão no Amarante Cine-teatro com o secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, podendo os presentes viajar num dos autocarros depois.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Presidente da APA diz que albufeiras estão na melhor situação de sempre</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/presidente-da-apa-diz-que-albufeiras-estao-na-melhor-situacao-de-sempre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Green Savers com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:28:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Águas e Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=298018</guid>

					<description><![CDATA[“Nós estamos na melhor situação de sempre. Nunca estivemos assim. Temos as albufeiras literalmente cheias. A [albufeira da] Bravura, no Algarve, que os portugueses conhecem por não ter água, está a 99%”, disse José Pimenta Machado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) sublinhou hoje que as albufeiras estão na melhor situação de sempre, com uma média de armazenamento de 92%, e a ministra do Ambiente apontou para uma situação confortável para o verão.</p>
<p class="text-paragraph">“Nós estamos na melhor situação de sempre. Nunca estivemos assim. Temos as albufeiras literalmente cheias. A [albufeira da] Bravura, no Algarve, que os portugueses conhecem por não ter água, está a 99%”, disse José Pimenta Machado, na apresentação do balanço dos aquíferos e das reservas estratégicas de água, que decorreu hoje na APA.</p>
<p class="text-paragraph">“Este comboio de tempestades fez muitos estragos, mas trouxe uma coisa boa, que foi recuperar as nossas albufeiras e os nossos aquiferos. Agora vamos gerir e monitorizar”, acrescentou o presidente da APA.</p>
<p class="text-paragraph">Face à situação favorável das albufeiras, as restrições ao licenciamento de novas captações de água subterrânea foram levantadas, à exceção da Campina de Faro, tendo José Pimenta Machado explicado que, para grandes utilizações, vão ser pedidos reportes automáticos do consumo de água para que possa existir uma monitorização.</p>
<p class="text-paragraph">Estes reportes serão feitos através de telemetria, tal como acontece já na região do Algarve, acrescentou o presidente da APA.</p>
<p class="text-paragraph">Na apresentação dos dados mais recentes da situação hidrográfica esteve também presente a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, que explicou que “a situação nas barragens é confortável para o verão, para o consumo humano e para as atividades agrícolas, industriais e do turismo”.</p>
<p class="text-paragraph">Apesar do cenário positivo, a ministra do Ambiente sublinhou que é necessário um uso moderado da água: “É preciso ter esta noção de que, de um momento para o outro, podemos ter menos chuva e as indicações que temos é de que vamos ter um verão difícil”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cientista de centro português documenta o primeiro caso de leucismo em jacaré-de-papo-amarelo</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/cientista-de-centro-portugues-documenta-o-primeiro-caso-de-leucismo-em-jacare-de-papo-amarelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 06:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[crocodilo]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=297466</guid>

					<description><![CDATA[Nativa da América do Sul, ocorrendo no Brasil, Uruguai, Bolívia, Argentina e Paraguai, a espécie, da ordem Crocodylia, é caracterizada por uma coloração verde-acastanhada e ventre amarelado, daí o seu nome vulgar. Até agora, não existiam quaisquer registos de anomalias cromáticas nesta espécie.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O investigador Leonardo Cotts, do Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais (CE3C) da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, liderou um estudo no qual é documentado, pela primeira vez, um caso de leucismo nos jacarés-de-papo-amarelo (<em>Caiman latirostris</em>).</p>
<p>Nativa da América do Sul, ocorrendo no Brasil, Uruguai, Bolívia, Argentina e Paraguai, a espécie, da ordem Crocodylia, é caracterizada por uma coloração verde-acastanhada e ventre amarelado, daí o seu nome vulgar. Até agora, não existiam quaisquer registos de anomalias cromáticas nesta espécie.</p>
<p>Num artigo publicado recentemente na revista ‘<a href="https://brill.com/view/journals/amre/aop/article-10.1163-15685381-bja10257/article-10.1163-15685381-bja10257.xml" target="_blank" rel="noopener">Amphibia-Reptilia’</a>, liderado por Cotts, é apresentada a primeira descrição de um jacará-de-papo-amarelo com uma condição genética rara que resulta na perda parcial de pigmentação, e que confere ao animal uma coloração esbranquiçada.</p>
<p>O cientista explica que, ao contrário do albinismo, em que há ausência total de pigmentos por todo o corpo do animal, “o leucismo pode apresentar ausência em algumas regiões, mas pigmentos presentes e em níveis muito baixos em outras”.</p>
<figure id="attachment_297467" aria-describedby="caption-attachment-297467" style="width: 1570px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-297467 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/leonardo-cotts_photo-2.jpeg" alt="" width="1570" height="1126" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/leonardo-cotts_photo-2.jpeg 1570w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/leonardo-cotts_photo-2-300x215.jpeg 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/leonardo-cotts_photo-2-1024x734.jpeg 1024w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/leonardo-cotts_photo-2-768x551.jpeg 768w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/leonardo-cotts_photo-2-1536x1102.jpeg 1536w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/leonardo-cotts_photo-2-600x430.jpeg 600w" sizes="(max-width: 1570px) 100vw, 1570px" /><figcaption id="caption-attachment-297467" class="wp-caption-text">Leonardo Cotts, do Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais (CE3C) da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.</figcaption></figure>
<p>Nas fotografias partilhadas pelo CE3C, o jacaré, uma fêmea ainda jovem, apresenta olhos escuros. Se fosse realmente albino, seriam avermelhados devido à falta de pigmentação na íris, que torná-la-ia translúcida, permitindo ver os vasos sanguíneos na região da retina. A jovem fêmea foi encontrada numa estação de tratamento de águas residuais de Balneário Camboriú, no estado de Santa Catarina no Brasil, e posteriormente foi encaminhada para o Zoológico de Balneário Camboriú.</p>
<p>Além de ser o primeiro caso de um jacaré-de-papo-amarelo com leucismo, é também apenas o terceiro a nível mundial a ser registado no género <em>Caiman</em>.</p>
<p>Os autores do artigo dizem que a ausência de registos anteriores de leucismo em jacarés-de-papo-amarelo pode ser explicada pela reduzida taxa de sobrevivência de indivíduos em estado selvagem com esta condição genética. Explicam os cientistas que “a coloração clara pode aumentar a vulnerabilidade à predação, dificultar a reprodução e conduzir à exclusão social”.</p>
<p>No mesmo estudo, reflete-se sobre a ocorrência de alterações cromáticas brancas em indivíduos da ordem Crocodylia ao longo do tempo, incluindo casos de albinismo, leucismo e</p>
<p>Neste estudo, os autores discutem a ocorrência de alterações cromáticas brancas em indivíduos da ordem Crocodylia ao longo do tempo, incluindo casos de albinismo, leucismo e piebaldismo noutras espécies, como o aligátor-americano (<em>Alligator mississippiensis</em>).</p>
<p><strong>Indicadores da saúde dos ecossistemas</strong></p>
<p>A equipa afirma que, ainda que sejam raras, estas condições têm sido associadas a fatores genéticos e ambientais, como a poluição, a fragmentação de habitat e o isolamento populacional, pelo que têm o potencial de serem utilizadas como bioindicadores.</p>
<p>A presença de indivíduos com pigmentação anómala, como este jacaré leucístico, tem sido observada em áreas sujeitas a uma forte pressão humana, o que sugere uma possível ligação entre o stress ambiental e as alterações genéticas. No caso agora descrito, o facto de o animal ter sido encontrado num ambiente urbano reforça esta hipótese, acreditam os cientistas.</p>
<p>Como tal, o estudo defende a importância de monitorizar sistematicamente a ocorrência deste tipo de animais com alterações na cor, especialmente em espécies que coexistem em ambientes antropogénicos. Registar estes casos pode, consideram os investigadores, ajudar a identificar sinais precoces sobre o estado de saúde dos ecossistemas e compreender melhor como as atividades humanas estão a afetar a biodiversidade.</p>
<p>“Os animais com colorações anómalas registados podem servir como bioindicadores de alterações ambientais, indicando regiões potencialmente impactadas ajudando-nos em investigações de diferentes perfis, principalmente ecológicas e conservacionistas”, conclui Leonardo Cotts.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aeroporto de Lisboa entre os 20 mais poluentes da Europa</title>
		<link>https://greensavers.sapo.pt/aeroporto-de-lisboa-entre-os-20-mais-poluentes-da-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:07:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[aeroportos]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://greensavers.sapo.pt/?p=297629</guid>

					<description><![CDATA[A revelação é feita por uma investigação realizada pela organização não-governamental Transport &#038; Environment (T&#038;E) e pelo ‘think tank’ ODI Global, que analisou os impactos climáticos e na qualidade do ar de 1.300 aeroportos a nível global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, figura entre os 20 aeroportos europeus com maiores emissões de gases com efeito de estufa.</p>
<p>A revelação é feita por uma <a href="https://uploads.transportenvironment.org/production/files/ODI-OM-AirportTracker-PolicyBrief-Apr26-Proof04.pdf?dm=1778572306" target="_blank" rel="noopener">investigação</a> realizada pela organização não-governamental Transport &amp; Environment (T&amp;E) e pelo ‘think tank’ ODI Global, que analisou os impactos climáticos e na qualidade do ar de 1.300 aeroportos a nível global.</p>
<p>Os dados, que reportam a 2023 e que a organização diz serem os mais atuais que estão disponíveis, mostram que, colocam o aeroporto da capital na 13.ª posição do ranking dos aeroportos da Europa com mais emissões de dióxido de carbono (CO2). A análise aponta que, nesse ano, o aeroporto Humberto Delgado emitiu cerca de quatro milhões de toneladas desse gás que contribui para o aquecimento global, ficando acima do aeroporto de Milão-Malpensa (Itália), com 3,9 milhões de toneladas de CO2, e abaixo do aeroporto internacional de Barcelona (Espanha), com 4,1 milhões de toneladas.</p>
<figure id="attachment_297640" aria-describedby="caption-attachment-297640" style="width: 625px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-297640 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/aeroportos-eurppeus-mais-poluentes-1.png" alt="" width="625" height="601" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/aeroportos-eurppeus-mais-poluentes-1.png 625w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/aeroportos-eurppeus-mais-poluentes-1-300x288.png 300w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/aeroportos-eurppeus-mais-poluentes-1-600x577.png 600w" sizes="(max-width: 625px) 100vw, 625px" /><figcaption id="caption-attachment-297640" class="wp-caption-text">Lista dos 20 aeroportos europeus que em 2023 mais emitiram CO2. Fonte: Steadman, S. and Pickard S. (2026) ‘Airports and aviation emissions: the Airport Tracker<br />as a tool for data-driven advocacy’. ODI Global policy brief. London: ODI Global.</figcaption></figure>
<p>Nos três primeiros lugares estão o aeroporto de Heathrow, em Londres, Reino Unido, com 21 milhões de toneladas de CO2, seguido pelo Charles de Gaulle, em Paris, França, com 14,7 milhões de toneladas, e pelo de Frankfurt, na Alemanha, com 14,4 milhões de toneladas.</p>
<p>Esses três aeroportos são também os únicos europeus que estão entre os 10 aeroportos de todo o mundo que mais emitem CO2: Heathrow logo em segundo lugar, Charles de Gaulle em sétimo e o de Frankfurt em oitavo.</p>
<p>A nível global, o aeroporto do Dubai (Emirados Árabes Unidos) é apontado como o mais poluente do mundo, com cerca de 23,2 milhões de toneladas de CO2 emitidas em 2023. A completar o Top 10 mundial, o de Los Angeles (Estados Unidos da América) com 18,8 milhões de toneladas, ocupa a terceira posição, o aeroporto de Icheon na capital sul-coreana de Seul, com 16,8 milhões de toneladas, fica em quarto lugar, e o aeroporto John F. Kennedy de Nova Iorque, também nos Estados Unidos, com 16,8 milhões de toneladas fica na quinta posição.</p>
<figure id="attachment_297631" aria-describedby="caption-attachment-297631" style="width: 573px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-297631 size-full" src="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/aeroportos-do-mundo-mais-poluentes.png" alt="" width="573" height="471" srcset="https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/aeroportos-do-mundo-mais-poluentes.png 573w, https://greensavers.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/aeroportos-do-mundo-mais-poluentes-300x247.png 300w" sizes="(max-width: 573px) 100vw, 573px" /><figcaption id="caption-attachment-297631" class="wp-caption-text">Lista dos 20 aeroportos de todo o mundo que em 2023 mais emitiram CO2. Fonte: Steadman, S. and Pickard S. (2026) ‘Airports and aviation emissions: the Airport Tracker<br />as a tool for data-driven advocacy’. ODI Global policy brief. London: ODI Global.</figcaption></figure>
<p>Estimativas da T&amp;E apontam que só 100 aeroportos, a nível mundial, são responsáveis por cerca de dois terços das emissões totais de CO2 resultantes de voos de passageiros. Só os dos Estados Unidos e da China representam mais de um terço das emissões totais. Quanto aos aeroportos da Europa, esses emitiram, em 2023, mais CO2 do que os da América Latina, do Médio Oriente e de África combinados.</p>
<p>Se fosse um país, a aviação seria o quinto maior emissor de gases com efeito de estufa, lança a T&amp;E, que argumenta que o setor está ainda muito longe de alcançar as metas da neutralidade carbónica até 2050, compromisso assumido em 2021 pelas companhias aéreas no âmbito da 77.ª reunião anual da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla original em inglês).</p>
<p>“Permitir que um setor dependente dos combustíveis fósseis continue a expandir-se ao aumentar a capacidade dos aeroportos apenas reforça a maior vulnerabilidade da aviação”, avisa Denise Auclair, da T&amp;E.</p>
<p>“Na maioria das capitais e regiões europeias, o argumento para a expansão dos aeroportos já não é suportado pelas mais recentes evidências. Está mais do que na altura de priorizar a nossa independência energética e a saúde dos cidadãos. Uma das principais alavancas estratégicas de que dispomos consiste em alinhar a capacidade aeroportuária com os nossos objetivos em matéria de clima, qualidade do ar e proteção contra do ruído”, refere a especialista.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
