Os drones vieram para ficar e há já empresas a usar estas máquinas para o bem-estar da humanidade. É o caso da Zipline, que recorre a drones para entregar produtos urgentes, como material médico (medicamentos e mesmo sangue para transfusões) em zonas de difícil acesso. E é exatamente este o espaço que a UNICEF pretende nutrir, através do UNICEF Innovation Fund for Drone Startups, um fundo para apoiar startups de drones que estejam a trabalhar em projetos capazes de beneficiar a humanidade.

As áreas consideradas são: software para recolher, partilhar e analisar dados de drones (para usar em áreas com baixa conectividade); software de gestão de voo e operações de entrega; modelos de negócio de serviços sustentáveis de drones para mercados emergentes; segurança aérea, gestão de risco e ferramentas para sistemas pilotados à distância. O UNICEF Innovation Fund for Drone Startups está aberto a startups de países onde a UNICEF opere, e as candidaturas estão abertas até ao próximo dia 22 de julho. A UNICEF irá atribuir um prémio entre 50 e 100 mil dólares às startups escolhidas, bem como apoio técnico e acesso a um corredor para drones com 6 500 metros quadrados no Malawi para os testes.