WWF Portugal lança “D-EVOLUÇÃO” para reforçar restauro ecológico no país

Com a nova fase, a organização afirma reforçar o conceito e a ambição do projeto. Segundo a WWF Portugal, a iniciativa procura aproximar a ação ambiental do quotidiano das pessoas, tornando o restauro ecológico mais acessível e mobilizador.

Redação

A WWF Portugal apresentou a “D-EVOLUÇÃO”, a nova fase da sua iniciativa nacional de restauro ecológico, com o objetivo de reforçar a mobilização de cidadãos, empresas e decisores para a recuperação da natureza em Portugal através de ações concretas no território, foi divulgado em comunicado.

Segundo a mesma fonte, lançado inicialmente em outubro de 2025 sob o nome “Re-Store Portugal”, o projeto destacou-se por introduzir uma abordagem participativa ao restauro da natureza, assente num modelo de “loja” que permite a qualquer pessoa ou organização contribuir diretamente para intervenções em ecossistemas como o Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Estuário do Tejo ou a Serra do Caldeirão.

Com a nova fase, a organização afirma reforçar o conceito e a ambição do projeto. Segundo a WWF Portugal, a iniciativa procura aproximar a ação ambiental do quotidiano das pessoas, tornando o restauro ecológico mais acessível e mobilizador.

“A D-EVOLUÇÃO representa uma nova fase desta iniciativa. Mantemos o compromisso e ambição, mas reforçamos a forma como convidamos a sociedade a participar. Devolver natureza é investir no futuro, com impacto real no território. Devolver natureza também é evolução, ou seja, evoluímos como sociedade e como comunidades protegendo e restaurando o que de mais valioso temos – a nossa biodiversidade”, afirma Ângela Morado.

A iniciativa enquadra-se nos objetivos europeus de restauro da natureza até 2030 e pretende contribuir para a criação de territórios mais resilientes, com impacto direto na biodiversidade, na gestão da água, na segurança alimentar e na proteção contra fenómenos climáticos extremos.

O programa continuará a desenvolver ações de restauro ecológico em várias regiões do país, envolvendo empresas, parceiros institucionais e cidadãos, num esforço coletivo de recuperação de habitats.

A iniciativa conta com o apoio institucional da Agência Portuguesa do Ambiente e de diversas entidades académicas e empresariais, bem como com financiamento de várias empresas privadas.

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