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Beber água é importantíssimo, seja no Inverno ou Verão. Em casa, no local de trabalho, devemos ter sempre água disponível para beber. No entanto, tão importante quanto a quantidade de água que ingerimos o recipiente por onde ingerimos tão precioso líquido: se é comprado todos os dias, em forma de garrafas de plástico, ou se optamos por reutilizar a mesma garrafa, enchendo-a com água da torneira.

O site brasileiro e-Cycle analisou vários cenários com vista a chegar a uma conclusão: qual será a melhor forma de armazenarmos água para beber – em garrafas de plástico, alumínio ou aço inoxidável?

Em todo o caso, a utilização de garrafas reutilizáveis já é um passo muito grande no caminho da sustentabilidade.

Garrafas de plástico

Há dezenas de garrafas de plástico reutilizáveis no mercado, e as principais vantagens são a sua leveza, preço baixo e facilidade de levar para todo o lado. Ainda assim, alguns modelos levam BPA (bisfenol-A), um químico perigoso, na sua composição, e podem libertar toxinas ao serem aquecidas, se for esse o caso. É que alguns estudos mostram que as garrafas enchidas com água quente libertam o composto químico até 55 vezes mais rápido.

Outro dos problemas visa a forma como nos desfazemos da garrafa, que muitas vezes é realizada de forma errada, fazendo com que o plástico e o microplástico em que se transforma se tornem poluentes perigosos para o ambiente.

Garrafas de alumínio

O alumínio tem problemas diferentes do plástico, ainda que seja tão leve – ou quase – que este. Ainda assim, alguns modelos possuem um revestimento interno que pode conter BPA, o que acarreta questões idênticas às já identificadas acima.

Garrafas de aço inoxidável

Estas garrafas são mais duráveis que as de plástico ou alumínio e não têm o risco de contaminação por compostos químicos, como acontece com estas últimas. Por outro lado, elas são mais higiénicas e podem ser lavadas na máquina de lavar.

Porém, elas aquecem rapidamente, o que não as torna ideias para levar bebidas geladas. São também mais caras que as de plástico a alumínio.

Foto: via Creative Commons 

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